domingo, 5 de julho de 2009

Começou o Palco Giratório 2009

No período de 07 a 30 de julho, o SESC-DF realiza, pela sexta edição consecutiva, o Festival Palco Giratório. A mostra teatral reúne espetáculos de grupos e artistas de todo o Brasil, trazendo ao público o que há de melhor das artes cênicas e da dança nacional.

Este ano, o Festival apresenta espetáculos de estados como Amazonas, Paraíba, Rio de Janeiro, Pernambuco, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Os espetáculos provenientes do Distrito Federal participaram do Prêmio SESC de Teatro Candango, edição 2008.


As peças serão encenadas no teatro SESC Newton Rossi (Ceilândia Norte) e numa praça de Ceilândia (provavelmente a de Ceilândia Centro). A entrada para as apresentações no teatro é de um quilo de alimento não perecível (exceto sal).



Confira a programação dos espetáculos com sinopses e horários clicando no link da fonte.


Fonte: SESC-DF e Ceilândia.com

Guarany perde e acaba em 4º lugar

O time da Ascoop venceu o Guarany por 4 a 3 no Campeonato de Futebol Feminino do Distrito Federal 2009, mas não se classificou para a final. Com a vitória o time somou quatro pontos, mas ficou atrás de Cresspom com sete e Bandeirante com seis.

Fonte: Portal Futebol Feminino

sábado, 4 de julho de 2009

A magia dos quadrinhos

Todos os sábados, Guilherme Gonçalves, 16 anos, acorda cedo. Às 8h, com papéis embaixo do braço e lápis na mão, já está na Biblioteca Pública de Ceilândia. Durante as quatro horas seguintes, ele e cerca de 90 outros garotos e garotas vão se dedicar a aprimorar as técnicas de traços e cores no desenho, na oficina gratuita de quadrinhos. A iniciativa voluntária existe desde o ano passado e pode chegar ao fim por falta de apoio e doações.

Quem entra na biblioteca fica fascinado ao ver aquele tanto de garotos concentrados em uma manhã do fim de semana. Meninos e meninas, a partir de oito anos, não poupam dedicação e criatividade. As aulas são abertas a toda comunidade, sem limite de idade. “A iniciativa da oficina surgiu da idéia de que Ceilândia tem muito talento para ser mostrado”, ressalta um dos professores e idealizadores do projeto, Edmilson de Melo e Silva.

A Oficina de Quadrinhos de Ceilândia foi criada a partir da monografia de Mauro César Bandeira, formado em Artes Plásticas pela Universidade de Brasília (UnB), apresentada no final de 2007. A iniciativa era oferecer à cidade uma oportunidade de se especializar nas técnicas de Histórias em Quadrinho (HQ). “Fiz esse trabalho porque eu gosto de quadrinhos e, principalmente, porque gosto de ajudar às pessoas”, explica o idealizador do projeto.

No dia 7 de junho de 2008, a idéia saiu do papel. Dez meninos se reuniram em uma pequena sala da biblioteca. As folhas brancas ganharam traços. Esses, por sua vez, ganharam formas e cores. No decorrer dos meses, mais gente interessada em aprender um pouco mais sobre desenho apareceu. O limite era só a idade mínima. Em dezembro, chegava ao fim a formação da primeira turma da oficina, já com 60 alunos. Todos com certificado na mão.

No começo deste ano, Bianca Costa Pacheco, 12 anos, começou a freqüentar a segunda turma da oficina. “Desenhava pouco quando cheguei”, conta, ao mostrar a pasta em que registra a sua evolução. Os traços retos e duros ganharam forma no decorrer dos meses. “A minha escola tem aula de artes, mas lá a gente estuda história da arte”, conta a menina.

Os grandes responsáveis em ensinar, orientar e incentivar os aspirantes à profissão de quadrinistas são sete professores, que se dividem entre profissionais formados e artistas populares. Todos eles de Ceilândia. “É um trabalho bastante comunitário. Além dos professores, os alunos aprendem um com os outros”, explica Edmilson de Melo e Silva. Os alunos que têm mais facilidade com a técnica se tornam monitores. É o caso de Guilherme Gonçalves, que começou a freqüentar as aulas no ano passado e nesse ano tem o compromisso de ajudar os professores.

