Amigos e parentes de Gilmar Vareto Damásio se reuniram para pedir a punição dos envolvidos no crime. Com faixas e camisetas com a foto de Gilmar eles dizem que até agora, não tiveram informação sobre o caso.
No dia 23 de fevereiro, Gilmar foi espancado ao lado do quiosque que ele tinha em Ceilândia Norte e morreu dias depois. A mulher de Gilmar conta como tudo ocorreu.
“Chegou um vizinho que era policial e reclamou, pedindo pra ele baixar o som. Segundo as testemunhas, ele baixou o som. Depois o vizinho voltou falando pra desligar. Ele falou que não ia desligar, porque era o trabalho dele e ele precisava do som. Foi quando ele disse que ia chamar uns quatro amigos pra desligar o som. Eles chutaram, bateram, arrastaram ele, que começou a gritar e a pedir socorro, mas eles não pararam”.
Além de ser dono do quiosque, Gilmar trabalhava como cobrador de ônibus. O motorista José Teixeira, colega dele, disse que o amigo era tranqüilo. “Ele tranqüilo, trabalhador, honesto, brincalhão e não era violento”.
No meio da manhã deste sábado (15), os manifestantes saíram em passeata pelas ruas da Ceilândia. “A função da polícia é de proteger o cidadão e não tirar a vida do cidadão. Eles são funcionários do Estado e o Estado tem de garantir a vida do cidadão. Por isso a manifestação”, diz o líder comunitário Verediano de Brito.
A Corregedoria da Polícia Militar abriu inquérito para investigar a morte de Gilmar. Na próxima segunda-feira (17) o comandante da PM, coronel Cerqueira, deve divulgar detalhes do inquérito.
Fonte: Rede Globo e Jornal de Brasília
sábado, 15 de março de 2008
sexta-feira, 14 de março de 2008
Esporte nas Cidades
Crianças, jovens e idosos não ficarão parados neste final de semana na Ceilândia. Com uma programação completa envolvendo recreação, esporte e lazer, será lançado no próximo sábado (15), no Ceilambódromo, o Programa Esporte nas Cidades. A abertura das atividades está marcada para as 8h30, com a presença do governador José Roberto Arruda e do secretário Aguinaldo de Jesus.
O projeto da Secretaria de Esporte, em parceria com as administrações regionais e diretorias de ensino, pretende levar às diversas localidades do DF a caravana "natureza esportiva", mobilizando dirigentes locais, alunos, jovens e adultos, em torno de temas importantes como a qualidade de vida, o esporte de participação, além de atividades culturais durante a realização dos eventos.
O Esporte nas Cidades, que será realizado a cada 15 dias em uma cidade do DF, começa neste sábado na Ceilândia, com caminhadas orientadas para diversos grupos, competições de vôlei, basquete, handebol e futsal, apresentações que incluem grupos de skate, aulas de dança, hip-hop, capoeira, aulão de fitness, grupos de Axé e brinquedos para a criançada.
O administrador regional de Ceilândia, Adauri da Silva Gomes, informa que as atividades acontecerão durante todo o sábado e domingo, das 8h30 às 20h, no Túnel do Esporte, estrutura montada no Ceilambódromo.
Fonte: Administração Regional de Ceilândia e Tribuna do Brasil
O projeto da Secretaria de Esporte, em parceria com as administrações regionais e diretorias de ensino, pretende levar às diversas localidades do DF a caravana "natureza esportiva", mobilizando dirigentes locais, alunos, jovens e adultos, em torno de temas importantes como a qualidade de vida, o esporte de participação, além de atividades culturais durante a realização dos eventos.
O Esporte nas Cidades, que será realizado a cada 15 dias em uma cidade do DF, começa neste sábado na Ceilândia, com caminhadas orientadas para diversos grupos, competições de vôlei, basquete, handebol e futsal, apresentações que incluem grupos de skate, aulas de dança, hip-hop, capoeira, aulão de fitness, grupos de Axé e brinquedos para a criançada.
O administrador regional de Ceilândia, Adauri da Silva Gomes, informa que as atividades acontecerão durante todo o sábado e domingo, das 8h30 às 20h, no Túnel do Esporte, estrutura montada no Ceilambódromo.
