sexta-feira, 8 de junho de 2012

Um novo roteiro

Cerca de 100 estudantes da escola Walford Rudoff Steiner de São Paulo, visitaram o projeto social Jovem de Expressão da CUFA, em Ceilândia, na semana passada. Este encontro teve por objetivo a troca de culturas entre os adolescentes envolvidos.
A visita começou com uma pequena palestra falando sobre o projeto Jovem de Expressão e a história da Ceilândia. Para a estudante paulista do terceiro ano, Isabel Rocha, de 17 anos, a experiência é válida, pois propicia um rico intercâmbio cultural, “acho importante conviver com jovens de realidades diferentes”, declarou a adolescente.
Os Jovens de Expressão promoveram uma roda de break e uma apresentação de axé para receber os visitantes. Já os estudantes paulistas, retribuíram a cortesia cantando algumas músicas ensaiadas, em coral.
A passagem pela capital faz parte do Projeto Vidas, Viagem Interativa de Arquitetura Social. Os adolescentes paulistas são estudantes da escola Walford Rudoff Steiner, uma instituição que tem a “arquitetura e seu significado para sociedade como um tema central”, como explica o professor de história da arte, Luzius Zaelin.
Nicholas Mangels, de 18 anos e estudante do terceiro ano, aprovou a experiência. Com relação à arquitetura de Brasília, ele afirmou “É bem mais bonita que São Paulo”, no entanto, ao visitar a Ceilândia, o rapaz disse se sentir em um clima mais parecido com São Paulo.


É uma boa dica para o Governo do Distrito Federal (GDF) mostrar um DF além do Plano Piloto!


Fonte: ClicaBrasília

Sujeira que incomoda

Sujeira, entulhos, lixo orgânico e até animais mortos. Esse é um dos problemas enfrentados pelos moradores das quadras próximas à Área Especial da QNN 18 e do Parque Metropolitano, na Guariroba. Parte desse lixo é de obras de prédios residenciais. As empreiteiras e, também, a comunidade descartam os entulhos nestas áreas de forma incorreta, prejudicando a limpeza e organização dos espaços.
 
Segundo o morador da Quadra 4 – que fica próxima à Área Especial 18 – Alan Alves Oliveira, 26 anos, todo tipo de lixo é descartado no local e o mau cheiro incomoda. “Acho um absurdo as pessoas jogarem lixo aqui. Tem que tomar uma atitude e jogar nas lixeiras. O mau cheiro tomou conta daqui. Está insuportável”, reclama o morador.
O administrador de Ceilândia, Ari de Almeida, conta que uma parte da comunidade não tem uma postura correta ao descartar o lixo. “Além de sujeira, há uma cultura errada da comunidade na hora de jogar o lixo fora. Para evitar isso, a administração criou o Programa Cata Entulho, no qual a população entra em contato com a administração e imediatamente são tomadas medidas para a retirada do lixo”, revela.


Fonte: ClicaBrasília

terça-feira, 29 de maio de 2012

Manifestantes sairam pacificamente

Os moradores da invasão que ficou conhecida como Novo Pinheirinho, em Ceilândia, cumpriram o prometido com o GDF (Governo do Distrito Federal) e deixaram o local, pacificamente, nesse final de semana.

De acordo com a Secretaria de Governo do DF, a Seops (Secretaria de Ordem Pública e Social) começou a limpeza do local na última segunda-feria (28), em parceria com os integrantes do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), que ocupavam a área.

Segundo a Secretaria de Governo, que está satisfeita com o desfecho das negociações, das 1.449 famílias, 620 irão receber uma bolsa de auxílio aluguel no valor de R$ 408 durante o período de três meses. As famílias restantes têm para onde ir e deverão voltar para suas casas de origem.

MTST e GDF assinaram, em reunião no último dia 24, um termo de compromisso que prevê a inclusão de todas as famílias da invasão nos cadastros do programa habitacional do GDF "Morar Bem".

O prazo de reintegração de posse, emitido pelo TJDFT (Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios), terminou do ultimo dia 20. Mas o GDF reabriu o diálogo com o movimento, para que a saída das famílias ocorresse pacificamente.

Colaborou Isabella Tonhá

Fonte: R7

Ceilândia faz amistoso no Goiás

No aguardo do início do Campeonato Brasileiro da Série D de 2012, o atual campeão candango, o Ceilândia trabalha forte. O técnico Adelson de Almeida pediu, e a direção do clube do Gato Ceilândia marcou um amistoso para o próximo sábado, 19 horas, diante do Grêmio Anápolis, no interior de Goiás.

