sábado, 15 de maio de 2010

Queria o fim do barulho e foi espancado

A polícia ainda procura quatro dos cinco rapazes que espancaram um morador da Asa Sul na madrugada deste sábado, dia 15. O morador desceu até o posto de gasolina da quadra por causa do barulho e acabou espancado. Um dos agressores, o dono do posto, já se apresentou à polícia.

O militar Anísio Oliveira Lemos não conseguia dormir e foi reclamar do barulho, e acabou com ferimentos no rosto e nos braços. “Duas horas, três horas, aquele som alto, aquela perturbação. Eu saí daqui, a minha esposa levantou irritada e ligou pro 190. A polícia nada”, afirmou.

Ele não esperou e desceu até o posto. “Eu pedi, eu falei ‘vamos desligar esse som que eu preciso dormir’. Ele não atendeu, continuou tomando a cerveja”, detalhou. O rapaz era o filho da dona do posto, que estava com mais quatro rapazes.

As imagens do circuito interno do prédio gravaram toda a agressão. Os cinco rapazes espancaram Anísio com socos e pontapés. O de camisa listrada dá uma gravata enquanto Anísio apanha. O militar é prensado na porta de vidro, que se estilhaça. Quatro deles saíram correndo. O mesmo homem de listrado jogou Anísio contra o que sobrou da porta. Desesperada, a mulher dele aparece para prestar socorro.

Imagens mostram que Anísio ficou completamente machucado depois que os agressores fugiram. “Eu não tive chance nenhuma de defesa. Eles partiram para a ignorância, como se eu estivesse incomodando”, relatou.

A agressão foi a primeira, mas não é de hoje que os vizinhos reclamam das noitadas regadas a álcool e música alta. “Todo ser humano tem o direito de dormir, o que não ocorre aqui. Devido a atividade de boate de céu aberto que esse posto exerce”, disse o síndico do prédio, Roberto Monteiro de Andrade.

Ao contrário do que mostram as imagens, o filho da dona do posto disse em depoimento à polícia que estava sozinho e que Anísio não foi empurrado contra a porta de vidro. O delegado que investiga o caso, José Fernando Grana, disse que vai usar as imagens para identificar e intimar os outros agressores.

“Já foi instaurado um inquérito policial e o indiciado vai responder pelos crimes de dano ao patrimônio público, lesão corporal e a contravenção de perturbação do trabalho e sossego alheios”, explicou.

Por lei, a venda de bebidas nos postos de gasolina só é permitida até às 22h. O delegado pediu à Secretaria de Ordem Pública e à Polícia Militar para intensificar as operações no posto e a Agência de Fiscalização vai verificar o alvará e o horário de funcionamento.



Fonte: Rede Globo, ClicaBrasília e Correio Braziliense

SIA 50 anos

Nascido durante a construção de Brasília para armazenar máquinas e material utilizado na obra, o Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) completa 50 anos em julho consolidado como uma das áreas economicamente mais importantes da capital. O bairro, inicialmente subordinado ao Guará e que em 2005 tornou-se região administrativa independente, abriga 5 mil empresas que oferecem cerca de 80 mil empregos diretos. Por lá circulam, diariamente, cerca de 150 mil pessoas.O setor é ainda responsável por aproximadamente 56% da arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) do Distrito Federal.

Mesmo que os números impressionem, o SIA não esgotou sua capacidade de expansão e crescerá mais nos próximos anos. O Trecho 17, que teve a criação autorizada em 2007 sob a forma de polo do Programa de Apoio ao Empreendimento Produtivo do DF (Pró-DF), tem empresas de portas abertas e em construção. Deve ter 80% de sua área ocupada até 2012 e criar 10 mil empregos quando funcionar com capacidade plena, segundo estimativa da Administração Regional. A nova quadra tem 200 lotes. Atualmente, há 40 alvarás concedidos para construção de novos empreendimentos neles, e sete empresas em operação.

