quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Laudo da Caesb a respeito das mortes de peixes

No final de agosto, centenas de peixes foram encontrados mortos no rio. Moradores da região ficaram assustados.


A Caesb concluiu que a água do Rio Descoberto estava com fósforo e nitrogênio em quantidade acima do normal. Isso teria aumentado a quantidade de algas, que consomem o oxigênio da água, e levado à morte dos peixes. De acordo com o laudo, o mais provável é que o fósforo e o nitrogênio vieram de defensivos agrícolas.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) não concorda com o laudo da Caesb. De acordo com a analista ambiental Juliana Freitas, num trabalho de campo de três dias o Ibama concluiu que o excesso de fósforo e nitrogênio foi causado pelo esgoto jogado no rio.

No dia 21 de agosto, a Estação de Tratamento de Esgoto da Caesb ficou sem energia e jogou esgoto no rio por 11 horas. O Ibama divulga o laudo nesta sexta-feira (11).



Fonte: Rede Globo

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Elas brilham

Crianças com altas habilidades ou chamadas de superdotadas estão ganhando espaço e visibilidade no meio artístico de Brasília. Numa parceria com o projeto da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), a Escola Classe 57 do P Sul realiza, até o dia 11 de setembro, a Mostra Cores e Formas. Com exposições de quadros e desenhos criados pelos estudantes que participam do Programa de Atendimento ao Aluno Superdotado, a Codevasf ofereceu o espaço com o objetivo de estimular as habilidades artísticas infanto-juvenis.

Desde o primeiro convite que a escola recebeu da Codevasf, há três anos, ela vem se destacando pelo espaço conquistado e pelas diversas premiações que os alunos receberam. "No primeiro ano que participamos não tínhamos praticamente nenhum recurso. Então tive que cobrir alguns vinis de branco, para que os alunos pintassem neles, e o resultado foi surpreendente", contou Sandra Machado, professora de Artes e orientadora da Sala de Recursos.




A participação de crianças e adolescentes no programa oferecido pela escola é feita por uma autoindicação dos alunos que ficam sabendo do atendimento, dos pais ou dos próprios professores. Depois da indicação, o aluno se inscreve no programa e aguarda ser chamado em uma fila de espera.

Depois de convocado, ele ganha espaço para participar do atendimento até a conclusão do ensino médio, independente da escola que estuda. Edílson José de Oliveira, 17 anos, faz parte do programa há cinco anos. "Depois que me inscrevi fiquei na lista de espera por um tempo. Quando me chamaram tive que fazer um teste. Hoje vejo que valeu a pena esperar. Ao longo dos anos descobri que quero levar a carreira de artista adiante", afirmou Edílson.

Há sete anos, Luiz Roberto Rocha Maia, aposentado da Codevasf, idealizou o Salão Infanto-Juvenil Brincando com Arte, com o objetivo de aumentar a função social da empresa e incentivar o talento das crianças. Com a temática voltada para o Rio São Francisco e o Vale do Parnaíba, as crianças buscam inspiração para fazer as mais variadas técnicas, em desenhos e pinturas em óleo sobre tela. "O trabalho de divulgação do projeto era feito de porta em porta nas escolas. Com o tempo começaram a surgir parcerias de várias empresas e o concurso ganhou visibilidade", explicou Rocha Maia.




Segundo a atual curadora do Espaço Cultural Codevasf, Nilma Leite Nogueira, o concurso acontece uma vez por ano, sempre no mês de outubro, escolhido principalmente por coincidir o mês da criança com o aniversário da empresa. "O concurso é aberto para todas as crianças que pintam. Escolas públicas, particulares e jovens artistas podem participar, basta o professor de artes inscrever o aluno", explicou Nilma.

Ela acrescentou que a premiação é realizada em três categorias, divididas em primeiro, segundo e terceiro lugares. Além disso, uma quarta categoria de voto popular é feita por meio de de uma urna localizada no local da exposição.