Fonte: Administração Regional de Ceilândia e Tribuna do Brasil
Curral Comunitário do Setor O
O Curral Comunitário da Ceilândia, que fica no Setor O, funciona desde 1993 quando o GDF, por meio da Administração Regional, cedeu o espaço para a Associação de Carroceiros de Taguatinga, que se estabeleceu imediatamente. A situação no local hoje é precária, com baias feitas de madeira velha e sem as condições necessárias para o funcionamento. "Estamos largados aqui pelo Governo, só cederam mesmo o espaço, no resto a gente tem de se virar" admite Jamiro Sardinha, presidente da Associação e responsável pelo lugar.
A área é provisória e os carroceiros ainda não sabem quando o projeto do governo de construir um novo espaço para eles será colocado em prática. Enquanto isso, para manter a segurança, os usuários do curral se revezam na vigia do lugar durante a noite. "Se a gente descuidar uma noite sequer, levam tudo. Mas no final das contas é cada um por si, cada um cuida mesmo do seu cavalo. Isso porque as vigias são feitas por quem usa, mas tem gente que usa e não é muito honesta", explica Alvim de Oliveira, dono de quatro animais e usuário do espaço.
No início, a Associação teve problemas com a Caesb, que tem um terreno logo atrás da área destinada e queria a transferência do curral para outro lugar. Segundo Jamiro, as reclamações eram exatamente pela falta de estrutura, mas os carroceiros conseguiram o apoio do governo para continuarem lá. Mesmo assim, as condições do terreno nunca melhoraram, é o que diz Fábio Alves dos Santos, que mora em uma rua próxima e acompanhou a chegada dos carroceiros. "Falta ajuda, e esse não é o lugar certo para um curral. Eles deveriam ter um local específico e com um bom tratamento para os animais. Esses animais de lá nascem e vivem mal", acrescenta.
Uma reclamação freqüente da população é o mal-cheiro do lugar, que se espalha pelas ruas da QNO. "A gente não consegue ficar muito tempo nas ruas mais próximas do curral, o cheiro não deixa a gente respirar. Tenho dó de quem mora ali na frente", comenta Cleidiane Morais, que reside a três ruas do curral. O órgão que ficou responsável pelo projeto do novo curral e pela licitação para decidir a empresa que realizará a obra é a Secretaria de Agricultura. A obra ainda não foi feita porque falta a liberação do terreno pela Terracap. No entanto, o projeto está pronto e o aparato da Administração está preparado para agir.
Apesar de todos os problemas, a Secretaria de Agricultura do DF tem assistido a situação do curral comunitário devido às novas normas que definem a circulação e a posse dos animais. Recentemente, os carroceiros foram convocados para realizar o cadastro dos cavalos. No cadastramento, é coletado sangue do animal para diagnóstico de doenças e implantado um microchip para controlar sua circulação pela cidade. O órgão que ficou responsável pela emissão da carteira para o dono do animal é o Detran. De acordo com o projeto para os carroceiros, áreas específicas foram delimitadas para a circulação dos animais e carroças.
Segundo Walter Luiz de Sousa, gerente de apoio à Indústria e Agricultura, o cadastramento dos carroceiros representa um importante passo para o governo. "Tem carroceiro que joga lixo em qualquer lugar e com o registro dessas pessoas, a Polícia Militar vai poder fiscalizar como se a carroça fosse um veículo, podendo multar o carroceiro que sujar a cidade e apreender o animal que estiver sofrendo maus-tratos", afirma Walter.
Para a gerente de ação social, segurança e saúde da Administração da Ceilândia, Silvana Maria de Carvalho, a construção do novo curral e a ação do governo são importantes para combater abusos por parte de quem utiliza a carroça, além de gerar melhores condições para todos. "A situação deve ser resolvida o mais breve possível, e não só para o animal, mas também para as crianças e a família do carroceiro. Para que haja melhores condições para eles e para a comunidade", conclui.
Um novo cadastramento acontece em abril. Para se cadastrar, o interessado deve procurar o Centro Cultural próximo ao Tatico para preencher o formulário com dados pessoais e do animal. Os dados sócio-econômicos informados servirão para orientar ações da Secretaria de Assuntos Sociais.
Fonte: Tribuna do Brasil
A área é provisória e os carroceiros ainda não sabem quando o projeto do governo de construir um novo espaço para eles será colocado em prática. Enquanto isso, para manter a segurança, os usuários do curral se revezam na vigia do lugar durante a noite. "Se a gente descuidar uma noite sequer, levam tudo. Mas no final das contas é cada um por si, cada um cuida mesmo do seu cavalo. Isso porque as vigias são feitas por quem usa, mas tem gente que usa e não é muito honesta", explica Alvim de Oliveira, dono de quatro animais e usuário do espaço.
