sábado, 31 de maio de 2008

Símbolos de Ceilândia

A primeira enquete do 100% Ceilândia trata de quais são os principais símbolos de Ceilândia. As opções mais votadas serão utilizadas com imagens atualizadas no blog que fala de nossa cidade.

PODERÁ SER ESCOLHIDA MAIS DE UMA OPÇÃO.

Veja algumas das sugestões, em ordem alfabética:


Abadião – Guariroba

O estádio Maria de Lourdes Abadia; local de batalha dos times da cidade (Ceilândia, Ceilandense, Apollo 4, entre outros).

Caixa d’Água – Ceilândia Centro

Monumento onde ficava a pedra fundamental da construção da cidade de Ceilândia.

Casa do Cantador – Guariroba

Local de encontro cultural dos nordestinos. Repentistas, emboladores e outros cantores se apresentam no Encontro Anual de Cantadores Repentistas.


Ceilambódromo – Ceilândia Geral

O local da construção do complexo ainda é indefinido. Deverá ter capacidade para outros eventos, como cinema - provavelmente - e cursos para a comunidade próxima a construção. Por enquanto é realizado na época de carnaval em Ceilândia Norte (área conhecida como Nova Ceilândia) - próximo ao SESC Ceilândia. Eventos de esporte também são realizados.

Centro Cultural – Ceilândia Norte

Biblioteca, oficinas, salas de computador. Área para encontro de forrozeiros e artitas locais. Um ginásio ainda não foi concluído e mais algumas outras obras que estavam previstas no projeto original do complexo.

Feira Central – Ceilândia Centro

Encontro dos nordestinos do Brasil no Planalto Central. Uma das feiras de maior referência no Distrito Federal

Feira do Produtor – P Norte

A Feira do Produtor Rural e Atacadista de Ceilândia distribui mais de 50% dos produtos hortifrutigranjeiros para o DF.

Feira do Rolo – Setor O


Ela já funcionou no centro de Ceilândia (ainda hoje tem resquícios), depois foi para a Praça dos Eucaliptos, para a QNM 15 em Ceilândia Sul e hoje se encontra na Feira do Setor O – conhecida também como Feira do Periquito.

Museu da Limpeza Urbana – P Sul

Próximo a usina de lixo de Ceilândia, tem peças montadas por funcionários do antigo Sistema de Limpeza Urbana (SLU) e, ainda, alguns outros objetos curiosos encontrados no lixo do DF.

Museu da Memória Viva – Guariroba

Memória da cidade e de personalidades de Ceilândia. Funciona de forma improvisada em uma residência na Nova Guariroba (Setor N Sul). Ainda não há um local previsto para a construção de um museu para a memória de Ceilândia.

Parque do Descoberto – Ceilândia Geral

O Parque do Rio Descoberto (Parque da Barragem) é um dos parques mais freqüentados pelos ceilandenses. Uma pena que não tenha uma linha de ônibus de ligação a preços populares para a melhor locomoção da população.

Praça do Cidadão – Ceilândia Norte

Praça onde são realizados diversos movimentos culturais; desde festas populares a campeonatos de futebol e basquete. Grafites enfeitam a localidade.

Praça do Encontro – Ceilândia Centro

Local de encontro da população de Ceilândia. Alguns eventos culturais também acontecem na região. Hoje em dia, existe um restaurante comunitário funcionando nas proximidades.

Praça do Trabalhador – Ceilândia Sul

Um dos locais onde costumava ter diversas manifestações culturais na cidade. Um Cruzeiro simboliza a diversidade religiosa de Ceilândia. A Administração Regional de Ceilândia funciona próximo a praça.

Praça dos Eucaliptos – Ceilândia Norte

Uma das melhores praças de Ceilândia. Quadra de esportes, pista de skate, campo de futebol com arquibancada, quadra de vôlei de areia e muitos eucaliptos – símbolos da praça – são encontrados no local.

Shopping Popular – Ceilândia Sul

Os vendedores que ficavam em Ceilândia Centro foram removidos para um outro local, além das diversas feiras de Ceilândia. Hoje, todos os trabalhadores e visitantes podem freqüentar um local mais agradável e de boa estrutura.



A votação se estenderá por 2 ou 3 meses. Assim todos poderão participar.

Aguardamos sua participação.


Fonte de imagens: Wikipedia, Ceilândia.com, Jornal de Brasília,Tribuna do Brasil, Rede Globo, Administração Regional de Ceilândia e O Clube do Som

Professor pretende parar




As palavras saem com dificuldade por causa da dor, mas o tom é decidido. “O sentimento é de fracasso, de humilhação total. Já lutei muito, mas agora estou cansado”, resume Valério Mariano, 41 anos, 12 deles dedicados ao magistério. “Penso em me dedicar a outra atividade, até porque sou bacharel em direito e essa é uma área mais valorizada”, completa, com pesar. Os socos e pontapés desferidos por um ex-aluno foram demais para o professor de história, que se recupera em casa da surra que o deixou desacordado por horas na tarde de quinta-feira. Para a polícia, uma integração maior entre as forças de segurança e a comunidade escolar pode evitar esse tipo de ocorrência.

A agressão levou o Batalhão Escolar da Polícia Militar a patrulhar os três turnos do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 4, que fica na QNM 21/23 de Ceilândia. Tarde demais para Valério. “É um local problemático, que precisa de policiamento. Se tivesse segurança na escola naquele momento, com certeza não teria acontecido a agressão”, avalia o educador, que ainda sente muitas dores.

Mas o patrulhamento integral da escola é temporário. “Os homens ficarão para evitar a continuidade das agressões enquanto a Polícia Civil investiga o caso”, conta o comandante do Batalhão Escolar, tenente-coronel Nelson Garcia. Para o militar, não é a deficiência no policiamento que permite a violência nas escolas. “É uma série de acontecimentos. Temos que identificar o início dos problemas para resolvê-los. Para isso é preciso que a população nos passe informações”, completa ele, que diz nunca ter sido informado sobre conflitos entre o professor Valério e o ex-aluno que o atacou.

As diferenças começaram em 2003, quando o agressor Laerte Furtado, hoje com 21 anos, foi expulso da escola por indisciplina. “A mãe dele registrou uma ocorrência na delegacia, dizendo que eu teria batido no garoto. Mas, já no começo, as investigações mostraram que eu não havia feito nada”, diz o educador. Valério conta que, na manhã de quinta-feira, estava em sala de aula quando começou a ser agredido verbalmente por Furtado. O professor levou alguns socos antes de ver o jovem se dirigir para o estacionamento.

“Ele jogou pedras no carro de outro professor achando que era o meu
e pulou o muro. Não me conformei e o persegui de carro”, narra. O educador achou Furtado poucos metros à frente. À partir desse momento, ele só lembra da transferência do Hospital Regional de Ceilândia para o Hospital de Base. “Levei uma pancada na nuca e apaguei”, resume.

A pancada, segundo testemunhas, partiu de Leonardo Alves, 19, amigo de Furtado. Os dois fugiram após as agressões e se apresentaram ontem na 15ª DP (Ceilândia). Foram autuados por lesão corporal e estão sujeitos a uma pena de três meses a um ano de cadeia, se o crime for tipificado como leve. Se o inquérito apontar para lesão corporal grave, a pena é de um a cinco anos.


Fonte: Correio Braziliense e Rede Globo

Sem paz

Os moradores de Ceilândia têm um conhecido em comum: a poluição sonora. O barulho está por toda a parte. Nos carros de anúncio, nos caminhões que vendem gás, nas lojas, nas bicicletas e até mesmo naqueles que vendem pamonha. Mesmo com tanto aborrecimento, a população já viveu dias piores. De acordo com a Administração, quando o centro da cidade era tomado por camelôs, o problema era ainda maior. Hoje, depois de retirada dos ambulantes, a situação melhorou consideravelmente.

Mesmo assim, moradores e freqüentadores da cidade ainda reclamam da intensidade do barulho por todos os cantos. Muitos podem não saber, mas há uma lei para controlar o problema da poluição sonora nas cidades (A lei n° 4.092/2008 dispõe sobre o controle da poluição sonora e o limite máximo de intensidade de emissão de sons e ruído resultantes de atividades urbanas no Distrito Federal). Os moradores ao redor das áreas barulhentas são os que mais sofrem com a situação. Segundo eles, diversas vezes os carros de som publicitário passam antes das 8h.

No entanto, mesmo com o barulho invadindo toda a cidade, a região que mais sofre é o centro da satélite. Nessa área, os carros de propaganda têm permissão para circular livremente. A Administração estima que aproximadamente 100 carros de som possuem autorização para fazer propaganda na cidade. Conforme a Administração informou à reportagem da Tribuna do Brasil, a autorização para o veículo de som circular na cidade só é possível com o aval do Departamento de Trânsito do DF (Detran).

No entanto, essa autorização não foi concedida aos outros veículos que fazem anúncio, como as bicicletas equipadas com som automotivo e os camelôs, uma vez que não há legislação específica a eles. Ainda de acordo com a Administração, essa categoria (ambulantes) não tem amparo legal, por isso não é possível autorizar a circulação deles pela cidade.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que, para não causar danos a saúde, o som deva ficar em até 50 decibéis. A partir deste volume, a exposição ao barulho pode causar sérios problemas auditivos. Em algumas situações, os danos vêm a curto prazo, já em outras, podem levar anos para serem percebidos.

Mesmo com riscos de prejudicar a saúde, Elias Pereira Ferreira, 17 anos, não sabe quantos decibéis tem o som acoplado à sua bicicleta de anúncio. Há um mês, o jovem roda pela cidade das 8h às 18h fazendo propagandas. Apesar da barulho, Elias alegou que não se incomoda com a quantidade de som. "Já me acostumei. O barulho nunca me incomodou", disse.


Fonte: Tribuna do Brasil

Periódico com helicóptero

O Jornal de Brasília acabou de adquirir um helicóptero para cobrir a área de atuação do periódico no Distrito Federal e Entorno.

"Essa é uma inovação que coloca o Jornal de Brasília ao lado dos grandes veículos da imprensa brasileira", destaca o editor chefe, Jorge Eduardo Antunes. Segundo ele o helicóptero será usado para coberturas exclusivas, fotos aéreas, sobrevôos para análise das condições de trânsito, mapeamentos de novas áreas habitacionais e terrenos em expansão no DF, entre outros temas de relevância para os brasilienses.

Com o Águia Brasília (nome dado ao helicóptero), o JBr passa a ser o único veículo da imprensa do DF a ter um equipamento exclusivo para coberturas jornalísticas aéreas.