Quanto ao retorno do trabalho desenvolvido, a professora Sandra e a curadora Nilma, têm a mesma opinião. Elas se sentem gratificadas ao ver as crianças realizadas ao ganharem um prêmio no concurso.

Esta sensação ocorre todas as vezes em que elas veem os trabalhos dos alunos expostos. "É o melhor resultado que poderiam conseguir. Temos casos de crianças que eram repetentes e de crianças que tinham dificuldade de socialização, que hoje superaram isso e são outras pessoas", contou Sandra.

Com uma visão semelhante, Luiz Roberto Rocha Maia completou o clima de conquistas das professoras: "Me aposentei do serviço público, não da arte. Vejo um futuro de grandes artistas nessas crianças e sempre vou auxiliá-las", afirmou.



Fonte: ClicaBrasília

A briga continua

A discussão das poligonais do Distrito Federal virou disputa. Preocupados com a perda de terreno que Taguatinga vem sofrendo desde que foi criada, os moradores da Região Administrativa (RA) III aproveitaram a discussão dos limites entre as cidades do DF para reivindicar a Colônia Agrícola Cana do Reino, localizada na margem da Via Estrutural, ao lado da invasão com o mesmo nome. Mas a comunidade de Vicente Pires, que investiu na região nos últimos cinco anos, não pretende abrir mão dos 370 hectares onde atualmente moram 250 famílias.

A última possibilidade de expansão da espremida Taguatinga também faz parte dos planos da recém-criada Vicente Pires, que, assim como a irmã mais velha, planeja usar a região para crescer. “Taguatinga já é rica e desenvolvida. Tem bancos, supermercados e agências dos Correios. Já Vicente Pires nasceu agora. Precisamos de espaço para nos desenvolver”, defende o presidente da cooperativa de feirantes de Vicente Pires, Jonatas Emílio, que já faz planos para a área. “Estamos comprando um terreno de cinco hectares para montar a maior feira do DF”, conta. Um hectare equivale a um campo de futebol profissional.

Em reportagem publicada na edição de ontem do Correio, o deputado distrital Benedito Domingos (PP) disse que a Cana do Reino figura como área de expansão econômica na proposta de poligonal de Taguatinga, que foi reduzida a 20% de sua área original em 51 anos de existência. Para o administrador de Taguatinga, Gilvando Galdino, os moradores de Vicente Pires têm de entender que suas residências passaram a existir como cidade agora. “Eles não podem pleitear além do que conquistaram. Não há possibilidade de discussão”, avisa, acrescentando que Taguatinga não abre mão de mais nenhum palmo.

O administrador de Vicente Pires, Alberto Meireles, prefere a diplomacia. “Temos de buscar o entendimento. Se for preciso, até dividimos a área. É tudo DF”, pondera. Para Meireles, é natural que Taguatinga tenha cedido terreno para outras regiões administrativas, dada sua grande extensão. Se necessário, segundo ele, as indústrias de Taguatinga podem até compor o setor industrial da Cana do Reino. O administrador acredita ainda que Vicente Pires pode se valer do Taguaparque — área de lazer à margem do Pistão Norte — como moeda de troca.

Presidente da Associação Comunitária do Setor Habitacional Vicente Pires (Arvips), Dirsomar Chaves é menos conciliador e considera a reivindicação dos taguatinguenses uma afronta. “Há uma história de luta e trabalho de Vicente Pires nessa área, à qual Taguatinga nunca tinha prestado atenção”, protesta Chaves. Segundo ele, em vez de disputar a Cana do Reino, Taguatinga deveria brigar para mudar a destinação das partes da Floresta Nacional (Flona) que são ocupadas por árvores exóticas. “Os trechos onde há eucaliptos poderiam ser usados para a expansão da cidade”, propõe.



