O governador José Roberto Arruda anunciou na manhã de ontem um reforço na Operação Tapa-Buraco nas ruas do DF. Durante o período chuvoso, 265 homens, divididos em 53 equipes, trabalharão todos os dias da semana na recuperação dos trechos danificados. A operação custará R$ 4,7 milhões aos cofres públicos e serão aplicadas cerca de 30 mil toneladas de asfalto nas ruas do DF.
As equipes formadas por servidores da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e da Coordenadoria das Cidades trabalharão simultaneamente em todas as regiões administrativas. As equipes estarão nas ruas entre 7h e 18h. Durante a noite, 10 equipes trabalharão das 19h às 23h e nos finais de semana, das 8h às 16h. Também foram disponibilizados R$ 50 milhões para recapeamento das vias mais antigas no decorrer do ano. As cidades mais afetadas são Taguatinga, Riacho Fundo, Santa Maria e Gama.
De acordo com um levantamento da Novacap, o Distrito Federal tem cerca de um milhão de quilômetros de asfalto, mas existem apenas cinco mil quilômetros de redes de captação águas pluviais. "Por isso nós só colocamos o asfalto novo depois de implantar as galerias para escoamento de água", destacou o governador.
Arruda acrescentou ainda que neste ano o GDF está fazendo um empréstimo de U$ 100 milhões com a Comissão Andina de Fomento para construir as galerias. "A Asa Norte e a Ceilândia, por exemplo, não contam com redes de águas pluviais", revelou Arruda.
O governo também está mapeando a cidade para saber os locais em que o asfalto está em piores condições. Os lugares com o pavimento mais antigo e com maior circulação de veículos terão prioridade na execução dos serviços. Os condomínios Sol Nascente e Pôr-do-Sol, na Ceilândia, e a Colônia Agrícola Vicente Pires estão entre as primeiras localidades a serem beneficiadas. A partir de abril, quando deve iniciar o período de estiagem, o GDF iniciará o recapeamento de todos esses pontos.
Os locais que precisam de reparos serão identificados por integrantes da força-tarefa, que percorrerão todas as cidades do DF. A população também pode telefonar para o número 156, teclar a opção 7 do menu e denunciar localidades que necessitem de serviços.
Fonte: Tribuna do Brasil
quarta-feira, 19 de março de 2008
terça-feira, 18 de março de 2008
Blitz na Feira do Rolo

Neste domingo, dia 16, foi realizada uma blitz na Feira de Ceilândia, no Setor O. As mercadorias que estavam sendo vendidas em volta da feira foram recolhidas. Eram produtos eletrônicos, peças de carro e de banheiro, móveis, bicicletas, roupas, CDs piratas e celulares usados. Os fiscais também apreenderam algumas frutas que estavam expostas em bancas no meio da calçada e um carregamento de coco. Resultado: 19 caminhões ficaram lotados de produtos irregulares.
Segundo o coordenador da operação, Paulo César, os donos dos produtos não tinham autorização para montar as bancas na rua, nem notas fiscais. ”Essa feira que está se instalando aqui é oriunda da Feira do Rolo, que tinha no centro de Ceilândia. E a fiscalização não vai permitir a instalação desta feira aqui”, disse.
Dentro da feira, a polícia apreendeu produtos piratas. Todos os CDs, DVDs, equipamentos eletrônicos e peças de celulares de uma das bancas foram recolhidos e o dono foi levado para a delegacia. Apenas uma banca foi fechada, no entanto, o responsável pela operação policial afirmou que as irregularidades na feira são grandes. “Enquanto a população não se conscientizar que quem financia a pirataria é ela, nós teremos comerciantes vendendo este tipo de produto”, afirmou o tenente-coronel Edilson, do Batalhão da Ceilândia.
Uma pequena caminhada pela feira já basta para que outros problemas sejam facilmente encontrados. Muitos vendedores não seguem as normas sanitárias e comercializam carne quase sem refrigeração.
Mas há quem trabalhe com tudo regularizado em meio a tantas ilegalidades. É o caso do comerciante José Carlos, que trabalha na feira há quase dez anos. Segundo ele, é preciso mais ação por parte do governo e da polícia para que a feira melhore. “Pagamos todos os imposto direitinho, enquanto eles lá fora não pagam nada e nos prejudicam”, reclamou.