Fonte: Jornal de Brasília de 29/05/08

Contratos suspensos

A BrasíliaTur tem 107 funcionários. Metade deles é comissionada, com salários que variam de R$ 1.900 a R$ 18 mil. Esses valores são considerados altos pelo Ministério Público, que questiona também a forma como as contratações foram feitas: sem concurso.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) quer que a BrasíliaTur faça concurso público para a formação do quadro pessoal próprio. Para isso, propõe a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). O documento dá prazo até julho do ano que vem para que a empresa faça a seleção.

Se o termo não for assinado, o MPT pode mover uma ação civil contra a BrasíliaTur por danos morais coletivos. “Quando houve a criação empresa, já deveria ter previsão orçamentária para fazer concurso público. Antes mesmo de abrir, eles já deveriam estar com o processo de concurso público em andamento”, explica a procuradora do Ministério Púbico do Trabalho, Ludmilla Reis.

O presidente da BrasíliaTur garante que vai cumprir as recomendações do Ministério Público. “Vamos solicitar à Secretaria de Planejamento e Gestão o início dos procedimentos. Nós concordamos com o Ministério Público, embora tenhamos, por lei, dois anos para realizar o concurso. Quanto mais acelerado for esse processo, melhor para todos. Inclusive para a empresa”, afirma o presidente da BrasíliaTur, César Gonçalves.

O presidente da empresa disse que todos os contratos já foram suspensos, como o governador José Roberto Arruda mandou ontem, dia 29. Em 15 dias uma auditoria concluirá sobre quais contratos poderão continuar em vigor.


Fonte: Rede Globo e Tribuna do Brasil

Ônibus com tv



O vice-governador Paulo Octavio e o secretário de Transportes, Alberto Fraga, entregaram aos usuários do serviço de transporte público coletivo do Distrito Federal, na manhã de sexta-feira. O evento aconteceu na Praça do Buriti, em frente ao Palácio do Buriti. Cinqüenta e cinco ônibus com televisões que vão transmitir informações de interesse da população, com notícias sobre o meio ambiente, ações sociais, entretenimento e cultura.

Inicialmente, o serviço estará disponível nos 55 ônibus, sendo 30 da empresa Viação Planalto Ltda (Viplan) e 25 da Viação Pioneira Ltda. Os veículos serão equipados com monitores LCD de 19 polegadas e vão transmitir uma programação diária voltada para o entretenimento (agenda cultural), utilidade pública, reportagens especiais sobre o meio ambiente, ações sociais, cidadania, entre outros assuntos de interesse da região. O sistema será fornecido pela empresa BusTV, pioneira na instalação de monitores em ônibus urbanos.

Segundo o secretário Alberto Fraga, esta iniciativa tem por objetivo divulgar informações relevantes aos usuários do transporte coletivo, "durante o percurso os passageiros terão acesso a informações e entretenimento, o que tornará a viagem mais agradável", diz Fraga. "Este serviço visa levar o mínimo de conforto ao cidadão que passa duas horas andando dentro de um ônibus. Se queremos que a população deixe o carro em casa e adote o transporte público, temos de oferecê-lo com qualidade."

Os veículos que vão dispor do serviço inicialmente cumprirão as linhas do Guará I e II, Setor de Indústrias - Sia, Cruzeiro, W3 Sul e Norte, Setor Policial, Eixo Sul, Rodoviária do Plano Piloto, Núcleo Bandeirante, Taguatinga e Ceilândia (QNQ, QNR e Expansão).

A expectativa é que o serviço atenda a 30 mil usuários por dia. O investimento para a implementação do sistema foi feito pelas empresas de ônibus. A programação será fornecida pela empresa BusTV, pioneira no ramo.



Veja o vídeo:

CorreioWeb/Tv Brasília

Fonte: Tribuna do Brasil, Correio Brasiliense e Jornal Local de 30/05/08

Tumulto em posto de saúde

Reportagem veículada pelo programa "DF no Ar" tratava de dificuldades que usuários do Centro de Saúde 12 da QNQ estavam passando.

Os beneficiados por programas sociais do governo deveriam fazer uma perícia no posto de saúde para continuar recebendo os benefícios. Mas a demanda era alta para a pouca quantidade de vagas. Um cartaz dizia que as perícias só seriam feitas até 30/05/08. Resultado: filas e demora.

Muitas pessoas chegaram a passar noites na fila para conseguir atendimento e mesmo assim não garantiam senha para a perícia - tinha um número limitado de senhas.

Segundo a Secretaria de Saúde, não passava de um mal entendido. As perícias seriam feitas por um período de tempo maior e não seria mais necessário que as pessoas passassem tanto tempo para receber um atendimento.

Fonte: DF no Ar (Rede Record) de 30/05/08

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Jogos do fim de semana

JUNIORES (4ª rodada)

Gama x CEILÂNDIA - 31/05/08 as 15h30 no Mané Garrincha (Plano Piloto)


FEMININO 2008 (7ª rodada)

GUARANY x River Playt - 01/06/08 (domingo) as 11h00 no campo próximo a Feira do Produtor (P Norte)

Planaltina-DF x APOLLO 4 - 01/06/08 (domingo) - as 15h00 no Adonir Guimarães (Planaltina-DF)


Lembrando que o Ceilândia tem que vencer (se pretende ficar entre os primeitos). O Guarany tem que sair das últimas posições e o Apollo 4 tem que manter um bom ritmo para se classificar às semifinais - principalmente vencendo.

Fonte: Federação Brasiliense de Futebol

Cultura popular no sábado

Meio Dia em Ponto é o nome do projeto de cultura popular que acontece neste sábado (31/05/08), das 12h às 16h, na Praça da Feira Central de Ceilândia.

O evento, promovido pela Administração Regional local, em parceria com a Associação Ruarte de Cultura, está com uma extensa programação para sábado.

Haverá palhaços Carrapetas & Cia, Teatro de Bonecos, Teatro de Rua, música, oficina de brinquedos populares e oficina de perna de pau.


Fonte: Administração Regional de Ceilândia e Ministério da Cultura

Feiras sem energia



Por falta de pagamento, a Companhia Energética de Brasília (CEB) cortou na quarta-feira passada (2105), o fornecimento de energia das áreas comuns das feiras da Guariroba, do Setor "O", do Setor P. Norte e do Shopping Popular da Ceilândia. Porém, mais de uma semana depois do corte, só a energia do Shopping Popular foi religada. Com o corte, corredores, banheiros e a área externa das feiras ficaram no escuro.

O pagamento da energia das áreas comuns, de acordo com o decreto 27400/1999, é de responsabilidade da Administração da cidade. No entanto, a Procuradoria Geral do DF fez uma recomendação, em abril deste ano, de que o pagamento dessas contas não caberia mais as Administrações, e sim, aos feirantes.

Os atrasos nos pagamentos das contas de energia e de água são antigos - as contas estão atrasadas desde 2000. De acordo com a Administração, as feiras de Ceilândia acumulam, juntas, uma dívida de aproximadamente R$ 3,5 milhões em água e energia. Ainda de acordo com informações da Administração, somente as contas de 2007 foram pagas.

Com o problema da falta de energia, os que mais sofrem são os feirantes e principalmente a população que vive em volta das feiras. Segundo os moradores da região, a situação deixou a área residencial mais propícia a assaltos, seqüestros e outros tipos de violência que costumam acontecer com certa regularidade.

A Feira da Guariroba é uma das que estão totalmente no escuro. O local tem, hoje, aproximadamente 400 feirantes atuantes e acumula uma dívida de aproximadamente R$ 500 mil com a CEB. O presidente da Associação dos feirantes da Guariroba e do P. Sul, Marques Célio de Rodrigues, disse que não tem como os feirantes pagar as dívidas. Ele alegou que a conta deve ser paga pela Administração, uma vez que, a área em que foi cortada a energia é de domínio público, e eles (os feirantes) já pagam mensalmente a taxa de ocupação pública, cobrada pela Administração. Segundo a presidente dos feirantes, mesmo sendo cercada e por falta de energia, a área virou ponto de vendas de drogas, prostituição e assaltos.

Mas não é só no período da noite que a falta de energia oferece perigo. Muitos feirantes chegam cedo trabalhar e dizem que o local está tão caótico, que eles não encontram suas barracas no meio da escuridão. Até mesmo de dia, como a feira é coberta, fica difícil a circulação. "A gente vem se batendo até encontrar a nossa barraca", contou um comerciante. Aurora Lemos é vizinha à feira e reclamou da violência em torno do loca. "Estamos vivendo uma situação insustentável. Depois que a energia foi cortada, ficamos com medo de assaltos nas proximidades", desabafou.

Contudo, as dívidas não se resumem somente às feiras da Ceilândia. Várias outras feiras por todo o Distrito Federal também estão com as contas de água e energia atrasadas, correndo o risco de ter o fornecimento interrompido. Segundo Marques, que também é vice-presidente do Sindicato dos Feirantes do DF, já foram feitas reuniões com equipes do governo, mas nada foi acertado até o momento. Ele disse que se o problema não for resolvido, a categoria vai até o Buritinga protestar e pressionar o governo para arrumar uma solução. "A situação veio se acumulando, sendo jogada para 'baixo do tapete' até onde não teve mais jeito", reclamou.


Fonte: Tribuna do Brasil

Professor espancado

O professor de História, Valério Mariano, 40 anos, foi agredido nesta quinta-feira (29/05) por um ex-aluno em frente ao Centro de Ensino Fundamental (CEF) 04 da Ceilândia. O professor que está trabalhando como coordenador pedagógico na escola tentou impedir que o ex-aluno depredasse os veículos dos professores, estacionados em frente a escola.

A agressão não foi testemunhada por nenhum dos alunos ou funcionários porque o professor andou atrás do ex-aluno, que o agrediu com chutes e socos. Não se sabe se o aluno agrediu o professor sozinho ou com um grupo. Valério foi achado inconsciente na rua em frente ao CEF 04 por um outro professor.

O espancamento ocorreu no final da manhã e o professor continua no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), para onde foi transferido, e passa por uma avaliação neurológica. Além do rosto bastante machucado, Valério também sente fortes dores de cabeça.

Segundo informações da diretora do CEF 04, Francisca Dantas, o jovem estudou somente na 5ª série há sete anos atrás. Ela afirma que o aluno não tinha permissão de entrar na escola e que ele jogou pedra nos carros estacionados, quebrando o vidro de um dos carros.



A diretora explica que as aulas vespertinas foram cancelas e que a partir de amanhã o Batalhão Escola da Polícia Militar de Ceilândia fará a segurança da escola diariamente. Anteriormente, a segurança era feita em dias intercalados. “Em 22 anos que trabalho aqui, eu nunca vi um caso como esse”, garante a diretora.

