quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Opinião: Evento é criticado

Houve um tempo em que a Assessoria de Comunicação da Administração Regional de Ceilândia era autista, surda e muda.

A coisa melhorou de uns tempos para cá. Mas, com relação ao concurso para escolha da Miss Ceilândia 2009, sobraram derrapadas.

Primeiro, divulgaram que havia quarenta inscritas, que de repente viraram 43. Da pré-seleção deveriam sair 21 concorrentes, mas parece que só 19 disputarão o título (a lista com o nome das escolhidas nunca foi divulgada). Por fim, a festa que seria no SESC Ceilândia, acabou transferida na última hora para o Centro Salesiano do Menor.

Todas estas alterações não mereceram sequer uma mísera nota informativa no site oficial da Administração Regional. E olha que o concurso é organizado (?) pela Assessoria de Comunicação Social.

Da próxima vez será melhor deixar o evento aos cuidados de agentes do serviço secreto.


Fonte: Ceilândia.com

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Mudança de última hora



A Administração Regional de Ceilândia resolveu mudar de última hora a programação do Miss Ceilândia 2009. O evento que estava previsto para acontecer no SESC Ceilândia foi transferido, segundo o Jornal de Brasília, para o Centro Salesiano do Menor - Cesam - próximo ao SESC Ceilândia.

O evento ocorrerá as 20h e o Cesam fica na QNN 31 AE de Ceilândia Norte. Ainda segundo o noticiário, serão 19 candidatas e não 21 como foi programado anteriormente.

Fonte: Jornal de Brasília de 17/12/08 e ClicaBrasília

Nada decorado

Passando por Taguatinga neste final de semana, observei a diferença na decoração de natal no centro de Taguatinga e a do centro de Ceilândia. Não entendo essa diferença entre Ceilândia e Taguatinga, se os moradores não tivessem memória curta lembrariam do tratamento que foi dado neste natal e pensariam melhor no seu voto em 2010.

Antônio Domingos



A Associação Comercial, Empresarial e Industrial de Ceilândia - a ACIC-DF - também sugeriu que iria participar de uma competição de iluminação de natal, mas nada foi feito até o momento.


Fonte: ACIC-DF

Exposições no Metrô

Os mais de 150 mil usuários que utilizam o serviço do metrô todos os dias podem perceber uma movimentação diferente nas tações. Começou dia 11 e segue até o dia 22 de dezembro a exposição de trabalhos artesanais em oito estações, entre elas, Galeria, Central, Praça do Relógio e Terminal Central de Ceilândia. O projeto é uma parceria da Secretaria de Trabalho e da Companhia de Metropolitano, que administra o transporte.

Com o objetivo de expor peças artesanais e gerar renda para os artistas, a Gerência de Promoção de Trabalhos Artesanais entrou em contato com as associações de artesanato de Brasília, que encaminharam por volta e cem artesãos para o projeto. Cada estação conta com cerca de dez barracas, com exceção da Estação Central que, por ter um grande fluxo de pessoas, conta com mais de 20 estandes.

Toalhas e panos de pratos bordados, sapatinhos de bebês, bijuterias, brinquedos didáticos, crochê, caixas e vidros decorados, pinturas francesas e bonecas são alguns dos produtos que podem ser encontrados nas exposições.

“O Governo do Distrito Federal está empenhado em gerar ocupação e renda para o artesanato.
Para isso, estamos projetando a criação do Mercado do Artesanato. A feira vai ficar próxima
à Feira dos Importados e deve ser inaugurada ano que vem”, declara Maria Geoni de Oliveira, gerente de Promoção de Trabalhos Artesanais. Brasília possui, atualmente, 14 mil artesãos e
71 associações cadastradas.

Bárbara Costa, 18 anos, é estudante e todos os dias utiliza o metrô. Enquanto espera, a jovem aproveita para dar uma olhada nos trabalhos. “A gente vive apressada e sem tempo, então, ter exposições aqui deixam o comércio muito mais acessível. O bom é que eu posso ver as barracas hoje e, se gostar de algo, amanhã posso voltar e comprar”, define Bárbara.


Fonte: ClicaBrasília

Parcerias contra a violência

Só este ano foram registrados cinco casos de lesão corporal e uma morte nas escolas públicas do Distrito Federal. A escalada da violência preocupa o governo.

Para diminuir esses números, a Secretaria de Educação e a Secretaria de Esportes firmaram uma parceria. Ao todo, 76 escolas vão receber material esportivo extra no ano que vem. A idéia é tornar o colégio mais atraente tanto para as crianças, como para os adolescentes.