O adensamento e a criação de espaços de ocupação no Setor de Transportes Rodoviários e Cargas (STRC), área sob a administração do SIA que ainda tem lotes vagos, é outro projeto de expansão para a região, e pode alçar o setor a um crescimento maior. O STRC, que comporta aproximadamente 100 garagens e galpões de transportadoras, tem espaço físico para ganhar pelo menos mais 100 empresas. A questão é uma reivindicação antiga do empresariado do DF, e ainda em estudo pelo governo local. Para que as terras disponíveis possam ser ocupadas, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (Seduma) precisa criar os lotes.



Para ler na íntegra, visite o site da fonte.


Fonte: Correio Braziliense

Gramado sintético e piscinas

Os moradores e crianças especiais de Ceilândia já podem contar com novas opções de lazer e estímulo ao desenvolvimento físico. Neste sábado (15) acontecerão duas inaugurações. A comunidade recebe um campo de futebol de grama sintética novinho, na Praça dos Eucaliptos, QNM 14, às 9h. Já às 11h, será realizada a solenidade de inauguração das três piscinas aquecidas do Centro de Ensino Especial nº 01, localizado no Setor P Sul, na EQNP 10/14, voltadas ao estímulo do desenvolvimento físico das crianças.

O campo de grama sintética da Ceilândia tem dimensões oficiais e é o maior do DF (110m x 75m), afirma o Gerente de Cultura, Esporte e Lazer da Administração da cidade, João Cléber Fernandes de Araújo. Ele conta com iluminação, alambrado e arquibancada para mil pessoas e substitui o antigo campão iluminado de terra, que sediava os jogos do campeonato de futebol amador de Ceilândia.

Participarão da inauguração alunos de aproximadamente trinta escolinhas de futebol da cidade. Haverá ainda, pela manhã, jogos amistosos de veteranos e adultos. No período da tarde, acontecem jogos do campeonato amador da cidade.




As piscinas do Centro de Ensino Especial nº 01 já existiam. O que está sendo entregue agora é uma grande reforma. Com substituição da parte hidráulica, troca de piso, gramado na área externa, vestiário, aquecimento e cobertura para proteção do sol e chuva, além de garantir mais privacidade no desenvolvimento das atividades pedagógicas.

O vice-diretor da escola, Edson Fernandes Silva Júnior, explica que os 308 alunos especiais do centro de ensino vão utilizar as piscinas, além de outros 60 alunos especiais do ensino regular que freqüentarão o local, no contra-turno, como atividade complementar. “Nossos alunos têm algumas necessidades especiais, seja na parte intelectual ou física, e as atividades em meio líquido estimulam o desenvolvimento físico, facilitando o desenvolvimento intelectual deles”, afirma.


Campo de Futebol de Grama Sintética
Local: QNM 14 Ceilândia Norte – Praça dos Eucaliptos

Piscina Aquecida do Centro de Ensino Especial nº 01
Local: EQNP 10/14 - Setor P.Sul da Ceilândia



Fonte: ClicaBrasília

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Sobradinho é cinquentona

Sobradinho está de aniversário e nesta quinta-feira (13/5) comemora 50 anos. Desde o nascimento até os dias de hoje, a "Cidade Serrana" ou "Petrópolis do Cerrado" contabiliza cerca de 175 mil habitantes.

Os moradores poderão comemorar o cinquentenário de várias maneiras. A Programação Oficial da Administração Regional de Sobradinho vai até o dia seis de junho com a exibição de vários campeonatos esportivos, no ginásio da cidade e shows, que serão realizados no estacionamento do Estádio Augustinho Lima.

A programação completa dos 50 anos de Sobradinho pode ser conferida no site http://www.sobradinho.df.gov.br/.



Fonte: Correio Braziliense

quarta-feira, 12 de maio de 2010

A praça está sem os amigos

Tudo é improvisado na Praça dos Amigos, na QNP 13, em Ceilândia. O escorregador do parque infantil quebrou. As próprias crianças encaixaram a escada do equipamento defeituoso nas grades de um trepa-trepa — brinquedo formado por barras metálicas posicionadas de forma horizontal e outras verticais que a criança pode escalar — para poder continuar a diversão. Os balanços perderam os bancos e as correntes. Sobrou só a estrutura enferrujada. A areia é suja e há até cacos de vidro espalhados. Quase ninguém se aventura a brincar ali. Os bancos e mesas estão pichados. A quadra poliesportiva não tem refletores e os usuários do espaço reclamam da falta de cobertura. Além disso, o mau cheiro tomou conta do local.