O CEF 04 tem cerca de 1400 alunos divididos em três turnos. A maior concentração de estudantes está nas 11 turmas de 5ª série. Valério é um dos três coordenadores da escola, que tem 54 professores.


Fonte: Correio Braziliense, Rede Globo e DF Record de 29/05/08

Mudanças no trânsito

Um milhão de carros, um milhão de reclamações. O aumento da frota do Distrito Federal piorou os congestionamentos e a falta de vagas. Ao mesmo tempo, ocorreram mais acidentes e mortes no trânsito. Foram 161 vidas perdidas este ano, entre janeiro e 18 de maio. Tudo isso motivou a criação de um pacote de medidas pelo Governo do Distrito Federal.

Agora, a fiscalização vai ser reforçada. Oitenta agentes do Detran e 100 policiais militares trocam as tarefas administrativas pelas ruas. Nas áreas comerciais só vai ser permitido carregar ou descarregar mercadorias durante os períodos de menor movimento. O horário ainda não foi determinado.

Os caminhoneiros que cortam o DF vão ser orientados a passar pela DF-100, pista que liga Planaltina à BR-040. São 40 quilômetros a menos. Na Estrada Parque Taguatinga Guará (EPTG) fica proibido o tráfego de veículo pesados das 7h às 9h e das 17h às 19h. “Os caminhões serão desviados. Por enquanto, eles podem ir para outras rotas alternativas. Se for o caso, serão implantados estacionamentos onde eles poderão aguardar o horário de liberação”, destacou o diretor do Detran, Jair Tedeschi.

A fiscalização vai ser intensificada com o radar móvel, que lê a placa do carro e aponta na hora se existem irregularidades, como licenciamento, multas pendentes e se o veículo é roubado. Só vão ser parados os motoristas que tiverem problemas. As operações com bafômetros e checagem da carteira de habilitação continuam em lugares que não vão atrapalhar a fluidez no trânsito.

O combate será maior para evitar o estacionamento em filas duplas. Policiais de motos vão percorrer as entrequadras, o centro de Brasília e outras cidades do DF para multar os infratores em R$ 85 e quatro pontos na carteira de habilitação.

“Tem que ter fiscalização na rua porque o movimento é muito grande. Se tiver mais gente fiscalizando as coisas vão caminhar bem”, observou um motorista. “Brasília está saturada de carros. As vias estão muito congestionadas. Essas medidas vão ser boas”, completou um rapaz.

A maioria das medidas já está em vigor. Apenas duas dependem de portaria ou decreto. O secretário de Transportes, Alberto Fraga, afirmou que as medidas vão de médio a longo prazo e que ainda vão ser estudadas. “O que não pode é um sistema viário totalmente entupido pelas pessoas que estão utilizando os carros, para parar em filas duplas. Vamos ter que adotar uma tolerância zero”, assegurou Fraga.

Sobre os três trens do metrô que estão quebrados, o secretário disse que as peças necessárias para o conserto além de serem importadas da Inglaterra, precisam passar pelos Estados Unidos e enfrentar a greve da alfândega, que retarda ainda mais o processo. Fraga acrescentou que o prazo para entrega dos trens é 30 de junho.

Também estão previstas uma campanha de educação no trânsito e a revitalização e pintura das faixas de pedestre.


Fonte: Rede Globo, Correio Braziliense, Jornal de Brasília, DF Record, BandCidade e Jornal Local de 29/05/08

Reconhecimento

Dia 03 de junho de 2007, a Câmara Legislativa do DF, irá outorgar em sessão solene, ás 19h, no plenário daquela casa, o titulo de Cidadão benemérito de Brasília ao atleta Clodoaldo Gomes da Silva.

O reconhecimento é de autoria da Deputada Luzia de Paula. Clodoaldo começo sua vida de atleta no Centro Educacional nº 2, em Ceilândia. Este estabelecimento de ensino é um dos mais tradicionais dos 96 existentes na cidade, ocupa apenas um terço do amplo terreno murado.

No restante da área, há vestígios de que ali havia um centro de esporte: um ginásio inacabado, quatro quadras de futsal e dois percursos ovais, com piso de areia, simulam pistas de atletismo. É nesse piso, de muita poeira na época da seca e de barro no período de chuva, que treina um dos maiores fundistas do país.



Quem passa pela região percebe que obras de melhorias estão sendo feitas.

Fonte: ACIC-DF

Carne apreendida

Fiscais do Serviço de Inspeção Federal (SIF) e da Diretoria de Inspeção de Produtos de Origem Animal e Vegetal (DIPOVA) apreenderam 3.775 mil quilos de carnes bovinas às 5h, desta quinta-feira, em Ceilândia.

São mais de 80 peças com suspeita de serem clandestinas. A carne estava sem rotulagem e sem o selo de inspeção, além de se encontrar em temperatura de 15ºC, quando a temperatura correta deveria ser até 7ºC.

O caminhão, de placa KDB 5779-GO, vinha de Formosa.

O proprietário do produto vai responder processo administrativo e poderá pagar multa de até R$ 250 mil.



Veja os vídeos:

CorreioWeb/TV Brasília

ClicaTV



Segundo a reportagem, o caminhão estava pegando uma estrada de terra em Ceilândia e a mercadoria seria distribuída em mercados e feiras da região.

Fonte: Jornal Local de 29/05/08 e ClicaBrasília

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Debaixo da linha

O DFTV, 1ª Edição, do dia 28/05/08, trouxe a baila a notícia de que espaços embaixo das linhas do metrô e viadutos, entre Taguatinga e Samambaia, estão virando abrigo para moradores de rua. A maioria diz que veio do Nordeste em busca de uma vida melhor.

Já noticiamos aqui o que acontece no viaduto do metrô, em Ceilândia, lá se instalou o que a população apelidou de portelinha. São moradores que moram em barracos improvisados e durante o dia saem pela região pedindo comida.


Veja a matéria da Rede Globo aqui.

Fonte: ACIC-DF

Ceilândia perde em casa



O time de juniores do Ceilândia foi valente, mas no final valeu o melhor futebol do Brasiliense.

Fazendo a sua terceira partida no Metropolitano 2008, o Ceilândia recebeu o Brasiliense na tarde desta quarta-feira, no Abadião, e perdeu para o seu rival por 2 x 1.

O Brasiliense foi melhor na maior parte do tempo. Na verdade o jogo mal começou e o adversário abriu o marcador. O Ceilândia voltou a apresentar dificuldade na transição da defesa para o ataque. Desse modo entregou a iniciativa da partida para o adversário. Apesar do domínio, o Brasiliense também encontrou dificuldade para superar o sistema defensivo do Ceilândia. O resultado desse quadro foi que o primeiro tempo terminou 1 x 0 para o Brasiliense.

No segundo tempo o quadro permaneceu inalterado. O Ceilândia até que conseguia se aproximar do gol do adversário, mas faltava a qualidade do último passe. Apesar disso, o Ceilândia foi agraciado com o gol do empate, fruto mesmo da disposição de seus atletas que jamais se entregaram: Pedro empatou a partida chutando de fora da área.CEC1x2Brasiliense

Após o gol do empate, o Ceilândia devolveu a iniciativa da partida para o Brasiliense que desempatou logo em seguida. A vitória do Brasiliense por 2 x 1, até mesmo a dinâmica da partida, teria refletido o estágio de preparação das equipes. Para o Ceilândia ficou a lição de que apenas superação não é suficiente para garantir um bom resultado: é preciso trabalhar mais e mais.

O Ceilândia voltará a campo no próximo Sábado, às 15h30, no Mané Garrincha, quando enfrentará o Gama.

Demais resultados: Brazlândia 3 x 0 Gama, Esportivo 2 x 1 Dom Pedro, Legião 4 x 1 Unaí.


Fonte: Ceilândia Esporte Clube

Opinião sobre o shopping

Veja a opinião do site Ceilândia.com sobre a construção de um shopping center em Ceilândia. Apesar de que somos totalmente contra tal posicionamento, deixamos o texto aqui também para que todos possam se expressar:



A Associação Comercial e Industrial de Ceilândia (ACIC) lançou recentemente uma campanha pública estimulando os ceilandenses a ligar para o gabinete do vice-governador Paulo Octavio, pedindo que ele apóie a construção de um shopping center na cidade.

A campanha parece bem intencionada (o fato de Paulo Octavio ser dono de uma das maiores construtoras do DF deve ser só coincidência, claro), mas tem o foco um tanto enviesado. Em primeiro lugar, construir shopping centers não é tarefa do governo, mas de construtoras privadas, que os erguem, depois exploram ou revendem a terceiros os pontos de comércio. Portanto, o correto seria propor o tema à empresa Paulo Octavio Empreendimentos Imobiliários, e não à figura pública do vice-governador. Em segundo lugar, a fixação na idéia de que a cidade necessita de um centro comercial do tipo Park Shopping ou Pátio Brasil impede que se dê a devida atenção aos vários “shopping centers” que a cidade já possui, mas pouca gente parece se dar conta. O melhor, e mais mal aproveitado deles, é o próprio centro da cidade, apesar de ter um excelente traçado urbanístico, que em tudo o favorece.

Área nobre, mas mal aproveitadaIsto ocorre porque o comércio da área próxima ao fórum e das imediações da feira permanente hoje está concentrado em artigos de vestuário, calçados, móveis, eletrodomésticos, agências bancárias e uma ou outra farmácia. Esta característica faz com que o setor seja quase que apenas um local de passagem, onde as pessoas demoram-se apenas o tempo necessário para fazer compras. Após uma determinada hora, quando as lojas fecham, a área fica deserta e perigosa para quem se arrisca a transitar por ali. Agora que foi parcialmente devolvido à população, com a retirada dos vendedores ambulantes, seria a hora de transformar o centro da cidade em um imenso e prazeroso shopping center, funcionando durante as 24 horas do dia. Para isto seria necessário forçar a diversificação do comércio local, limitando, por um lado, a concessão ou renovação de alvarás a um número máximo de lojas por tipo de produto ou serviço em cada quadra. E por outro, estimulando, via isenção de impostos ou linhas de crédito especiais, a abertura de estabelecimentos que possam atrair e prolongar a permanência das pessoas no local: bares, cafés, restaurantes, lanchonetes, sorveterias, cinemas, lojas de conveniência.