“Esporte agrega valores, união, participação, desenvolvimento intelectual. O esporte é tudo”, defende o secretário adjunto de Esportes, Herbert William.

O acordo foi oficializado depois de um encontro no Ministério Público. Das escolas que serão atendidas, quase 40% estão em Brazlândia.

“Nós fizemos o mapeamento da violência e Brazlândia vem na frente do processo. Aparece como a cidade mais violenta de todas”, revela o assessor especial da Secretaria de Educação, Atílio Mazzoleni.

Apesar do reforço em Brazlândia, o histórico de violência na rede pública não escolhe cidade. Nessa segunda-feira (15), um aluno, de 17 anos foi esfaqueado em uma escola do Itapoã. Em junho, o diretor da única escola do Lago Oeste foi assassinado por ex-alunos que traficavam drogas nas imediações.

Em maio, um professor de Ceilândia apanhou tanto de um aluno que chegou inconsciente ao Hospital de Base. Para evitar casos como esses, o Ministério Público indica uma saída: “o esporte, o lazer, a cultura. Não só quem faz parte da escola, como alunos, professores e funcionários. Mas a própria comunidade que pode utilizar o espaço público da escola para cuidar melhor dela, se sentir integrado. Assim, a escola será melhor cuidada”, acredita o promotor de Justiça Rubin Lemos.



Veja o vídeo:

CorreioWeb / Tv Brasília


Fonte: Rede Globo aqui e aqui e Jornal Local de 17/12/08

Dificuldades nos hospitais do DF

Paciente deitado no banco da recepção, horas de espera e sem previsão de atendimento. Assim funciona o Hospital Regional de Ceilândia (HRC). “Há mais de meia hora não tem atendimento nenhum. Nem para o idoso, nem para o pessoal que está aqui desde às 5h”, conta a dona-de-casa Maria Alice Pinheiro. “A saúde do Distrito Federal está péssima mesmo viu?”, enfatiza uma senhora.

Desde domingo (14), Maria da Glória procura ajuda para a filha, que está com irritação na pele. O mesmo problema do pedreiro Dioclides da Silva. “Eles falam que não tem médico e o pessoal está aí sofrendo. Eu também estou sofrendo porque cheguei aqui no hospital às 5h45 e até agora nada. É impossível uma coisa dessas”, diz.

No Hospital Regional de Taguatinga (HRT), os pacientes também não estão satisfeitos. O motorista Joaquim Almeida reclama que falta atendimento básico. “Sou deficiente de uma perna. Não posso nem usar o banheiro de deficiente, porque o guarda diz que é só pra funcionário. Quando eu fui ao banheiro novamente, o PM fez eu sair, mas o banheiro não era pra funcionário”, reclama.

Especialistas então é coisa rara. O serralheiro Antônio Alves da Silva precisa de cardiologista, mas vai ter de voltar para casa. “O pessoal custa vir atender a gente. Tem gente que passa mal com o coração quase parando e não tem quem venha atender a gente”, afirma Antônio.

E não adianta correr para o posto de saúde, como muitos são orientados, porque no posto da Praça do Bicalho os atendimentos serão feitos só daqui a dois meses. Sem contar a falta de remédios. “A autônoma Antônia Rocha Faria sabe bem o que isso significa. Está a dois meses em busca de medicamento para diabetes.

“Para eu tomar meu medicamento minha filha teve que comprar uma caixa pra mim, pois estou sem condições de pagar”, diz Antônia.

No Hospital de Samambaia, a principal dificuldade é para fazer exames. Eletrocardiograma, por exemplo, não é possível por falta de equipamento. E mesmo em situações mais simples, como coleta de sangue, é preciso paciência, porque no laboratório do hospital são apenas dois técnicos por turno.

“Ainda vão pedir encaminhamento para o Hospital Regional de Taguatinga, sendo que já tem gente que veio de lá pra cá pra ser atendido. Não sei o que vai ser de mim, porque a todo momento meu coração dispara, fico pálida. Estou tentando manter a calma, mas estou vendo que a qualquer hora eu posso até morrer sem atendimento descente, adequado”, desabafa a cabeleireira Rosa de Souza.

Também é difícil marcar cirurgias no Hospital de Samambaia. “Estou com meu filho aqui. Ele está deitado, esperando por um exame de sangue, que já foi pedido não sei quantas vezes. Meu filho esperou quatro dias para ser operado neste hospital”, relata a comerciária Francisca de Araújo.