Para a feirante Marley Cardoso, o comércio irregular atrapalha os feirantes legalizados. “Prejudica a moralização da feira e de nos que pagamos nossos impostos”, contou.
“Tem que ter uma fiscalização constante na feira. Aqui só tem fiscalização uma vez ou outra”, declarou o dono de banca Adenalvo Lima de Oliveira.
As mercadorias apreendidas foram levadas para um depósito do governo. Os donos têm 30 dias para pegar os produtos de volta, mas precisam apresentar nota fiscal.
Vale ressaltar que em Ceilândia Centro continua a movimentação de "vendedores" próximo ao Restaurante Comunitário. Pelo visto, a "vista grossa" da fiscalização da administração de Ceilândia continua e os "vendedores" continuam a vender de tudo - relógios, celulares, bicicletas, óculos, entre outros - tudo sem nota fiscal, é claro.
Fonte: Rede Globo
EPCT?

Os motoristas que saem de Ceilândia e Taguatinga e seguem para Planaltina e Sobradinho tentam escapar do engarrafamento da Estrutural cortando caminho pela Estrada Parque Contorno (EPCT). A terra é bem batida nos dois primeiro quilômetros de um dos trechos da estrada. O percurso começou no Lago Oeste e foi até a saída para o Pistão Norte, em Taguatinga. No total, são 14 quilômetros sem pavimentação.
Em outra parte da EPCT é possível entender por quais motivos nem todos escolhem o atalho. O motorista de uma carreta teve que interromper a viagem porque o caminhão ficou atolado. O trajeto é arriscado: outro veículo de carga que seguia no sentido contrário só conseguiu descer porque era mais leve.
O motorista Juscelino Bispo Sousa contou que isso sempre acontece com os motoristas que usam o atalho para cortar caminho. “Passei aqui na quinta-feira passada e vi três carretas atoladas. Passam muitos caminhões por aqui por causa do engarrafamento da Estrutural”, disse.
Já o vendedor Sebastião Ribeiro acelerou na tentativa de escapar do atoleiro. Ele subiu com tudo, mas acabou atolando na hora de desviar da carreta. O motorista contou que está acostumado a usar a EPCT quando precisa ir para Inhumas, em Goiás. E achou que dava para encarar a lama desta vez. “Me deparei com esse caminhão, mas continuei na estrada. Para descer, todo santo ajuda, mas para subir, só com um cabo de aço que eu carrego para emergências”.
Por ser mais leve, o carro pode ser rebocado. Mas o processo para desatolar a carreta é um pouco mais complexo. “É preciso esperar secar. Se não secar, tem como um trator puxar, mas cadê ele? O problema é esse”, afirmou o caminhoneiro Ranieri Miranda Silva.
De acordo com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), existe um projeto para fazer da Estrada Parque Contorno uma via marginal. Mas como não é prioridade, o projeto ficou para o ano que vem. Por ser uma estrada irregular, a estrada ainda não consta no mapa.
Fonte: Rede Globo
Pôr do Sol e Sol Nascente
Quem tinha o sonho de regularizar sua situação em um dos vários condomínios da Ceilândia está perto de ver a chance acontecer. O governador José Roberto Arruda assinou ontem três decretos para acelerar a regulamentação dos condomínios públicos e privados do DF. Enquanto isso, os moradores dos condomínios como Sol Nascente e Pôr do Sol vivem contornando problemas.
A partir de hoje, tanto a CEB quanto a Caesb ficam possibilitadas de retornar ao local para dar início às obras de infra-estrutura que a região tanto demanda. Norteada pelo Estatuto das Cidades, responsável por traçar diretrizes de políticas urbanas, a Lei nº 3009/2002 permite que estruturas de rede de água sejam construídas para famílias de baixa renda, em situação de risco ao meio ambiente. Este é o caso dos condomínios. Entretanto, em ação do Ministério Público, obras como a da Caesb, que já haviam iniciado, foram embargadas.
Assim como em outras regiões do DF, demandas como asfalto, energia e água eram apenas sonho para alguns moradores. A reclamação não é injustificada: quem chega ao Sol Nascente encontra precariedade nas instalações públicas. Até o mês de maio, o estudo ambiental será finalizado, e só a partir daí a regularização entra em fase final. O projeto urbanístico do que será uma das mais novas áreas urbanas de Ceilândia é esperado para se definir o local onde as obras de infra-estrutura terão início.