No início, a Associação teve problemas com a Caesb, que tem um terreno logo atrás da área destinada e queria a transferência do curral para outro lugar. Segundo Jamiro, as reclamações eram exatamente pela falta de estrutura, mas os carroceiros conseguiram o apoio do governo para continuarem lá. Mesmo assim, as condições do terreno nunca melhoraram, é o que diz Fábio Alves dos Santos, que mora em uma rua próxima e acompanhou a chegada dos carroceiros. "Falta ajuda, e esse não é o lugar certo para um curral. Eles deveriam ter um local específico e com um bom tratamento para os animais. Esses animais de lá nascem e vivem mal", acrescenta.
Uma reclamação freqüente da população é o mal-cheiro do lugar, que se espalha pelas ruas da QNO. "A gente não consegue ficar muito tempo nas ruas mais próximas do curral, o cheiro não deixa a gente respirar. Tenho dó de quem mora ali na frente", comenta Cleidiane Morais, que reside a três ruas do curral. O órgão que ficou responsável pelo projeto do novo curral e pela licitação para decidir a empresa que realizará a obra é a Secretaria de Agricultura. A obra ainda não foi feita porque falta a liberação do terreno pela Terracap. No entanto, o projeto está pronto e o aparato da Administração está preparado para agir.
Apesar de todos os problemas, a Secretaria de Agricultura do DF tem assistido a situação do curral comunitário devido às novas normas que definem a circulação e a posse dos animais. Recentemente, os carroceiros foram convocados para realizar o cadastro dos cavalos. No cadastramento, é coletado sangue do animal para diagnóstico de doenças e implantado um microchip para controlar sua circulação pela cidade. O órgão que ficou responsável pela emissão da carteira para o dono do animal é o Detran. De acordo com o projeto para os carroceiros, áreas específicas foram delimitadas para a circulação dos animais e carroças.
Segundo Walter Luiz de Sousa, gerente de apoio à Indústria e Agricultura, o cadastramento dos carroceiros representa um importante passo para o governo. "Tem carroceiro que joga lixo em qualquer lugar e com o registro dessas pessoas, a Polícia Militar vai poder fiscalizar como se a carroça fosse um veículo, podendo multar o carroceiro que sujar a cidade e apreender o animal que estiver sofrendo maus-tratos", afirma Walter.
Para a gerente de ação social, segurança e saúde da Administração da Ceilândia, Silvana Maria de Carvalho, a construção do novo curral e a ação do governo são importantes para combater abusos por parte de quem utiliza a carroça, além de gerar melhores condições para todos. "A situação deve ser resolvida o mais breve possível, e não só para o animal, mas também para as crianças e a família do carroceiro. Para que haja melhores condições para eles e para a comunidade", conclui.
Um novo cadastramento acontece em abril. Para se cadastrar, o interessado deve procurar o Centro Cultural próximo ao Tatico para preencher o formulário com dados pessoais e do animal. Os dados sócio-econômicos informados servirão para orientar ações da Secretaria de Assuntos Sociais.
Fonte: Tribuna do Brasil
BR 070
Quem pretende pegar a BR-070 logo cedo, na quinta-feira da Semana Santa, dia 20, com destino a Pirenópolis, por exemplo, saindo do Plano Piloto, terá que passar EPTG. Isso porque em dias úteis a Estrutural, que conduz à BR-070, fica fechada até às 9h. E um detalhe: o motorista terá que ter paciência para enfrentar o trânsito intenso logo no começo da viagem.
Seguindo pelo Pistão Norte, em Taguatinga, o transito é lento. Só melhora quando entra no viaduto que passa sobre a Estrutural. Local que começa a BR-070. Pista dupla, mas é preciso redobrar a atenção. A rodovia passa por área urbana e no acostamento é possível encontrar vários ciclistas.
E perto da entrada para o setor de oficinas da Ceilândia grandes buracos, quase intransponíveis. Na pista, muitos remendos, principalmente na faixa da direita. O tráfego no sentido para Goiás é tranqüilo. Mas como toda estrada, a BR-070 também exige atenção total.
