segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Crime choca o DF

Cinco corpos foram encontrados na manhã desta segunda-feira (8/2), por volta de 7h30, na Avenida Luiz Estevão, na Cidade Estrutural. Quatro das cinco vítimas estavam no mesmo local, na área especial 4, conjunto B, lote 40. São elas: Douglas Alves Rocha, 16 anos, Josélia Miranda, 22 anos - grávida de cinco meses -, Patrícia Ellen Alvez Bezerra, 17 anos, e Thaís Cíntia Gomes Franco, 27 anos. A quinta, Alesandro Alves Moreira, 23 anos, era irmão de Douglas Rocha. Ele estava na quadra 4, conjunto F, em frente ao lote 2. O crime ocorreu por volta das 4h.

Policiais da 8ª Delegacia de Polícia (SIA), que investiga a chacina, prenderam o suspeito, Bruno Vieira Neres, 20, ainda na Estrutural. Segundo a delegada-chefe, Déborah Menezes, o crime teria sido motivado por vingança e há suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas.

Douglas Rocha teria matado o irmão do suspeito há alguns meses. Segundo a irmã de Douglas e Alessandro Moreira, Andreia Alves da Silva, os rapazes tinham passagem pela polícia. O detido deve ser interrogado ainda hoje, na 8ª DP.



Fonte: Correio Braziliense e ClicaBrasília

A Ceilandense consegue apenas o mesmo número de pontos do Ceilândia

Os times deveriam vencer, pelo menos, todas as partidas disputadas em casa, mas conseguiram ficar no quase (11 pontos)...


Em um jogo com poucas oportunidades de gol, Ceilandense e Gama ficaram no empate em 0x0, em partida válida pela útima rodada do primeiro turno do Candangão. O resultado assegurou a equipe alviverde na ponta do Candangão 2010, e de quebra acabou com a sequência de duas derrotas do time rubro negro. Porém, o Ceilândense amarga a terceira rodada sem vitória. Quem foi ao Abadião viu uma partida com muitas jogadas duras e duas equipes preocupadas com o setor defensivo.


Final: Ceilandense 0 x 0 Gama


Foram disputadas 4 partidas em casa para cada uma das equipes da cidade. No returno, os times de Ceilândia jogarão apenas 3 vezes no Abadião: É aí que o bicho vai pegar!

Já no início da próxima rodada o Ceilândia visita o Gama e a Ceilandense vai até o Cave medir esforços contra o Brasília.


Fonte: Esporte Candango e Ceilândia Esporte Clube

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Imagem: Barragem do Rio Descoberto

Aproximando-se de Águas Lindas pode se notar a grande barragem que abastece a mais de 50% do DF.












Ceilândia perde, não vencendo mais uma em casa

Já é a segunda derrota jogando no estádio Abadião. O time deveria consquistar, no mínimo, 12 pontos no 1º turno; conseguiu apenas 11.



O Ceilândia experimentou do seu próprio veneno. Por diversas vezes, neste campeonato, o CEC viu o adversário ter o controle da partida, mas foi eficiente e colecionou resultados importantes. Hoje, no Abadião, o Ceilândia mostrou o que já se acreditava: o time de melhor defesa da competição, o Ceilândia, teria dificuldades ao mudar o seu ritmo de jogo contra um time que marcasse no próprio campo. O jogo mostrou que a ansiedade trairia o Ceilândia, acostumado a esperar o adversario e contra-atacar.

Não há motivos para euforia, porque o time dominou o jogo inteiro, nem para tristeza até porque o time mostrou qualidades para estar entre os quatro e contará com o retorno de peças importantes no returno.

Antes do jogo começar Manoel Ferreira e Renilton, o Bodão, conversam animadamente. Falavam do passado e de seus tempos de Gama e Ceilândia. Bodão formou no primeiro time do Ceilândia, em 1980. Ao falarem do futebol moderno discutiam a dificuldade em encontrar armadores ou mesmo volantes com o toque refinado de Manoel Ferreira.

Quando Ceilândia e Brasilia começaram a partida tudo isso pode ser constatado em campo. O Ceilandia assumiu o controle da partida, mas era um domínio estéril, incapaz de produzir resultados. No primeiro ataque do Brasília, aos 11, Gauchinho aproveitou um cochilo que a defesa do CEC não tinha apresentado até agora e marcou o único gol da partida.

O Ceilândia partiu então para o abafa, mas dependia de Dimba até para armar as jogadas. Dimba retornava, fazia a tabela e a bola chegava ao ataque, mais precisamente para Cafu. Na essência, Cafu apareceu bem para a torcida, mas era incapaz de ser produtivo seja por limitações suas, seja porque o time do Ceilândia era incapaz de chegar com mais de três jogadores ao ataque.

No segundo tempo o Ceilândia manteve o domínio. Até teve três oportunidades de empatar: duas com Dimba e uma com Mica, mas foi o Brasília que assustou com uma bola no travessão.