Para Tânia Maria dos Santos, moradora de um dos condomínios, a regularização chega em boa hora. "A gente precisa que o governo nos dê a atenção necessária, para que a gente pague pelo que é nosso e tenha um lugar decente para morar", afirma. Desempregada, ela reclama por não ter o direito de mostrar no papel que mora ali e acha que a regularização resgata a cidadania daquelas pessoas que vivem nas áreas ocupadas. "Nem tem como a gente comprovar residência morando aqui, pois todos nos vêem como invasores e a gente nem tem comprovação", desabafa.
Segundo informações da assessoria de comunicação da Sub-Secretaria de Habitação do DF, o governo já contratou a empresa para realizar o cadastramento desses moradores. Um cadastro sócio-econômico está sendo aplicado nos condomínios para que sejam detectadas as necessidades de cada setor e para coordenar as ações do governo. Cerca de 55 mil pessoas serão beneficiadas nos condomínios Sol Nascente e Pôr do Sol.
Segundo Adauri Gomes, administrador de Ceilândia, a intenção é criar a administração própria dos condomínios, um órgão desvinculado da Administração Regional da cidade. Atualmente, a Gerência de Condomínios é quem atua junto à comunidade prestando serviços para atender às demandas, só que com efetivos de equipe e maquinário bem menores. "Nós do governo vamos nos instalar lá definitivamente. Vai ser a grande obra da Ceilândia", afirma Adauri.
Fonte: Tribuna do Brasil
A partir de hoje, tanto a CEB quanto a Caesb ficam possibilitadas de retornar ao local para dar início às obras de infra-estrutura que a região tanto demanda. Norteada pelo Estatuto das Cidades, responsável por traçar diretrizes de políticas urbanas, a Lei nº 3009/2002 permite que estruturas de rede de água sejam construídas para famílias de baixa renda, em situação de risco ao meio ambiente. Este é o caso dos condomínios. Entretanto, em ação do Ministério Público, obras como a da Caesb, que já haviam iniciado, foram embargadas.
Assim como em outras regiões do DF, demandas como asfalto, energia e água eram apenas sonho para alguns moradores. A reclamação não é injustificada: quem chega ao Sol Nascente encontra precariedade nas instalações públicas. Até o mês de maio, o estudo ambiental será finalizado, e só a partir daí a regularização entra em fase final. O projeto urbanístico do que será uma das mais novas áreas urbanas de Ceilândia é esperado para se definir o local onde as obras de infra-estrutura terão início.
Para Tânia Maria dos Santos, moradora de um dos condomínios, a regularização chega em boa hora. "A gente precisa que o governo nos dê a atenção necessária, para que a gente pague pelo que é nosso e tenha um lugar decente para morar", afirma. Desempregada, ela reclama por não ter o direito de mostrar no papel que mora ali e acha que a regularização resgata a cidadania daquelas pessoas que vivem nas áreas ocupadas. "Nem tem como a gente comprovar residência morando aqui, pois todos nos vêem como invasores e a gente nem tem comprovação", desabafa.
Segundo informações da assessoria de comunicação da Sub-Secretaria de Habitação do DF, o governo já contratou a empresa para realizar o cadastramento desses moradores. Um cadastro sócio-econômico está sendo aplicado nos condomínios para que sejam detectadas as necessidades de cada setor e para coordenar as ações do governo. Cerca de 55 mil pessoas serão beneficiadas nos condomínios Sol Nascente e Pôr do Sol.
Segundo Adauri Gomes, administrador de Ceilândia, a intenção é criar a administração própria dos condomínios, um órgão desvinculado da Administração Regional da cidade. Atualmente, a Gerência de Condomínios é quem atua junto à comunidade prestando serviços para atender às demandas, só que com efetivos de equipe e maquinário bem menores. "Nós do governo vamos nos instalar lá definitivamente. Vai ser a grande obra da Ceilândia", afirma Adauri.
Fonte: Tribuna do Brasil
segunda-feira, 17 de março de 2008
Vitória do Ceilândia

Os poucos fiéis torcedores do CEC tiveram mais um jogo repleto de emoção. Neste domingo, jogando para um público apenas razoável, o CEC venceu o Gama por 3 x 2. O resultado deixa o Ceilândia a dois pontos de Legião e Dom Pedro, na busca por uma vaga na Série C 2008.