Depois de percorrer cerca de 10 quilômetros na BR-70, a equipe de reportagem teve que parar. Isso porque houve um acidente na rodovia. Foi um capotamento. Uma Kombi bateu na lateral de um carro, que perdeu o controle e acabou virando no canteiro central. O motorista do carro, Bruno Alves, de 21 anos, teve ferimentos leves.
Assim como Bruno, Rodiméia Oliveira passa pela estrada todos os dias. Ela diz que tem medo da BR. “Eu tenho muito medo de dirigir nesta rodovia, principalmente em época de chuva”, diz.
Se com chuva é ruim, sem iluminação a estrada fica ainda pior. A partir do quilometro 16 ainda não há luz. Mas isso deve mudar em breve, porque os postes já estão sendo instalados até a divisa com Goiás. Onde tudo fica ruim, pista única, asfalto esburacado, sem sinalização.
Os acidentes são constantes, de acordo com os bombeiros. A equipe de reportagem do Bom Dia DF encontrou agentes da Polícia Civil de Águas Lindas. Eles investigam um acidente com um carro que caiu da ponte. Um policial relata como a estrada fica perigosa do outro lado da divisa.
Fonte: Bom Dia DF
Seguindo pelo Pistão Norte, em Taguatinga, o transito é lento. Só melhora quando entra no viaduto que passa sobre a Estrutural. Local que começa a BR-070. Pista dupla, mas é preciso redobrar a atenção. A rodovia passa por área urbana e no acostamento é possível encontrar vários ciclistas.
E perto da entrada para o setor de oficinas da Ceilândia grandes buracos, quase intransponíveis. Na pista, muitos remendos, principalmente na faixa da direita. O tráfego no sentido para Goiás é tranqüilo. Mas como toda estrada, a BR-070 também exige atenção total.
Depois de percorrer cerca de 10 quilômetros na BR-70, a equipe de reportagem teve que parar. Isso porque houve um acidente na rodovia. Foi um capotamento. Uma Kombi bateu na lateral de um carro, que perdeu o controle e acabou virando no canteiro central. O motorista do carro, Bruno Alves, de 21 anos, teve ferimentos leves.
Assim como Bruno, Rodiméia Oliveira passa pela estrada todos os dias. Ela diz que tem medo da BR. “Eu tenho muito medo de dirigir nesta rodovia, principalmente em época de chuva”, diz.
Se com chuva é ruim, sem iluminação a estrada fica ainda pior. A partir do quilometro 16 ainda não há luz. Mas isso deve mudar em breve, porque os postes já estão sendo instalados até a divisa com Goiás. Onde tudo fica ruim, pista única, asfalto esburacado, sem sinalização.
Os acidentes são constantes, de acordo com os bombeiros. A equipe de reportagem do Bom Dia DF encontrou agentes da Polícia Civil de Águas Lindas. Eles investigam um acidente com um carro que caiu da ponte. Um policial relata como a estrada fica perigosa do outro lado da divisa.
Fonte: Bom Dia DF
Mais prédios
Notícia veículada em 13/03/08 revela que a área próxima a linha do metrô, entre a Guariboba e Ceilândia Norte (especificamente Ceilândia Oeste), será destinada a construção de edifícios habitacionais. Segundo um representante do governo, na reportagem, a área próxima ao metrô deve ser ocupada para total aproveitamento do transporte sobre trilhos - como se a população de Ceilândia não desse conta do uso do mesmo.
Na cidade faltam cultura, lazer, segurança e educação e o governo ainda pensa em criar mais expansões populacionais em áreas que poderiam ser utilizadas para os fins citados.
Ainda, segundo a reportagem, a criação de prédios na área já estava prevista no Plano Diretor Local (PDL) de Ceilândia.
Fonte: DF TV 2ª Edição de 13/03/08.
Na cidade faltam cultura, lazer, segurança e educação e o governo ainda pensa em criar mais expansões populacionais em áreas que poderiam ser utilizadas para os fins citados.
Ainda, segundo a reportagem, a criação de prédios na área já estava prevista no Plano Diretor Local (PDL) de Ceilândia.
Fonte: DF TV 2ª Edição de 13/03/08.
