terça-feira, 14 de julho de 2009

Árbitro continuará...

O árbitro de futebol Paulo Lima, 40 anos, sempre se benze antes de cada tempo do jogo. No último domingo, ao apitar a semifinal do campeonato amador da Liga de Esportes das Categorias Independentes de Ceilândia (Lecic) entre Real Sociedade e 26 Futebol Clube, esqueceu de fazer o sinal da cruz depois do intervalo.

“Eu já vinha sendo agredido verbalmente durante a partida. Como o Real havia perdido o último jogo, a torcida e os jogadores estavam nervosos. Fui ameaçado várias vezes, mas ignorei. Quando houve o pênalti contra o Real na prorrogação, eles piraram e partiram para cima de mim com tudo. O goleiro até tentou me defender, mas piorou. O jogo não tinha segurança e a sorte é que ao lado tinha um show e consegui correr para lá para me proteger”, narra Paulo, que ganhou um galo na cabeça, um hematoma de 15cm na canela e dedos inchados, machucados na tentativa de se defender dos chutes.

Paulo afirma que preferia não ter ganho o dinheiro a viver o pesadelo. “Não sou árbitro por dinheiro. Faço porque amo. O que aconteceu no domingo ficou lá em Ceilândia. Não deixarei de atuar por causa do incidente”, revela o trabalhador da construção civil.

Mesmo sem acreditar na Justiça, ele registrou ocorrência na 15ª Delegacia de Polícia de Ceilândia contra quatro jogadores do Real e ficou de voltar para concluir o relato com mais calma. “Não vou retirar a queixa. Os culpados devem pagar pelo que fizeram. O pênalti que marquei era incontestável.”

Embora seja corajoso e destemido quanto às marcações e advertências em campo, Paulo teme retaliações. “Tenho medo que descubram meu endereço e façam algum mal a mim e à minha família.”


O amor de Paulo Lima pelo futebol começou nos anos de 1990, como jogador do Cruzeiro. Em 1997, ao enfrentar o Varjão, ele sofreu uma lesão e foi para o banco. Insatisfeito com a arbitragem do jogo, o presidente do time adversário convidou Paulo para apitar o restante da partida. “Ele disse que pior do que o juiz que estava apitando não poderia ficar. E como eu jogava bem, deveria entender mais de futebol do que o árbitro. Me passou o apito e gostou tanto que me chamou outras vezes para arbitrar por lá”, conta.

Desde então, Paulo não largou o apito. Ele nunca disse não para um jogo. Nem mesmo quando namorava Wilanir, com quem é casado há 17 anos. “Ele inventava histórias para não me encontrar no fim de semana e ir para o futebol. Pensei que fosse melhorar depois do casamento, mas não. Às vezes, quero passear com ele e nossos filhos e tenho que me programar para o horário em que não há partida. Viagem? Só fora da temporada. E mesmo assim, ele dá um jeito de descobrir onde tem um campinho e se oferece para apitar”, revela a mulher. “Faço 0800 (de graça) e eles adoram. Não é todo mundo que tem dinheiro para contratar um juiz para seu jogo”, conta, orgulhoso.

Com bom humor, Wilanir leva numa boa a vida dupla de Paulo — entre os canteiros de obra e os campos. Mesmo sem entender — e sem querer entender — as regras do esporte, ela apoia o marido. “Sempre que ele vai apitar, fico com o coração na mão. Casamento é assim: na alegria e na tristeza. Na saúde e na doença”, afirma a mulher, que cuidou das lesões do marido com “muito gelo”. “É o melhor analgésico do mundo”, completa Paulo.



Fonte: Correio Braziliense

Terminal será reformado. Mais 2 novos a caminho

A Secretaria de Estado de Transportes fará licitação para a contratação de empresa especializada em construção de terminais de passageiros de ônibus urbano. Dois terminais serão construídos em Santa Maria (quadras 119 e 401) e o terminal do Setor “O”- Ceilândia Norte será ampliado e reformado.

O edital e os anexos estarão disponíveis amanhã (15), das 9h às 12h, na sede da Secretaria de Transportes, prédio anexo ao Palácio do Buriti, 15° andar, sala da Comissão Permanente de Licitação. Para obtê-los, o interessado deve apresentar comprovante de recolhimento de R$ 50. O depósito deverá ser feito no Banco de Brasília S.A – BRB, na conta corrente n° 002.161-9, agência n°063, em nome do Fundo de Transporte Público do Distrito Federal –FTPDF/DFTrans.