Na disputa pela região, os partidários de Vicente Pires têm o importante apoio dos poucos moradores da Cana do Reino. “Nossa luta é uma só”, defende o presidente da cooperativa habitacional Cooperville, Roldiney Roy Rodrigues. Ele prefere que sua residência pertença à mais nova região administrativa do DF. “Já está tudo planejado. Taguatinga não pode chegar assim e mudar tudo”, reclama. Foram 10 as oficinas reservadas para construir o projeto urbanístico da região, que, de acordo com os planos, deve contar com cerca de 7 mil moradias de baixa renda, além de imóveis para a classe média, prédios comerciais e mistos.

Se depender dos moradores de Vicente Pires, o espaço também deve servir para abrigar os prédios administrativos da cidade. “Estamos discutindo há três anos o estudo de impacto ambiental e o projeto urbanístico da cidade. Gastamos cerca de R$ 1,3 milhões nesse processo, nós e os moradores da Cana do Reino”, conta o diretor de Infraestrutura da Arvips, Glênio José da Silva. Glênio admite que Vicente Pires não têm tanta força política quanto Taguatinga, mas aposta na força popular de sua comunidade para assegurar a Cana do Reino.



Fonte: Correio Braziliense

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Vídeo: O orgulho de ser brasileiro

O vídeo a seguir mostra informações sobre o país e o orgulho dos moradores brasileiros. Assista!

CorreioWeb / Tv Brasília


Fonte: Jornal Local de 07/09/09

Tráfico de drogas domina a QNN 19

Apesar de ter acontecido isto:

Policiais 19ª Delegacia de Polícia do Distrito Federal, em Ceilândia, prenderam em flagrante, na última sexta-feira (04), na QNN 19, Ceilândia Norte, três pessoas com “merla” e cocaína.

Além de Flávio Antônio Ribeiro da Silva, 54 anos, e Saulo Rafhael Costa Ribeiro da Silva, 25, - pai e filho respectivamente - foi preso José Ailton Miranda de Jesus, 27 anos.

Uma adolescente de 17 anos, que acompanhava o trio, foi apreendida e encaminhada à Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA). O trio foi recolhido à carceragem do Departamento de Polícia Especializado (DPE).

Antes de efetuarem as prisões, os policiais passaram duas semanas investigando o grupo.



...o tráfico de droga continua atormentando o local.


A reportagem da Rede Record mostrou que o tráfico continua "quente" na localidade. A droga é vendido em meio a crianças brincando e pessoas trafegando. Os consumidores são rapazes de bicicletas, estudantes entre outros. Os lotes vazios favorecem ao uso dos entorpencentes. Moradores alertavam que o crime acontecia em qualquer horário e sem pudor, principalmente próximo a uma escola.

A reportagem da emissora chegou a voltar novamente à área, mas os traficantes do lugar a ameaçou e os funcionários da Record tiveram que deixar a região.


Veja o vídeo: eBand


Tá difícil!!!


Fonte: Rede Record e ClicaBrasília

O esporte continua esperando...

No começo da década de 1990, Marílson Gomes dos Santos começava a demonstrar que seria um dos grandes nomes do atletismo do país. Contudo, em busca de melhores condições de treino, o maratonista nascido em Ceilândia deixou sua cidade natal para mudar-se para Santo André, onde conseguiu construir uma carreira e tornar-se um atleta consagrado internacionalmente. A ausência de um lugar adequado em Ceilândia para abrigar os atletas foi realidade até cerca de seis meses atrás, quando uma pista foi construída no Centro de Ensino Médio 02.

Mas para a decepção dos que esperaram décadas para enfim realizar um sonho, o local não vai além da pista. Quem treina na escola de Ceilândia não pode contar sequer com uma infraestrutura mínima. “Falta bebedouro, vestiário, banheiro, iluminação e cobertura”, enumera Débora Crisóstomo, 13 anos. “Segurança também não tem. Direto uns drogados entram aqui”, emendou a estudante. Clodoaldo Gomes da Silva é um dos atletas que sonharam em ver o lugar pronto. O maratonista, que desenvolve um projeto social no local, diz que, mesmo com os problemas, cerca de cem pessoas correm na pista por dia.

