domingo, 10 de janeiro de 2010

Imagem: A biblioteca do viaduto

A biblioteca comunitária funciona embaixo do principal viaduto do Metrô-DF, na Guariroba. Pode ser vista por quem vem pela avenida Ulisses Guimarães, a caminho do P Sul.








Fonte: Imagens encaminhadas por e-mail pelo leitor Mauro Fernandes

Cratera tampada

Foi concluída na manhã deste domingo (10/1) a obra de recuperação de um trecho da pista na QNP 12/16, em Ceilândia, onde desde a última quinta-feira (7/1) um buraco de 6 metros de profundidade causava transtornos aos moradores. Com o término dos reparos, o trânsito na via foi liberado. O trecho onde o asfalto precisou ser retirado foi coberto com britas e a previsão é de que, nesta segunda-feira (11/1), a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) volte ao local para fazer o recapeamento.

A cratera foi causada pelo rompimento de uma caixa de captação de águas pluviais. Com a interdição da via, o trânsito foi desviado para as quadras residenciais. Uma parada de ônibus precisou ser improvisada em frente ao comércio.



Fonte: Correio Braziliense

Encontros de repente

Repente é a poesia improvisada; é o verso elaborado na hora, por provocação de um assunto escolhido. Ele pode ser entoado em “desafio”, quando dois poetas populares ensaiam uma espécie de disputa em cantoria. Por isso, assim que se depara com um grupo desses artistas, o que mais impressiona é a velocidade de raciocínio e a sagacidade na hora de versar. Religiosamente, um grupo de repentistas e cantadores de Brasília se reúne todos os domingo no Recanto dos Poetas, na Feira da Guariroba, em Ceilândia, um dos principais redutos nordestinos do DF. Além de Francisco das Chagas e Chico de Assis, participam os poetas repentistas Zé do Cerrado, 45 anos, Valdenor de Almeida, 45, José Mílson Ferreira, 59, Cícero Monteiro, 55, Geraldo Queiroga, 49, Messias de Oliveira, 50, e Francisco Félix da Silva, 61.

É um encontro informal em que, entre uma cervejinha e um tira-gosto, eles contam causos, e claro, fazem repentes e muita cantoria. “Não temos um mercado muito bom em Brasília para a nossa classe. Há uma evasão muito grande desses profissionais. Quase não temos eventos por aqui e, por isso, a gente acaba se reunindo de vez em quando”, conta o repentista paraibano Zé do Cerrado.

Não é muito comum também encontrar um repentista na cidade que vive exclusivamente desse ofício, justamente por falta dessa opção de eventos. O cearense Messias de Oliveira, 50, é um desses raros exemplos. Ele revela que é cada vez mais difícil se deparar com esses poetas em lugares públicos como praças, ruas e praias, e que, para muitos, nesses locais não se encontra uma cantoria e uma poesia de qualidade. “A gente viaja muito sim, somos nômades, participamos de feiras, encontros, festivais do setor. Eu, particularmente, acho que se apresentar em praia é vulgar”, diz.

“Apresentações em locais públicos só acontecem quando somos convidados, por exemplo, a participar de alguma manifestação ou algo do gênero”, acrescenta o poeta repentista Valdenor de Almeida, há 20 anos na estrada.



Fonte: Correio Braziliense

sábado, 9 de janeiro de 2010

A Ceilandense prefere a 1ª

Campeão da Série B local no ano passado, a Ceilandense não disputa a elite do Campeonato Candango desde 1999, quando foi rebaixada. Por isso, a própria diretoria do clube adota o discurso de que a permanência na Primeira Divisão é o objetivo.

“Normalmente, os times que sobem entram com esse pensamento. E com a gente não é diferente. Mas, se por acaso, chegarmos ao quadrangular final, vamos ver o que acontece”, diz o gerente de futebol Carlos Félix. Mais otimista, o dirigente do clube e braço direito do presidente Marcelo Cruz Alves, Neymar Frota avisa: “Estrela não ganha jogo”, diz, em referência aos medalhões de Brasiliense, Ceilândia e Botafogo-DF.