Mas, por melhores que sejam os bares ou restaurantes, por mais atrativas que sejam as vitrines das lojas, ninguém freqüentará a área central, qualquer que seja a hora, se não for criado um espaço urbano igualmente atrativo. Ruas limpas e calçadas mais amplas, iluminação adequada e policiamento ostensivo permanente, além de transporte público confiável, estimulariam as pessoas a sair de suas casas para passear no centro da cidade que lhes pertence. A transformação de algumas áreas em mini-praças bem cuidadas, onde pudessem ser realizados eventos culturais, aumentaria a circulação de pessoas no local e teria reflexo direto nas vendas do comércio. É a falta de algumas destas condições que faz com que os outros “shopping centers” da cidade, que são as mal aproveitadas entrequadras comerciais, fiquem vazios à noite, mesmo estando mais próximos das residências e contando com um comércio mais diversificado.

O modismo dos shopping centers verticais, fechados, ilhas imaginárias de segurança, conforto e praticidade, foi adotado com certo exagero pelos brasileiros, como imitação do modelo das cidades americanas. O resultado foi o enfraquecimento dos centros comerciais horizontais (em bom português, o chamado comércio de rua). Este fenômeno deixou as ruas das cidades menos vibrantes e mais inseguras. A equação é simples, e já foi decifrada pela maioria das grandes cidades européias, cujas vias e praças estão sempre apinhadas de gente a qualquer hora do dia ou da noite: espaços públicos vazios ficam à mercê dos criminosos; ao passo que mais gente circulando ajuda a afugentar os mal-intencionados.

Em tempo: correm na cidade boatos de que o shopping center dos sonhos da ACIC (ou de Paulo Octavio) seria construído exatamente onde hoje está a feira permanente. O desaparecimento daquela feira privaria a cidade de um de seus pontos mais marcantes.

Espera-se que sejam só boatos.



São apenas boatos. A feira seria modernizada.

Vale ressaltar que enquanto a cidade de Ceilândia não possuir o seu shopping center, todos os impostos que forem recolhidos com os compradores de Ceilândia (nos outros shopping do DF) serão utilizados em outras cidades...

Fonte: Ceilândia.com

Quiosques por todo lado



Os quiosques de Ceilândia não passam despercebidos aos olhos de quem caminha pela cidade. Muitos funcionam como comércios de alimentação e bares. Há, inclusive, aqueles que vendem remédios naturais. Mesmo assim, alguns estão completamente abandonados, e acabam comprometendo a paisagem da cidade. Em todas as quadras de Ceilândia é possível encontrar quiosques, mas nem todos são regularizados.
A população é a que mais sofre com a quantidade de quiosques abandonados, pois acabam servindo de abrigo para moradores de rua e marginais. As constantes reclamações também vêm por parte dos comerciantes da região. Segundo eles, há vários registros de furtos nos comércios.

No entanto, a "farra" dos quiosques irregulares está perto de acabar. O Ministério Público do DF pediu para a Administração da cidade, a cópia de todas as autorizações para trailers e similares em áreas públicas de Ceilândia, e o levantamento dos quiosques legais e ilegais existentes. No entanto, a Administração não tem os dados que quantos quiosques existem na satélite, quantos são irregulares e nem quantos estão abandonados.

Desde 2000 é proibido conceder alvará de funcionamento para a abertura de novos quiosques, mas de acordo com a Administração, essa lei não estava sendo cumprida pela gestão anterior. Com isso, alguns quiosques tiveram a concessão depois do decreto.

Segundo o gerente de licenciamento da Administração, Manoel Alves Furtado, o problema existe porque os donos de quiosques repassam o estabelecimento para outros proprietários sem avisar a Administração. Já outros, levantam o empreendimento sem a autorização. Manoel acredita que mais de 70% dos quiosques existentes hoje são irregulares. "Realmente precisa ser feito alguma coisa. Só com uma fiscalização mais efetiva, o número de quiosques irregulares vai diminuir", acredita.

Os trabalhadores da região costuma se irritar com o abando dos quiosques. Rolenberg Gomes é gerente de uma farmácia e se incomoda com a atual situação. "Não sou contra os quiosques, mas acho que precisam ser fiscalizados. Eles não têm padronização e deixa a cidade mais feia", opinou. Uma atendente da farmácia disse diariamente, no período da manhã, várias pessoas com sintomas de embriguez se instalam nas imediações dos quiosques abandonados. "Precisa de uma regularização. Muitas pessoas embriagadas tentam roubar as lojas", alertou.

Segundo o presidente da Associação dos Quiosques e Trailers do DF, João Jerson Fernades Pereira, a situação de Ceilândia não é diferente das outras cidades do Distrito Federal. O problema da falta de regularização acontece porque a categoria não tem uma legislação específica para eles. Segundo Jerson, todos os quiosques do DF estão com licenças vencidas, o que deixa a categoria vulnerável à ação do Ministério Público. "Não temos um documento para nos dar amparo jurídico. A discussão de retirar existe, mas penso que tem de ser discutido entre todas as partes envolvidas, e não só por parte do governo", ponderou. Ainda de acordo com a associação, existem hoje em todo o Distrito Federal, cerca de seis mil quiosques, dos quais, aproximadamente 800 estão em Ceilândia.


Fonte: Tribuna do Brasil

Ajudando Ceilândia

Um verso do grupo brasiliense de rap Câmbio Negro, entoado no início dos anos de 1990 em Ceilândia, inspirou um grupo de adolescentes moradores da cidade. A música, que dizia “sou negão careca da Ceilândia mesmo, e daí?”, mexeu com a auto-estima dos garotos. Eles perceberam que deveriam tomar uma atitude para mudar seu destino. Na época, estavam prestes a concluir o ensino médio e não sabiam o que fazer ao deixar a escola. Não queriam ficar subempregados e menos ainda seguir o caminho das drogas e da criminalidade, como faziam muitos colegas. Pensavam que, um dia, poderiam se orgulhar de terem nascido e crescido em Ceilândia em vez de repetirem estereótipos.

E foi na cultura hip-hop que o grupo encontrou um caminho. Os rapazes passaram a organizar oficinas de música e canto (rap), dança (break), discotecagem e artes plásticas (grafite) nas escolas de ensinos médio e fundamental da cidade. Ficavam dois meses em cada uma delas e envolviam os alunos com a proposta. Dessa forma, a pichação se transformou, aos poucos, em grafite e os estudantes passaram a ter um objetivo de vida. “Queremos que o jovem veja que ele pode ter uma escolha”, afirma Sérgio Nascimento, 29 anos, um dos organizadores do movimento.

Em 1997, a iniciativa virou ONG e foi batizada de Grupo Atitude. Hoje, o grupo tem uma sede, uma casa em Ceilândia Sul, equipada com estúdio de gravação e ensaio, ilha de edição, serigrafia e biblioteca. Os jovens mantêm ainda uma rádio na internet e trabalham sobre quatro pilares: incentivo à cultura, ao hip-hop, à leitura, ao esporte e à geração de renda. “Para o jovem não ser atraído para o delito, ele tem que ser seduzido por outra coisa. Ceilândia não tem cinema ou teatro e os jovens se vêem sem escolhas à medida que vão crescendo”, diz Sérgio, que coordena o Atitude. O grupo atende cerca de 350 ceilandenses, com idades entre 10 e 24 anos.


Fonte: Correio Braziliense

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Mapa das gangues



Clique na imagem para ver melhor!

Fonte: Jornal de Brasília de 27/05/08

Carroças emplacadas



A Administração de Ceilândia realiza a última etapa de emplacamento das carroças da cidade. Além da sinalização oficial, serão feitos exames nos animais, vistoria nos equipamentos e implantação de chips nos animais. O emplacamento acontece hoje e nos dias dois e três de junho. A ação é cumprimento do Decreto de 27122/06, que trata do Programa de Regulamentação do Trânsito dos Veículos de Tração Animal. Com isso, é assegurado ao carroceiro o licenciamento de animal, dentro dos padrões legais de circulação e saúde, além de aproximar dos trabalhadores os direitos e deveres básicos para circulação. Apesar da grande quantidade, a administração da cidade não divulga o número de carroceiros que atual na região.

Segundo a gerente de Ação Social, Segurança e Saúde, da Administração de Ceilândia, Silvana Maria Gonçalves, o objetivo da ação é cumprir a lei. Ela acredita que com o emplacamento ficará mais fácil a fiscalização do de serviço. Outra coisa que ficará fácil se identificado, afirma Silvana, é a verificação dos maus tratos dos animais e a identificação dos proprietários dos animais soltos na cidade. "Com o documento deve melhorar a vida dos carroceiros e vai melhora a limpeza da cidade", acredita.

Com as carroças emplacadas, a administração garante que a cidade tende a ficar mais limpa. Outro benefício é que vai ficar mais fácil para o morador ajudar na fiscalização, uma vez que a administração terá todos os dados do carroceiro. De acordo com a administração da Ceilândia, esses trabalhadores são os principais responsáveis em jogar de lixo em locais inadequados na cidade.

Para trabalhar dentro da legalidade e não perder o seu animal, o carroceiro Almir Ribeiro de Melo, de 18 anos, foi levar o seu cavalo "Caramelo" para receber o chip e a placa. Por ter dois de seus cavalos roubados, ele acredita que com o chip atuação de criminosos possam diminuir. "Muitos podem desvalorizar o nosso trabalho, mas é daqui que sustento a minha mãe e meu irmão. Com a lei vai ficar mais fácil trabalhar", desabafa.

Além do emplacamento, o Departamento de Trânsito (Detran) e a Secretaria de Secretaria de Agricultura vão oferecer para os carroceiros da cidade uma aula sobre placas de trânsito, cuidados com os animais e em quais vias da cidade eles poderão transitar a partir de junho. Os encontros estão marcados para os dias 30 de maio e 06 de junho.

Para o cadastramento, o carroceiro deve levar duas fotos 3x4 e cópia da identidade. Todos os documentos serão repassados ao Detran pela administração da cidade. O carroceiro que perder a última etapa de cadastramento pode ser autuado e sua carroça, bem como o animal apreendidos. O emplacamento está sendo feito no Departamento Regional de Obras, que fica próximo ao Hospital Regional da Ceilândia. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 3901-1243.


Fonte: Tribuna do Brasil

Cartel do gás?

O consumidor do Distrito Federal que ainda não se acostumou com os novos preços do gás de cozinha deve se preparar. Com o mercado sob pressão, distribuidoras e revendas trocam acusações e travam uma disputa silenciosa, que poderá fazer com que o produto fique ainda mais caro nas próximas semanas.

O botijão, que antes era encontrado no Plano Piloto e em algumas cidades do DF por R$ 35 a R$ 37, agora varia de R$ 38 a R$ 40 (reajustes de 2,7% a 14,28%, com média de 8,33%). Atento a possíveis abusos, o Procon investiga se esse movimento de alta verificado nos últimos dias é uniforme.