“Estamos felizes com a pista, mas não com o redor. Aqui não tem só atletas, mas pessoas que querem fazer atividade física. Quando escurece, temos que ir embora, pois não tem condição de ficar na escuridão. Só a pista não é o suficiente”, reclama o atual campeão sul-americano da meia maratona. No grande terreno que cerca a pista de cascalho de 400m, restos de lixo, pedregulhos espalhados, traves de futebol e tabelas de basquete desgastadas pelo tempo, além de muito mato e uma estrutura que deveria ser a cobertura de uma quadra, mas que são apenas ferros enferrujados, mostram o perigo iminente do local. “Às vezes cai um ferro ou outro”, conta Clodoaldo sobre a condição da quadra abandonada.


O secretário de esportes do DF, Aguinaldo de Jesus, disse que a obra é de responsabilidade da Secretaria de Obras. Jaime Alarcão, secretário adjunto de obras, ao mesmo tempo em que assume a responsabilidade tenta amenizar o que os fatos demonstram. “A demanda era para a construção de uma pista. Quando ela ficou pronta vieram dizer que tinha que fazer a infraestrutura”, explicou-se. Colocado desta forma, sanitários, bebedouros, iluminação e segurança parecem ser pedidos esdrúxulos, quando não passam de condições mínimas para a prática desportiva.

“Está sendo feito um aditivo para fazer a outra parte da obra. Vai ser feita uma estimativa de custo para ver se estas solicitações cabem no contrato. Estamos na fase de projeto. Não existe prazo”, concluiu Alarcão. Enquanto isso, a população de Ceilândia continua esperando. “Isso é um desperdício. O esporte educa, dá responsabilidade e deixa a pessoa mais saudáveis. Investir no esporte é economizar em educação, saúde e segurança”, reforça Clodoaldo.



Fonte: Correio Braziliense

Taguatinga diminui

Quando foi criada, em junho de 1958, a Região Administrativa de Taguatinga ostentava imponentes 46,2 mil hectares. Cinquenta e um anos depois, a cidade está bem perto de ficar com apenas 20% do que já foi, graças à definição das poligonais de Vicente Pires e Águas Claras. Preocupados com o encolhimento da cidade, lideranças comunitárias e empresários se uniram para lutar pelos últimos metros quadrados disponíveis na região.

Taguatinga estava entre as oito primeiras cidades criadas no Distrito Federal, junto com Gama, Planaltina e Sobradinho. Nos últimos 50 anos, o terreno original foi fatiado para dar origem a Ceilândia e Samambaia, que viraram Regiões Administrativas (RAs) em 1988 e 1989, respectivamente, e, mais recentemente, para compor Águas Claras e Vicente Pires (veja cronologia). São os limites com as duas novas regiões administrativas que mobilizam os taguatinguenses.

A primeira proposta da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente (Seduma) para a poligonal de Taguatinga retirava da cidade o Taguaparque, o Parque Ecológico Boca da Mata e o Centro Regional. O primeiro ficaria com Vicente Pires, o segundo com Samambaia e o Centro Regional, com Águas Claras. Ainda correu o risco de perder parte do Pistão Sul, outra região histórica da cidade.

Insatisfeitos e quase ofendidos perante a possibilidade de perder um fruto de lutas históricas como o Taguaparque, políticos e moradores da cidade fizeram uma contraproposta, que inclui no território da cidade os três pontos em discussão. “Nenhuma autoridade disse nada quando Taguatinga perdeu terreno para Ceilândia e Samambaia. Agora, que perdemos quase tudo, não podemos abrir mão de nada”, reclama o aposentado José Honório da Silva, 73 anos, um dos pioneiros que ajudaram a erguer Taguatinga.