Já a data de recebimento da documentação será 18/08, das 9h às 9h30, no auditório do DER/DF, localizado no Setor de Áreas Isoladas Nortes- SAIN- Ed. Sede, Bloco C, Brasília-DF. A licitação será do tipo concorrência sob o regime de empreitada por preço global, do tipo menor preço.

O processo será distribuído em três lotes. O primeiro é o do terminal do Setor “O”, em Ceilândia Norte, que custará R$ 6.502.109,19. Haverá reforma e ampliação com o aumento de 15 para 36 boxes. A expectativa de construção é de 12 meses.

O lote dois, em Santa Maria – quadra AC 119 (pista), terá um custo de R$ 1.862.352,12. A previsão é de construção de um terminal de 1.736 m² com capacidade para oito boxes. A duração da obra deve ser de oito meses.

Já o terceiro lote também é para Santa Maria – quadra AC 401 (centro). O projeto é para construção e custará R$ 1.914.185,54. O terminal terá 2.289 m² que comportará 12 boxes. A duração da obra também deve ser de oito meses.

Todos os terminais serão finais de linha. Só poderão participar da licitação as empresas que estejam desimpedidas para participar de licitações no DF. É permitida também a participação de consórcio de empresas, limitada a duas consorciadas.

Quaisquer esclarecimentos sobre os termos do referido edital e seus anexos poderão ser obtidos junto à CPL/ST ou por meio do telefone (61) 3441-3479.



Fonte: ClicaBrasília

Os Restaurantes Comunitários

Almoçar bem e pagando pouco é um desafio difícil de ser vencido nos self-services e lanchonetes do DF. Em casa, nem sempre há tempo de encarar o fogão para preparar uma refeição. A solução encontrada por muita gente é comer nos restaurantes comunitários. Eles vendem pratos escolhidos por nutricionistas a R$ 1. As nove unidades dos refeitórios mantidos pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedest) servem cerca de 24 mil refeições diariamente.

Os restaurantes comunitários são uma opção barata não só para quem precisa comer fora de casa, mas também para os que não querem gastar no supermercado. Muitas donas de casa dão uma folga às panelas e levam os filhos para comer nos refeitórios. Em época de férias, o movimento de mães com crianças aumenta. Na manhã de ontem, a dona de casa Valdilene Cedro Pereira, 32 anos, almoçou com o filho Lucas, de 1 ano, na unidade do Recanto das Emas. Ela é a responsável por preparar suas refeições e as do bebê todos os dias. Vez por outra, prefere ir ao restaurante e economizar um pouco, além de descansar do fogão. “Com R$ 1, eu não consigo fazer um almoço, aqui é mais barato”, revelou. A economia de Valdilene é ainda maior porque um só prato é suficiente para alimentar mãe e filho. “Ele come de tudo aqui, adora uma verdura”, disse.

O perfil de quem almoça nos refeitórios é variado — são trabalhadores, estudantes, aposentados e desempregados. Em maio deste ano, a Sedest realizou um estudo alimentar sobre os usuários das unidades. A equipe descobriu que a preferência do público é pela dupla arroz com feijão — 85,9% das pessoas disseram saborear a mistura mais de cinco vezes por semana. A carne vermelha também está no topo da lista. Ela é consumida pelo menos uma vez por semana por 98% dos entrevistados.

Para não enjoar, as carnes são servidas com diferentes preparações. O frango vira estrogonofe, a carne ganha tempero à mexicana e o hambúrguer vem acompanhado de vinagrete. O prato principal preferido dos consumidores é a feijoada, citada por 34,3% das pessoas. Em seguida vêm o frango (31%) e a carne bovina (13,6%). “Nossa intenção é ter variedade, e a apresentação também é importante. Um frango tem várias maneiras se ser servido, como no fricassê e no estrogonofe”, comentou a nutricionista Maria da Conceição Nascimento.