Adelson até tentou mudar o panorama tático do jogo tirando Vieira e Cafu, mas o time piorou. Daniel e Tezelli passaram a ficar muito atrás e abriu um espaço enorme no meio de campo. Adelson tirou o apagado Tezelli para colocar Cassius, melhorou, mas não funcionou.

Com o resultado o CEC foi ultrapassado pelo Brasília na classificação geral, mas se mantem entre os quatro ao final do primeiro turno. No final das contas o resultado é positivo, mas o time precisa mostrar que sabe jogar de outras maneiras, afinal, no segundo turno, todo mundo já saberá como que os outros jogam.



Final: Ceilândia 0 x 1 Brasília


Fonte: Ceilândia Esporte Clube e Esporte Candango

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Ceilandense tenta se reabilitar mediante o Gama

A Ceilandense tenta se reerguer das últimas duas derrotas enfrentando o Gama neste domingo no Abadião. A equipe que estava na ponta começou a cair e quer evitar outros tropeços que possam complicar ainda mais os planos na competição.


Ceilandense x Gama - 07/02/10 - domingo - 17h00 - estádio Abadião (Guariroba)



Ceilândia faz clássico contra o Brasília

Depois de uma sequencia de bons resultados, o Ceilândia tem mais um desafio neste sábado, 17h, no Abadião: vencer o Brasilia. Para essa partida o Técnico Adelson de Almeida terá os retornos de Panda e Daniel, o desfalque de William e outra missão: não permitir que a concentração diminua. O Brasília também vem animado pela sequencia de bons resultados e nos últimos cinco perdeu apenas um. No CEC as coisas não são diferentes e o time também vem de bons resultados. A responsabilidade da partida aumenta com a pequena diferença entre os times.

Para o torcedor do CEC há sempre a esperança que o time supere os problemas e consiga um bom resultado, de preferência sem muito sofrimento. Se não der, que a vitória venha com sofrimentomesmo. O CEC mostrou que é um time difícil de ser batido, o Brasília também. Vai ser um jogo difícil, mas os últimos resultados animam a torcida alvinegra.



Ceilândia x Brasília - 06/02/10 - sábado - 17h00 - estádio Abadião (Guariroba)


Fonte: Ceilândia Esporte Clube e Federação Brasiliense de Futebol

Imagem: Administração Regional escolhe a Miss Ceilândia 2010



Paula Cristina Gomes Rosa é a nova Miss Ceilândia. Ela representará a cidade no concurso Miss Distrito Federal 2010, que acontecerá em março, no Centro de Convenções. Indicada pela Administração Regional, a ceilandense garante que não vai medir esforços para a ser a vencedora do certame. “Vou me empenhar bastante para trazer o título de Miss DF para Ceilândia, e mostrar que aqui não há só violência, como tantos pensam. Há também gente humilde, batalhadora e, claro, mulher bonita”, destaca.


Fonte: Administração Regional de Ceilândia, Jornal Coletivo e Ceilândia.com

Crianças são encontradas em situação precária

Denúncias anônimas levaram a polícia até uma casa na QNN 3, em Ceilândia. Uma menina de 8 anos, um menino de 6 e um recém-nascido, de um mês, estavam sozinhos.


Sujeira para todo lado. Ratos caminhavam dentro da casa e tinha barata até na banheira do bebê.

As crianças disseram que os pais costumam deixá-las sozinhas à noite.

Segundo a polícia, há suspeita de que o barraco seja ponto de venda de drogas. Os menores foram encaminhados para a delegacia do centro de Ceilândia. Por volta da meia-noite, a mãe chegou. Disse que tinha ido ao médico porque passou mal.



Fonte: Rede Globo e Correio Braziliense

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Curso de biolavagem atrai participantes

Mais de cem lavadores e guardadores de carros participam, nesta quinta-feira (04), do segundo Curso de Biolavagem Automotiva. A iniciativa é uma parceria da Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (Sedest), do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial e do sindicato da categoria e tem o objetivo de economizar água e evitar o uso de produtos químicos prejudiciais ao meio ambiente. As aulas são realizadas no Centro de Treinamento e Capacitação, no Guará,das 8h às 17h30.

A Biolavagem Automotiva ou “lavagem a seco” é uma técnica utilizada para lavar um veículo sem o uso da água. A solução utilizada contém uma mistura de ingredientes, incluindo agentes lubrificantes, surfactantes e protetores. Os surfactantes permitem que os agentes umectantes cerquem as partículas de sujeira, levando a emulsificação – a sujeira fica dispersa no líquido

Depois que o produto é pulverizado sobre a lataria, ele é retirado com uma toalha limpa e seca. Outra uma toalha é utilizada para polir o carro. Este tipo de lavagem é abastante utilizado nos Estados Unidos e na Europa. Ao lavar o carro usando balde e esponja, usa-se mais de 10 litros de água potável. Com uma mangueira, são gastos mais de 180 litros por lavagem. Um frasco de 1 litro da solução Aqualess economiza água e apresenta a vantagem de não ter adição de agentes químicos prejudiciais a natureza.