Foi um jogo muito disputado. Os dois primeiros jogos surgiram de lances discutíveis. Aos 18 minutos do primeiro tempo, Maia ganhou na corrida de Adriano perdeu o equilíbrio e caiu. O árbitro Almir Barcelos indicou o pênalti que Esley cobrou abrindo o placar.
Não deu para o Gama comemorar. Um minuto depois Rodrigo Paraná disputou a bola com o meia do Gama e caiu. O árbitro indicou marcou penalti. Aos 20, Carlos Lima cobrou e deixou tudo igual.
Após o gol do empate o Gama mostrou um pouco mais de consistência. O time verde conseguira anular Luiz Fernando e Rodrigo Paraná completamente. Restavam as investidas de Rodrigo Félix, pouco produtivo, e de Diego Macedo. No resumo, o jogo prosseguiu igual.
Veio o segundo tempo tinha um homem de vantagem, desde a expulsão de Léo. O Gato não soube aproveitar essa vantagem de um homem podendo-se até a dizer que o Gama começou o segundo tempo melhor. Apesar dessa leve supremacia, o segundo gol do Gama veio por acidente. Maykon cobrou falta e Panda, ao tentar tirar, colocou contra as próprias redes: CEC 1 x 2 Gama.
O CEC então assumiu o controle da partida. Ricardo Oliveira tirou Rodrigo Paraná colocando Cassius em campo. o CEC pressionou seguidamente até que aos 25, após bela triangulação, a bola foi tocada para Thompson que, cara a cara com Rafael Cordova, bateu cruzado (foto) assinalando o empate: CEC 2 x 2 Gama.
Após o gol do empate o Ceilândia continuou mandando na partida, mas sem criar oportunidades claras de gol.
Aos 41 a sorte sorriu para o Ceilândia: um lance desprentensioso e Gerson falhou clamorosamente, segurando Rodrigo Felix e derrubando-o na área. Almir Barcelos assinalou o pênalti que foi cobrado com perfeição por Carlos Lima: CEC 3 x 2.
O panorama da partida não mudou. O CEC tinha as ações do jogo e o Gama parecia não ter forças para empatar.
Com esse resultado o Gama foi a 14 pontos, permanecendo atrás de Dom Pedro e Legião. Na próxima rodada o CEC enfrentará o Brasiliense precisando, ainda, da vitória para não se distanciar dos concorrentes.
Fonte: Ceilândia Esporte Clube, Esporte Candango, Tribuna do Brasil e Jornal de Brasília
Vigilante venceu
No terceiro turno da eleição no PT do Distrito Federal, para escolha de seu presidente, realizado ontem, o ex-deputado distrital Chico Vigilante teve uma vitória expressiva. Dos 1.428 petistas que foram às urnas, 1.299 votaram a favor de sua reeleição, para mais dois anos à frente da legenda. Lenildo Morais teve apenas 72 votos. Outros 57 eleitores optaram pelo voto em branco ou nulos. O resultado final, no entanto, não encerra a crise no partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na capital do país.
Lenildo Moraes, da corrente Movimento PT, e seu principal aliado, Geraldo Magela, único deputado federal da legenda no Distrito Federal, não reconhecem a vitória de Vigilante e não o reconhecerão como presidente do partido. Como medida para boicotar a eleição de ontem — determinada pela comissão criada pela direção nacional para analisar os casos regionais em que houve questionamentos dos candidatos às presidências regionais — Lenildo orientou seus aliados e cabos eleitorais a não saírem de casa para votar. “Nós não participamos do processo eleitoral. Não mobilizamos nosso pessoal porque não concordávamos com o terceiro turno”, sustenta. “Agora o Chico Vigilante terá de arcar com um resultado pífio porque o PT é muito maior do que isso”, avalia.
Na eleição de ontem, menos de 1,5 mil petistas foram votar, o que representa apenas 25% do eleitorado que participou das votações no primeiro e segundo turnos, realizados, respectivamente, nos dias dois e 16 de dezembro. Vigilante saiu na frente na primeira rodada, mas não obteve metade dos votos e a disputa foi levada a nova votação. No segundo turno, Lenildo venceu, com uma pequena diferença de votos. Ele teve 2.627 eleitores, contra 2.505 de Vigilante. Houve, no entanto, denúncias de fraude dos dois lados e o caso foi deliberado pela direção nacional. “Muita gente deixou de votar hoje (ontem) porque o Lenildo avisou que havia desistido. Não tivemos muito tempo para mobilizar a militância”, justifica Vigilante.