Membros da comunidade cansaram de esperar a manutenção do governo e decidiram agir. Um grupo de jovens se juntou para plantar árvores, grama, cortar o mato alto e até consertar os equipamentos de lazer. Há meses, eles organizaram um torneio de futebol amador. Cada um dos participantes deu R$ 2 para investir nas melhorias. Mas é preciso mais que isso para garantir a manutenção permanente do lugar.

“A administração constrói, mas não volta para fazer a manutenção. A gente tenta fazer alguma coisa para conservar o espaço da comunidade, mas sozinho fica difícil. As coisas quebram outra vez e, como não aparece ninguém para arrumar, os carroceiros acabam levando os ferros para casa”, explicou o auxiliar de serviços gerais Agemiro Júnior, 31 anos. Ele e alguns amigos fizeram um mutirão para capinar o lugar e retirar da área, por exemplo, cachorros mortos jogados no local. Porém, ainda falta muito para o conforto chegar. “À noite, parece um cemitério. Se quiser jogar futebol, vai ser igual a futebol de cego, a bola vai ter que ter um sino”, ironizou, indignado, o vidraceiro Tawan Kelvin da Silva, 19 anos.






Os vizinhos reclamam da má utilização do local, que é uma das pracinhas mais antigas de Ceilândia. Eles querem mais eventos culturais por ali. “Podia ter roda de samba, showzinho da galera que mora perto e mais torneios de esportes. Aqui era para ser um ponto de encontro do pessoal. Mas não tem nem luz. A gente fica aqui à noite conversando nas mesas e a polícia acha que é tudo bandido, traficante e revista todo mundo. Um monte de jovens no escuro acaba sendo suspeito”, reclamou o atendente de loja Douglas Vasques, 18 anos.

A comunidade começou, inclusive, a construir uma quadra de areia. Mas a verba não foi suficiente e o trabalho ficou pela metade. Restaram apenas os tijolos do projeto. “Compraram areia e outros materiais. Mas ficou aí um tempão e alguém roubou”, lamentou Júnior. “Eu venho aqui e planto várias mudas. Também venho aguar as plantinhas. E tem mais gente que faz isso. É um esforço bonito de ver. Mas precisamos de mais apoio”, reforçou.

Mesmo diante do abandono, há uma tradição de cuidados com o local. Quando tinha 12 anos, o serralheiro Emanuel Relton, hoje com 28, serrou barras de ferro e montou uma miniacademia com aparelhos simples de ginástica soldados por ele mesmo, na Praça da QNP 13. “Infelizmente, muita coisa estragou. Hoje o que temos aqui são os mesmos aparelhos de mais de 15 anos atrás. Nada melhora. Enquanto isso, outras praças de quadras mais novas recebem o maior investimento”, reclamou Relton.






A praça tem um vizinho “ilustre” e com poder para ajudar a resolver os problemas: o administrador de Ceilândia, Renato Santana. Ele assumiu o cargo há dois meses e mora na QNP 13. Por meio da assessoria de imprensa, Santana informou ao Correio que a sujeira na praça é vestígio do último evento, o Ferrock, ocorrido há mais de 10 dias. Ele alegou ter entrado em contato com a Companhia Energética de Brasília (CEB) para instalação de postes no local em até 15 dias. Santana alega que a manutenção é feita regularmente pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). O parquinho, segundo a administração, passou por reforma há menos de um ano. Os próprios moradores destroem o local, de acordo com a assessoria. O administrador, enquanto isso, diz estar à disposição de todos que queiram propor parcerias e soluções pelo telefone 3471-9816.



Fonte: Correio Braziliense

Parque irregular é fechado

A Agência de Fiscalização fechou nesta quarta-feira, dia 12, um parque de diversões que funcionava irregularmente em Ceilândia. O local servia de ponto de venda de drogas e tinha até um bingo.