Lavadores com registro profissional, cadastrados pela Sedest e que já atuam nos estacionamentos públicos do Guará estão habilitados a participar do curso.



Fonte: ClicaBrasília

Ceilandense leva chinelada em pleno Abadião

Em um jogo movimentado e de muitos gols, a Ceilandense e Botafogo-DF enfrentaram-se pela 6ª rodada do primeiro turno do Candangão 2010, no estádio Abadião. A partida foi uma reedição dos confrontos travados na segunda divisão do campeonato local no ano de 2009, quando o rubronegro levou a melhor na fase classificatória e na final faturou o título sobre o o alvinegro. Ao contrário do ano passado, o confronto desta quarta marcou a quebra de um tabu entre os times. A ex vítima virou algoz na casa do adversário ao vencer por 4 x 2, conquistar mais 3 pontos na tabela e, de quebra, agora ter o artilheiro isolado do campeonato.

Se o Botafogo vem se erguendo na classificação, pelo lado da Ceilandense as coisas não andam muito bem. O time chegou a ser líder da competição, mas no momento ocupa somente a terceira posição da tabela e já acumula duas derrotas seguidas.

O jogo começou movimentado, com Botafogo mostrando uma postura bastante ofensiva, que logo surtiu efeito. Aos 5 minutos, Zé Carlos, o Zé do gol, aproveitou bola rebatida do goleiro Welder, levantou, ajeitou no peito e, de bicicleta, marcou o primeiro do alvi-negro. 1x0 botafogo. Mais tarde, aos 19, em cobrança de falta, o volante botafoguense Glauber cruzou a bola dentro da área e o zagueiro Luan, de cabeça, não desperdiçou, marcando o segundo gol da equipe, Botafogo 2x0.

A Ceilandense buscou reação seis minutos depois e conseguiu seu primeiro gol, com Geovani. O atacante rubronegro recebeu a bola pelo meio, passou pelos marcadores e, após um vacilo da zaga, marcou o primeiro dos donas da casa.

Mas o Botafogo tinha Zé do gol em campo, e foi ele, que aos 42, recebeu, fez o giro e marcou o terceiro gol da equipe do Botafogo. Mal a bola foi recolocada em jogo e, logo em seguida, aos 45, o artilheiro deixou novamente sua marca, o quarto gol da equipe e o seu terceiro na partida. Ceilandense 1x4 Botafogo.

Após o final do primeiro tempo o Botafogo leva uma excelente vantagem para o vestiário e as duas equipes se retiram para os costumeiros 15 minutos de pausa. Mas no início do intervalo problemas técnicos levam os refletores se apagarem. Neste momento, os responsáveis pelo estádio esclareceram que tudo não passava de um problema na região, já que o estádio Serejão, a poucos quilometros dali, também sofreu o mesmo problema. O intervalo que deveria ser de 15 passou para 33 minutos pois segundo o árbitro Raimundo Lopo a partida só poderia ser retomada com 100% da iluminação funcionando devidamente.

A partida é retomada e diante a situação do seu time, o técnico Joao Carlos Cavalo retorna com duas alterações. Luis Fernando e Josa substituem Zé Ricarte e Thiago Ferrereira, na tentativa de adiantar mais a equipe. A Ceilandense alterou, mas foi o Botafogo que chegou. O nome do jogo, Zé do gol, novamente ficou na cara do goleiro Wélder, mas se precipitou, bateu mal e mandou por cima do travessão, desperdiçando aquele que poderia ser o quinto gol da sua equipe na partida.

O técnico Marquinhos também mexeu, colocando Luiz Carlos no lugar de Túlio Maravilha. Logo em seguida, Testinha substitui Zé do gol e Possato entra na vaga de Glauber. A Ceilandense, aproveitando sua última alteração, entra com Neilson no lugar de esquerdinha.

Após alterações e equipes reestruturadas, a Ceiladense partiu novamente para o ataque e, aos 37, conseguiu o seu último gol. Luis Fernando, em jogado de puro oportunismo dentro da área, se livrou da marcação e chutou forte, sem defesa para Donizeti, dando números finais ao placar do Abadião. Ceilandense 2x4 Botafogo.



Pela rodada de final de semana do Candangão, o Ceilândia recebe no estádio Abadião o Brasília - no sábado. Já a Ceilandense enfrenta o líder Gama, no domingo, no mesmo estádio.


Fonte: Esporte Candango

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Ceilândia vence o Luziânia

O Ceilândia conseguiu nesta tarde de quarta-feira, sob sol muito forte, uma vitória importantíssima sobre o Luziânia por 2 x 0. O Ceilândia, apesar dos desfalques, manteve o esquema tático dos jogos anteriores e, com um misto de forte marcação e contra-ataques mortais, não deu chance para o adversário. O que encanta no Ceilândia é a singela consciência de suas qualidades e limitações. O Luziânia também facilitou as coisas porque era nitidamente um time sem ritmo de jogo.