Fonte: Correio Web e Jornal de Brasília
Lenildo Moraes, da corrente Movimento PT, e seu principal aliado, Geraldo Magela, único deputado federal da legenda no Distrito Federal, não reconhecem a vitória de Vigilante e não o reconhecerão como presidente do partido. Como medida para boicotar a eleição de ontem — determinada pela comissão criada pela direção nacional para analisar os casos regionais em que houve questionamentos dos candidatos às presidências regionais — Lenildo orientou seus aliados e cabos eleitorais a não saírem de casa para votar. “Nós não participamos do processo eleitoral. Não mobilizamos nosso pessoal porque não concordávamos com o terceiro turno”, sustenta. “Agora o Chico Vigilante terá de arcar com um resultado pífio porque o PT é muito maior do que isso”, avalia.
Na eleição de ontem, menos de 1,5 mil petistas foram votar, o que representa apenas 25% do eleitorado que participou das votações no primeiro e segundo turnos, realizados, respectivamente, nos dias dois e 16 de dezembro. Vigilante saiu na frente na primeira rodada, mas não obteve metade dos votos e a disputa foi levada a nova votação. No segundo turno, Lenildo venceu, com uma pequena diferença de votos. Ele teve 2.627 eleitores, contra 2.505 de Vigilante. Houve, no entanto, denúncias de fraude dos dois lados e o caso foi deliberado pela direção nacional. “Muita gente deixou de votar hoje (ontem) porque o Lenildo avisou que havia desistido. Não tivemos muito tempo para mobilizar a militância”, justifica Vigilante.
Fonte: Correio Web e Jornal de Brasília
Passeata de paz
Eram 7h quando a organização da 6ª Caminhada pela Paz na Ceilândia começou a se agrupar no estacionamento do Supermercado Extra, ao lado da Administração Regional da cidade. Com um café colonial oferecido pelo parceiro Extra, muitas pessoas se prepararam para a caminhada que seguiu até o Lions Clube. Na concentração houve apresentação da Águia Imperial, escola de samba campeã do carnaval de Brasília, que animou os participantes. Durante o percurso, o acompanhamento da polícia e dos bombeiros e a água mineral cedida pela Caesb tornaram a caminhada um grande evento.
Para o coordenador-geral da caminhada, Salvador Almeida, participar do evento é tomar partido pela cidade. "A gente tem que traçar uma linha e seguir aquele caminho de união para pedir paz", explica. Apesar da baixa divulgação, a meta era conseguir reunir a população em torno de uma causa. "O importante é conscientizar a comunidade de que ela tem que ser mais unida, alertar que nós, ceilandenses, somos um só time buscando a paz, não só no trânsito", conclui Salvador.
Bruna Almeida, filha de Salvador, participa de ações comunitárias desde criança e completa o pensamento do pai. "Temos que nos unir primeiro. Se nós não mudarmos, ninguém muda por nós", explica. Quem teve ânimo de levantar cedo confirma a importância da iniciativa. Gerusa Silva levou os filhos para participarem da atividade. "Trago meus filhos porque eles também acabam me incentivando. Acho importante esse tipo de evento que é até mesmo cultural, pois serve para que eles saibam o que significa esse tipo de ato", afirma Gerusa.
O projeto das caminhadas surgiu no centenário do grupo Rotary. Na cidade, o evento acontece desde 2003 e já chegou a reunir cerca de mil pessoas. Esse ano contou com o apoio de importantes parceiros que forneceram todo o pessoal e material necessários. No local da chegada, pipoca e algodão para as crianças, atendimento médico voluntário para a comunidade, sorteio de brindes e música completaram a celebração. Antônio Leitão, um dos coordenadores do evento no Lions, diz ser a primeira vez que eles participam diretamente do projeto, mas enxerga a importância dessa parceria de longa data. "Acima de tudo, esse é um trabalho pela paz. A gente procura sempre participar desse tipo de campanha para a melhoria da cidade", afirma Antônio.
