quarta-feira, 8 de julho de 2009

Filme sendo gravado na cidade

Mais uma produção local da Ceicine começa a ser gravada esta semana – o curta metragem Nós Vivendo, uma adaptação do conto Os Mudos, do francês Albert Camu. O filme é uma produção de Anderson Floriano e Camilo Cardoso, direção e roteiro de Adirley Queirós – diretor e roteirista do filme Rap o Canto da Ceilândia, ganhador do 38º Festival de Cinema de Brasília de 2005, nas categorias melhor filme pelo júri popular e pelo júri oficial em curta-metragem.

O enredo de Nós Vivendo gira em torno de um grupo de operários que retornam ao trabalho após uma greve mal-sucedida e tem como foco principal duas questões – o trabalho assalariado na perspectiva proletária e o envolvimento dessas pessoas nos conflitos cotidianos de um período de greve.

A obra, que está sendo realizada em Ceilândia, pretende envolver a comunidade local para trabalhar no projeto. Será o primeiro filme a ser rodado em película. A meta é exibi-lo em várias escolas da rede pública de ensino do DF. O seu lançamento ocorrerá durante o Festival de Cinema de Brasília, em novembro deste ano. Mais informações com Anderson (9555-5288).



Fonte: Administração Regional de Ceilândia

Estações fecharão mais cedo

A partir do dia 13 de julho algumas estações terão o horário de fechamento das bilheterias alterado para as 22h30, diferentemente do que ocorre hoje, com o encerramento às 23h30. As estações que terão seu horário alterado são: Galeria, 102 Sul, 112 Sul, Asa sul, Concessionárias, Centro Metropolitano, Ceilândia Sul, Guariroba, Ceilândia Centro, Ceilândia Norte, Terminal Ceilândia, Taguatinga Sul, Furnas, Samambaia Sul e Terminal Samambaia. As demais funcionarão normalmente até as 23h30.

As alterações vão ocorrer em função da baixa procura pelo serviço no horário referido, uma vez que em algumas estações a compra do bilhete chega a ser inexistente. A decisão, além de atender ao princípio da economicidade do serviço público, tem o objetivo de otimizar os recursos humanos da Companhia até que seja implantado o novo sistema de bilhetagem, que se encontra em processo de licitação.



Fonte: ClicaBrasília e Rede Record

Ambulantes não param

Fiscais da Agência de Fiscalização (Agefiz) apreenderam cerca de seis mil DVDs e CDs piratas de ambulantes em vários pontos de Ceilândia. Além disso, foram recolhidos outros produtos como celulares, frutas, óculos de sol e carteiras. A ação conjunta da Agefiz com a Polícia Militar foi realizada no Setor O, P Norte, P Sul e em Ceilândia Centro. Apesar das apreensões, apenas um homem foi detido, mas não pelo crime de pirataria, e sim por dificultar o trabalho dos servidores públicos incitando a multidão contra os fiscais. No total, participaram 13 pessoas da fiscalização, sendo dois fiscais da Agefiz, cinco PMs, e seis pessoas contratadas para dar apoio. O fiscal da Agefiz José Carlos Alves de Sousa disse que este tipo de ação é realizada rotineiramente pela agência e que, em Ceilândia, área onde atua, são feitas operações de segunda a sexta-feira. Em média, são apreendidos de 200 a cinco mil CDs e DVDs. “Na sexta-feira mesmo apreendemos cerca de dez mil mídias”.

José Carlos informa que as frutas recolhidas em condição de consumo foram doadas a instituições de caridade e os demais produtos apreendidos seguiram para o depósito da Agefiz, localizado no Trecho 4 do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) para posterior destruição do material. Durante a ação da Agefiz um homem foi detido por pertubação do sossego e trabalho e por falsa identidade, ambos crimes de menor potencial ofensivo. Na ocasião, um vigilante teria se apresentado como um servidor do GDF e teria incitado a população a impedir o trabalho dos fiscais.