José Carlos Lelis dos Santos, presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás, diz que há uma defasagem de pelo menos 35% no preço do produto provocada pela alta dos custos. “Não é aumento. Estamos apenas retomando os valores normais de dois anos atrás. Se as distribuidoras não baixarem, aí sim vamos ter de reajustar”, afirma. No DF, segundo ele, há 284 revendas autorizadas.

Levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostra que o preço do gás se manteve quase estável nos últimos 12 meses, com leve tendência de queda em alguns períodos. No caso do Distrito Federal o fenômeno está comprovado: em abril de 2007, o botijão custava R$ 38,08 e em abril de 2008, baixou para R$ 36,99. Na comparação com março deste ano, quando era comprado a R$ 36,81, houve uma pequena alta.



As fiscalizações do preço pelo PROCON começaram por Ceilândia. As denúncias foram feitas pelo líder do PT-DF, Chico Vigilante.

Fonte: Correio Braziliense, Jornal Coletivo aqui e aqui e Band Cidade de 26/05/08

terça-feira, 27 de maio de 2008

Guarany dá adeus as semifinais

O Guarany (2º lugar em 2007) não resistiu a equipe do Cresspom (1º de 2007) e deu adeus as mínimas chances que tinha de chegar as semifinais do Candangão Feminino 2008. Jogando no campo do adversário, a equipe de Ceilândia perdeu por 2 x 1 (no dia 25/05/08). Agora resta tentar sair das últimas posições na competição.

Já a equipe do Apollo 4 vem demonstrando uma campanha regular e está, no momento, entre os 4 semifinalistas. O time ceilandense venceu o Planaltina-GO no estádio Municipal em Goiás (no dia 22/05/08). O placar final ficou em 1 x 0 para o Apollo 4.

Mas não há nada definido para o Apollo. Existem 7 equipes no campeonato brigando diretamente pelas 4 vagas das semifinais.

Fonte: Federação Brasiliense de Futebol e Futebol de Campo Feminino

Curiosidades sobre os distritais



Eles são conhecidos pela luta política, pelas habilidades de oratória e até por conta das denúncias que fazem no palanque da Câmara Legislativa do Distrito Federal. E entre os 24 deputados e deputadas que compõem a Casa Distrital, política é a única habilidade que une todos eles. Cabeleiro, piloto de corrida, baterista de heavy metal e até quase um time completo de campeões de futebol. Eleitos por diferentes regiões e categorias sociais, os deputados distritais realmente dão o que falar.

O cantor
Quem ouve o deputado Leonardo Prudente (DEM) na tribuna não consegue imaginar que a mesma voz que defende os projetos do Executivo na Câmara é utilizada para uma outra paixão: o canto. Ele é líder do governo, mas também é considerado líder da "bancada da música" na Casa. "Toda reunião que temos, ele canta, e canta muito bem", confidenciou uma deputada da oposição.
Nascido em Goiânia, Prudente aprendeu lá que poderia conquistar muitas coisas com os arcodes do violão. "Sempre fui muito tímido e a música era minha arma de sedução. Conquistei vários corações", disse, às gargalhadas, o envergonhado deputado. Prudente largou a academia onde dava aulas para se dedicar ao mundo da geologia. Porém, acabou ganhando notoriedade mesmo com a política. Mas não deixou o mundo da música de lado e chegou a gravar dois discos - um deles com o lançamento em breve. "Gravo só para não perder a mão e distribuo para os amigos", diz. No primeiro disco foram dois mil exemplares, que - dizem - não deu para quem quis. "Acho que no próximo vou fazer igual aos cantores famosos: vou colocar na internet e ver a aceitação", brincou.

A Dupla
Ele não é do mesmo partido de Leornardo Prudente. Muitas vezes até discordam das posições políticas no plenário da Câmara. Mas o fato é que Wilson Ferreira de Lima (PR), nascido em Ceres (GO), insiste na coligação quando o assunto é música. "Toda festa da casa, o Wilson canta junto com o Prudente. Eles formariam uma boa dupla sertaneja", brincou o deputado Paulo Tadeu (PT). Lima, que já vendeu picolés, foi frentista, mecânico, lanterneiro, pintor, balconista e até cobrador de ônibus também tem grande afinidade com os acordes. Mas, segundo brincadeiras dos bastidores, o difícil é ele seguir rigorosamente as letras das canções. "Isto é tudo uma campanha difamatória desta oposição que não tem o que fazer", brincou.

A pianista
Nascida em Capanamea (PA), ela demorou a conhecer um piano. Mas quando viu o primeiro, se apaixonou. Daí, Eurides Brito da Silva, deputada distrital pelo PMDB e conhecida como grande educadora, tornou-se também uma pianista de mão cheia. "Tenho vergonha de contar que sou pianista. Minha filha, Ana Claudia, é muito mais talentosa. Eu simplesmente engano", diz. De acordo com relatos dos colegas, Eurídes poderia ter se tornado uma musicista famosa no Brasil. E até por conta deste amor que sente pela música ela arregaçou as mangas e batalhou para aprovar o projeto Concertos Didáticos. Com a lei, crianças da rede de ensino público passaram a visitar as dependências do Teatro Nacional Cláudio Santoro para assistir apresentações da Orquestra Sinfônica da cidade. "Não é discurso, não. Eu acredito que a cultura pode transformar o cidadão de verdade", defendeu.

Jogador
Vice-presidente da Câmara Legislativa, o deputado Paulo Tadeu Vale da Silva (PT) não perde uma partida de futebol. Nascido em Sobradinho (DF), O parlamentar se auto-intitulou um dos maiores craques do circuito não-profissional do futebol da região, que envolve também Planaltina. No currículo, a participação na seleção brasiliense de juniores, chegando até treinar com o time profissional com 22 anos. Seguro, Tadeu disse que tem o estilo parecido com o do jogador francês Zidane. Com a idade que avança, ele agora é estrela do campeonato de Masters e chegou a jogar ao lado de Paulo Vitor (ex-fluminense). Desde o início do campeonato, no começo do mês, o petista ainda não marcou nenhum gol. Mas tem uma desculpa na ponta da língua. "Nem joguei porque estou contundido", justificou-se.

Na Rede
Ele já foi ambulante e gritador na Feira da Ceasa. Trabalhou no Serviço Médico do Ministério da Agricultura, foi secretário de Estado e é o atual corregedor da Câmara. Mas o deputado Rôney Tanios Nemer (PMDB) diz que gosta mesmo é de jogar vôlei. Segundo disse, aprendeu jogar na sua juventude. Praticou o esporte e continua a ter participação significativa na área, colaborando e auxiliando em projetos esportivos de inclusão social nas comunidades mais carentes. Nemer é amigo dos voleibolistas Tande e Leila, com quem já atuou nas equipes da APCEF e do Minas Brasília Tênis Clube. Como padrinho da torcida organizada do Paranoá Esporte Clube, concluiu várias obras de infra-estrutura na área esportiva, como a construção do estádio de futebol e a praça poliesportiva ao lado da Igreja Matriz.

Tesouras nas mãos
Quem nasceu no interior sabe bem como funciona: filha mulher tem de ser prendada. E Jaqueline Maria Roriz (PSDB) não foge à regra. Além das habilidades incontestáveis a frente das empresas de pecuária da família, a deputada é também uma "expert" no mundo encantado das tinturas e cortes de cabelos.
De tanto gostar da área, a deputada chegou a fazer curso profissionalizante de cabeleireira. Sabe cortar, pintar e arrumar um penteado. Em alguns eventos de ação social ou comemorativos, ela reúne a comunidade e faz um mutirão de corte de cabelo para a população carente. Antenada com a moda, ela dá até uma força para as amigas quando não conseguem vaga nos salões profissionais da cidade. "Tenho todo meu material. Quando preciso, boto a mão na massa mesmo. Recentemente, cortamos os cabelos das detentas da Colméia (Presídio Feminino do DF). Foi ótimo para elas e maravilhoso para mim", avaliou.

Piloto
Tri-campeão nas pistas de Stock Car em 1984, 1988 e 1989, o deputado distrital Raad Massouh (DEM) foi o piloto de maior expressão nas corridas da principal categoria do automobilismo brasiliense. Até hoje é considerado o maior piloto do Campeonato Brasília e Goiânia. Sua primeira corrida foi em 1980, em um Dodge Polara, e a partir daí vieram os títulos: um em 1984, outro em 1988 e o ultimo em 1989. "A adrenalina da corrida é maravilhosa. Uma emoção que não existe, nem mesmo aqui na Câmara", comparou. Apaixonado pelos carros, ele não se desligou totalmente do automobilismo e ainda hoje participa de vários eventos na cidade. "Acompanho mesmo. Brasília tem um valor para o automobilismo do país, que é pouco reconhecido. Daqui saíram, só para a Fórmula 1, os pilotos Pupo Moreno e os dois Nelson Piquet", emendou o parlamentar.


Fonte: Tribuna do Brasil

Bicicletas no metrô

O que você acha de ir de bicicleta para o trabalho, em vez de deixá-la na estação do metrô? “Ia ser muito melhor”, fala um rapaz.

Um projeto de lei aprovado na Câmara Legislativa, há duas semanas, autoriza os ciclistas a viajarem com a bicicleta. Serão permitidas até cinco bicicletas por viagem, sempre no último vagão.

Para um dos autores da proposta, deputado Rôney Nemer, essa é uma forma de contribuir principalmente com o trânsito caótico dos horários de pico.

“Qualquer política pública que venha diminuir o número de carros no trânsito vai melhorar, com certeza, não só o congestionamento, mas a poluição do nosso ambiente”, afirma o deputado.

Para muitos passageiros seria mais rápido e até mais econômico. “Eu pego o circular da minha casa para a estação. Na estação tenho que caminhar para pegar o metrô, desço e ainda tenho de caminhar um bom pedaço para chegar no serviço”, descreve o auxiliar de serviços gerais, Francisco de Assis.

“Pra eu ir da estação para a escola são mais ou menos 20 minutos a pé. De bicicleta ficaria bem mais rápido”, diz o estudante João Pedro.

Durante a elaboração do projeto, a diretoria do Metrô-DF foi consultada e fez um cálculo. Um passageiro mais a bicicleta ocupariam dois metros quadrados. Em horário de pico esse espaço comporta de 12 a 20 pessoas.

“Causa tumulto, porque se eu tiver 15 pessoas com bicicletas vão entrar cinco com cada uma e eu tiro o usuário para colocar bicicletas? Qual é a necessidade disso?”, questiona o diretor de operações do metrô, José Dimas.