O Secretário Adjunto de Saúde, Florêncio Cavalcante Neto, disse que estão sendo nomeados esta semana médicos para o Hospital da Ceilândia. A falta de cardiologista no Hospital de Taguatinga foi um problema eventual, de acordo com a secretaria. No Hospital de Samambaia, estão sendo comprados equipamentos de eletrocardiograma, raio-x e tomógrafo. E o remédio para diabetes que faltava nos centros de saúde foi reposto.

O orçamento aprovado pelos deputados distritais reduziu em R$ 300 milhões os gastos com a saúde para 2009. O fundo constitucional do Distrito Federal tem R$ 2,11 bilhões para dividir entre educação, saúde e segurança.


Fonte: Rede Globo aqui e aqui

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Imagem: Festa dos quadrinhos

A Oficina de Quadrinhos terminou suas atividades de 2008 em grande estilo no Centro Cultural de Ceilândia, no último sábado (13/12/08). Além dos desenhos, os participantes tiveram premiações, atividades culturais e entrega de certificados do curso.


Em 2009 muitas outras novidades são esperadas.












Fonte de imagens: Dih Teixeira

E agora, Ceilândia?!

Quem será a mais bela representante de nossa cidade?

Vinte e uma candidatas participam do desfile que definirá a mulher mais bonita de Ceilândia. Cada uma representará um setor da cidade e é esperado um grande espetáculo do Centro de Atividades do SESC Ceilândia.


O Miss Ceilândia 2009 acontece nesta quarta-feira (17/12/08) as 20h, no SESC Ceilândia (QNN 27, lote B, Ceilândia Norte).

Seleção preparada para a disputa

As seleções de Brasil e Cuba desembarcaram em Brasília nesta terça-feira para o Desafio Petrobras de Handebol Masculino e Feminino. A equipe masculina estréia na quinta-feira, às 20 horas, e depois volta às quadras no sábado, às 15h30min, com transmissão ao vivo da ESPN Brasil.

Já o time feminino joga na sexta-feira, às 20 horas, e no sábado às 17h30min. Todos as partidas serão realizadas, no SESC Ceilândia (DF).

O torneio internacional visa a preparação da Seleção Masculina para o Campeonato Mundial, que acontecerá de 16 de janeiro a 1º de fevereiro, na Croácia e, no feminino, marca o encerramento das atividades em 2008.

"As nossas expectativas são muito boas e esperamos fechar bem o ano de 2008. O time de Cuba é forte fisicamente, mas temos um retrospecto muito positivo contra elas, sempre com vitórias nos últimos confrontos, e queremos manter esse bom desempenho" - comentou a técnica Marisa Lofredo, que está no comando da Seleção Brasileira Feminina após a saída do espanhol Juan Oliver.

Marisa afirma que esses duelos serão literalmente um desafio.

"A convocação foi feita de acordo com o que observamos em várias competições como Liga Nacional, Jogos Abertos, Copa Ouro e também aproveitamos algumas jogadoras que foram bem na Seleção Júnior. É um grupo heterogêneo que nunca treinou junto e vamos ter um grande desafio pela frente. Mas, por outro lado, estamos confiantes, pois temos muitos valores individuais", explicou.

Nesta quarta, às 11 horas, a Seleção Masculina fará uma visita ao CID (Centro de Iniciação Desportiva), localizado no setor P Sul, em Ceilândia, onde aproximadamente 100 crianças carentes praticam o handebol.

O objetivo dessa ação social é incentivar ainda mais a prática da modalidade na região e realizar o sonho das crianças.



Fonte: Final Sports e SESC-DF

Problemas e respostas

A Rede Record mostrou duas reportagens interessantes.



Na primeira, o vilão - o lixo - toma conta do lugar.
Próximo a Escola Classe 56 da Expansão do Setor "O", entulhos e mais entulhos são jogados na área e a população reclama. Uma moradora chegou a dizer que todos estavam jogados a Deus Dará.
O administrador de Ceilândia se defendeu atacando a falta de consciência dos próprios moradores que jogam lixo na região.



No caso, o trabalho deve ser em conjunto: comunidade e governo. Um na conscientização de não se jogar lixo na rua, além de denunciar possíveis infratores; e o outro no de recolher o lixo, fiscalizar e multar infratores.




Na segunda reportagem, a emissora destacou a avaliação positiva da comunidade referente a instalação dos postos comunitários da Polícia Militar. Segundo os próprios moradores, a sensação de segurança aumentou depois da construção dos postos. A própria polícia pode confirmar isto com números positivos na redução da criminalidade nas regiões que circundam dos postos.

Fonte: Rede Record de 16/12/08