“Acredito que ele não esperava ser preso por isso”, revela o delegado-chefe da 15ª DP, Plácido Sobrinho. Segundo o delegado, o vigilante assinou um termo circunstanciado, onde se compromete a comparecer em Juízo, sendo liberado logo em seguida. O crime de pertubação tem pena prevista de 15 dias a três meses de detenção e falsa identidade de três meses a um ano.





Todo o material recolhido pela Agefiz foi apreendido em apenas duas horas, entre as 10h e 12h. Apesar do alto número de mídias recolhidas, a ação dos ambulantes não para. O gerente de Fiscalização da Agefiz, Paulo Vieira Santos, explica que, em geral, os vendedores que trabalham na ilegalidade preferem abandonar o material para não serem presos. Caso deixem a atividade, logo aparece outra pessoa para substituí- los. Há ainda a contratação de olheiros para avisar sobre a chegada dos fiscais e a comunicação via celular, que informa a movimentação dos servidores públicos.

Paulo Vieira apresenta uma particularidade do mundo dos ambulantes. Apenas CDs e DVDs piratas são abandonados. Em geral, os vendedores de produtos como relógios, celulares e frutas oferecem resistência ao recolhimento do material. A cidade onde mais são registradas apreensões são Ceilândia, Taguatinga, Samambaia e Brazlândia. Paulo Vieira explica que, em todas as ações, o trabalho da polícia é fundamental para evitar que os fiscais sejam agredidos ou ameaçados. “Não posso passear com a minha família por aqui, por exemplo”.



No P Sul...

A Agência de Fiscalização precisa fazer uma visita aos quiosques no setor P Sul. Alguns quiosques estão funcionando em situação irregular. Dentre as irregularidades são os que transformaram as suas atividades em “boates” com som ao vivo alem do horário permitido por lei. Esta situação não é característica só do P Sul, em outros locais da cidade a situação é a mesma. O que precisa é fiscalização para separar o joio do trigo.


Fonte: PortalBrazlândia.Net.BR, ClicaBrasília e ACIC-DF

terça-feira, 7 de julho de 2009

Vídeo: O "Mãos de Tesoura" do DF

Conheça o artista. Clique nos links e veja os vídeos:

YouTube aqui e aqui


Fonte: Rede Tv, Band, Rede Record e Rede Globo

Falta na QNR:

Para o caso em destaque a comunidade do setor continua a espera mais arborização para combater a poeira que reina nesta época de seca.


Não podemos deixar de citar que falta infra-estruruta em alguns conjuntos.


Fonte: ACIC-DF

Opinião: Falta de segurança

Não é à toa que a criminalidade em Ceilândia não diminui. O policiamento no centro da cidade é praticamente inexistente. No domingo 5/7 fui abordado por uma criança, de uns 5 ou 6 anos, não mais, pedindo esmolas na feira central. Não dei e passei a observá-la a certa distância. Percebi que ela era impelida a pedir esmolas por um rapaz de aproximadamente 23 a 25 anos. O cidadão ameaçava bater nela, caso não conseguisse dinheiro. Pela aparência, o homem parecia drogado ou alcoolizado. Procurei um policial nas imediações para denunciar o crime, mas não achei. Fui então ao posto policial que fica a uns 50 metros do outro lado da rua. Percebi que os policiais lá lotados não saem de dentro do posto. De que adianta contratar policiais e fazer mais postos se os mesmos só servem de trincheira para a conivência com a criminalidade? É assim que resolveremos o problema da segurança pública? Lugar de policial é nas ruas!

Paulo Roberto Bogea


Fonte: Correio Braziliense

Novidades no trânsito

Dirigir à noite exige cuidado redobrado. A escuridão em determinados pontos de rodovias e vias urbanas representa um perigo para motoristas e pedestres. Acidentes podem ocorrer devido à pouca visibilidade e, caso envolvam automóveis de grande porte, chegam a ser fatais. A Resolução 316/2009 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que entrou em vigor no último dia 1º, prevê mudanças que devem aumentar a segurança no trânsito, principalmente à noite. Pelo menos no que diz respeito aos ônibus e micro-ônibus, que precisarão se adequar às novas regras para continuar a rodar em cidades e estradas. Uma dessas mudanças é a obrigatoriedade da instalação de faixas refletivas na traseira e laterais dos veículos.