Memórias de Sônia Faustino
Policiais da 23ª Delegacia de Polícia - Setor P. Sul de Ceilândia - prenderam na noite dessa quarta-feira, próximo ao Estádio Serejão, em Taguatinga, Welerson Sousa Silva, 31 anos, conhecido como "Galeguinho". Ele é acusado de atropelar Sônia de Sousa Faustino, no dia 24 de novembro do ano passado. A vítima era aposentada e bastante conhecida dos moradores de Ceilândia. Na época, Sônia tinha participado de um filme exibido durante o Festival de Cinema de Brasília.
O autor tem pelo menos nove passagens pela polícia, acusado de crimes diversos. Na última condenação (onze anos de prisão), por assalto à mão armada, "Galeguinho" ficou preso pelo período de seis anos, recebendo o direito do benefício de prisão condicional. A última prisão do acusado foi realizada pela equipe do delegado-chefe da 23ª DP, Vicente Francimar de Oliveira Júnior. Os policiais prenderam "Galeguinho" durante investigação de um crime de tentativa de latrocínio, na QNN22, quando abordaram o veículo suspeito, o qual era conduzido pelo autuado.
Levado à DP para averiguação, a polícia constatou que "Galeguinho" tinha um mandado de prisão em aberto, referente a uma ocorrência de homicídio registrada pela 19ª DP no P. Norte. A denúncia consta que Welerson atirou seu carro, propositadamente, contra Sônia de Sousa, que acabou morrendo. Na manhã de ontem, o acusado foi recambiado para a 19ª DP onde foi inquirido pelo delegado-chefe daquela delegacia, Raimundo Vanderly Alves de Melo.
Lá, Welerson contou sua versão do ocorrido no dia do atropelamento. Ele disse que sua mãe é dona de um imóvel alugado para o filho de Sônia. O rapaz foi identificado como Pedro, e sempre se escondia para não saldar a dívida. "Naquele dia saímos para buscar o dinheiro. Foi quando houve uma discussão com Sônia. Em dado momento Pedro apareceu com uma faca e tentou me furar. Entrei no carro e saí de marcha ré. Nisso, a dona Sônia ia passando por trás do veículo e não tive como evitar o atropelamento. Tudo não passou de um acidente, eu não tive a intenção de cometer o crime", disse "Galeguinho".
Na ocasião, a mãe de "Galeguinho", Leny da Consolação de Sousa Silva, 56 anos, também foi autuada por co-autoria, porém negou qualquer participação no atropelamento. Leny foi acusada de encorajar o filho a cometer o atropelamento. O veículo passou por cima de Sônia, que sofreu traumatismo craniano e no tórax, além de outros ferimentos.
Perguntado o porquê de não ter procurado a polícia, "Galeguinho" respondeu: "como estava em prisão condicional fiquei com medo de ser detido naquele dia, por não ter prestado socorro à vítima". O acusado revelou ainda, que após o atropelamento, trabalhou com lotação em cidades do entorno, dormindo em postos de gasolina e em pensões.
Fonte: Tribuna do Brasil, Jornal de Brasília, Correio Web, Rede Globo, Jornal Coletivo e Record DF exibido em 13/03/08.
quinta-feira, 13 de março de 2008
Escala de plantão não funciona
Desde o dia 1º de fevereiro, os hospitais e centros de saúde são obrigados a divulgar a escala com os nomes dos médicos e enfermeiros de plantão. O objetivo da medida é ajudar no controle dos horários e tentar melhorar o atendimento. No entanto, os pacientes não estão sentindo muita diferença, pois os médicos que aparecem na lista nem sempre estão trabalhando.
No Hospital Regional da Ceilândia, a relação com os nomes dos médicos já está afixada no painel. De acordo com a lista, três ortopedistas estão de plantão das 13h às 19h. Após seis horas de espera, entretanto, ninguém havia sido atendido.
“Está horrível. Essa tabela não é cumprida. Eu vim de manhã sentindo dores fortíssimas na coluna, mas não consegui ser atendido porque não tinha médico. Fui para casa, tomei comprimido para melhorar e voltei. Está do mesmo jeito”, protesta o auxiliar de serviços gerais Alexandre Gomes.
“Não sei para que aquele quadro existe. Não tem médico”, acrescenta o autônomo José Fernando Macedo.
A empregada doméstica Maria Aparecida Nascimento precisou deitar em um banco para aliviar a dor nos rins. “Estou no hospital desde 13h30. Sinto dor nos rins e tenho febre e dor de cabeça. Já perguntei várias vezes se eles vão atender, mas não há previsão. Não posso nem voltar para casa, pois não tenho o dinheiro da passagem para vir amanhã novamente”, desabafa, após sete horas de espera por atendimento médico.