No Lions, grupos de médicos, dentistas e outros profissionais prestaram serviços à comunidade. Emery Borges, dentista voluntária do evento, explica como. "No nosso caso, onde existe campanha de ação comunitária, o nível de cárie cai. O trabalho nos centros de saúde, a chamada parte curativa, também fica menor, pois a prevenção conscientiza a população de como fazer uma higienização correta". Crianças ganharam kits com escova e pasta de dente e aprenderam como escovar os dentes da forma correta. Testes de glicose, medida de pressão e encaminhamento médico também foram oferecidos.
Aproveitando a oportunidade, o projeto Ceilandense Sangue Bom continua agindo pela cidade e também marcou presença no evento, junto com o Grupo de Apoio Cívico e a Guarda Nacional de Proteção Ambiental. No cadastramento de doadores que ocorreu na Administração no último dia 7, cerca de 400 pessoas doaram sangue e agora fazem parte do cadastro nacional do Hemocentro. Para Cecílio Aguiar Rosa, chefe da junta Militar, essa foi uma outra oportunidade para alertar a população sobre a importância da participação cidadã. "O foco, como sempre, é a cidade. Mudando conceitos e princípios básicos da vida, sobre como alguém pode cuidar da sua cidade, e desenvolvendo a cidadania através de ações práticas", explica Cecílio.
A presidente do Conselho de Saúde de Ceilândia, Joseneide de Sousa, afirma que esse era um antigo sonho de trabalho comunitário. "A cidade está vislumbrando tempos melhores, se enchendo de esperança. Ela está mudando", comenta. Para Salvador, essa é a grande oportunidade de a cidade realizar algo grandioso. "Talvez a Ceilândia possa dar o exemplo de uma cidade que está mudando de cara e que o povo percebe isso e participa", conclui.
Fonte: Tribuna do Brasil
Para o coordenador-geral da caminhada, Salvador Almeida, participar do evento é tomar partido pela cidade. "A gente tem que traçar uma linha e seguir aquele caminho de união para pedir paz", explica. Apesar da baixa divulgação, a meta era conseguir reunir a população em torno de uma causa. "O importante é conscientizar a comunidade de que ela tem que ser mais unida, alertar que nós, ceilandenses, somos um só time buscando a paz, não só no trânsito", conclui Salvador.
Bruna Almeida, filha de Salvador, participa de ações comunitárias desde criança e completa o pensamento do pai. "Temos que nos unir primeiro. Se nós não mudarmos, ninguém muda por nós", explica. Quem teve ânimo de levantar cedo confirma a importância da iniciativa. Gerusa Silva levou os filhos para participarem da atividade. "Trago meus filhos porque eles também acabam me incentivando. Acho importante esse tipo de evento que é até mesmo cultural, pois serve para que eles saibam o que significa esse tipo de ato", afirma Gerusa.
O projeto das caminhadas surgiu no centenário do grupo Rotary. Na cidade, o evento acontece desde 2003 e já chegou a reunir cerca de mil pessoas. Esse ano contou com o apoio de importantes parceiros que forneceram todo o pessoal e material necessários. No local da chegada, pipoca e algodão para as crianças, atendimento médico voluntário para a comunidade, sorteio de brindes e música completaram a celebração. Antônio Leitão, um dos coordenadores do evento no Lions, diz ser a primeira vez que eles participam diretamente do projeto, mas enxerga a importância dessa parceria de longa data. "Acima de tudo, esse é um trabalho pela paz. A gente procura sempre participar desse tipo de campanha para a melhoria da cidade", afirma Antônio.
No Lions, grupos de médicos, dentistas e outros profissionais prestaram serviços à comunidade. Emery Borges, dentista voluntária do evento, explica como. "No nosso caso, onde existe campanha de ação comunitária, o nível de cárie cai. O trabalho nos centros de saúde, a chamada parte curativa, também fica menor, pois a prevenção conscientiza a população de como fazer uma higienização correta". Crianças ganharam kits com escova e pasta de dente e aprenderam como escovar os dentes da forma correta. Testes de glicose, medida de pressão e encaminhamento médico também foram oferecidos.