Para manter-se na elite candanga, a Ceilandense aposta em uma dupla que já deu o que falar nos gramados candangos: Esquerdinha e Giovani. O primeiro é o veterano com passagem de destaque pelo São Caetano, o que lhe rendeu até uma convocação para a Seleção Brasileira, pelo técnico Luiz Felipe Scolari, em 2002. “Nos demos bem demais no Luziânia em 2004. Assim como naquele ano, vou fazer o Giovani artilheiro novamente”, promete o armador, que não revela a idade, mas lembra: “Passei por 32 clubes na minha carreira”, sorri.

Giovani é um pouco menos falastrão, mas tem no currículo duas artilharias no DF. “Também fui goleador em 2007, pelo CFZ. Levo vantagem sobre o Túlio e o Dimba porque conheço como é o futebol daqui. Eles são renomados e eu, esforçado”, avisa. Mesmo sonhando com a ponta no ranking dos goleadores, Giovani põe os pés no chão: “Primeiramente, temos que pensar em não cair”.




Mascote mudou

Ceilandense

- Nome: Associação Atlético Ceilandense (antigamente era Associação Esportiva Ceilandense - mudou devido a uma parceria com o Atlético Goianiense-GO)
- Cidade: Ceilândia
- Fundação: 22/10/1977
- Endereço: EQNN 2/4 – Bloco C – loja 01
- Telefones: 9603-9607 e 8505-2000
- Na internet: Em construção
- Presidente: Marcelo Cruz Alves
- Gerente de futebol: Carlos Félix
- Melhor colocação: Quarto colocado, em 1998
- Patrocínio: Cavalheiros Materiais de Construção, Cimfel e Grancursos
- Uniforme: Malluí
- Folha Salarial: Não divulgada
- Cores: Vermelha e preta
- Mascote: Arara (antigamente era um dragão)
- Time-base: Welder; Amaral, Everson, Rizo e Doriva; Ismael, Zé Ricarte, Tiago Ferreira e Esquerdinha; Douglas e Giovani
- Técnico: João Carlos Cavalo
- Mando de campo: Abadião
(4 mil lugares)
- Estreia: Brasília, em 16 de novembro, em local indefinido




Kaká enrolado

O lateral-esquerdo Kaká não pode defender o Brasília. Isso porque o jogador assinou contrato com a Ceilandense um dia antes de acertar com o Colorado. E o nome do atleta aparece no BID como jogador da rubro-negra de Ceilândia. “Isso é sacanagem da Ceilandense e burrice do jogador. Mas vamos tentar negociar com a Ceilandense”, avisou o presidente do Brasília, Roberto Marques.



Fonte: Correio Braziliense

Valem a visita

As paredes são de adobe e o batente da porta de entrada é pura madeira. A tinta que cobre a fachada é nova, mas as cores azul e branca vêm de décadas passadas. O casarão de Planaltina recebeu as comissões que vinham estudar o território da futura capital. Ele passou por algumas restaurações, mas conserva o fogão a lenha, a mangueira do pátio e até a serpentina que esquentava a água do banho. A casa é uma das poucas da cidade que se mantiveram intactas por gerações. Assim como ela, outras construções antigas de Brasília - a três meses de virar cinquentona - preservam o ar de meados do século passado.

Algumas viraram museus, outras são mantidas pelos moradores. "Nas férias, fazíamos teatros, jogávamos vôlei. Vinham rapazes de Luziânia e Formosa para as festas na casa", lembrou a advogada Olíbia Guimarães, 77 anos. Ela é neta de Salviano Monteiro Guimarães, coronel que desbravou a região e trouxe energia elétrica, telefone e avião. Irmã de Olíbia, a professora Marilda Guimarães, 60 anos, cresceu ouvindo as badaladas do antigo relógio e as reuniões políticas na sala de jantar. Depois de ajudar a recuperar a casa onde morou, ela decidiu reformar a antiga coletoria da cidade, que transformou em Espaço Cultural Uberdan Cardoso, museu sobre a Via Sacra da cidade. "Mantive os batentes das portas e as janelas. É uma história de vida", completou.