“Nossa expectativa é de que o Setor de Indústrias de Taguatinga se transforme em residencial nos próximos 10 anos”, lamenta o presidente da Associação Comercial e Industrial de Taguatinga, José Sobrinho Barros, que enxerga na especulação imobiliária força para sobrepujar as indústrias da região. Sobrinho não se conforma com o fato de Águas Claras, que surgiu como bairro de Taguatinga, ter ficado com um espaço destinado à expansão do Setor de Indústrias. “Daqui a pouco, Taguatinga vai se resumir à Praça do Relógio”, provoca.

O distrital Benedito Domingos, que já foi administrador de Taguatinga e alertou a Câmara Legislativa para a necessidade de manter regiões históricas como o Parque Boca da Mata, lamenta que a cidade tenha sido espremida, mas diz que, apesar do encolhimento, sobrou espaço para expansão. “Nossa proposta de poligonal reserva a área da Cana do Reino para a futura expansão econômica da cidade”, comenta o deputado. A região, contudo, também interessa à comunidade de Vicente Pires.



Fonte: Correio Braziliense

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Terça Crônica

O bom humor e a poesia do cotidiano, que servem de inspiração para o escritor Luis Fernando Veríssimo, brindam a chegada do Terça Crônica a Ceilândia. A partir de terça-feira (dia 8 de setembro), o projeto inicia itinerância pela cidade do DF, seguindo até o final do mês, graças ao patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC). No Auditório C.E.M.04 (QNN 14, Área Especial, Ceilândia), às 20h, o ator e diretor Jones Schneider dramatiza as narrativas do escritor gaúcho, enquanto o músico Alex Souza interpreta as canções de Assis Valente. "Quis começar em alto astral, associando as histórias vibrantes de Verissimo com as composições únicas de Valente. Acredito que haverá uma intensa troca com estudantes e comunidade", destaca Jones Schneider.

Em cena, ele estará acompanhado das atrizes Daniela Josper e Miriam Luci, que vão ajudar na dramatização das crônicas, cheias de diálogos engraçadíssimo. Participa também desta edição o jornalista, escritor e dramaturgo Sérgio Maggio, que vai apontar estilo e linguagens da escrita do autor gaúcho. "Como estamos num ambiente escolar, Sérgio Maggio também vai apontar as características da crônica como gênero literário. A partir de sua natureza educativa, o Terça Crônica é um forte instrumento de incentivo à leitura. Esta edição vai focar ainda mais essa proposta", acredita Jones Schneider.



Fonte: blog CriCri

domingo, 6 de setembro de 2009

A Ceilandense vence

Com um gol de Edicarlos, no inicio do segundo tempo, a Ceilandense conseguiu sua primeira vitória na segunda divisão do Campeonato Candango e terminou com os 100% de aproveitamento do Botafogo/DF na competição. Mesmo com a derrota, o time alvinegro continua na liderança da competição com nove pontos, enquanto o time tricolor de Ceilândia agora soma os mesmos quatro pontos do Unaí, quarto colocado.

A Ceilandense começou melhor, mas aos poucos o Botafogo equilibrou a partida. Debaixo de muita chuva o time alvinegro criou a melhor oportunidade do primeiro tempo. Aos 22, Luiz Carlos, em cobrança de falta, acertou o travessão da Ceilandense.

A resposta do time da casa veio aos 35. Alex cruzou da linha de fundo e Leandro Felix, livre na área, cabeceou para fora. Porém, o lance mais polemico da primeira etapa surgiu aos 41. Edicarlos foi derrubado na área e todo do time tricolor pediu pênalti, não assinalado pelo árbitro José Caldas.

Logo no inicio da segunda etapa a Ceilandense fez o único gol da partida. Aos quatro, Edmar passou para Edicarlos que, da entrada da pequena área, girou e acertou o canto direito do gol alvinegro.