Aproveitando a oportunidade, o projeto Ceilandense Sangue Bom continua agindo pela cidade e também marcou presença no evento, junto com o Grupo de Apoio Cívico e a Guarda Nacional de Proteção Ambiental. No cadastramento de doadores que ocorreu na Administração no último dia 7, cerca de 400 pessoas doaram sangue e agora fazem parte do cadastro nacional do Hemocentro. Para Cecílio Aguiar Rosa, chefe da junta Militar, essa foi uma outra oportunidade para alertar a população sobre a importância da participação cidadã. "O foco, como sempre, é a cidade. Mudando conceitos e princípios básicos da vida, sobre como alguém pode cuidar da sua cidade, e desenvolvendo a cidadania através de ações práticas", explica Cecílio.
A presidente do Conselho de Saúde de Ceilândia, Joseneide de Sousa, afirma que esse era um antigo sonho de trabalho comunitário. "A cidade está vislumbrando tempos melhores, se enchendo de esperança. Ela está mudando", comenta. Para Salvador, essa é a grande oportunidade de a cidade realizar algo grandioso. "Talvez a Ceilândia possa dar o exemplo de uma cidade que está mudando de cara e que o povo percebe isso e participa", conclui.
Fonte: Tribuna do Brasil
domingo, 16 de março de 2008
Vigilante ainda não ganhou
A polêmica criada em torno das eleições para a presidência do PT no Distrito Federal pode ter um fim, amanhã, quando acontece a eleição regional, das 9h às 17h. Os candidatos ao cargo, o ex-deputado Chico Vigilante, que tenta a reeleição, e Lenildo Moraes, que havia anunciado desistência da disputa, mobilizam seus correligionários para alcançar a vitória nas urnas.
Lenildo atribui o anúncio de sua renúncia ao fato de não se conformar com a decisão da Comissão Especial do PT em cancelar sua vitória, no segundo turno, devido a uma série de denúncias de fraudes. Vigilante denunciou ter encontrado no segundo turno lista de eleitores com menos votos que os depositados nas urnas e até assinatura de militante morto.
Para a nova eleição, determinada pelo PT, Lenildo não chegou a protocolar a renúncia, tendo enviado apenas uma carta em que informa que não participaria da eleição caso tivesse de concorrer com o ex-distrital. Na carta, segundo membros do partido, em momento algum Lenildo utilizou a palavra renúncia. Segundo ele, o documento dizia que caso a comissão mantivesse a candidatura de Chico Vigilante ele não participaria da disputa, o que ele acredita estar explícito que significa renúncia.
Seguindo as normas internas do partido, foi convocada uma nova eleição, como rege o Estatuto do Partido dos Trabalhadores, pelo fato de não haver uma renúncia de uma das partes. "A direção do partido está correta em seguir nosso Estatuto e convocar novas eleições", defendeu Chico Vigilante.
Agora, os candidatos correm contra o tempo. Lenildo busca apoio de aliados, e Chico Vigilante mobiliza membros do partido que podem garantir sua vitória para novo mandato. Hoje, já nas primeiras horas da manhã, Chico se reuniu no auditório da CUT e recebeu membros do PT de todas as cidades do Distrito Federal que foram lhe dar apoio. "Além da correria na mobilização estamos preparando as cédulas e reservando os locais para a votação", comentou.
Incomodado com a crise que se instalou no partido por conta da manobra de Lenildo, que disse que havia renunciado, mas não protocolou a decisão, Chico Vigilante diz que "a direção nacional do PT cogita entrar com representação no Conselho de Ética pelo que ele está submetendo o partido, que é um constrangimento", destacou.
Climas e crises à parte, Chico Vigilante convoca os filiados do PT para comparecer em massa nesta eleição a fim de garantir um bom comparecimento. "Vamos virar a página desta crise", apela. Mas enquanto trabalha incansavelmente por um bom resultado neste domingo, ele pensa no futuro. "Vamos mobilizar o partido para as próximas eleições. A meta é ganhar as eleições de 2010", prevê o ex-deputado.
Fonte: Jornal Coletivo
Lenildo atribui o anúncio de sua renúncia ao fato de não se conformar com a decisão da Comissão Especial do PT em cancelar sua vitória, no segundo turno, devido a uma série de denúncias de fraudes. Vigilante denunciou ter encontrado no segundo turno lista de eleitores com menos votos que os depositados nas urnas e até assinatura de militante morto.