O jogo começou, para a surpresa do Luziânia, com o CEC tomando a iniciativa tão logo a bola rolou. Foram dois escanteios seguidos e, no segundo escateio, William desviou de cabeça para abrir o marcador logo aos dois minutos. Após o gol o Luziânia ensaiou uma tímida reação, mas o time do entorno mostrava que padece de um grande problema na armação. Para o Ceilândia, acostumado a marcar forte, a incapacidade do adversário facilitou o controle da partida. Por essa razão o CEC poderia ter saído no primeiro tempo com um placar dilatado. Aos 21, Dimba perdeu uma chance clara ao desperdiçar um cruzamento perfeito de Cafu. Aos 37 foi a vez de Álvaro desperdiçar outra chance clara de gol.

Veio o segundo tempo e o panorama da partida mudou. O Luziânia veio com tudo para o ataque, mais na força de vontade que organizado. A lentidão do adversário na transição da defesa para o ataque facilitava para a defesa do Ceilândia que também era incapaz de aproveitar os erros do adversário.

Aos poucos o Ceilândia conteve o impeto do adversário e aos 20, Cafu arrancou pela direita e após a bola atingir o travessão sobrou para Dimba que não perdoou: CEC 2 x 0. Foi o terceiro gol do artilheiro do Gato na competição.

Após o segundo gol o CEC administrou a partida. Para quem assistia o quadro era claro: O Luziânia não tinha forças para mudar o cenário do jogo; o Ceilândia não tinha interesse. Talvez por isso veio a única preocupação: em alguns momentos o desinteresse poderia permitir que o Luziânia marcasse um gol e aí a história seria outra.

A cada rodada a pressão aumenta. Os jogadores passaram nos primeiros testes. O resultado foi importante porque mantém o CEC entre os quatro. No final de semana virá talvez o maior teste enfrentado pelo Ceilândia até agora: jogar em casa com a obrigação de confirmar que é um forte candidato ao título. Depois, na sequencia, três jogos para mostar que pode é um dos favoritos ao título, uma coisa de cada vez.

O time formou com Edinho, Edmar, Luiz Carlos, William; Bruno, Mica,Vieira e Tezelli;Alvaro (Augusto), Cafu e Dimba (Rodrigo Melo).



Fonte: Ceilândia Esporte Clube e Esporte Candango

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Ceilandense refaz final do Candangão da 2ª 2009

No treino da noite desta segunda, o técnico da Ceilandense, João Carlos Cavalo, repetiu a mesma equipe que venceu nas duas primeiras rodadas, com Geovani e Douglas no ataque, já que o atacante Rogério, expulso na derrota por 3x1 para o Ceilândia, está fora do jogo desta quarta contra o Botafogo-DF. A boa notícia é que o comandante rubro negro poderá contar com os retornos do lateral Amaral e do meia Tiago Ferreira, ambos vem suspensão.

A provável Ceilandense para encarar o Botafogo-DF será formado por: Welder; Amaral, Everson, Rizo e Flávio; Zé Ricarte, Ismael, Tiago Ferreira e Esquerdinha; Douglas e Geovani.

Se entre os titulares a Ceilandense não apresentou poucas novidades, fora dele, o rubro negro apresentou dois nomes. O lateral Bobi, ex-Santa Maria e Ceilândia, e o volante Weberton, ex-Uberaba. Porém, os jogadores ainda não estão com suas documentações regularizadas.

“A montagem do elenco não vai parar por aí, ainda vamos precisar que algumas peças para fazer um time mais forte”, garantiu João Carlos Cavalo, que aguarda as contratações de um goleiro, um meia e um atacante.

O time rubro negro nunca perdeu para o Botafogo-DF. Nos dois confrontos realizados na segundona de 2009, foram duas vitórias para a Ceilandense, 1x0 e 2x1.



Ceilândia

O Ceilândia convive com os problemas médicos. No momento estão no Departamento Médico Allan Delon, Fabinho, Fábio Lima, Mica, Railton e Cafu (dedo machucado). O número possivelmente aumentou após a revisão médica desta última segunda. Outro problema: Panda tomou o terceiro cartão amarelo diante do time Atlético Ceilandense e assim como Daniel, expulso no mesmo jogo, não deve enfrentar o Luziania. Só aqui o CEC tem o desfalque de oito jogadores.

A despeito dos problemas médicos e das suspensões, o time parece ter encontrado uma forma de jogar, mas ainda não encontrou a sua formação ideal. Nos cinco jogos disputados, apenas quatro jogadores formaram o time-base: Edinho, Panda, Vieira e Dimba. Dezoito atletas já iniciaram ao menos uma partida como titular. Dos 29 atletas registrados na CBF, Adelson já utilizou 23. Isso dá a exata noção da dificuldade em montar o time.