O DF tem 24 bens tombados em instância distrital. Dez deles estão fora do Plano Piloto - ficam em Taguatinga, Planaltina, Brazlândia, Núcleo Bandeirante, Candangolândia, Gama, Park Way e Paranoá - e a maioria virou ponto turístico. Brasília como um todo está protegida por um decreto distrital e uma portaria federal, além da inscrição na Lista do Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco). Os prédios, porém, só têm proteção se tombados individualmente pelo governo federal ou distrital.

Casas particulares podem ser doadas ao governo para a criação de espaços culturais, como aconteceu com o Museu Histórico e Artístico de Planaltina. Em 1972, a família Guimarães doou um casarão construído entre os séculos 18 e 19. O abandono tomou conta da moradia por anos, mas há um mês ela recuperou as antigas características. Quatro irmãs herdeiras da família recuperaram o mobiliário original, disperso em casas de parentes. Reconstruíram o ambiente em que cresceram e lançaram a exposição Casa Histórica de Planaltina, aberta ao público até junho, de terça a sexta.

Ao redor do Plano Piloto, há tesouros cuidados com esmero nas últimas décadas. No Núcleo Bandeirante, uma praça concentra prédios inaugurados antes mesmo de Brasília. A igreja, a escola e o campo de futebol da Metropolitana foram ocupados por famílias de trabalhadores da construção. A escola foi reformada em 1988 e os prédios antigos estão em bom estado. A igreja pegou fogo em 2007 e passou por uma recuperação completa - agora, em azul e branco, está impecável.

Também no Núcleo, o Museu Vivo da Memória Candanga funciona no prédio do primeiro hospital de Brasília, o Hospital Juscelino Kubitschek. No interior, há uma reprodução de canteiros de obras da época, fotografias, roupas e objetos dos anos da construção. A boa conservação faria inveja, se assim fosse possível, a monumentos do centro de Brasília que só agora passam por reformas.

Erguido em 10 dias em 1956, o Catetinho funcionou como a primeira residência do presidente Juscelino Kubitschek. O espaço, na BR-040, se transformou em museu e, nas casas de madeira originais, estão expostos móveis e objetos de uso de JK. Mas por pouco, o prédio não foi perdido para os cupins. Em 1996, uma operação de salvamento livrou a história residência dos insetos. A restauração ocorreu no mesmo período. "A preservação da memória é importante para que as pessoas não se esqueçam de quem fez a cidade", opinou o professor Ari Nobre, 38 anos, em visita ao museu ao lado da mãe.

Qualquer cidadão pode pedir o tombamento de um bem que considere relevante para a história e a cultura da cidade. O problema é que não há incentivo para que donos de casas antigas preservem o que têm. "Até hoje, isso tem dependido das famílias. Provavelmente, pode se perder, a menos que o governo faça algo, isto é, tombar, fazer a conservação e promover a educação patrimonial", explicou o superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do DF, Alfredo Gastal.






O chão de cimento pintado é o mesmo há 52 anos e o fogão a lenha adorna a cozinha, apesar de não funcionar mais. A casa tradicional de Brazlândia conservará as características originais enquanto estiver de pé, se depender da vontade do dono, o pensionista Leonardo Carlos de Oliveira, 84 anos, o seu Nenê. A moradia não é tombada e pode desaparecer caso o proprietário queira.

A casa de Leonardo, em Brazlândia, é a única original da rua. Ele a comprou em 1957 e nunca permitiu grandes mudanças na estrutura. "Minha mulher fez o fogão e pintamos o cimento do chão. Na sala é vermelho e na cozinha é amarelo", disse o pensionista, que mantém as cores e nunca pensou em pedir o tombamento do local. Leonardo cresceu na primeira casa de adobe de Brazlândia - as outras eram de palha. A moradia datada de 1939 hoje é ocupada por uma sobrinha dele, Terezinha Queiroz, 31 anos. Ela instalou grades nas janelas de madeira, mas tenta preservar o resto da residência. "Não tenho vontade de sair daqui, quero conservar pela lembrança da minha avó", disse.