Será a oportunidade para que o técnico Adelson comece a desenhar o novo Ceilândia, pois um novo time será formado. Chegaram novos atletas, caso do goleiro Edmar, do zagueiro Perivaldo, do lateral esquerdo Niédson, dos meias Kabrine e Allan e o atacante Nélisson, todos vindos do vice-campeão candango, o Luziânia. Também chegaram o lateral direito Crispim e o atacante Zé do Gol.
O comandante do Ceilândia está em busca de um volante, a fim de reforçar a equipe para as disputas da quarta divisão nacional. O atacante Dimba, que ganhou uma folga a fim de resolver problemas particulares, enfrentou uma perda em sua família. Seu sobrinho, que segundo o atleta foi criado por sua família e que morava no interior de Minas Gerais, acabou falecendo. O experiente atacante acabou sentindo bastante esta perda familiar, pensando até em abandonar o futebol. Uma reunião do jogador com a diretoria do Ceilândia está sendo agendada.

O Ceilândia está no grupo A5 da série D do brasileiro, ao lado do Cene-MS, CRAC-GO e Gurupi-TO. A estreia seria dia 27 de maio, em Aparecida de Goiás, diante do Aparecidense, mas o campeonato continua suspenso.

Sérgio Porto

Fonte: Futebol Interior

Som alto foi motivo de tragédia

O policial civil de Goiás, F.L.A, de 41 anos, envolvido no tiroteio ocorrido na tarde do último sábado (26) em um encontro de motociclistas na Área de Desenvolvimento Econômico de Águas Claras, morreu na madrugada do domingo (27) no Hospital de Base do DF. A tragédia deixou um saldo de três mortos e um ferido após uma intensa troca de tiros. Cerca de 200 pessoas participavam do evento, já tradicional na região.

Segundo informações da polícia, os dois agentes da lei tiveram uma discussão e deram início à troca de tiros. Tudo teria ocorrido após a chegada do policial militar J.F.Q., 45 anos. Ele estava em um Fiat Uno preto e teria ligado o som do carro muito alto. As pessoas pediram para diminuir o volume. Inicialmente ele teria atendido à solicitação, mas sempre voltava a aumentar.

O barulho das caixas de som incomodava os motociclistas, entre eles o policial civil de Goiás F.L.A, lotado em Cristalina. Ele resolveu ir conversar com o PM. Nenhum dos dois sabia que o outro era policial. O que era para ser um entendimento entre dois homens supostamente civilizados, acabou em tragédia. Os dois teriam sacado as armas ao mesmo tempo, dando início a um intenso tiroteio.
Outras duas pessoas que não tinham nada a ver com a confusão foram atingidas por balas perdidas. R.B.S., 38 anos, chegou a ser levado ao Hospital de Base, mas não resistiu. Ele levou um tiro nas costas quando tentou proteger o filho. M.G.M.J., 35 anos, foi atingido na perna e não corre risco de morte.


Arma some misteriosamente

A pistola ponto 40 usada pelo sargento J.F.Q., lotado no 17º Batalhão da Polícia Militar (Águas Claras), foi apreendida, mas a pistola do mesmo calibre usada por F.L.A., policial civil de Cristalina, em Goiás, sumiu misteriosamente. As marcas do tiroteio ficaram no asfalto. Os participantes do encontro e os moradores do local ficaram em pânico.

Segundo testemunhas, o encontro de motociclistas ocorre há alguns anos no mesmo local e sempre foi pacífico, inclusive com a participação de mulheres e crianças. Todos são conhecidos e a maioria amigos. Por isso, a confusão é tida como uma fatalidade pelos participantes. Ainda de acordo com testemunhas, F.L.A. era uma pessoa considerada muito calma e não teria ido arrumar confusão, mas pedir para o motorista do Fiat Uno baixar o som.

Mas para os policiais da 21ª DP, responsáveis pela investigação, muitos fatos ainda precisam ser esclarecidos. Pelo menos sete testemunhas foram arroladas e vão ser intimadas a prestar depoimento. Outro fato importante para esclarecer a dinâmica do tiroteio é o laudo do Instituto de Criminalística (IC). Pelo menos uma cápsula de pistola ponto 40 foi encontrada no casaco de uma das vítimas, mas ainda são se sabe de qual das duas armas partiu o projétil.