Do total de pessoas atendidas, 24,5% são estudantes, donas de casa, aposentados ou desempregados. A aposentada Esmeralda Rodrigues, 72 anos, frequenta o restaurante do Recanto das Emas de segunda-feira a sábado. Desde que o local abriu, há três anos, ela pega um ônibus por volta das 11h e segue para a avenida central da cidade, onde fica o refeitório. “Eles (os cozinheiros) fazem tudo muito bem. Eu gosto quando tem macarrão, verdura e carne de galinha”, comentou. Esmeralda recebe um salário mínimo por mês e gasta quase tudo com aluguel, contas da casa e remédios. Como sobra pouco para fazer compras no supermercado, ela prefere almoçar fora de casa. “Eu já cozinhei muito. Parei porque o aluguel aumentou e a comida ficou cara. Aqui o tempero é bom e sai barato”, justificou.




Toda sexta-feira, dia de feijoada, os restaurantes estão lotados. Frango e carne vermelha também são sinônimos de mesas cheias. Receitas à base de vísceras, no entanto, não são garantia de sucesso. A moela saiu do cardápio por falta de apreciadores. A dobradinha divide opiniões. Quando servida no restaurante comunitário de Ceilândia, ela entra no prato de 80% das pessoas. Já na unidade do Paranoá, só 30% dos clientes provam a especialidade.

Emivaldo Gomes de Oliveira, nutricionista e responsável técnico da Terra Azul, que administra seis restaurantes comunitários no DF, explica que o ideal é a pessoa se servir de todas as opções oferecidas. “O cardápio é equilibrado. Cada refeição tem uma média de 1.400 calorias e é pensada para atender as necessidades de uma pessoa saudável. Se a pessoa não pega um dos alimentos, compromete a qualidade e a quantidade do prato”, explicou. A equipe dos restaurantes incentiva os clientes a comer mais saladas e vegetais, pratos muitas vezes deixados de lado.

Novos alimentos chegam todos os dias às cozinhas do restaurante. O cardápio é elaborado com um mês de antecedência, havendo um planejamento para não faltar nada. A organização é peça fundamental na rotina dos refeitórios. Na unidade do Recanto das Emas, a primeira leva de feijão entra na caldeira às 5h30 da manhã. Uma hora depois, é a vez do arroz. A unidade serve entre 240kg e 320kg de arroz e 150kg de feijão diariamente. São pelo menos 2,8 mil refeições servidas por dia.

Em agosto, uma novidade entra no cardápio: a bruschetta. Servida em restaurantes de luxo, a receita ganhou versão popular, mas não menos saborosa: pão com ervas, orégano, tomate, queijo, azeite e alho. Foi a maneira encontrada pelos nutricionistas de mostrar às pessoas que há alternativas ao tradicional pão com manteiga.


Fonte: Correio Braziliense

Com droga na cueca

Um homem de 82 anos foi preso, na noite desta segunda-feira (13/7), acusado de tráfico de drogas. O flagrante foi realizado pela Polícia Militar por volta das 22h, em um bar do conjunto A da QNM 4, de Ceilândia Norte.

De acordo com a PM, Pedro Pinto de Magalhães é dono do estabelecimento. Ele foi revistado pelos policiais, após levantar suspeitas. Com o acusado foram encontrados 95 pedras de crack e três latas de merla. O senhor foi levado a 15ª Delegacia de Polícia (Ceilândia), onde prestou esclarecimentos.

Além de ter sido autuado por tráfico de drogas, Pedro será julgado, também, por corrupção ativa. Ele ofereceu R$ 2 mil pelo silêncio dos policiais. O acusado foi encaminhado ao Departamento de Polícia Especializada (DPE).



Fonte: Brasília Em Tempo Real, ClicaBrasília, Rede Globo, Correio Braziliense e Rede Record

Danificou fogão e pagará indenização

A 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do DF decidiu por unanimidade manter sentença do 2º Juizado Cível de Ceilândia, para condenar uma cidadã a ressarcir à vizinha o valor equivalente a um fogão doméstico, após este ter sido inutilizado por ação da primeira.

A autora conta que levou seu fogão para a lavanderia do prédio onde mora, a fim de lavá-lo. Contudo, em razão de não estar se sentindo bem, este foi deixado entre a porta de um apartamento vizinho e a lavanderia. Qual não foi sua surpresa, então, ao descobrir que a moradora do aludido apartamento atirou o fogão escada abaixo e, posteriormente, ateou fogo nele. A fim de comprovar as alegações, a autora juntou fotos do bem danificado ao processo.