Itens tombados pelo Governo no Distrito Federal fora do Plano Piloto:


Casa da fazenda Gama — Park Way

Centro de Ensino da Metropolitana — Núcleo Bandeirante

Ermida Dom Bosco — Lago Sul

Hospital Juscelino Kubitschek de Oliveira (Museu Vivo da Memória Candanga) — Núcleo Bandeirante

Igreja São Geraldo — Paranoá

Igreja São José Operário — Candangolândia

Igreja São Sebastião — Planaltina

Museu do Catetinho — Park Way

Museu Histórico e Artístico de Planaltina — Planaltina

Pedra Fundamental — Planaltina

Relógio da Praça — Taguatinga




O que é interessante de ser notado é que não existe alguma obra da cidade de Ceilândia. Pelo seu tamanho, sua tradição e riqueza cultural certamente deveriam ter algumas nesta lista também.


Fonte: Correio Braziliense

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Chineses comandam o cardápio

Os restaurantes de comida chinesa estão se proliferando em algumas cidades do Distrito Federal. Em Taguatinga, nos últimos quatro anos, surgiram cinco deles somente na Avenida Comercial, a mais movimentada da região administrativa com maior desenvolvimento econômico. Os estabelecimentos são chefiados por famílias de chineses que, antes, tentaram a sorte na Feira dos Importados, onde os orientais costumam atuar na revenda de produtos contrabandeados. Ao transformarem a culinária do país de origem em negócio, se distanciam do estigma da pirataria e descobrem um nicho de mercado que defendem ser muito mais lucrativo e promissor.

Com fachadas geralmente em vermelho e amarelo e grandes ideogramas, os restaurantes se destacam no emaranhado comercial de Taguatinga. Viraram uma atração para quem mora ou trabalha na área mais agitada da cidade. Na hora do almoço, o cliente pode escolher: self-service ou à la carte. À noite, só a segunda opção. O quilo custa R$ 17,90 ou R$ 18,90, a depender do restaurante. Nos concorrentes brasileiros, é raro pagar menos que R$ 20 o quilo. Pratos executivos chineses podem sair por menos que R$ 10. O pedido mais caro custa R$ 79,90 e, segundo o cálculo dos chefes de cozinha, sacia a fome de um grupo de até cinco pessoas.

O Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar) não tem um levantamento oficial, mas o presidente da entidade, Clayton Machado, estima que existam pelo menos 100 restaurantes de comida chinesa em todo o DF. “E não param de abrir novas casas. É, sem dúvida, o segmento gastronômico que mais cresce na capital”, comenta. Fora do Plano Piloto, a maior concentração está em Taguatinga. Há menos de um ano, os rolinhos primavera e os camarões empanados chegaram ao centro de Ceilândia. No Guará, os chineses também já se alojaram. “É uma comida saborosa e barata que caiu no paladar do brasileiro”, acredita Machado.

Dos restaurantes da Avenida Comercial, em Taguatinga, o mais antigo é o Gin Tian Te Wei, em frente ao Alameda Shopping. Gin Tian é o nome da cidade do dono. Te Wei é algo como “o melhor lugar”. Por dia, cerca de 200 pessoas, em média, almoçam ou jantam ali. Aos sábados e domingos, a estimativa sobe para 300, nas contas do funcionário Iolano Medeiros, 27 anos. É ele quem ajuda a mediar a conversa com o dono, Zhong Liuxing, 47, que tem dificuldade para falar português. “É comida boa, leve e preço muito bom”, enumera o chinês, quando perguntado sobre por que tanta gente frequenta o restaurante. “Aqui, sabemos fazer a comida, por isso muito cheio”, completou.