Wellington da Silva Lemos, 20 anos, procurou a oficina para se profissionalizar. O jovem, que nunca tinha feito um curso, aprendeu a desenhar sozinho. Na biblioteca da cidade, Wellington desenvolve técnicas de pintura e ganha mais confiança nos traços. “Meu sonho é fazer quadrinhos e trabalhar na Marvel, uma editora americana. Mas viver de quadrinho aqui no Brasil é muito complicado. Os cursos que tem, são de difícil acesso”, lamenta o rapaz.

Alunos como Wellington são a grande inspiração dos professores. No entanto, não é só de vontade que se constrói a oficina. Papéis e lápis, todos doados, são a grande matéria-prima, mas estão escassos. E é justamente a necessidade de sobreviver de doações que ameaça a oficina.



Fonte: Jornal de Brasília

Vídeo: Paula Pequeno vai jogar na Rússia

Jogadora deixa o Brasil para atuar no Zarechie Odintsovo. Atleta só vai para o exterior em novembro, pois, antes, se recupera de uma cirurgia no joelho e se apresenta à seleção brasileira. Veja o vídeo clicando no link:

Globo Esporte


Fonte: Rede Globo

O primeiro contrato

A judoca Ketleyn Quadros assinou nesta sexta-feira um contrato de 1 ano com a empresa de assistência médica Unimed, a mesma que patrocina o Fluminense. A curiosidade é que a atleta, primeira mullher brasileira a conquistar uma medalha olímpica em um esporte individual, nunca havia tido um patrocínio em toda a sua carreira.

Ketleyn fez história nos Jogos de Pequim, em 2008, ao conquistar o bronze na categoria até 57kg, peso leve. Atleta do Minas Tênis Clube, Ketleyn não conseguia disfarçar a satisfação por ter assinado seu primeiro contrato.

"Nunca tive bolsa-atleta e quem me ajudava era minha mãe. Esse patrocínio traz segurança e tranquilidade para treinar. 2009 é um ano de competições importantes no exterior e vou precisar viajar muito", observou a atleta, que não quis divulgar quanto receberá do novo patrocinador.

A judoca de 21 anos, nascida em Ceilândia, Minas Gerais, admite que a medalha conseguida na última olímpiada trouxe a visibilidade que precisava para conseguir patrocínio, e que se mateve confiante todo o tempo.

"Nunca tive dúvida de que iria aparecer. Jamais pensei em abadonar o judô, mas sem apoio chega uma hora que fica difícil continuar", reconhece.



Fonte: Terra Esportes

Buracos na rua

Rua da QNO 01 do Setor "O" está cheia de buracos. Os moradores reclamam que há dois anos pedem providências à administração regional, mas até hoje nada foi feito.



A máquina passou há duas semanas e tapou os buracos, mas não foi até o fim da rua. Os moradores tiveram que continuar com medidas provisórias para amenizar o problema.

“A administração já passou com o caminhão. Só que não tampou tudo e ainda não voltou para tampar o resto. Disseram que faltou massa”, conta a dona de casa Aparecida Soares Alencar.

É tanto entulho que os buracos já estão até menos profundos. Mesmo assim, o transtorno continua. “Já tem muito tempo que esses buracos estão incomodando. Nós já ligamos para a administração várias vezes. Eles falam que vão dar um jeito, mas nunca aparecem”, reclama a dona de casa Vandete Nazário de Oliveira.

Pior para quem mora bem em frente e tem dificuldades para entrar e sair de casa sem cair nos buracos. “Eu moro na casa em frente e sempre que manobro para entrar, estrago meu carro. Já amassou a roda duas vezes e já esvaziou o pneu por duas vezes também. Tem dois anos que eu venho ligando no 156 e eles ficam só adiando”, acrescenta a professora Flávia Monteiro de Oliveira.

O administrador de Ceilândia, Leonardo Moraes, informou que na próxima semana uma equipe vai até o local para tapar os buracos.