“Agora, temos três médicos atendendo na clínica médica. Foram dois durante o dia todo porque um colega entrou de licença. Então, nem todos os nomes que estão expostos atendem pacientes. O nosso quadro não está muito claro. Os outros setores do hospital como a pediatria, ginecologia, cirurgia, ortopedia e áreas internas do hospital, por exemplo, têm nomes de médicos no painel. Mas eles não estão diretamente ligados com o público, não estão atendendo”, diz o diretor da Regional de Saúde da Ceilândia, Baelon Pereira Alves.
Fonte: Rede Globo
No Hospital Regional da Ceilândia, a relação com os nomes dos médicos já está afixada no painel. De acordo com a lista, três ortopedistas estão de plantão das 13h às 19h. Após seis horas de espera, entretanto, ninguém havia sido atendido.
“Está horrível. Essa tabela não é cumprida. Eu vim de manhã sentindo dores fortíssimas na coluna, mas não consegui ser atendido porque não tinha médico. Fui para casa, tomei comprimido para melhorar e voltei. Está do mesmo jeito”, protesta o auxiliar de serviços gerais Alexandre Gomes.
“Não sei para que aquele quadro existe. Não tem médico”, acrescenta o autônomo José Fernando Macedo.
A empregada doméstica Maria Aparecida Nascimento precisou deitar em um banco para aliviar a dor nos rins. “Estou no hospital desde 13h30. Sinto dor nos rins e tenho febre e dor de cabeça. Já perguntei várias vezes se eles vão atender, mas não há previsão. Não posso nem voltar para casa, pois não tenho o dinheiro da passagem para vir amanhã novamente”, desabafa, após sete horas de espera por atendimento médico.
“Agora, temos três médicos atendendo na clínica médica. Foram dois durante o dia todo porque um colega entrou de licença. Então, nem todos os nomes que estão expostos atendem pacientes. O nosso quadro não está muito claro. Os outros setores do hospital como a pediatria, ginecologia, cirurgia, ortopedia e áreas internas do hospital, por exemplo, têm nomes de médicos no painel. Mas eles não estão diretamente ligados com o público, não estão atendendo”, diz o diretor da Regional de Saúde da Ceilândia, Baelon Pereira Alves.
Fonte: Rede Globo
Chico Vigilante vence
As eleições internas do PT serão definidas sem que nenhum voto confirme a preferência da militância no Distrito Federal. A vitória ficará com Chico Vigilante (de Ceilândia) porque o adversário, Lenildo Morais, desistiu de participar do pleito no próximo domingo.
Ele sai da disputa para evitar o confronto com o candidato que acusa de romper os princípios éticos do partido. “Se aceitasse concorrer, seria uma contradição inexplicável”, afirma. Integrantes da direção nacional do partido interpretaram a decisão como indisciplina e levantam até a possibilidade de punição para a atitude do militante.
A desistência de Lenildo confirma a permanência do ex-deputado Chico Vigilante à frente da legenda no DF. A hipótese de uma nova eleição só se confirmará caso os dois concorrentes decidam abrir mão da disputa, o que está totalmente fora de cogitação no caso de Vigilante. “O abandono de um dos dois candidatos define a presidência sem a necessidade do pleito”, confirmou o secretário-geral do PT, deputado federal José Eduardo Cardozo (SP).
O dirigente, no entanto, afirmou que independentemente do desfecho sobre o comando da legenda, seguem as investigações para checar as denúncias de fraude e irregularidades supostamente cometidas nos dois primeiros turnos das eleições internas. “A definição da presidência do PT não exclui o processo de apuração iniciado a partir dos recursos apresentados à Executiva nacional”, avisou.
Fonte: Brasília em Tempo Real
Ele sai da disputa para evitar o confronto com o candidato que acusa de romper os princípios éticos do partido. “Se aceitasse concorrer, seria uma contradição inexplicável”, afirma. Integrantes da direção nacional do partido interpretaram a decisão como indisciplina e levantam até a possibilidade de punição para a atitude do militante.