Zhong Liuxing chegou a Brasília em 2000. Veio com o filho, hoje com 21 anos, e um grupo de amigos. Antes de perceber que não havia restaurante chinês no centro de Taguatinga, onde se instalou, vendeu tênis para garantir o sustento. Hoje, cuida do estabelecimento que tem 19 funcionários, entre garçons, cozinheiros e motoboys. Os pedidos são feitos por moradores de Samambaia, do Riacho Fundo, do Recanto das Emas e até de quadras do Park Way a 30km de distância. O lugar precisou triplicar de tamanho em quatro anos de funcionamento para comportar a demanda, que não para de crescer. “Fim de semana isso aqui é um formigueiro”, definiu o funcionário Medeiros.

Descendentes de orientais são minoria nos restaurantes chineses. Os brasileiros não se estranham mais com iguarias do tipo frango xadrez e arroz com brócolis. Mas não é por isso que precisam renunciar ao arroz, ao feijão e ao bife. Pelo menos nos self-services da Avenida Comercial, os clientes têm a combinação disponível e podem misturar à vontade. Foi o que fez o aposentado Jorge Morais, 66 anos, esta semana, ao conhecer o Gin Tian Te Wei. No prato: frango empanado à moda chinesa, salada, arroz e feijão. “Comida boa e barata”, resumiu ele, morador de Vicente Pires, que fazia compras com a mulher em Taguatinga quando sugeriu a ela um almoço no restaurante de Zhong Liuxing.




Encontrar uma loja com aluguel com valor menor que R$ 2,5 mil na Avenida Comercial não é tarefa fácil. Parte dos ingredientes que os chineses compram para preparar as refeições saem de São Paulo. O negócio tem dado certo para Liu Yong, 32. Ele é dono do Brazilian China, que tem unidade em Taguatinga e, há 11 meses, em Ceilândia. A terceira deve ser inaugurada até junho, também em Ceilândia. “Para dar certo, depende muito do ponto. Por isso, vou abrir outra mais perto de lojas pra ver se melhora mais”, explicou Yong.



Para ler na íntegra, visite o site da fonte.


Fonte: Correio Braziliense

O Ceilândia mostra a cara

Treinando desde o dia 9 de dezembro de 2009, a equipe do Ceilândia não vinha permitindo o acesso da imprensa aos treinamentos. O motivo, segundo os dirigentes do clube, foi uma exigência do patrocinador, que estava acertando com o Gato e pediu para não ser divulgado antes do acerto ser, de fato, concretizado. No entanto, este mesmo patrocinador não revelado recuou e desistiu do acordo. Desta forma, o Ceilândia, que já está em negociação com um novo patrocínio, resolveu abrir os portões do CT do Jaguar, na tarde desta quinta-feira e recebeu os jornalistas que lá compareceram.

O gerente de futebol, Adriano Coelho, tentou explicar o motivo pelo qual precisou esconder o time. “Foi uma exigência do patrocinador, que pediu para esperar um pouco. As coisas não aconteceram como a gente esperava e estamos fechando com outra empresa até sexta-feira. Estamos explicando o que aconteceu e espero que todos entendam. Tínhamos que atender esse pedido do patrocinador porque iria investir no clube, mas infelizmente não deu certo”, explicou Adriano Coelho.

O atacante Dimba também comentou o assunto. “Eu acho que tudo é válido, o time está com uma estrutura boa e tem o pensamento de brigar pelo título. Então, num momento desses tudo é válido para o bem do clube”. O jogador, que ficou uma temporada longe dos gramados, também falou sobre o período que esteve parado. “Foi uma temporada muito proveitosa, porque pude viajar e ficar com minha família, coisa que não tinha oportunidade de fazer enquanto estava jogando. Recarreguei as baterias e agora espero fazer um bom trabalho nesse retorno ao futebol”, concluiu.

Contando com jogadores experientes como o atacante Dimba, o meia Fabinho e o mais novo contratado Allan Delon, o grupo segue treinando diariamente para superar as dificuldades antes do inicio do campeonato, que tem data marcada para o dia 16 de janeiro. Além das atividades técnicas e físicas, o Gato Preto vem realizando amistosos para entrosar o elenco e recuperar o tempo perdido ou atrasado.