O parque funcionava em uma praça na EQNM 02/04. Os agentes recolheram todos os brinquedos e também diversas cartelas de bingo. “A apreensão daquele material vem confirmar as denúncias de que aqui funcionava na verdade uma cafua de jogo”, explicou o sargento Aguiar.

Nem a presença da delegacia, que fica ao lado da praça, intimidava os jogadores. O parque também era usado para consumo de droga, bem perto de uma escola. A estudante Marcela de Sousa já foi até assaltada no local. “Tinha muito bandido, muitas pessoas que viviam se drogando aqui. Maloqueiro fumando e se prostituindo”, afirmou. “Dava muito drogado, bêbado, bagunça e briga. A gente, que é pai de família, não dava nem pra passar aqui à noite”, contou o autônomo Reginaldo Pereira.

A Agefis diz que já estava de olho no parque irregular. “Há cerca de dois anos, a Agefis vem atuando no sentido de notificar, interditar, multar. Hoje chegou o dia da Agefis agir no sentido de desobstruir a área”, explicou a agente Lucilene Abreu.



Fonte: Rede Globo e ClicaBrasília

Novela do novo Mané Garrincha continua...

A vistoria entrou em campo e deu de cara com um time de operários. Máquinas revirando concreto, grades, refletores e cadeiras fora do lugar. Uma tentativa de impressionar o Comitê Organizador Local da Copa, que é um braço da Fifa. E o comitê não estava interessado só na vistoria do estádio.

O Mané Garrincha foi o sexto estádio visitado pelo comitê. E dos 12 projetos apresentados pelas cidades que vão receber jogos da Copa de 2014, o de Brasília é o mais caro. O novo estádio vai custar R$ 702 milhões. A capacidade passaria de 35 mil para 70 mil torcedores. São R$ 100 milhões a mais que o projeto do Maracanã, principal candidato a receber a final da Copa, e que também está com o cronograma atrasado.

“Se dividirmos o custo da obra pelo número de assentos é o mais barato do Brasil, uma vez que tem estádios com 45 mil lugares que custam mais de R$ 500 milhões”, justificou o governador do DF Rogério Rosso.

Parte do dinheiro virá do GDF. Ao todo, R$ 77 milhões já estão certos para este ano. Mesmo assim, o Ministério Público de contas questiona a verba para 2011 e 2012, que viria da venda de lotes.

Outra parte do investimento é de responsabilidade da empresa vencedora da licitação, que terá o direito de explorar o estádio depois da Copa. O resultado da licitação sai no mês que vem, prazo máximo para o início das obras em todos os estádios.

De qualquer forma, o arquiteto que criou o novo Mané Garricha garantiu que nada será diferente das imagens do projeto. “Vai ser um dos estádios que pode se igualar a qualquer um dos mais recentes”, disse Eduardo de Castro Mello.



A licitação da obra está suspensa provisoriamente a pedido do Ministério Público da União.


Fonte: Rede Globo e Correio Braziliense

Mais alguns problemas do Sol Nascente

Uma ponte improvisada liga o P Sul ao P Norte, em Ceilândia. A ponte foi feita pelos moradores há 12 anos. A madeira já está velha e a ponte balança muito quando alguém passa por ela.

Sem transporte escolar, a ponte é o caminho mais curto para que várias crianças cheguem ao colégio. A outra opção é bem mais longa e os estudantes gastariam mais de uma hora para chegar à escola. Preocupadas, as mães se revezam na tarefa de acompanhar os estudantes.

“Eu falo para eles terem calma, para irem devagar porque a ponte não é segura e qualquer coisas que vocês verem, voltem para trás, não sigam em frente”, conta a dona de casa Sandra da Silva. “Fica difícil para a gente. Aqui já foi regularizado, nós pagamos para ter o melhor nessa área”, destaca uma moradora.

Como a ponte é muito estreita, no início do ano, alguns pais improvisaram um corrimão para tentar torná-la mais segura. Os moradores pedem uma solução para o problema. “Isso aqui balança, você pisa aqui e esse pau parece que vai desmontar”, afirma a dona de casa Kátia Oliveira. “Nós precisamos de uma ponte para os alunos passar, para levar os alunos para escola com segurança, que nós não temos”, diz a dona de casa Kátia Oliveira.