Fonte: Rede Globo

Opinião: Deu certo lá, pode dar aqui

Atribuir aos problemas sociais os altos índices de criminalidade no Distrito Federal vem sendo, nos últimos tempos, uma desculpa das mais convenientes, especialmente para quem não deseja encarar a questão sob o ângulo correto: o da falta de policiamento ostensivo preventivo.

Prova de que a ação dos criminosos é estimulada pela certeza de não serem importunados foi dada pela comunidade da comercial da 203/204 Sul. Acossada pelos bandidos, aquela comunidade se mobilizou e fez com que a polícia cumprisse a sua função. Resultado: mais segurança para a área.

Tudo começou em abril deste ano, quando os comerciantes penduraram 16 faixas de protesto pedindo mais policiamento no local.

Segundo reportagem do Correio Braziliense, dois meses e meio após a manifestação, empresários sentem a diminuição expressiva da violência na área, provavelmente provocada pela presença constante da dupla de policiais e viaturas na comercial.

Ainda de acordo com a reportagem, a presença das duplas fixas de PMs nas quadras residenciais e comerciais foi retomada pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em maio deste ano, depois de três anos sem o uso do serviço. Foram colocados mais 120 policiais na região central da capital. Em 2006, o policiamento - chamado de Cosme e Damião - afastou os ladrões de carros e de casas do Plano Piloto. Também diminuíram, na época, os números de roubos a postos de gasolina, de latrocínios (roubo seguido de morte) e de assassinatos no Plano Piloto, a partir da comparação com os dados de 2005.

Resumindo: fica demonstrado que aquela história de que “você não vê a polícia mas a polícia vê e zela por você” era pura balela.

Agora só falta colocarem em prática em Ceilândia a boa experiência do Plano Piloto.



Fonte: Ceilândia.com

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Raio X do Setor "O"

Para o caso em destaque a comunidade do setor continua a espera a via de ligação que liga o Setor O a via estrutural. A recuperação do asfalto nas entre quadras e operação tapa buraco em todas as ruas do setor. Limpeza das áreas livres e recuperação das quadras esportivas são reivindicações dos moradores.


Fonte: ACIC-DF

Vídeo: Cartilha e profissão flanelinha

O vídeo a seguir mostra uma cartilha elaborada pela polícia civil para se proteger de abusos cometidos por flanelinhas. No mesmo vídeo é possível ver que o serviço foi considerado profissão - o GDF o regularizou hoje. Veja:

CorreioWeb / Tv Brasília


Fonte: Jornal Local, Correio Braziliense, Band Cidade, SBT Brasília e Rede Record

Opinião: Limpeza pública em Ceilândia

O discurso reinante em Ceilândia, para explicar os problemas da sujeira nas áreas públicas da cidade, é que o SLU recolhe diariamente 40 toneladas de lixo e mesmo assim tudo continua sujo devido à população não cooperar. Há controvérsia neste discurso, se dividirmos o total de lixo recolhido na cidade, ou seja, lixo residencial e comercial, que é o que se recolhe diariamente, pelo número de residências, que são 90 mil, sem contar os condomínios, teremos uma produção média de lixo residencial e comercial da ordem 450 gramas de lixo, o que dá para concluir que as 40 toneladas são somente lixo residencial ou comercial, ficando as áreas públicas fora desse quantitativo. É verdade que alguns moradores jogam entulhos nas áreas públicas por essas se encontrarem degradadas pela falta de urbanização mínima, ou seja, falta gramar esses espaços para que os moradores assumam essas áreas como meio de convivência e de beleza cênica. Hoje! Há espaços na cidade que antes eram degradados e que após a sua urbanização com o plantio simples de grama estão completamente mudados. É chegada à hora do GDF deixar de investir na contratação de empresas para recolhimento de entulhos e combater a sua causa, ou seja, investir na urbanização das áreas degradadas. Atribuir a população à culpa pela sujeira nas áreas públicas é um discurso sem consistência e que agora é fato que vem sendo explorado pelo humor jornalístico da mídia local.


Fonte: ACIC-DF