O dispositivo é semelhante ao usado em caminhões, motocicletas ou mesmo bicicletas. Brilha intensamente ao receber a incidência de raios luminosos, melhorando a visão daquilo que está adiante. No entanto, ainda deve demorar um pouco para que a novidade se espalhe pelas frotas de ônibus e micro-ônibus da cidade. Apesar de a resolução do Contran já ter entrado em vigor, ela estabelece prazos para a adequação à nova norma.

No que diz respeito à instalação de faixas refletivas, os coletivos deverão estar devidamente adaptados a partir do licenciamento de 2010. "Os ônibus que não apresentarem esses dispositivos serão retirados de circulação na hora da vistoria no DFTrans", garantiu o secretário de Transportes, Alberto Fraga. Já os veículos novos que entrarem no sistema de transporte público deverão apresentar todas as modificações previstas na resolução do Contran. Além das faixas refletivas, os ônibus também deverão ter cintos de segurança nos bancos de passageiros, equipamento para destruição de vidros em janelas de emergência e não podem ter pneus reformados.




A fiscalização dos coletivos continuará a cargo do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran/DF). A falta das faixas refletivas será considerada uma infração grave, pela ausência de equipamentos obrigatórios. A punição, nesse caso, é multa de R$ 127 e cinco pontos computados na carteira de habilitação. "É importante ressaltar que, no caso de transportes públicos, os pontos vão para o proprietário do veículo", acrescentou Silvain Fonseca, chefe da Fiscalização do Detran/DF. Para ele, o acréscimo dos dispositivos na lataria nos ônibus é um ganho para a população. "Vai melhorar muito a visibilidade. Isso ocorre com os caminhões na estrada, que hoje conseguimos ver de longe graças a essas faixas. Acho que devia até ter sido feito há mais tempo", afirmou.

O motorista José Antenor de Campos, de 54 anos, dirige ônibus no Distrito Federal há mais de 30. Ele gostou da novidade. "Pra gente fica bom. Em lugares mais ermos, vai ajudar bastante. Vai dar para ver os veículos de longe", comentou. Campos comparou a mudança ao caso dos motociclistas. "Ficou bem mais fácil de vê-los depois que colocaram as faixas nos coletes e nas caixas das motos", destacou. A administradora Eliene Lopes também achou a mudança positiva. "Vai trazer mais segurança para a população e diminuir o risco de acidentes", ressaltou.



Fonte: Correio Braziliense e Band Cidade

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Radiografia da QNQ

O setor QNQ, em Ceilândia é o quinto da serie radiografia de Ceilândia. Para o caso em destaque a comunidade do setor continua a espera mais arborização para combater a poeira que reina nesta época de seca. A recuperação do asfalto no setor e operação tapa buraco em todas as ruas do setor. Limpeza das áreas livres e recuperação das quadras esportivas são reivindicações dos moradores.


Fonte: ACIC-DF

Mutirão de Limpeza no Setor "O"

A limpeza e a arrumação começou pelo Setor O, em Ceilândia. Vários órgãos do GDF estão fazendo o trabalho, desde poda de árvores nas avenidas principais, limpando bocas de lobo e retirando lixo e entulho. Além da sinalização de trânsito, pintura de faixa de pedestres, como também a manutenção elétrica, troca de lâmpadas e a reconstrução de rede de águas pluviais, em frente à Vila Olímpica.

“Estamos criando postos de visitas, para desobstruir a rede, para quando chegar período de chuva, a rede de águas pluviais captar, com tranquilidade, a água que vai descer nas vias”, afirma Francisco Cabral, da comissão de Defesa Civil

A cada semana a força tarefa vai atuar em um setor da cidade.



ATRAPALHADO


Um assaltante foi preso no estacionamento da 24ª DP do Setor "O" tentando arrombar um carro de uma policial. O fato chamou a atenção pela ousadia do meliante. O acusado acabou preso.