Apesar de a parte ré alegar que o fogão atrapalhava a passagem para seu apartamento e que estava nervosa, a juíza da 1ª Instância registrou que isso não pode ser justificativa para danificar bem alheio, principalmente por tratar-se de utensílio indispensável em uma casa. E ainda, embora a ré negue que tenha queimado o fogão, a juíza ressalta que restou incontroverso o estrago que ela causou ao bem, em razão de ter sido a responsável pela queda do mesmo pela escada.

De acordo com a sentença, uma vez comprovado o fato danoso, sua reparação é medida que se impõe, principalmente porque após a queda do fogão, este não teve mais condições de uso. Quanto ao valor da indenização, embora a autora não tenha juntado aos autos orçamentos que sirvam de parâmetro sobre o custo de um fogão de seis bocas, com 14 anos de uso, a magistrada admite que, uma vez que o mesmo encontrava-se em funcionamento, o valor pleiteado (de 400 reais) apresenta-se razoável para que se possa adquirir outro fogão em condições de uso. Valor este que ainda poderá sofrer acréscimo de 10%, caso o pagamento não seja efetuado nos 15 dias subsequentes ao trânsito em julgado da sentença.

Inconformada, a ré apelou da decisão, questionando também o montante arbitrado quanto à reparação do bem. Ela sustenta que a sentença teria propiciado o enriquecimento ilícito da outra parte, uma vez que o valor médio de um fogão em condições similares seria de R$199,00.

Os integrantes da Turma Recursal, porém, concluíram que razão não assiste à ré, e que a sentença deveria ser mantida em sua integralidade. Eles, inclusive, enalteceram a sentença proferida pela magistrada do 2º Juizado Cível de Ceilândia, que "efetuou uma verificação minuciosa e cuidadosa dos elementos de prova constantes dos autos (fatos, fotos e depoimentos) para chegar ao resultado encontrado".

Isso é possível, afirmaram os magistrados, porque o art. 6º da Lei nº 9.099/95 possibilita ao juiz invocar as regras de experiência comum, de maneira a atender aos fins sociais e às exigências do bem comum, conforme jurisprudência deste Tribunal. "Nesse contexto, promover valoração maior ou menor quanto aos fatos, documentos e depoimentos está dentro dessa possibilidade", ensinam os julgadores.

Diante disso e entendendo que o valor da condenação se mostrava razoável, justo e atual para a satisfação do dano reclamado, a Turma negou provimento ao recurso da ré.


Fonte: ClicaBrasília, Correio Braziliense, Rede Record e Rede Globo

Sem data para começar a obra

No terreno em Taguatinga, onde fica a rodoviária, nem sinal de obras. A nova sede do governo do Distrito Federal ainda não tem prazo para virar realidade. Segundo o GDF, ainda faltam às garantias junto ao BNDES para a parceria público-privada firmada para iniciar a construção. O consórcio que ganhou a licitação vai investir R$ 439 milhões na obra, e será responsável por operar e manter o complexo, com serviços de segurança e limpeza, por exemplo.

O governo não vai gastar um centavo para construir o novo Centro Administrativo. Quando o prédio começar a funcionar, aí sim, ele passa a pagar R$ 12,6 milhões para o consórcio, menos do que a firma gastar hoje com a manutenção das Secretarias e órgãos que vão ser transferidos. Ao final de 22 anos, o prédio passa a ser do GDF, que vai ter pagado R$ 3,1 bilhões.

“Reduzimos os custos operacionais, que é o objetivo principal desse projeto: com manutenção predial e economia em aluguéis. Tendo em vista que os prédios alugados vão ser devolvidos”, explica o gerente do projeto Fernando da Costa e Silva.

“O GDF vai deixar de gastar agora, quando está tendo dificuldade. E o valor acaba ficando muito menor quando se desconta a taxa de juros que incide no dinheiro, que ele está deixando de gastar hoje”, afirma o economista Raul Velloso.

Falta ainda a licença de instalação para a obra. A nova sede do governo é prevista para 15 mil funcionários.