Para a nova eleição, determinada pelo PT, Lenildo não chegou a protocolar a renúncia, tendo enviado apenas uma carta em que informa que não participaria da eleição caso tivesse de concorrer com o ex-distrital. Na carta, segundo membros do partido, em momento algum Lenildo utilizou a palavra renúncia. Segundo ele, o documento dizia que caso a comissão mantivesse a candidatura de Chico Vigilante ele não participaria da disputa, o que ele acredita estar explícito que significa renúncia.
Seguindo as normas internas do partido, foi convocada uma nova eleição, como rege o Estatuto do Partido dos Trabalhadores, pelo fato de não haver uma renúncia de uma das partes. "A direção do partido está correta em seguir nosso Estatuto e convocar novas eleições", defendeu Chico Vigilante.
Agora, os candidatos correm contra o tempo. Lenildo busca apoio de aliados, e Chico Vigilante mobiliza membros do partido que podem garantir sua vitória para novo mandato. Hoje, já nas primeiras horas da manhã, Chico se reuniu no auditório da CUT e recebeu membros do PT de todas as cidades do Distrito Federal que foram lhe dar apoio. "Além da correria na mobilização estamos preparando as cédulas e reservando os locais para a votação", comentou.
Incomodado com a crise que se instalou no partido por conta da manobra de Lenildo, que disse que havia renunciado, mas não protocolou a decisão, Chico Vigilante diz que "a direção nacional do PT cogita entrar com representação no Conselho de Ética pelo que ele está submetendo o partido, que é um constrangimento", destacou.
Climas e crises à parte, Chico Vigilante convoca os filiados do PT para comparecer em massa nesta eleição a fim de garantir um bom comparecimento. "Vamos virar a página desta crise", apela. Mas enquanto trabalha incansavelmente por um bom resultado neste domingo, ele pensa no futuro. "Vamos mobilizar o partido para as próximas eleições. A meta é ganhar as eleições de 2010", prevê o ex-deputado.
Fonte: Jornal Coletivo
Estrada Parque Ceilândia - Conhece? Ah, conhece...
Parece brincadeira mas muitas pessoas de Ceilândia não conhecem a Estrada Parque Ceilândia (EPCL). Na realidade conhecem sim, mas com outro nome - Via Estrutural... O nome da estrada é uma homenagem a cidade de Ceilândia e mesmo assim a mídia e alguns desavidados tentam ocultá-la de nós.
Baixe os mapas rodoviários mais novos do DER e confira você mesmo:
Mapa do DF
Mapa da RIDE (Região Integrada do Distrito Federal e Entorno)
Fonte: DER-DF
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Mapa do DF
Mapa da RIDE (Região Integrada do Distrito Federal e Entorno)
Fonte: DER-DF
Mais uma quadra de esportes no P Sul
Os moradores da QNP 24, de Ceilândia presenteados com uma praça, com campo de areia, parquinho infantil e quadra poliesportiva. A obra, que custou R$ 280 mil, foi entregue pelo governador José Roberto Arruda na sexta-feira última, em uma festa de inauguração.
“Esta área estava abandonada. As pessoas sofriam com a criminalidade e o tráfico de drogas. Agora, jovens e famílias inteiras poderão usufruir deste espaço.” A obra custou R$ 280 mil.”, comentou o governador. A praça conta também com iluminação pública reforçada, com oito postes de 16 metros.
Arruda anunciou outras melhorias para a região. “Neste fim de semana, pelo menos dez equipes de tapa-buracos estarão nas ruas. A Novacap também vai trabalhar desentupindo os bueiros”, afirmou. Ontem mesmo, a QNP 22 recebeu visita de técnicos da Caesb, que fizeram a manutenção da rede de esgoto.
Fonte: Jornal de Brasília
“Esta área estava abandonada. As pessoas sofriam com a criminalidade e o tráfico de drogas. Agora, jovens e famílias inteiras poderão usufruir deste espaço.” A obra custou R$ 280 mil.”, comentou o governador. A praça conta também com iluminação pública reforçada, com oito postes de 16 metros.
Arruda anunciou outras melhorias para a região. “Neste fim de semana, pelo menos dez equipes de tapa-buracos estarão nas ruas. A Novacap também vai trabalhar desentupindo os bueiros”, afirmou. Ontem mesmo, a QNP 22 recebeu visita de técnicos da Caesb, que fizeram a manutenção da rede de esgoto.
Fonte: Jornal de Brasília
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