A desistência de Lenildo confirma a permanência do ex-deputado Chico Vigilante à frente da legenda no DF. A hipótese de uma nova eleição só se confirmará caso os dois concorrentes decidam abrir mão da disputa, o que está totalmente fora de cogitação no caso de Vigilante. “O abandono de um dos dois candidatos define a presidência sem a necessidade do pleito”, confirmou o secretário-geral do PT, deputado federal José Eduardo Cardozo (SP).
O dirigente, no entanto, afirmou que independentemente do desfecho sobre o comando da legenda, seguem as investigações para checar as denúncias de fraude e irregularidades supostamente cometidas nos dois primeiros turnos das eleições internas. “A definição da presidência do PT não exclui o processo de apuração iniciado a partir dos recursos apresentados à Executiva nacional”, avisou.
Fonte: Brasília em Tempo Real
Nascer pra plantar
O Distrito Federal pode ficar mais arborizado nos próximos anos. A Câmara Legislativa do DF aprovou no último dia 5 a Lei n.º 4.102, que cria o programa Plantando Vidas. A norma determina que uma muda de árvore frutífera ou ornamental deve ser doada ainda nos hospitais para cada criança nascida na rede pública ou privada da região. Por ocasião da alta hospitalar, as mães receberão a planta e um cartão com a mensagem “Seu filho merece viver em um mundo melhor. Plante essa idéia”. As mudas serão doadas pela Secretaria de Agricultura ou entidades que atuem na área de preservação ambiental. O GDF tem 90 dias para se adequar e cumprir a lei. Mas, segundo a ambientalista e pesquisadora da Universidade de Brasília (UnB) Mônica Veríssimo, uma árvore por pessoa não compensa as emissões de carbono decorerntes da atividade humana.
A Secretaria de Educação também participará do programa. Ao longo dos 12 meses após o plantio, as árvores serão monitoradas por alunos que estudam nas escolas públicas. “No momento da doação, a mãe preencherá um cadastro e especificará o lugar onde pretende fazer o plantio. Ela não será obrigada a fazê-lo, mas nossa idéia é conscientizar a população. O hospital encaminhará um relatório com as informações à direção das unidades escolares próximas ao local onde a muda foi plantada”, explicou o deputado Berinaldo Pontes, autor do projeto.
Aprovado pela Câmara Legislativa, o projeto foi vetado pelo governador José Roberto Arruda por não especificar de onde sairia a verba para o programa. Mas os distritais derrubaram o veto na última semana e a lei foi publicada ontem no Diário Oficial do DF. A assessoria de Pontes informou que uma emenda parlamentar será preparada para sanar a questão e que cerca de R$ 150 mil da verba destinada aos serviços administrativos do gabinete do deputado serão usados para que a lei saia do papel.
De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nascem anualmente no DF cerca de 45 mil crianças. Somente nos 10 hospitais com maternidade da rede pública, são 41 mil por ano. O subsecretário de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar da Secretaria de Agricultura, Agnaldo Alves, afirma que o órgão ainda não está preparado. “Hoje podemos atender somente 30% da demanda exigida pelo programa”, disse.
Já a dona-de-casa Juliana Castro Sousa, 29 anos, aprovou a novidade. Mãe de Enzo, de 25 dias, a moradora do Recanto das Emas disse que, se o hospitais já estivessem distribuindo as mudas, plantaria a espécie no mesmo dia. “Essa lei ajudará as futuras gerações a terem o ar mais saudável’, afirmou ela, na saída de uma consulta do filho no Hospital Regional da Asa Sul (Hras).
A ambientalista Mônica Veríssim o alerta que o programa só vale como conscientização, pois é insuficiente para repor o que já foi destruído do cerrado no DF ou garantir um meio ambiente mais saudável. Segundo ela, para compensar de fato as emissões de carbono geradas pelas atividades humanas, cada pessoa teria de plantar algo em torno de quatro mil árvores por ano. “Uma árvore não significa nada”, reiterou.
Seria interessante se toda residência tivesse uma árvore, nem que fosse de pequeno porte (em frente as casas). Ceilândia é uma das cidades que menos tem árvores.
Fonte: Correio Web
A Secretaria de Educação também participará do programa. Ao longo dos 12 meses após o plantio, as árvores serão monitoradas por alunos que estudam nas escolas públicas. “No momento da doação, a mãe preencherá um cadastro e especificará o lugar onde pretende fazer o plantio. Ela não será obrigada a fazê-lo, mas nossa idéia é conscientizar a população. O hospital encaminhará um relatório com as informações à direção das unidades escolares próximas ao local onde a muda foi plantada”, explicou o deputado Berinaldo Pontes, autor do projeto.