O administrador de Ceilândia e o diretor de obras Sérgio Pimenta visitaram o local na manhã na última sexta-feira, dia 07. Nesta semana, uma equipe de técnicos deve visitar o local fazer uma análise do que pode ser feito. São duas alternativas: ou fazer uma nova passagem para pedestre de madeira ou de pré-moldado.



Sem asfalto

Asfalto quebrado e cheio de buracos. É assim que está a única via pavimentada do Condomínio Sol Nascente. A pista é estreita e os veículos passam com velocidade reduzida. Muitas vezes, andam na contramão para desviar dos buracos.

“Eles chegam e tapam os buracos, mas dois meses depois aparece tudo de novo. Estamos precisando mesmo que seja feito um serviço bem feito, para que fique bom para os moradores”, sugere o comerciante Raimundo Nonato da Silva.

As ruas de terra são tão cheias de buracos que nem mesmo o caminhão da limpeza pública consegue entrar. Com isso, surge mais um problema. O lixo é jogado às margens da via principal, onde o caminhão recolhe uma vez por dia. E a sujeira acaba acumulando. Nem os containeres colocados pelo SLU são suficientes. O resultado é lixo espalhado, que é remexido por cachorros, cavalos. Tudo isso perto de escolas e casas. Um incômodo para muita gente.

“O lixo traz tudo o que não presta, muita doença e mosquito, principalmente o da dengue”, fala a dona de casa Maria Aureliano. “Todo mundo joga o lixo num terreno baldio. Aí vem a caçamba, o trator pega, despeja dentro da caçamba e leva”, acrescenta a dona de casa Francisca Cordeiro. “Falta o caminhão entrar na rua. Para pegar o lixo na porta de casa. Aí, ficava melhor”, sugere o gari Everton Silva.

A Administração de Ceilândia informou que está nivelando as ruas de terra. A Secretaria de Obras informou que só está aguardando a licença ambiental para começar as obras de drenagem e pavimentação do Condomínio Sol Nascente. Sem a rede de drenagem, basta uma chuva para levar embora o asfalto.



Fonte: Rede Globo aqui e aqui

sábado, 8 de maio de 2010

Cursos Técnicos - 2º Semestre 2010

Escola Técnica de Ceilândia abre inscrições para o processo classificatório de ingresso nos cursos técnicos em administração, com 180 vagas, e informática, com 270 vagas. De 11 a 20 deste mês. Disponibilidade de aulas nos três turnos letivos. O candidato deverá estar cursando ou já ter concluído o ensino médio. Prova em 6 de junho.

Informações: 3376-5217, 3376-5196 e http://www.etc.sect.df.gov.br/.


Fonte: Correio Braziliense

Tiroteio e morte

A guerra entre grupos rivais da QNP 26 e QNP 32, no Setor P Sul, pode ter sido a causa do assassinato do estudante Ítalo Gabriel Barbosa Ribeiro, 16 anos, e a tentativa de morte contra o balconista Adriano Pereira de Oliveira, 22 anos. O crime ocorreu por volta das 23h de sexta-feira, no Conjunto D da QNP 26.

Dois jovens que fugiram em uma motocicleta de cor escura são suspeitos do crime. Segundo testemunhas, Ítalo conversava com um grupo de amigos, sentado na calçada de uma casa, quando os autores chegaram. Sem pronunciar qualquer palavra, retiraram armas da cintura e efetuaram vários tiros.

Moradores trancaram portae e janelas enquanto pessoas que passavam na rua e correram. "Foi horrível. Parecia filme de violência com tantos tiros sendo disparados ao mesmo tempo", disse o funcionário público Pedro (nome fictício), 47 anos, testemunha do episódio e morador do conjunto onde ocorreu o tiroteio. "A guerra envolvendo jovens da QNP 26/32 é antiga, mas ninguém sabe como a confusão começou", disse.



Fonte: ClicaBrasília e Correio Braziliense