“Dentro do metrô não cabe nem as pessoas. Fica complicado”, opina uma moça. “Já é tão pequeno pra gente. Com bicicleta não dá não”, fala uma senhora.

O governador, José Roberto Arruda, tem até a próxima semana para sancionar ou vetar o projeto.


Fonte: Rede Globo

Nada de "Na Hora"

Todo dia a cena se repete na frente do Na Hora em Ceilândia: uma longa fila é formada ainda de madrugada. Quando abrem as portas, outra fila se forma dentro do posto. Cerca de 80 pessoas esperam pelo mesmo serviço: tirar a carteira de identidade. E para esse tipo de atendimento são distribuídas senhas.

Walter Tavares da Silva, por exemplo, esteve no posto outro dia, com a mãe, e não conseguiu. “Não deu porque já estava tarde. Já devia ser umas dez horas da manhã. O rapaz disse que tinha que chegar cedo”, conta o estudante de 14 anos. Dessa vez, Walter decidiu acordar mais cedo. Parece que deu certo.

O superintendente do Na Hora de Ceilândia, Antônio Barbosa, explica que a emissão da carteira de identidade é o único serviço que não é feito na hora. O motivo? Há poucos papiloscopistas da Policia Civil disponíveis para fazer o serviço.

“Nós temos duas equipes de papiloscopistas. Uma de manhã e outra no período da tarde. Se tivermos mais papiloscopistas de manhã, vamos atender mais pessoas na parte da manhã. Se tivermos mais profissionais disponíveis à tarde, o atendimento vespertino será maior”.

De acordo com o diretor-geral do Na Hora, Luiz França, a Secretaria de Segurança está organizando um novo concurso para papiloscopista. “Já nos prometeram que os primeiros nomes aprovados serão indicados para atuar dentro dos postos do Na Hora. Este é o único caminho para resolvermos o problema de fato”, afirma.


Fonte: Rede Globo

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Retorno

As 23 empresas de material de construção dos condomínios Por-do-Sol e Sol Nascente que tiveram suas portas fechadas na semana passada fizeram um acordo com o GDF e retomaram suas atividades.

Fonte: ACIC-DF

Primeiros dados de pesquisa

Os primeiros resultados do Censo Empresarial ACIC, pesquisa aplicada junto às empresas do comércio e indústrias de Ceilândia, demonstram que o nível de escolaridade do empresariado na cidade é muito bom.

Os números revelam que 58% tem nível médio e superior. A divisão da formação dos empresários é a seguinte: 33% cursaram o ensino fundamental; 46% tem nível médio; 12% tem nível superior e 9% não informaram. Outro dado interessante é que 79% do empresariado reside em Ceilândia e 21% mora em outras cidades. Do total pesquisado 64% do empresariado tem residência própria.


Fonte: ACIC-DF

domingo, 25 de maio de 2008

Primeiros 3 pontos



Jogando ontem (24/05/08) pela 2ª rodada do Campeonato Brasiliense de Juniores, o Ceilândia conquistou um bom resultado em um disputado jogo de futebol apresentado pelas duas equipes.

Jogando no Abadião, a equipe ceilandense mostrou mais entusiasmo no 1º tempo. Já na segunda etapa, o time de Ceilândia desapareceu em campo e a equipe do Esportivo Guará cresceu - perdeu dois gols claros e um pênalti defendido pelo arqueiro do Ceilândia.

Placar final: Ceilândia 4 x Esportivo Guará 2

Fonte: Ceilândia Esporte Clube

Vergonha! Vaga com o Legião

Três dias após ganhar a vaga para Série C do Ceilândia, o Brazlândia também abdicou de disputar a competição por falta de verba. Mas, a desistência não foi por um todo. Isso porque o herdeiro da vaga, o Legião, contará com parte da comissão técnica do rival, além de sete jogadores (quatro confirmados) para a disputa da Terceirona. A decisão foi anunciada no início da noite desta sexta-feira, pelo presidente do Brazlândia, Moacir Ruthes, pelo vice-presidente da Federação Brasiliense de Futebol (FBF), Paulo Araújo, o Paulinho e também pelo presidente do Legião, Ítalo Nardelli.

"Estamos passando alguns jogadores, prestando alguma assessoria e pretendemos que o Legião faça um bom papel na Série C", anunciou o presidente Moacir Ruthes, convidado para fazer parte da comissão técnica do novo representante do Distrito Federal na competição nacional.

Ruthes negou toda e qualquer tentativa de compra da vaga pelo Legião. "Foram muitos boatos. O que fizemos foi uma parceira com alguns atletas para dar visibilidade e ritmo aos nossos jogadores", responde. Quatro desses atletas já foram confirmados: o zagueiro Piu, o volante Wélton, o meia Liusson e o atacante Edicarlos. Outros três nomes devem ser acertados.

O presidente do Legião, Ítalo Nardelli, lamenta o fato da vaga ter chegado desta forma, mas agradece a oportunidade. "Temos uma ótima oportunidade de desenvolver nosso trabalho. Vamos mostrar que não temos estrutura fora de campo, mas como dentro, pois temos profissionalismo. Dentro de campo conseguimos escapar do rebaixamento. Mas, agora temos a oportunidade de ter uma projeção maior."

Nardelli também divulgou que nove atletas do grupo do Candangão continuam no elenco. São eles: Chefe, Perivaldo, Romarinho, Edmar, Luan, Alisson, Icaro, Regis e Lucas, sendo os quatro últimos da base, de onde virão mais quatro atletas.

Para a comissão técnica, Ferreira, preparador físico do Brazlândia será incorporado. Para comandar a equipe na Série C, dois nomes estão sendo cogitados: Roberto Oliveira (ex-Luziânia) e Vitor Hugo (ex-Gama).

A idéia do clube é trabalhar com 30 jogadores. A FBF enviará à CBF a candidatura do Legião na segunda-feira, respeitando o regulamento da competição. A apresentação do time laranja acontece no dia 2 de junho

Legião e Dom Pedro estão no Grupo 10, o mesmo de Anápolis/GO e Itumbiara/GO. A primeira rodada está marcada para 6 de julho.


Fonte: Esporte Candango

Simulação

Márcios Vinícius de Oliveira, 21 anos, simulou o próprio seqüestro, na madrugada deste sábado para reatar o namoro com a ex- namorada. Policiais Militares compareceram a um posto de gasolina, próximo à academia da Polícia Civil, em Taguatinga Norte, para averiguar uma ocorrência. Ao chegar ao local, havia um casal que alegava ter sido seqüestrado.

Horas depois, o carro com os supostos seqüestradores foi localizado. Ao serem abordados, os supostos seqüestradores informaram que eram amigos de Márcios Vinícius e que o crime havia sido forjado por ele para comover a ex-namorada.

No momento em que os policiais abordaram o casal e souberam do seqüestro, encaminharam Márcios ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC) e levaram a namorada para a 15ª DP (Ceilândia Centro) para que a ocorrência fosse registrada. No seu depoimento, a mulher afirmou que terminou o namoro com Márcios há cerca de um mês. E, na noite de sexta-feira, o ex-namorado havia ligado marcando um encontro para saldar uma dívida de R$ 100 que ele tinha com ela numa lanchonete em Taguatinga Sul.

Quando saíram do local, eles foram abordados pelos homens armados, que os forçaram a entrar no carro e os levaram para um terreno baldio atrás da Academia da Polícia Civil, em Taguatinga Norte, lá, no local, agrediram Márcios e roubaram R$ 2 mil.

A farsa foi desmontada quando Rodrigo Alves de Souza e Washington Rodrigues, ambos de 19 anos, foram detidos pelos policiais militares.

Márcios, que sofreu um corte na testa e está internado no HRC, confirmou a versão dada pelos amigos. O delegado de Plantão da 15ª DP, Eriton Cunha, afirmou que Márcios será autuado pelo crime de falsa comunicação à polícia, com pena prevista de seis meses a um ano de reclusão.


Fonte: Jornal Coletivo, Correio Braziliense e Clica Brasília

sábado, 24 de maio de 2008

Grito na garganta



Agora é oficial. O Ceilândia está fora da Série C 2008. O SiteCEC lamenta, a torcida lamenta. Dentre os diversos lamentos dos torcedores, um foi escolhido, por representar o sentimento médio do cidadão Ceilandense, aquele que sabe da importância do Ceilândia no contexto da valorização da cidade que amamos. Esse lamento, respeitoso em todos os aspectos, é reproduzido abaixo.

Ao contrário do que alguns pensam, pressionar os dirigentes é importante. Isso não é desrespeitá-los. Todo mundo reconhece, por exemplo, a dedicação do incansável Almir de Almeida.

Todos sabemos, também, das limitações a que estão submetidos. A pressão, contudo, leva-os a deixar a zona de conforto e trabalhar ainda mais. Isso implica reconhecer que cada um de nós também tem responsabilidades. Abaixo a visão de um torcedor e que também é publicada nos comentários. O SiteCEC a subscreve alguns:




"É triste a situação. Isso só concretiza a tendência das pessoas daqui torcerem por times de outro estado. Ou então, por times “sensações” daqui. Como é o caso do próprio Legião, o qual, em pouco tempo de existência, arrebanhará uma grande “legião” de torcedores (não é para menos!). Sabemos que um time que quer ganhar visibilidade, atrair torcedores, precisa ganhar títulos. O que dirá um time que “desiste” de competições. Moro neste cidade e, na maioria das vezes, empolgo-me com as vitórias conquistadas pelo time que leva o nome da Região Administrativa. Desistir de um Campeonato Brasileiro é jogar fora uma oportunidade que muitos outros times almejam. Lamentável. Não quero aqui criticar diretamente determinadas pessoas. Mas sim, a falta de iniciativa da comunidade que leva o nome do time. E a iniciativa da comunidade depende do estímulo dos dirigentes".

"É inadmissível que isso realmente esteja acontecendo, temos que apurar porque o Ceilandia não participará da Série C do Brasileirão. Não tem desculpas. Alguma coisa está errada. Qual a cidade ou clube no Brasil não queria estar no lugar do Ceilandia? Há uma “legião” de corruptos por trás disso. A partir de agora vou divulgar pra todos sites esportivos o que está acontecendo. Não adianta pedir descupas, sou morador da cidade há 35 anos. Isso é uma sujeira. Ceilândia merece respeito, são em torno de 400.000 mil habitantes . Dizer que não tem como participar é imoral. Algo precisa ser feito".

"Sugiro que mude o nome do time.
A cidade de Ceilândia não merece ser desrepeitada assim".

"Fico triste e compartilho com vcs torcedores do Ceilândia, clube onde trabalhei em 2005 na Serie C como preparador de goleiros. Sobre a não participação do Ceilândia na Série C, espero que em breve o clube se estruture e volte ao cenário nacional."