Arlison Brito e Luís Augusto Gomes


Fonte: ClicaBrasília

sábado, 26 de maio de 2012

Abaixo o som

Dois bares, um em Taguatinga e outro em Ceilândia, foram multados em R$ 4 mil durante fiscalização conjunta entre a Secretaria da Ordem Pública e Social (Seops) e o Instituto Brasília Ambiental (Ibram). A operação teve como objetivo apurar denúncias de desrespeito à Lei do Silêncio. Um terceiro estabelecimento foi advertido e terá 30 dias para instalar isolamento acústico.
Os dois multados já haviam sido advertidos em operações anteriores. O primeiro a ser visitado pela fiscalização fica na ADE Quadra 01 Conjunto A, de Ceilândia. A denúncia de excesso de barulho partiu da população, pelo telefone 156. No local foram apurados 75,6 Db (decibéis), quando o máximo permitido para o local, uma área comercial, por volta das 22h, é de 65 Db. A medição foi feita no último domingo (20). Se em 30 dias o estabelecimento não se adequar poderá ser interditado e multado em R$ 20 mil.
O mesmo irá ocorrer com um bar da Chácara 15 Parte A, no Núcleo Rural de Taguatinga Norte. Desta vez, a denúncia partiu de um hospital que fica próximo ao local. A fiscalização apurou a reclamação no dia 12 deste mês, às 0h16. Foram medidos 53 Db, mas o permitido para o horário e local é 45 Db. O bar terá 30 dias para se adequar.
O estabelecimento advertido teve a medição realizada no último sábado (19), às 22h12. Ele está localizado na QSA 12 de Taguatinga. Ali o barulho não poderia passar dos 55 Db, mas foram apurados 74,79 Db. Se em 30 dias o bar não instalar som acústico e diminuir a altura do som, será multado em R$ 4 mil. A fiscalização vai retornar ao local quando terminado esse prazo para verificar se a determinação está sendo cumprida.


Fonte: Seops e ClicaBrasília

Opinião: A Utopia das Favelas

A ocupação de área pública por brasilienses sem-teto na QRN 1 de Ceilândia reafirma, mais uma vez, o destino de uma utopia deslocada, mas sempre uma utopia. Uma provocação utópica muito além daquela que está contida no projeto de Lucio Costa. Brasília estava destinada tão-somente à máquina administrativa do Estado brasileiro.

Sabemos todos que Brasília é resultado de um longo fio que se desenovelou no século 18 até que, em meados do século 20, Juscelino puxou o sonho pela ponta e deu-lhe forma concreta. A utopia inicial se realizou: o país tomou posse de si mesmo, por inteiro, litoral e interior, norte, sul, leste e oeste. A trama de fios atou o sentido de Nação.

Para os brasileiros, porém, não bastavam uma bela cidade e estradas ligando os pontos cardeais. Eles queriam um cadinho real da utopia, queriam receber o que o país estava lhes devendo desde Cabral. Impulsionados pela utopia de Juscelino, eles desceram na nova capital em levas incessantes, desde a seca nordestina de meados de 1958.

Foram os flagelados que forçaram Israel Pinheiro a apressar o surgimento da primeira cidade-satélite, Taguatinga. O Plano Piloto ainda era uma trama de riscos vermelhos no chão do cerrado, mas já estava cercado de invasões: Lanonânia, Sacolândia, Invasão do Iapi, Morro do Urubu, Vila Amaury e tantas outras. Foram os candangos da Cidade Livre que, em intensa mobilização em frente ao Congresso Nacional, conquistaram o direito de permanecer onde estão até hoje. Era preciso dar dar um lugar fixo para essa gente, sob pena de a capital da utopia ser varrida por algum tipo de reação popular— sabe-se lá qual.

Foi assim com Taguatinga, Gama, Sobradinho. Foi assim com todas as cidades-satélites pobres do Distrito Federal. Foi assim com Ceilândia, a cidade que já nasceu como a maior favela brasileira e que mereceu um poema de Carlos Drummond de Andrade:

"A suntuosa Brasília, a esquálida Ceilândia/contemplam-se/Qual delas falará primeiro? Que tem a dizer ou a esconder uma em face da outra?/Que mágoas, que ressentimentos prestes a saltar/da goela coletiva e não se exprimem? Por que Ceilândia fere o majestoso orgulho da flórea Capital?/Por que Brasília resplancede/ante a pobreza exposta dos casebres de Ceilândia,/filhos da majestade de Brasília?/ E pensam-se, remiram-se em silêncio,/as gêmeas criações do gênio brasileiro."

Como a primeira Ceilândia, a invasão da QRN 1 também fere a majestática utopia que se pretendia destinada a poucos. Argumenta-se, desde àqueles tempos, que a cidade vai inchar, que não estrutura para abrigar tantas multidões, que se vai perder a já deteriorada qualidade de vida da capital. Para os brasileiros sem-teto, de hoje e dos anos 1950, a utopia também lhes pertence, ou deveria lhes pertencer.

Conceição Freitas


Fonte: Correio Braziliense

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Ceilândia sem árvores

Com cerca de um terço dos domicílios em áreas arborizadas, Brasília ficou na 12ª posição no ranking de cidades brasileiras com mais de um milhão de habitantes que têm mais árvores no entorno das casas, segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada nesta sexta-feira (25/5). Apesar de a cidade ter sido concebida com parques e jardins entre as quadras do plano piloto, as condições de infraestrutura das demais cidades (como Ceilândia, Samambaia e Recanto das Emas) puxam para baixo o índice de arborização de Brasília, segundo a presidenta do IBGE, Wasmália Bivar.