Aprovado pela Câmara Legislativa, o projeto foi vetado pelo governador José Roberto Arruda por não especificar de onde sairia a verba para o programa. Mas os distritais derrubaram o veto na última semana e a lei foi publicada ontem no Diário Oficial do DF. A assessoria de Pontes informou que uma emenda parlamentar será preparada para sanar a questão e que cerca de R$ 150 mil da verba destinada aos serviços administrativos do gabinete do deputado serão usados para que a lei saia do papel.
De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nascem anualmente no DF cerca de 45 mil crianças. Somente nos 10 hospitais com maternidade da rede pública, são 41 mil por ano. O subsecretário de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar da Secretaria de Agricultura, Agnaldo Alves, afirma que o órgão ainda não está preparado. “Hoje podemos atender somente 30% da demanda exigida pelo programa”, disse.
Já a dona-de-casa Juliana Castro Sousa, 29 anos, aprovou a novidade. Mãe de Enzo, de 25 dias, a moradora do Recanto das Emas disse que, se o hospitais já estivessem distribuindo as mudas, plantaria a espécie no mesmo dia. “Essa lei ajudará as futuras gerações a terem o ar mais saudável’, afirmou ela, na saída de uma consulta do filho no Hospital Regional da Asa Sul (Hras).
A ambientalista Mônica Veríssim o alerta que o programa só vale como conscientização, pois é insuficiente para repor o que já foi destruído do cerrado no DF ou garantir um meio ambiente mais saudável. Segundo ela, para compensar de fato as emissões de carbono geradas pelas atividades humanas, cada pessoa teria de plantar algo em torno de quatro mil árvores por ano. “Uma árvore não significa nada”, reiterou.
Seria interessante se toda residência tivesse uma árvore, nem que fosse de pequeno porte (em frente as casas). Ceilândia é uma das cidades que menos tem árvores.
Fonte: Correio Web
Casas do Saber
Facilitar o acesso à leitura e ajudar na inclusão social de comunidades carentes. Essas são apenas alguns dos objetivos do Projeto Bibliotecas Casa do Saber, de iniciativa da Gasol, empresa de combustível com 50 anos de tradição no Distrito Federal. Em apenas seis meses de campanha, a empresa conseguiu arrecadar 630 mil livros, doados pela população de Brasília. O acervo está, agora, espalhado por 22 bibliotecas públicas, uma delas itinerante, que divulga o projeto em eventos.
A iniciativa veio para suprir a carência de espaços reservados à leitura no DF. As novas bibliotecas aumentam a oferta de material bibliográfico sobretudo em localidades de baixo poder aquisitivo. "A leitura abre os horizontes e proporciona mais conhecimento", acredita o presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia da 1ª Região (DF, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul), Roberto Mário da Silva.
A doação de livros acabou oficialmente no final do ano passado. O Lago Oeste foi a primeira localidade a receber a Casa do Saber, há seis meses, seguido de Varjão e Valparaíso (GO). Paranoá, Núcleo Bandeirante e Jardim Botânico também receberam unidades do projeto. No último dia três, foi a vez do P Norte receber a sua, instalada na EQNP 09/13. A biblioteca itinerante também foi apresentada pela primeira vez na Câmara Legislativa, no último dia 12.
Fonte: Jornal de Brasília
A iniciativa veio para suprir a carência de espaços reservados à leitura no DF. As novas bibliotecas aumentam a oferta de material bibliográfico sobretudo em localidades de baixo poder aquisitivo. "A leitura abre os horizontes e proporciona mais conhecimento", acredita o presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia da 1ª Região (DF, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul), Roberto Mário da Silva.
A doação de livros acabou oficialmente no final do ano passado. O Lago Oeste foi a primeira localidade a receber a Casa do Saber, há seis meses, seguido de Varjão e Valparaíso (GO). Paranoá, Núcleo Bandeirante e Jardim Botânico também receberam unidades do projeto. No último dia três, foi a vez do P Norte receber a sua, instalada na EQNP 09/13. A biblioteca itinerante também foi apresentada pela primeira vez na Câmara Legislativa, no último dia 12.
Fonte: Jornal de Brasília
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