Parece até que a cidade não tem empresas/comerciantes que poderiam patrocinar o time que leva o nome da região. Ceilândia tem um comércio fraco? Muito triste!


Fonte: Ceilândia Esporte Clube aqui e aqui

Isso não é Ceilândia!

No campo "Isto é Brasília" do jornal de quinta-feira (22/05/08) foi veiculada matéria sobre o estádio Abadião, na Guariroba.

Falou da capacidade do estádio, da homenagem à Maria de Lourdes Abadia, do futuro projeto de modernização do local e dos times que costumam jogar na região (entre eles, Ceilândia e a Ceilandense).

A gafe acontece quando vamos verificar a imagem. Um estádio bem maior, com arquibancadas amplas. Nada de Abadião! O estádio mostrado na imagem do dia é o do Serejão em Taguatinga.

Não precisa se preocupar. Já estamos acostumados com a confusão de localização que a mídia em geral faz entre Ceilândia-Taguatinga e Taguatinga-Ceilândia.

Fonte: Correio Braziliense de 22/05/08

Censura no PDOT?

A artimanha funcionou bem. Para fugir das polêmicas que cercam a revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) – Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 46/2007 –, os organizadores da quarta audiência pública promovida pela Câmara Legislativa para discutir o assunto privilegiaram entidades ligadas à área habitacional. Sob alegação de que o evento poderia se estender além da hora do almoço, caso todos os inscritos ainda se manifestassem, o deputado distrital Batista das Cooperativas solicitou redução no número de pessoas que ainda aguardavam a vez para apresentação de idéias. O objetivo do astuto parlamentar era evitar que técnicos ambientalistas e urbanistas expusessem pontos de vista contrários ao governo, na última quarta-feira, no auditório da Administração Regional de Ceilândia.

A decisão provocou protestos e tumulto. Após pouco mais de uma hora de reunião – prevista para iniciar às 10h, mas que começara somente às 11h –, apenas representantes de entidades pró-moradia e alguns poucos proprietários rurais haviam falado. A audiência, que enfocava a Unidade de Planejamento Oeste (Ceilândia, Taguatinga, Águas Claras e Samambaia), foi interrompida durante alguns minutos, até os ânimos arrefecerem.

Tempo suficiente para o líder do governo na Câmara Legislativa, deputado Leonardo Prudente (DEM), e o diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF, Luís Antônio Reis, saírem de mansinho – afinal, naquele momento, a discussão já não fazia mesmo muito sentido. “Isso é um absurdo! Em uma audiência pública, todas as pessoas têm direito de falar.

Isso é uma manipulação grosseira, na tentativa de esconder os erros bisonhos desta revisão do PDOT”, reclamou a geógrafa Mônica Veríssimo.

Enquanto a reunião funcionou razoavelmente bem, ouviu-se reivindicações por mais agilidade do governo na regularização de condomínios e pedidos de melhorias no sistema de transporte. Entre os destaques dos defensores das áreas rurais, Fragmar Diniz, da Associação de Turismo Rural de Ceilândia, implorou pela preservação dos recursos naturais. “Deixem Ceilândia respirar! A sociedade não precisa apenas de casa, mas também de um ambiente favorável para aproveitar a vida, com direito ao lazer e à produção de alimentos saudáveis. Hoje, as áreas rurais remanescentes são espaços propícios para isso, mas corremos o risco de ficar sem um córrego sequer”, disse.



No encerramento do evento, a promotora de Justiça de Defesa do Meio Ambiente, Marta Eliana de Oliveira, disse que a proposta do governo encaminhada à Câmara Legislativa carece de uma política voltada aos conselhos rurais. “Ao longo da história, as áreas públicas têm sido tratadas como mero estoque para a expansão urbana. Mas tratar do PDOT não significa pensar apenas o crescimento das cidades. O território deveria ser visto como um conjunto harmônico, entre o urbano e o rural, de forma a prover sustentabilidade para todos”.

Danilo Aucélio, secretário adjunto da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (Seduma), respondeu apenas que o órgão do governo tentou ao máximo atender às demandas dos proprietários rurais e preferiu destacar os avanços de planejamento urbanístico, especialmente no tocante à problemática do trânsito, enfocados na revisão do PDOT. “A via interbairros, que ligará Samambaia ao Plano Piloto, ajudará a conter os congestionamentos de veículos e ainda proverá vários novos postos de emprego ao longo do percurso”, destacou.


Fonte: ComuniWeb e Tribuna do Brasil

Limites territoriais

Ogoverno vai encaminhar à Câmara Legislativa, nos próximos dias, projeto de Lei que propõe a definição dos limites territoriais de cada uma das 29 cidades-satélites do Distrito Federal, garante o deputado Batista das Cooperativas (PRP). Tecnicamente, a definição dos limites territoriais é conhecido como demarcação das poligonais das cidades, que envolve áreas urbanas, rurais, e reservas ecológicas.

“Tive, há poucos dias, uma sinalização do governador José Roberto Arruda, que nos disse que em breve o governo encaminhará a proposição à Câmara legislativa. Assim que o projeto chegar à Câmara, vamos abrir uma ampla discussão com os setores representativos de cada uma das regiões administrativas do Distrito Federal, pois é um assunto intimamente vinculado ao projeto, em debate, que vai redefinir o Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT)”, disse o deputado.

O parlamentar disse que preocupa ao governador a indefinição dos limites territoriais de várias cidades e setores habitacionais.


Fonte: Jornal Coletivo

30º JiSesc

O Sesc-DF realiza, hoje (24/05/08), a abertura oficial da 30ª edição dos Jogos de Integração Crianças e Adolescentes (JiSesc). A cerimônia será no Centro de Atividades do Sesc Ceilândia, em Ceilândia Norte, às 10h.

Entre domingo (25) e 29 de junho, as disputas ocorrerão nas unidades de Taguatinga Norte, Taguatinga Sul e Ceilândia. O JiSesc destina-se aos estudantes de escolas públicas e particulares do DF, além de atletas de clubes ou associações desportivas. Vão participar mais de 4,5 mil jovens.


Fonte: Jornal Coletivo

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Futebol geral

JUNIORES

2ª Rodada

24/05 - sábado - 15h30 - Ceilândia x Esportivo Guará - estádio Abadião - Guariroba



FEMININO

Ontem (22/05/08)as 14h, pela 6ª rodada do Brasiliense Feminino de Futebol de Campo, jogaram Apollo 4 e SE Planaltina de Goiás no estádio Municipal em Planaltina de Goiás. Mais notícias deste jogo logo mais.

25/5 - domingo - 10h - Cresspom x Guarany - Clube do Cresspom - Plano Piloto



Compareça e leve sua torcida para as equipes de Ceilândia.

Fonte: Federação Brasiliense de Futebol e Portal Fubebol Feminino

Últimos dias de peça



Sonhos de Uma Noite de Verão


Dias: 23/5, 24/5 e 25/5, às 20h
Local: Teatro SESC Newton Rossi
Projeto: Teatro Candango
Entrada: Mediante doação de 1l de óleo

Sinopse: A peça é uma das mais curtas comédias de William Shakespeare. Trata-se da história de uma longa noite de verão, no reino de Atenas, onde haverá o casamento do Duque Teseu com Hipólita. Hérmia, uma jovem donzela, deverá casar-se com Demérito, mas ama e é amada por Lisandro. Sem alternativa, os dois enamorados resolvem fugir à noite pelo bosque, lugar encantado e habitado por fadas e duendes. Trocas de casais, romances improváveis, correrias e enganos fazem de Sonho de uma Noite de Verão uma das mais deliciosas comédias de Shakespeare.


Classificação Indicativa: 12 anos


Ficha Técnica

Concepção, direção e cenografia: Adriano e Fernando Guimarães;
Elenco: Alessandro Brandão, Ana Paula Braga, André Reis, Carol Nemetala, Daniela Vasconcelos, Diego de Leon, Guilherme Angelim, Mateus Ferrari, Rodrigo Lelis, Sérgio Sartório e Tati Ramos;
Figurino e Maquiagem: Cyntia Carla;
Iluminação: Dalton Camargos;
Cenotécnico: Josenildo de Sousa;
Assistente de Palco: Eduardo Jayme;
Produção Executiva: Wandilene Macedo


Fonte: SESC-DF aqui e aqui

Exemplo de sangue



Na manhã do dia 21/05/08, 500 jovens compareceram ao centro de Ceilândia para receberem seu certificado de alistamento militar. Os jovens juraram fidelidade à pátria e foram dispensados de prestarem o serviço obrigatório, a maioria por excesso de contingente. Mas os jovens não foram dispensados de um ato de amor ao próximo. Uma unidade volante do Hemocentro do DF coletou doações de sangue dos alistados e de voluntários presentes à cerimônia. Quarenta senhas foram distribuídas e rapidamente uma fila de doadores foi formada.

Para o estudante Matheus Oliveira, 18 anos, a decepção por não ingressar nas Forças Armadas não impediu a doação. "Eu gostaria de fazer parte do Exército brasileiro, mas já que não deu, quero ajudar quem esteja necessitando. Não sabemos o que pode acontecer amanhã", relatou Matheus.

Antes de efetuar a doação, o voluntário tem uma amostra do sangue recolhida para exames, responde a um questionário e é avaliado por um médico. Logo após, é encaminhado para as cadeiras de doação. O sangue recolhido é armazenado no Hemocentro até que o resultado dos exames indique se a transfusão pode ser realizada.
Segundo a supervisora da unidade móvel de doações, Luanda Lira, o número de doadores muitas vezes não consegue suprir as necessidades. "Muitas pessoas buscam o Hemocentro não para doar o sangue, mas sim para realizar exames. A doação deve ser um ato solidário. Só doa quem quiser, mas se o doador mentir no questionário, pode colocar a vida de outras pessoas em risco", informou a supervisora. Luana lembrou ainda que algumas doenças só são detectadas pelos exames após alguns dias e até meses. "A sinceridade nas respostas é imprescindível. Consultas e exames devem ser realizados nos postos de saúde e hospitais. Mesmo que o voluntário não consiga doar, jamais deve omitir a verdade", alertou.

"Salvar vidas para mim é tudo. A primeira vez que fiz uma doação, nem conhecia a pessoa para quem doei. Estava na fila do hospital quando fui abordada por uma senhora que precisava de doadores para que a sua cirurgia fosse realizada. Nem pensei duas vezes. Depois disso, até para minha mãe já doei", contou a "cuidadora" de idosos, Suely Torquatro, 40 anos. Ela disse ainda, não sentir dor alguma durante o recolhimento do sangue, que dura em média cinco minutos.