O técnico Adelson de Almeida terá mais uma oportunidade para testar os jogadores. Neste sábado, a equipe realiza mais um amistoso, desta vez contra a equipe do Morrinhos-GO, no estádio Abadião, às 16 horas, e aberto a imprensa. Antes, o alvinegro do Ceilândia já havia disputado outros três amistosos. O primeiro acabou em vitória por 3 a 1 sobre o Bandeirante. Em seguida, venceu os juniores do Brasiliense, por 2 a 1. Na véspera do Ano Novo, atuando em Goiânia, o time empatou em 1 a 1 com os juniores do Goiás.

O Ceilândia estréia no Candangão dia 16 de janeiro, às 16h, diante do Gama, no estádio Abadião.



Fonte: Esporte Candango

Muitos buracos

A cada dia de chuva, os motoristas são surpreendidos com mais buracos no asfalto. Como um logo na divisa com Taguatinga. “É perigoso, pode causar acidente”, diz um homem. “Tem lugar que dá até pra nadar”, brinca um caminhoneiro.

Os buracos insistem também em aparecer nas curvas, como na QNN 24. “Quando está chovendo fica difícil de desviar rápido, muitas vezes a gente vai parar no chão”, conta um motoqueiro.

“Está complicado, é preciso fazer um rali urbano”, diz um rapaz.

Um, dois, três, quatro, cinco buracos seguidos. Em um trecho, no final da Avenida Hélio Prates, a principal de Ceilândia, o desgaste do asfalto já causou acidentes.

“Toda hora tem acidente, na hora de desviar de um buraco acaba batendo”, fala um motorista.

A Administração Regional de Ceilândia tem três equipes para recuperar o asfalto da cidade. Mas que não dão conta do serviço. Para o administrador, além da chuva, os problemas na rede de drenagem de águas pluviais ajudam a aumentar a quantidade de buracos.

“A partir de segunda-feira vamos dobrar as equipes pra dar conta da demanda, porque existem muitos buracos na cidade. Nós estaremos com seis equipes a partir da próxima semana, tentando minimizar o problema dos moradores”, administrador de Ceilândia Leonardo Moraes.

Na expansão da cidade, os moradores não quiseram esperar e deram um jeitinho na rua. “Fui passar de moto e tomei uma queda, por isso resolvemos jogar uma terra nos buracos. Porque aqui só tem lembrança do asfalto”, reclama um homem.




P Sul

Um buraco de seis metros de profundidade e aproximadamente um metro de largura na Avenida Principal da QNP 16 do Setor “P” Sul da Ceilândia, causou um alvoroço entre moradores e curiosos. Segundo os moradores do local, na quarta-feira a noite um homem que passeava de bicicleta achou estranho à profundidade do pequeno buraco e resolveu acionar a Polícia Militar. Na manhã de ontem a Defesa Civil e a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) tiveram que interditar a rua, pois o tamanho da cratera tinha aumentado. A operação gerou transtornos no trânsito local.


De acordo com a supervisora de Serviço da Defesa Civil Edna Gonçalves de Oliveira as duas faixas foram interditadas, pois a extensão interna do buraco estava maior do que a parte externa, ou seja, o buraco poderia ceder mais ainda com o peso das pessoas ou mesmo de carros. “É importante isolarmos totalmente a área, para não acontecer nenhuma tragédia. Graças a Deus não deu tempo de acontecer nada, ainda mais neste trecho, que o fluxo de ônibus é grande”, completa Edna.

De acordo com a Novacap, a pista deve ser liberada até domingo.




Veja um vídeo de mais crateras na cidade: CorreioWeb / Tv Brasília


Fonte: Rede Globo aqui e aqui; ClicaBrasília, Jornal Local e Correio Braziliense

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Ceilândia enfrenta Morrinhos-GO

Neste sábado, 9 de janeiro, 16h, o Ceilândia enfrentará o Morrinhos, campeão goiano da 2a Divisão 2009, no Abadião. Os dois times aparentemente padecem dos mesmos problemas: o pouco tempo de preparação.