Fonte: Rede Globo

Mais um princípio de incêndio

Um incêndio destruiu parte da cozinha de uma casa nesta terça-feira (14/7), por volta das 8h15, na QNP 10, conjunto S do P Sul, Ceilândia. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, uma criança mexia no fogão quando as chamas se espalharam. Ninguém ficou ferido. Os bombeiros foram chamados ao local e controlaram o incêndio. Apesar do estrago material não ter sido grande, o susto serve de alerta para muitos pais redobrarem à atenção sobre as crianças.

Neste período de férias o risco de acidentes domésticos aumenta devido ao maior tempo que a criança passa em casa. O supervisor da Defesa Civil do Distrito Federal, capitão Ataíde Alexandre, sugere cuidado especial com as crianças, especialmente na cozinha. Nela, o vilão principal é o fogão, com maior potencial de risco de queimaduras nos pequenos



Fonte: Correio Braziliense e Rede Globo

Falta consciência

A placa adverte: é proibido jogar lixo e entulho. Mas o que se vê na área pública é muita sujeira. “Acho que as pessoas não sabem ler”, diz uma jovem.

Algumas quadras de Ceilândia estão tomadas de lixo. No ponto de ônibus: papéis e plásticos espalhados pelo chão. “O povo não zela. O ser humano é complicado”, afirma uma senhora.

Um mutirão de limpeza esteve na cidade só para cuidar do Setor O. No total, 400 homens de diferentes setores do governo formam a Força Tarefa e, uma vez por mês, durante uma semana, se concentram em uma área. Na Via Oeste a aparência, segundo os moradores, já é outra.

Nesta segunda-feira, dia 13, o trabalho foi no canteiro central da Avenida Principal. Além de podar as árvores, eles fizeram a pintura das faixas de pedestre. José Batista da Silva, que tem um comércio na região, ficou satisfeito.

“O pessoal caminhava pelo passeio e era preciso abaixar para passar”, conta o comerciante José Batista da Silva.

O problema, segundo a Administração Regional, é que o serviço nem terminou e a sujeira voltou a aparecer. “Esta área já foi varrida, uma equipe já fez a limpeza. Mas é possível ver copinho e saquinho de plástico pelo chão, coisas que entopem as bocas-de-lobo com uma facilidade muito grande”, enfatiza o administrador Leonardo Moraes.

Todos os dias, 40 toneladas de lixo são retiradas de Ceilândia. Mesmo assim, o SLU ainda recolhe mais 50 toneladas por semana de entulho, madeira e outros objetos, como uma geladeira e um sofá que foram abandonados pelos moradores pelas ruas da cidade.

“A população também não ajuda”, destaca uma senhora.

A Força Tarefa volta a Ceilândia no dia 10 de agosto, agora na região Norte.



Fonte: Rede Globo

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Parquinho está danificado

O parquinho da QNR 4, de Ceilândia, tem cinco brinquedos e todos estão quebrados. Sem nenhuma opção de lazer, o jeito é improvisar com o que resta. “A gente pega e vai balançando”, mostra um garoto.

O banco de apoio do escorregador é um perigo. O brinquedo ganhou até apelido. “É ‘rasga roupa’. Quando alguém escorrega, sempre rasga a roupa. Meu irmão mesmo já rasgou”, conta Tamires Lopes de Araújo, 10 anos.

A roda travou. Para brincar a garotada tem que fazer esforço. “Enterrou, mas a gente tenta rodar chutando. Tenta você. Está muito duro”, reclama Daniel Campos da Silva, 10 anos.

As mães têm que ter atenção redobrada. “Não tem segurança nos brinquedos e na quadra também não, porque falta iluminação”, acrescenta a dona de casa Fracinalda Campos.



Fonte: Rede Globo

Falta de infra-estrutural em bairro

Paradas perto do supermercado Tatico, em Ceilândia Centro, é o retrato do abandono. Lá as pessoas são obrigadas a esperarem os ônibus no meio da poeira; as calçadas não existem e a sujeira é a tônica do local.


Lote abandonado

Já na QNN 02, próximo a Guariroba, um lote que funcionava como posto de combustível foi desativado e o proprietário deixou o local com diversas irregularidades: muro quase caindo, sisterna aberta e um buraco com mais de metros.

Segundo o administrador de Ceilândia, Leonardo Moraes, o proprietário do lote será convocado para dar explicações e sanar os problemas apresentados.


Fonte: ACIC-DF e Rede Record