O mais importante para o torcedor é que nos últimos doze pontos o time ganhou oito. É verdade que o torcedor gostaria de ver um time diferente, mas não adianta ter posse de bola e ser improdutivo. O time, nos últimos jogos tem sido altamente competente nas poucas vezes que foi ao ataque. Para um crítico, isso revela que o time está no caminho certo. Basta que a comissão técnica e os jogadores acreditem num trabalho que vem dando resultado. Na defesa do coração do torcedor, basta fazer alguns pequenos ajustes procurando evitar que o time se defenda tão próximo de sua área de defesa. Se o time ganhar corpo, o CEC será um forte candidato ao título.

O time volta a se reunir nessa segunda-feira. Serão três períodos de treinamentos leves até o jogo da quarta-feira diante do Luziânia. Adelson ainda espera uma definição do Departamento Médico para saber o time que mandará a campo. O maior problema é arranjar um substituto para Panda. Depois que alcançou uma melhor forma atlética, Panda tem sido o ponto de equilíbrio da defesa. Se conseguir vencer os problemas e obter um bom resultado contra o Luziânia colocará o CEC definitivamente na luta por uma das vagas no quadrangular final e Ceilândia realmente ficará em festa.



A diretoria do Ceilândia anunciou a contratação do zagueiro Liel, vindo do Brasiliense, além do lateral direito Pelezinho, que estava na Chapecoense-SC.


Veja os jogos das equipes da cidade:

Ceilandense x Botafogo-DF - 03/02/10 - quarta-feira - 20h30 - estádio Abadião (Guariroba)

Luziânia-GO x Ceilândia - 03/02/10 - quarta-feira - 16h00 - estádio Serra do Lago (Luziânia-GO)


Fonte: Esporte Candango, Ceilândia Esporte Clube e Futebol Interior

A história do puxadinho

Walter comprou o prédio em janeiro de 2008. O imóvel fica na QNN 29, em Ceilândia. Na época, parecia um bom negócio, mas durou pouco. Segundo ele, a faculdade, que já era inquilina, começou a atrasar o aluguel de R$ 26 mil, além do IPTU. Outro problema foi a passagem de pedestre que existia ao lado. Ela foi fechada pela faculdade.

“Isso aqui era um corredor e dava acesso à pista”, lembra um senhor.

E lá dentro surgiu um puxadinho. “Puxadinho não, puxadão. Fizeram dez salas de aula no meio da rua e com conhecimento de todas as autoridades do governo”, revela o empresário Walter Pires de Oliveira.

As denúncias foram registradas e em agosto do ano passado ele foi à Secretaria de Ordem Pública. Depois, em setembro, Walter esteve na administração regional. Em outubro, na Secretaria de Educação e em novembro, na Corregedoria-Geral do Distrito Federal.

Como toda essa peregrinação e as denúncias feitas ao GDF não resolveram, Walter entrou com uma ação de despejo no Tribunal de Justiça. A decisão saiu no dia 19 de janeiro. A juíza Maria de Fátima Aguiar Ramos determinou que a empresa, que administra a faculdade, pague R$ 78 mil por causa dos aluguéis atrasados, mais o IPTU do ano passado, que ficou em aberto. Além disso, a juíza deu prazo de seis meses para que o prédio seja desocupado.

O administrador de Ceilândia disse que o puxadinho só não foi abaixo porque a empresa que administra a faculdade tinha um mandado de segurança. Mas o mandado é irregular.

“Está errado porque é invasão de área pública. Não é permitido. Inclusive, não pode ser utilizado por instituição de ensino. A lei não permite, mesmo pagando ocupação de área pública. Tem que ir pro chão, pois é uma área pública e ao lado está sendo construído um grande condomínio. Ali é uma área de servidão e é importante que fique desobstruída”, afirma o administrador de Ceilândia, Leonardo Moraes.

Sobre a invasão de área pública, o recurso ainda não foi analisado. A assessoria jurídica da empresa que administra a faculdade disse que vai recorrer da ordem de despejo.

A Agência de Fiscalização (Agefis) informou que no dia 23 de julho notificou a direção da faculdade, por falta de alvará de construção. No dia 11 de agosto, a obra foi embargada e os donos intimados a demolir o que já estava pronto.

Em agosto, a direção da faculdade recebeu duas multas e cinco autos de apreensão. Foram levadas 180 cadeiras, além de material de construção. Mesmo assim, a obra continuou. Por isso, a Agefis vai demolir a área invadida nos próximos dias.



Fonte: Rede Globo

O perigo de se soltar pipa

Pontos coloridos no céu. “É bom demais soltar pipa”, diz Erli Leão, de 15 anos. “É como se você sentisse que está nela, você voa longe. Dá uma sensação de liberdade”, comenta Alyson Leão, de 14 anos.