A Fundação Hemocentro possui duas unidades volantes que percorrem faculdades, administrações regionais, empresas, Batalhões da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros e Forças Armadas. A coleta de sangue também é realizada na sede da fundação, e nos hospitais de Ceilândia, Taguatinga e Sobradinho.



Os voluntários devem seguir algumas condições antes e depois da doação. O doador deve gozar de boa saúde, estar alimentado, não estar em uso de medicamentos, ter entre 18 e 65 anos de idade, pesar acima de 50 quilos, apresentar carteira de identidade ou documento com foto, não realizar exercícios físicos antes da doação, não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 24 horas, não ter colocado piercing ou feito tatuagem nos últimos doze meses, não ter realizado endoscopia nos últimos doze meses e ter dormido pelo menos seis horas na noite anterior à doação. Além disso, plantonistas não devem doar sangue no dia em que saíram do plantão e o fumo deve ser evitado duas horas antes da doação. Após o recolhimento do sangue, o voluntário deve permanecer nas dependências do Hemocentro por pelo menos 15 minutos, não fumar nas duas horas seguintes à doação, beber grande quantidade de líquidos nas próximas 12 horas, evitar ingerir bebida alcoólica também nas próximas 12 horas, pressionar o local da punção para evitar hematomas, interromper atividades de esforço físico nas 12 horas seguintes à doação e não dirigir veículos pesados, coletivos ou motocicletas.


Fonte: Tribuna do Brasil

Último dia de um brasiliense

Oito horas antes de morrer, José Cláudio Feitoza da Silva (21 anos) começou a excursão às mangueiras. Chamou o irmão inseparável para a aventura de menino – Keke (18) ("Cláudio e Cleiberson - o Keke - pareciam duas fofoqueiras, conversavam o tempo inteiro", conta a mãe, dona Rita). Saíram em quatro: Cláudio, Keke, a enteada Hemily (3) – que insistira para ir, e Robinho (9), de quem dona Rita cuida durante o dia para que a mãe, uma vizinha, possa trabalhar.

O sol estava quente e as nuvens, gordas e brancas quando os quatro pegaram o ônibus gratuito que os levaria até o condomínio Sol Nascente. De lá, seguiriam a pé por uns 500 metros até a mangueira. Dona Rita ainda se lembra do filho virar a esquina da QNQ levando Hemily pela mão esquerda e rodando o chaveiro no dedo indicador direito, como sempre fazia.

A tempestade se aproximava, traiçoeira. Keke e Cláudio tinham subido na árvore e os quatro já haviam chupado, cada um, uma manga. Foi quando o céu bem acima deles ficou carregado, as nuvens quase se encostaram na terra e pingos d'água enormes começaram a cair aos gomos. Os quatro ainda tentaram se proteger debaixo da copa da mangueira. Saíram quando a chuva começou a escorrer pelos galhos e já não havia mais proteção possível. O jeito era enfrentar a tormenta – o abrigo mais próximo fica a mais de 500 metros.

Combinaram um meio a meio: Keke levaria Hemily no colo até metade do caminho e o restante final ficaria por conta de Cláudio, que tirou a camisa e com ela cobriu a cabeça da enteada. Assim foi feito até alguns segundos antes de o terrível clarão de luz colorida cair sobre o padastro e a enteada. "Eu tinha acabado de dar a Hemily pra ele e ele ainda disse: 'Valeu, cara'. Quando me afastei e olhei, vi a luz". Robinho, o garotinho de 9 anos, diz que era uma "luz vermelha" e que "a terra tremeu".

Caído sobre o matagal de dois palmos de altura, Cláudio parecia querer reagir, mas não conseguia. Estava totalmente dominado pela imensurável carga elétrica que o atingiu. (O chefe de Previsão do Tempo do Instituto Nacional de Metereologia, Luis Cavalcanti, explica que o corpo é um condutor de energia e que os raios em geral apenas resvalam num ser humano antes de atingir o solo e voltar com mesma intensidade e força em direção à atmosfera. Se atingissem um corpo com toda a terrível carga elétrica, não sobraria nem pó de um ser humano. No caso de Cláudio, o aparelho ortodôntico pode ter ajudado a atrair o raio, diz Cavalcanti).

Quando se deu conta da gravidade do que tinha ocorrido ("o cérebro parece que ficou lento"), Keke pensou no que teria de fazer. Chamou dois homens que estavam ali próximo, os dois únicos num raio de mais ou menos 500 metros. Queria que eles ficassem vigiando Cláudio, Hemily e Robinho, mas os homens ficaram meio atordoados. Keke correu atrás de um telefone para chamar a ambulância. Foi uma corrida tão desarvorada que a sola dos pés ficou em carne viva.

No caminho, Keke cruzou com Lesandra (a esposa de Cláudio). Ao ver o temporal, ela havia pego duas capas de chuva para levar à filha e ao marido. Sabia que eles deveriam estar próximos à mangueira. De longe, viu que havia duas pessoas caídas. "Aconteceu um acidente", foi o que conseguiu dizer para a cunhada.

Menos de 15 minutos depois de conseguir um telefone para pedir socorro, os bombeiros chegaram. E levaram Cláudio e Hemily para o Hospital Regional de Ceilândia. A menina teve leves queimaduras nas pernas e nos braços. Entre 17h18 e 22h15, Cláudio teve cinco paradas cardiorespiratórias. Morreu às 22h15.

Grávida de seis meses, Lesandra não quis falar. Keke perdeu o "irmão, amigo, parceiro, e um pouco pai". Robinho, 9 anos, relata a história como se tivesse contando um filme de aventura e terror. Hemily, 3, não sabe o que aconteceu naquele 03 de dezembro de 2007. E dona Rita enfrenta os dias e as noites: "Quanto mais velho o tempo, mais nova é a morte de Cláudio".


Reveja matérias e vídeos: Rede Globo e Clica Brasília

Fonte: Lembraças e homenagem na matéria "O Último Dia na Vida de Um Brasiliense" do jornal Correio Braziliense de 19/05/08

Meio-dia em ponto

Ao meio-dia em ponto, nos sábados deste mês, Ceilândia terá um compromisso com a cultura popular. Grupos de diferentes manifestações ocuparão o centro nervoso da cidade - uma das mais populosas do Distrito Federal - e convidarão os apressados transeuntes a um breve pausa para apreciar a arte que tem raízes ali mesmo, entre o povo e na rua. Essa é a intenção do projeto Meio-dia em Ponto, parceria entre o Centro Cultural Ferrock, da Ceilândia, e a Associação Ruarte de Cultura, que ocupará a Praça da Feira Central até as 16h.

Nos três sábados de programação, prevalecerá a diversidade - mostra da riqueza da cultura popular bem representada por grupos de todo o DF: circo, teatro de bonecos, tambor-de-crioula, bumba-meu-boi, emboladores de coco, cacuriá, congada, folia do divino, hip hop (dança, DJ e grupos de rap), capoeira, forró e música regional. Também haverá oficinas de perna de pau, de brinquedos populares e iniciação ao teatro de bonecos.

“A feira é um lugar onde gosto muito de brincar. É o símbolo da cultura popular, onde há intervenção e onde os artistas ficam mais próximos das pessoas. É o momento em que disputamos a atenção do público com os vendedores, que são os verdadeiros mestres das feiras”, avalia o bonequeiro e palhaço Chico Simões, que participará do projeto com seu grupo Mamulengo Presepada.

Este é o quarto ano em que o projeto contará com apoio do Fundo Nacional de Cultura do Ministério da Cultura, com aporte total de aproximadamente R$ 49 mil. Não foi sempre assim. Quando o projeto nasceu, em 1996, idealizado por Ari de Barros - o criador do Ferrock -, era um trabalho de doação dos artistas, que não cobravam cachê pelos shows. Foi desse modo até 1999. As primeiras edições se davam na Praça do Encontro, também no centro de Ceilândia.

“Foi uma tentativa de fazer da praça espaço para o convívio social e cultural e não somente para invasões de todos os tipos, como era antigamente”, lembra Ari. Até o Quarentão - hoje restaurante comunitário - ganhou novos ares. “Fizemos uma galeria com artistas da Ceilândia e de outras cidades e montamos um palco com som. Todo sábado, a partir das 12h, havia várias apresentações nesse espaço”, recorda-se Ari.

Atualmente, com a revitalização da Praça do Encontro, o projeto atravessou a rua, foi para a Feira Central. “Continua sendo espaço público, com grande circulação de pessoas e onde não precisamos chamar o público. Vamos até ele”, resume Ari.

Meio-dia em ponto

Apresentações amanhã (24/05/08), das 12h às 16h, na Praça da Feira Central de Ceilândia. Entre a programação, Grupo Circo Boneco e Riso, Grupo Mamulengo Presepada (teatro de bonecos), Bumba-meu-boi de Seu Teodoro, oficinas de perna de pau, de brinquedos populares e de iniciação ao teatro de bonecos.


Fonte: Ministério da Cultura e Administração Regional de Ceilândia

Mais madeireiras

Na última quarta feira a ACIC protocolocou, no buritinga, correspondência dirigida ao governador do DF manifestando a posição da entidade quanto a suspensão das atividades das empresas de material de construção com sede nas margens dos condomínios por do sol e sol nascentes. Na carta a ACIC solicita ao governo que libere o funcionamento das atividades das empresas acima citadas, considerando que a urgência de tal medida visa manter as centenas de empregos envolvidos, pagamento de fornecedores e impostos.

Ademais, a ACIC solicita que o governo intensifique as ações internas nas áreas passíveis de regularização no sentido de notificar, pessoalmente, os atuais ocupantes para que só realizem novas construções de posse dos documentos de regularização.


Fonte: ACIC-DF

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Caso das madeireiras

A ACIC, esteve em reunião com os empresários do ramo de material de construção, que tem empresas estabelecidas nos Condomínios Sol Nascente e Por do Sol, em Ceilândia. As empresas acordaram que é preciso buscar junto ao governo uma proposta negociada visto que em sua grande maioria todas as empresas têm registro fiscal, geram diversos empregos formais e que só tem pendências junto a administração em função que os diversos pedidos de alvarás estão em análise há muito tempo, ademais todas as recomendações do Ministério Público são apenas recomendações e assim devem ser tratadas.

Na manhã de ontem, a ACIC fez diversas gestões junto ao GDF com vistas a encontrar uma solução negociada. No final da tarde a ACIC encaminhou correspondência ao governador manifestando o desejo de encontrar um caminho que contemple os interesses envolvidos



Entenda o caso clicando no link do 100% Ceilândia

Fonte: ACIC-DF de 21/05/08