Fonte: Rede Globo, Rede Record e Band Cidade

Sem raticida

A professora de 43 anos acordou e decidiu colocar roupas sujas na máquina de lavar antes de sair para o trabalho. Juntou as peças em uma bacia e as levou para a área de serviço, onde fica o eletrodoméstico. Dias antes, ela tinha visto um rato rondando a casa. Jogou veneno nas possíveis tocas do animal na tentativa de matá-lo. Achou que tinha tido obtido sucesso até a manhã daquela quarta-feira. Ao abrir a tampa da máquina e colocar a mão dentro, porém, sentiu uma ardência no dedo indicador. O rato estava escondido no local e a mordeu.

O fato descrito acima aconteceu há 12 dias, mas a moradora da Ceilândia não é a única brasiliense obrigada a conviver com ratos dentro de casa. O estoque de raticida da Secretaria de Saúde do DF está baixo e os agentes de vigilância têm tido dificuldade para desratizar casas invadidas por roedores. O Sindicato dos Agentes de Vigilância Ambiental e dos Agentes Comunitários de Saúde do DF (Sindvacs) denuncia que o trabalho não é feito no DF há seis meses. A Secretaria de Saúde garante que ainda há veneno no estoque, mas reconhece que o produto está chegando ao fim e que “os atendimentos caíram nos últimos meses”.

Os agentes só aplicam o veneno em casos de emergência, como o da professora. Depois de ser mordida, a mulher, que pediu para não ser identificada, correu para o posto de saúde. Por sorte, foi apenas um susto e ela não desenvolveu qualquer sintoma de doença. Um dia depois, técnicos da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) estiveram na casa dela e colocaram raticida nas redondezas. “É a minha vizinha que junta lixo no quintal. Já tinha visto ratos por aqui antes e cheguei a dedetizar minha casa. O pior é que eu tenho pavor de rato, mais do que de qualquer outro bicho”, conta a professora.

O presidente do Sindvacs, Wanderman Valério Martins, afirma que, enquanto a secretaria age apenas em casos urgentes, as ratazanas se espalham por todo o DF. Diariamente, o sindicato recebe reclamações de diferentes cidades. Gama e Ceilândia lideram as queixas. “A falta do veneno é uma falha do corpo técnico da Dival. Todo ano, o DF sofre com os ratos em junho e julho. Eles sabem disso, deveriam ter providenciado a compra de mais raticida”, acusa.

O chefe do Núcleo de Animais Sinantrópicos da Secretaria de Saúde, William Wagner de Melo, responsável pelo controle dos ratos, admitiu que há pouco raticida no estoque (cerca de 30 quilos apenas). E contou que, por isso, os técnicos mudaram a forma de trabalhar. No lugar de só jogar o veneno, eles têm priorizado orientar a população sobre a limpeza do ambiente, fundamental para manter roedores afastados. “Buscamos hoje eliminar os criadouros, fazendo um trabalho de prevenção. Se o rato não tiver alimento, sai do local. Mas se a gente só bater o remédio e não providenciar a limpeza, dali há dois meses eles voltarão”, explica.



Dicas:

- Não deixe restos de comida no lixo mal acondicionado ou no chão próximo à moradia

- Coloque os alimentos em recipientes de vidro, lata ou plástico resistente com tampa

- Acondicione o lixo corretamente em sacos plásticos fechados e em recipientes tampados

- Caso a coleta do serviço de limpeza urbana não seja diária, mantenha o lixo em jardineiras suspensas com altura de 1,5m

- Elimine abrigos ao tapar com cimento buracos e vãos na edificação e nas caixas de inspeção de esgoto, retirando entulhos e material em desuso

- Elimine a sobra de rações dos vasilhames usados por animais de estimação, que deve ser recolhida ao entardecer. As vasilhas precisam ser limpas diariamente


Ligue para 3341-1900 que uma equipe da Secretaria de Saúde vai verificar o problema.



Fonte: Correio Braziliense e Rede Record