Cinco minutos depois o time da casa quase ampliou. Após lançamento da zaga, Edicarlos ficou frente a frente com Donizete, mas chutou para fora. A Ceilandense continuou no ataque, e aos 30, Djalminha cruzou rasteiro, a bola passou pelos dois atacantes do tricolor e saiu rente à trave alvinegra.

Aos 35, a Ceilandense quase entregou um gol de bandeja para o adversário. Após uma bola recuada, o goleiro Veloso furou e o atacante China, do Botafogo, tomou a bola, mas o goleiro dividiu com o atacante e o derrubou, José Caldas, novamente, não assinalou a penalidade. “Na minha opinião, o árbitro compensou o pênalti do primeiro tempo”, reclamou Marquinho Bahia, técnico alvinegro.

Já nos acréscimos, aos 47, Edicarlos perdeu outra oportunidade frente a frente com o goleiro Donizete, desta vez o arqueiro encaixou a bola. Na sequência, após um cruzamento para área, Léo Guerreiro cabeceou e Veloso se redimiu com uma difícil defesa. “Jogo tem muito disso, nós vamos de heroi a vilão muito rápido”, revelou o goleiro tricolor.

Na próxima rodada a Ceilandense encara o Brazsat, em local ainda indefinido.



Fonte: Esporte Candango e Futebol Interior

Anexação de municípios do entorno

Com base em estudo sobre a realidade das cidades do Entorno, o presidente da Codeplan, Rogério Rosso, iniciou um debate sobre a ampliação do quadrilátero do Distrito Federal. A ideia é incorporar seis municípios vizinhos ao território como forma de dar o mesmo tratamento a uma região cujos moradores têm a vida diretamente ligada à capital do país. A proposta inclui Águas Lindas, Cidade Ocidental, Santo Antônio do Descoberto, Novo Gama, Valparaíso e Planaltina de Goiás, equivalente a uma área de 4.308 quilômetros quadrados, com 572,8 mil habitantes.

Com a suposta incorporação das cidades-dormitório, o Distrito Federal que hoje tem 5.800 quilômetros quadrados praticamente dobraria de tamanho. Como argumento, Rosso sustenta que haveria a regularização de uma realidade que já existe na prática. Ele argumenta que os municípios vizinhos não têm o olhar atento do governo de Goiás pela distância do poder central e pela vinculação com o Distrito Federal e tampouco são tratados como prioridade pela União, mesmo com a criação da Região Integrada de Desenvolvimento do Entorno (Ride), em 1998. Por isso, a população já está pendurada na infraestrutura da capital federal, mas não sofrem a mesma fiscalização no que se refere à preservação ambiental e planejamento urbano. “Esta é uma proposta que visa preservar o DF”, afirma Rosso.

De acordo com levantamento da Codeplan, qualquer investimento do Distrito Federal surte um grande efeito em termos de qualidade de vida na região e reduz a pressão sobre os equipamentos públicos na capital do país. Um exemplo são os recursos repassados pelo GDF, do orçamento local, para aplicação em centros de saúde de Águas Lindas e Santo Antônio do Descoberto. Os municípios recebem mensalmente respectivamente R$ 1 milhão e R$ 500 mil por mês. Com isso, o atendimento médico nos municípios subiu de 1,6 mil para 28 mil mensais. O número de médicos aumentou de três para 70 profissionais.

Rosso defende a criação de um fundo provisório para manutenção das cidades ou a ampliação do Fundo Constitucional do Distrito Federal na proporção do crescimento da população. O número de habitantes subiria de 2,6 milhões para aproximadamente 3,2 milhões, um crescimento de aproximadamente 20%. Na avaliação do presidente da Codeplan, o rigor do governo local na concessão de licenciamentos ambientais, superior ao dos municípios vizinhos, também seria um avanço. “Sabemos que 70% do abastecimento de água vem da bacia do Descoberto, que vem sofrendo com a falta de saneamento básico nos municípios vizinhos”, analisa.


Para ler a reportagem na íntegra, clique no link da fonte.


Fonte: Correio Braziliense