O prazer de soltar papagaio – como é também conhecida a pipa - pode se transformar numa verdadeira armadilha. Em busca de lugares abertos, sem redes de energia, algumas crianças e adolescentes empinam o brinquedo ao lado de ruas movimentadas e até de rodovias.

“É bom porque não tem fio, não tem nada pra atrapalhar”, fala um menino.

Mas, eles se esquecem do perigo do trânsito. No Recanto das Emas, algumas crianças brincam no meio da rua. “O motorista não vê. O carro está vindo, quando a gente vê, muitas vezes, não dá pra fazer nada”, reclama um motorista.

Na Estrutural, um menino corre atrás da pipa cortada. Logo mais outro se junta a ele. Eles nem olham para o lado e atravessam a rua. “Não adianta falar. Direto reclamo com ele. O jeito é a minha esposa levá-lo para o serviço”, afirma o pai de crianças Firmiono Bispo.

Em duas semanas, dois meninos morreram atropelados quando corriam atrás de pipas. No último sábado, dia 30 de janeiro, na pista que liga o Recanto das Emas ao Gama, um adolescente, de 12 anos, morreu na hora. Há 14 dias, Joab Oliveira Borges, de 10, foi atropelado na Via Estrutural.

Na falta de opções de lazer, a brincadeira ao ar livre é diversão na certa. Mas o que as crianças e adolescentes não entendem é que o ideal é soltar pipa em parques e áreas sem fiação, e também longe dos carros. De acordo com a polícia, a maioria dos atropelamentos em rodovias é fatal.

“Sempre que o motorista ver uma pipa é importante frear, reduzir a velocidade, porque pode ter uma criança correndo atrás dela”, aconselha o tenente Murilo Bomtempo, da Polícia Rodoviária da PM.



Fonte: Rede Globo

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Inflação aumenta na cidade

A inflação no Distrito Federal subiu em janeiro, cravando seu segundo mês consecutivo de alta. O custo médio da cesta básica em quatro cidades do DF subiu 1,01%, de R$ 389,35 para R$ 393,28 entre dezembro e o primeiro mês de 2010. A informação é da Universidade Católica de Brasília, que divulgou ontem o Índice de Custo de Vida do DF (ICV-DF) referente a janeiro.

Plano Piloto, Ceilândia e Guará puxaram o aumento dos preços. Nesses locais, o custo da cesta básica subiu, respectivamente, de R$ 375,86 para R$ 393,57 (4,71%); R$ 416,50 para R$ 429,13 (3,03%) e $ 399,95 para R$ 411 (2,83%) no período. Taguatinga foi a cidade onde os moradores pagaram os menores preços: entre dezembro e janeiro, houve recuo de R$ 365,11 para R$ 339, 14, ou seja, de 7,11%, no valor final do conjunto de 54 produtos que compõem a cesta do ICV-DF.

Segundo a economista Kátia Velásquez, pesquisadora da UCB e coordenadora da pesquisa mensal do custo de vida no DF, os resultados reafirmam uma tendência já verificada em meses anteriores . Ceilândia e Guará, que têm populações com poder aquisitivo inferior à do Plano Piloto, têm as cestas básicas mais caras, com valores acima de R$ 400. A cesta de Ceilândia em janeiro custou 9,04% a mais do que a do Plano, apesar de a inflação ter crescido a um rítmo maior na região mais rica. A cesta do Guará pesou 4,5% a mais no bolso. A de Taguatinga foi a única a ficar mais barata no período, recuando 13,83%.

"Usamos o Plano Piloto como referência justamente pela questão do poder aquisitivo significativamente mais alto do que nas outras cidades. E acabamos vendo que em locais como Ceilândia e Guará, apesar de ganharem menos, as pessoas pagam mais do que na região central", afirma Kátia. A economista atribui o fenômeno dos preços inflados nas duas cidades à não existência de uma economia dinâmica nesses locais. "Não são lugares com atacadões, supermercados de grandes redes. Ceilândia tem apenas um atacadão, por exemplo, mas muitos moradores preferem fazer suas compras em mercearias e mercados locais, que não podem oferecer preços competitivos", diz.

Quanto a Taguatinga e seus preços em conta, a pesquisadora diz que a iniciativa privada é robusta na cidade, o que pode explicar a cesta básica mais barata.

Kátia Velasquéz aconselha os moradores de Ceilândia e Guará a pesquisarem, mesmo que o comércio local ofereça poucas opções, para não pagar tão caro pelos produtos da cesta básica. "Quem tem veículo pode inclusive fazer a conta e ver se compensa se deslocar para uma outra cidade para fazer uma compra de supermercado mais barata", acrescenta.