Para o técnico Adelson de Almeida essa será a última oportunidade de testar a sua equipe ideal. Nas entrevistas realizadas, percebeu-se que Adelson estava incomodado seja porque tem muitas peças a disposição ou porque acreditava que faltasse este ou aquele jogador. Os trabalhos da semana foram bons e por isso, talvez, o seu semblante preocupado tenha mudado. A verdade, contudo, é apenas uma: ainda falta alguma coisa.

A proposta de enfrentar o Goiás na próxima semana a princípio foi recusada.

Já o Morrinhos começou a treinar efetivamente nesta semana. A apresentação do time estava prevista para o dia 17 de dezembro. Nesta semana a contratação do meio-campista Juninho Paraíba de 25 e estava no futebol alagoano. O goleiro Matheus ex- Santa Helena, Anápolis e Anapolina poderiam ser contratados.

O técnico Fernandão, campeão com o Morrinhos, somente nesta semana comandou o primeiro treino coletivo nesta preparação para o Campeonato Goiano e o time titular formou com Enival; Flávio, Erlan, Denis e Luiz Henrique; André Conceição, Leandro Guerreiro, Roni e Ailton; Max e Sidney.



Fonte: Ceilândia Esporte Clube

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Ceilandense vence mais um amistoso

Em novo amistoso preparatório para o Candangão 2010, a Ceilandense derrotou o Trindade/GO por 3x2, nesta quarta. Quem compareceu ao Abadião viu uma partida movimentada, com cinco bolas na trave, virada no placar e gol aos 46 do segundo tempo. Douglas, Giovani e Rizo marcaram para o time da casa, Diogo Galvão e Tafael descontaram para a equipe goiana.

Logo com um minuto de jogo, Tiago Ferreira chutou de fora da área e acertou o travessão do Trindade, porém a equipe goiana que marcou o primeiro. Aos 13, depois de ser derrubado na área, Diogo Galvão cobrou a penalidade, com paradinha, e fez o primeiro gol do jogo.

Seis minutos depois a Ceilandense voltou a assustar com outra bola no travessão, após o cabeceio de Douglas. Mas aos 26 o mesmo atacante aproveitou o bate rebate na área para, livre de marcação, empatar o jogo.

Com cinco minutos da segunda etapa, Flávio, que acabara de entrar, cruzou para Geovani, que só teve o trabalho de encostar na bola e colocar a Ceilandense na frente. Com o Trindade completamente modificado a Ceilandense era melhor em campo e aos 32, Amaral arriscou de fora da área e voltou a acertar o travessão dos goianos. Três minutos depois foi a vez de Josa acertar a trave direita do Trindade, após cobrança de falta.

O castigo veio aos 38, ataque rápido do Trindade, Cacá chutou de fora da área e acertou a trave da Ceilandense. Na sequência, Tafael chutou no contrapé do goleiro e empatou a partida.

No apagar das luzes, aos 46, após cobrança de escanteio Josa ajeitou para Rizo, que marcou o gol da vitória da Ceilandense, 3x2. “Este jogo foi mais apertado, ainda temos que melhorar muitas coisas, principalmente o último passe para o gol”, afirmou o meia Esquerdinha.

A Ceilandense entrou em campo com Welder, Amaral, Everson, Rizo e Doriva, Ismael, Zé Ricarte, Tiago Ferreira e Esquerdinha; Douglas e Geovani. Apesar de considerar estes os titulares, o técnico João Carlos Cavalo ainda tem dúvidas quanto a formação do time. “A equipe correspondeu bem, mas durante a partida apareceram boas opções como o Luiz Fernando e o Josa”, revelou o treinador.




Depois de vencer Cocalzinho, Bandeirante, Alexaniense e Trindade, a Ceilandense viaja, neste sábado, para o seu mais difícil compromisso nesta fase de preparação. A filial candanga enfrenta a matriz, Atlético/GO, no Estádio Antônio Accioly, às 17 horas.



Fonte: Esporte Candango