Goiânia e Campinas são as cidades brasileiras mais arborizadas. Sede da conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre desenvolvimento sustentável, a Rio+20, o Rio de Janeiro está na nona posição entre as 15 cidades pesquisadas.

De acordo com o IBGE, os domicílios mais arborizados, com árvores em volta dos quarteirões, em calçadas ou canteiros, com exceção de Goiânia (89,5%), estão nas regiões Sul e Sudeste. Já nas regiões Norte e Nordeste, estão as casas em áreas menos arborizadas. As capitais Belém, com 22,4%, e Manaus, no meio da floresta amazônica, com 25,1%, têm os menores percentuais de arborização.


Toda e qualquer pesquisa nacional, os Correios e o IBGE consideram Brasília como sendo a região metropolitana (um município), ou simplesmente o Distrito Federal.


Fonte: Agência Brasil e Correio Braziliense

3º Festival Regional de Repentistas

Seis duplas concorrem no 3º Festival Regional de Repentistas do DF e Entorno, nesta sexta-feira (25/5) e sábado (26/5), a partir das 20h, na Casa do Cantador, em Ceilândia (QNN 32, Área Especial, Módulo G). Duas duplas de repentistas do Nordeste foram convidadas para apresentações no evento, às 22h: Geraldo Amâncio e Moacir Laurentino, que é a atração de sexta, e Ismael Pereira e Zé Viola, que animam o festival no sábado.

A abertura, as 20h, e o encerramento, as 23h, também são especiais: na sexta, o festival começa com Paulo Matricó e banda e o músico Manassés, e termina com o cantor, compositor e violeiro Xangai. No sábado, o violeiro Roberto Corrêa dá início à noite. O encerramento será com Zé Mulato e Cassiano. A entrada é franca.


Fonte: Correio Braziliense

Série D está parada

O Ceilândia ganhou mais uma semana para entrosar a equipe e recuperar os jogadores lesionados. O início da Série D, previsto para este final de semana, não vai acontecer. Há diversos problemas jurídicos envolvendo o Treze da Paraíba, Rio Branco do Acre, Santo André de São Paulo e Brasil da cidade de Pelotas, Rio Grande do Sul.

Os problemas que levaram às pendengas judiciais entre Rio Branco e Treze diferem das registradas entre Brasil e Santo André. Durante o campeonato de 2010, a Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor de Rio Branco, Acre, vetou jogos no estádio do Rio Branco que recorreu à Justiça Comum.

O Treze foi o quinto colocado da Série D 2011 e quer a vaga do Rio Branco. O Treze argumenta que o Rio Branco deveria ter percorrido todas as instâncias da Justiça Desportiva antes de entrar na Justiça Comum. De certa forma a argumentação do Treze tem algum sentido de ser, mas o Rio Branco teve o Estádio vetado por um órgão alheio a estrutura da Justiça Desportiva, de modo que não soa absurdo que tenha recorrido à Justiça Comum.

Na verdade a questão é a seguinte: o Rio Branco foi punido durante a competição e reverteu a situação. Com a reversão o Araguaína foi rebaixado. Parece evidente que se o Rio Branco não tiver direito à vaga essa vaga pertence ao Araguaína e não ao Treze que foi o quinto colocado da Série D 2011.


Dois pesos e duas medidas

A situação do Santo André e do Brasil de Pelotas faz lembrar a do Duque de Caxias e Brasiliense. Em 17 de julho de 2010, portanto há quase um ano, o Brasil escalou o lateral-direito Claudio irregularmente. O atleta deveria cumprir suspensão automática na partida de estreia da Série C, contra o próprio Santo André, mas acabou entrando em campo.

O Brasil perdeu os pontos da partida e foi rebaixado. Recorreu agora à Justiça Comum para se manter na Série C.


Porém já há notícias de que a Fifa puniu os times com suspensão (Brasil de Pelotas-RS e Treze-PB).

Engraçado é que, em caso muito parecido, o Brasiliense recorreu à Justiça Desportiva para ver o Duque de Caxias-RJ punido e o STJD deu ganho de causa ao Duque de Caxias! Ao menos do que se tem conhecimento, parece que há dois pesos e duas medidas


Reforços

Os reforços já treinaram. Niedson, Allan, Nelisson, Kabrine e Perivaldo (a maioria do Luziânia-GO) fizeram trabalhos físicos. A corrida contra o tempo é para regularizar os jogadores a tempo de disputarem a partida contra o Aparecidense-GO.

Enquanto isso o CEC treina. Os novos jogadores vão sendo apresentados aos poucos e Zé Carlos, aquele do Botafogo-RJ, já desembarcou no time também.

Fonte: Ceilândia Esporte Clube aqui, aqui e aqui