Veja o vídeo: CorreioWeb / Tv Brasília


Fonte: Correio Braziliense e Jornal Local

sábado, 30 de janeiro de 2010

Ceilândia vence a primeira do clássico

Não se esperava um jogo fácil, mas quem foi ao estádio viu duas propostas distintas de jogo. De um lado, a equipe do Atlético Ceilandense, privilegiando a posse de bola e uma mostrando uma envolvente troca de posições entre meias e volantes. Para arrematar, contava com boas passagens dos laterais que procuravam o fundo para realizar os cruzamentos. De outro lado o Ceilândia e seu futebol pragmático, privilegiando a defesa e os contra-ataques. Não se pode dizer que uma forma de jogar seja melhor que a outra. São apenas formas diferentes de jogar e ponto.

Por essa razão, o primeiro tempo inteiro foi da Ceilandense. A agora rubronegra de Ceilândia dominou todas as ações. Rondava a área do Ceilândia, mas nada produzia de concreto. Na prática não teve oportunidades claras de gol. As chances que teve contavam com jogadores desequilibrados e que não conseguiriam furar o cerco defensivo alvinegro.

Os torcedores do Gato estavam impacientes com o domínio da Ceilandense até que, aos 17 minutos, Bruno livrou-se de seu marcador, tocou para Dimba e recebeu um passe milimétrico para abrir o marcador: Ceilândia 1 x 0.

O gol não mudou o jogo. A Ceilandense dominava todas as ações, mas não conseguia chegar. O gol de empate somente veio num erro de marcação do meio de campo do Ceilândia. Zé Ricarte tantas vezes inverteu a posição com Esquerdinha que numa destas teve espaço para chutar de longe e contar com a desatenção de Edinho: Ceilândia 1 x 1 Ceilandense.




Veio o segundo tempo e o panorama da partida não mudou. O que mudou foi o fato de que o Ceilândia conseguia marcar um pouco mais distante de sua própria área e segurou o empate até os 19 do segundo tempo. Foi nesse momento que o Ceilândia chegou pela primeira vez e contou com a eficiência de sempre: Daniel pegou o rebote e botou o Gato na frente: 2 x 1.

Daniel não teve muito tempo para comemorar o gol. Logo em seguida foi expulso, mas o CEC não baixou a pegada. Por uma ou por outra razão, a verdade é que depois que esteve com um a menos o Ceilândia passou a ter a opção do contra-ataque. Numa dessas opções, Rodrigo Melo foi derrubado dentro da área. Vieira, aos 45, bateu com categoria e decretou a vitória do Gato: 3 x 1.

Para quem gosta de um futebol de toque de bola ficou a impressão de que o resultado foi injusto. Na verdade, defender faz parte do jogo e isso o Ceilândia fez muito bem.




Placar final:

Ceilândia 3 x 1 Ceilandense


Fonte: Ceilândia Esporte Clube

Combustíveis irão aumentar novamente

É pequena a concorrência entre os postos de combustíveis no Distrito Federal e os preços vão ficar ainda mais elevados. Um levantamento feito pelo Procon de terça-feira até ontem mostra que é mínima a diferença de preços entre os 136 postos pesquisados. Dos pontos de venda verificados, dois terços deles cobram o mesmo valor pelo álcool e pela gasolina: R$ 2,23 e R$ 2,77, respectivamente. A partir da próxima segunda-feira, os preços devem ficar ainda mais salgados.

Ontem, o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis do DF (Sinpetro) divulgou uma nota alertando que o valor do álcool deve aumentar entre R$ 0,03 e R$ 0,04 e o da gasolina subirá R$ 0,01 a partir de 1º de fevereiro. O Sinpetro avisa que o novo reajuste decorre do repasse para os consumidores dos preços cobrados pelas distribuidoras.

Não só os preços altos, mas a proximidade dos valores é uma "coincidência que prejudica o consumidor", segundo o diretor do órgão, Ricardo Pires. O resultado será encaminhado ao Ministério Público do Distrito Federal e ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para que os órgãos abram investigação para levantar a possibilidade de os donos de postos do DF estarem combinando preços, o que caracterizaria cartel, prática criminosa. "Não podemos dizer se há cartel, mas vamos encaminhar para os órgãos analisarem se os postos do DF estão infringindo a lei", afirma Pires.




O levantamento mostra que na semana passada os postos cobraram de R$ 2,12 a R$ 2,77 pelo litro do álcool. Mas em 92% deles, o preço do litro de álcool estava entre R$ 2,21 e R$ 2,23. E em 96% dos postos, o litro da gasolina variou apenas de R$ 2,75 a R$ 2,77. Resultado: os consumidores ficam sem opção de pesquisa.

O morador da Ceilândia Solemar Martins Carneiro, 35 anos, enfrenta a falta de concorrência. Todos os dias ele se desloca de casa para o trabalho, uma livraria do Lago Sul, e ainda tem que fazer entregas de livros em escolas de todo o DF. No fim do mês, a conta com combustível é salgada: cerca de R$ 1,2 mil. E ele reclama: "O preço em Brasília é um só, nem adianta pesquisar. Nunca vejo variações que valham a pena." Tradicionalmente, Solemar abastecia com álcool. Com os últimos reajustes no preço do combustível, ele nem faz mais os cálculos e passou a abastecer o carro com gasolina.



Para ler na íntegra, visite o site da fonte.


Fonte: Correio Braziliense

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Ceilândia e Ceilandense fazem clássico local

Neste sábado (30/01/10), as 16h, a cidade de Ceilândia volta a assistir uma partida entre dois clubes da região no Campeonato local. De um lado o Ceilândia, que vem de um começo irregular; do outro o Atlético Ceilandense, reestreante na competição e que vem ganhando ares de favorito ao liderar o campeonato. O CEC fez os últimos preparativos na manhã desta sexta-feira, no Centro de Treinamentos do Jaguar. Na parte da tarde iniciou-se a concentração.

Onze anos depois, Ceilândia terá um encontro entre dois clubes da cidade se enfrentando pela campeonato metropolitano. A última partida foi disputada em 2 de maio de 1999, ocasião em que Ceilândia e a então Ceilandense empataram em 1 x 1. Aquele ano marcou o retorno do Ceilândia à primeira divisão do Campeonato do Distrito Federal, após a quase extinção em 1996. Por outro lado marcou, também, o rebaixamento da Ceilandense que passou maus momentos na segunda divisão do Candangão durante dez temporadas.

Durante esse periodo a Ceilandense contou com a ajuda do Ceilândia para sobreviver. Primeiro recuperando o estádio Abadião, depois com o próprio time de juniores do Gato representando o então clube rubro-anil da cidade. As duas equipes travaram os primeiros duelos ainda na década de 70, século passado, nos campeonatos amadores de Ceilândia quando o tradicional Dom Bosco (Ceilândia), fundado em 1963, e Nacional (Ceilandense), fundado em 8 de outubro de 1977, faziam boas partidas pelo campeonato da liga local.

Ao ser fundado como clube profissional, há aproximadamente quinze anos, a Ceilandense guardou um pequeno resquício do Nacional: as cores azul, vermelha e branca, herança do próprio nome e que era uma homenagem ao Nacional do Uruguai, campeão da Libertadores da América em 1971, 80 e 88.

A história da Ceilandense fez o caminho inverso ao do Ceilândia em 2009. Enquanto o Gato retornava às mãos de pessoas da cidade depois de cinco anos sob o comando de Serjão, a Ceilandense ia para a mãos de empresários goianos e se transformava numa filial do Atlético Goianiense pelas mãos do ex-Secretário de Fazenda do Distrito Federal e atual vice-prefeito de Goiânia e homem forte do "Dragão", Valdivino de Oliveira. Para isso, numa cuidadosa estratégia de marketing, cuidaram de discretamente ir apagando a história da Ceilandense aos poucos. A primeira medida foi alterar as cores do tradicional azul, vermelho e branco (o próprio azul uma homenagem à bandeira de Ceilândia, que tem as cores azul e branco) para o preto e vermelho do Atlético Goianiense. A segunda medida, mais sutil, foi alterar o próprio nome da equipe de modo a que nos uniformes o destaque fosse para a palavra Atlético e não Ceilandense.




A Ceilandense também mudou de mascote: O vigoroso Dragão foi trocado por uma Arara (segundo reportagem veículada pelo jornal Correio Braziliense).


Ceilândia x Ceilandense - 30/01/10 - sábado - 16h00 - estádio Abadião (Guariroba)


Fonte: Ceilândia Esporte Clube

Acidente grave no Incra 09

O acidente teria ocorrido por volta das 20h30 dessa quinta-feira (28), numa tentativa de ultrapassagem. Os motoristas bateram de frente. Um casal ficou preso às ferragens e morreu na hora. A rodovia teve que ser interditada nos dois sentidos. Outras cinco vítimas foram levadas para o Hospital Regional de Ceilândia.

Moradores da região reclamam do perigo no trecho: uma reta no meio do Incra 9, sem sinalização horizontal na pista. “Isso aqui já é tradição. De um ano pra cá já teve três falecimentos nessa pista”, conta o professor César Augusto.

Os vizinhos colocaram uma cruz para simbolizar os parentes que já morreram em acidentes na pista. De acordo com os moradores, eles já pediram melhorias para a administração de Ceilândia. “Uma barreira eletrônica, faixa de pedestre, quebra-mola, ou seja, tudo que traga um pouco mais de segurança pra nós que moramos aqui”, fala a dona de casa Aracélia Leandro.

Além do casal que morreu na hora do acidente, Tiago Silva Aguiar, passageiro de um dos carros, não resistiu aos ferimentos e faleceu essa madrugada. Outras quatro vítimas continuam internadas no Hospital Regional de Ceilândia. Uma delas, Izani dos Santos Rabelo, estava grávida havia cinco meses, mas perdeu o bebê.



Fonte: Rede Globo