segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Campanha contra o crack

Até a próxima sexta-feira (20), alunos de cinco escolas públicas do DF participarão de bate-papos com integrantes das Secretarias de Educação, Saúde, Segurança Pública e Justiça sobre os malefícios do uso do crack. Lançada nesta segunda-feira (16) pelo governador José Roberto Arruda, no Centro de Ensino 7 de Ceilândia, a Semana de Combate ao Crack pretende coibir o avanço da droga nas escolas por meio da conscientização de crianças e adolescentes – alvos fáceis dos traficantes.

Os debates realizados nas escolas também serão transmitidos na programação da TV Record, idealizadora do projeto. O objetivo é atingir não apenas os dois mil estudantes que participarão das conversas, mas também os que os assistirão de casa.

“Precisamos prevenir os jovens sobre os efeitos negativos das drogas, para não entrarem na conversa dos traficantes”, disse Arruda.

Segundo o assessor da Coordenação de Repressão às Drogas (Cord), Rodrigo Pires, no ano passado a polícia apreendeu mais de 10 quilos de crack em todo o DF, que seriam transformadas em milhares de pedrinhas, forma como a droga é consumida. Para o administrador de Ceilândia, Leonardo Moraes, o crack chega com facilidade a meninos e meninas entre 12 e 17 anos por ser barato e de fácil manuseio. Ele ressalta ainda que a droga cria dependência muito rapidamente.



Fonte: ClicaBrasília e Rede Record de 16/02/09

domingo, 15 de fevereiro de 2009

O blog 100% Ceilândia convoca colaboradores

Se você gosta da cidade de Ceilândia, tem tempo disponível para escrita de reportagens, publicação de vídeos e de imagens/fotos e/ou até mesmo busca por notícias na internet, rádio, revistas, jornais e televisão; o blog 100% Ceilândia abre um convite especial a você:

Venha participar de nossa equipe de colaboradores!

Os interessados deverão encaminhar e-mail a 100porcentoceilandia@gmail.com para receber as informações e regras necessárias para a publicação de notícias. É necessário ainda o envio da localização de moradia (bairro) do candidato, idade e grau de escolaridade.

Faça você também parte do blog de nossa cidade!
Seja você também 100% Ceilândia!

Ceilândia corre grande risco de rebaixamento

No estádio do CAVE, o time de futebol do Brasília teve tudo para acabar o primeiro turno do Candangão no G-4, mas acabou perdendo a chance ao empatar em 2 x 2 com o Ceilândia, na tarde deste domingo.

O time vermelho balançou as redes com Edicarlos e Thiago Silva, que disparou na ponta da tabela de artilheiros, agora com 5 gols. Diego e Cássius descontaram para o Ceilândia, que somou mais um ponto e segue em sexto na classificação geral.



Fonte: Esporte Candango

Imagem: Museu da Limpeza Urbana

A usina da tratamento de lixo no setor P Sul de Ceilândia será desativada e o Museu da Limpeza Urbana, que funciona nas suas imediações, provavelmente também terá o mesmo destino.

O museu possui, na maioria de seu acervo, objetos encontrados no lixo pelos funcionários do antigo Sistema de Limpeza Urbana (SLU) e demais trabalhadores da área. O que é bastante interessante de ver, assim que se chega ao local, é a recepção de bonecos montados com peças de metal e plástico; convidando à visita. Dentro do museu é possível ver equipamentos bem antigos e muita história e curiosidades do Distrito Federal.

É bom lembrar que se o local for realmente removido do setor P Sul, os especuladores imobiliários (os conhecidos "grileiros") já estão se armando para o ataque...











Museu da Limpeza Urbana - setor P Sul - próximo a EQNP 24/28
A entrada é franca, mas as visistas devem ser agendadas pelo número: 3213-0155.

Canto desafinado

Na Casa do Cantador, há muito o público se misturou ao privado. O espaço em Ceilândia, em vez de servir de palco para as tradicionais cantorias e repentes, aos poucos ganhou papel de protagonista em enredo insólito, povoado por “protetores da cultura popular”, disputas de poder e jogos de interesses e capaz de pôr abaixo o mais elaborado dos folhetins de cordel. Parte dessa história já é conhecida na cidade e por artistas de fora que costumam participar dos festivais promovidos pelo Movimento Brasileiro de Cordel (MBC) naquele espaço. O último deles — o Festival Popular de Cantadores, Repentistas, Campeões da Arte do Improviso ao Som da Viola, Poetas Cordelistas, Coquistas, Emboladores e Sanfoneiros —, em 30 e 31 de janeiro, foi alvo de novas denúncias por possível desvio de recursos: por meio de recibos assinados em branco, estariam sendo feitos pagamentos inferiores aos informados na prestação de contas ou no plano de trabalho.

Em 2005, provocado por denúncias semelhantes, o Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) constatou irregularidades na prestação de contas do MBC (referente ao 37º e ao 38ª Festival Nacional dos Cantadores Repentistas e Poetas Cordelistas na Ceilândia) e do presidente, Gonçalo Gonçalves Bezerra. O MBC foi condenado a restituir aos cofres públicos R$ 44.302,47, que estão sendo cobrados judicialmente.

Entre os participantes do último festival, entrevistados pelo Correio — uma dupla de repentistas e uma de emboladores de coco, ambos do DF, três artistas de São Paulo e um do Nordeste — afirmaram ter recebido quantia menor que a devida ou assinado recibo em branco. O projeto foi realizado com recursos do Ministério da Cultura (MinC), que liberou R$ 188.500 para o MBC, por meio do Fundo Nacional de Cultura. No plano de trabalho apresentado ao Minc, Bezerra (pai da atual diretora da Casa do Cantador, Rosália Alves Bezerra) comprometeu-se a pagar cachê de R$ 4 mil para cada dupla de fora do DF, R$ 3 mil para as da cidade, R$ 4 mil para cada cordelista de outros estados e R$ 8 mil para cada grupo de sanfoneiros. Os entrevistados garantem que essas quantias não chegaram às suas mãos.

“Pelo dinheiro que seria destinado ao cantador repentista, a gente se sentiu um pouco lesado. O cachê prometido foi de R$ 1.500 para a dupla. No dia, baixou para R$ 400. Para o meu pouco entendimento, assinei um recibo em branco. Isso é uma coisa que revolta a categoria. A Casa foi feita para o cantador, mas não tem nada a ver com isso. Ali acontece lavagem de dinheiro. Aconteceu na outra gestão e nesta também. Isso precisa ser levado ao Ministério Público. (…) Um cantador do Ceará, o Jorge Macedo, disse que uma jornalista tinha ligado para ele perguntando sobre esse assunto. Ele ficou com receio que fosse alguém da família do Gonçalo e teve medo de dizer a verdade”, afirma o repentista Geraldo Queiroga, do DF.

O companheiro dele de cantoria, Antônio Noberto, confirma. “O festival não foi bom porque sai uma imensidão de dinheiro para a Casa do Cantador, mas não é repassada para os cantores de Brasília. Recebemos R$ 400 cada e nunca nos deram recibo. Desde 1996, eu canto lá e sempre nessas condições. Por isso, a gente nunca correu atrás de nada. Os recibos são todos em branco, nem o total que a gente recebe eles colocam. Em 2007, fizeram um festival em novembro, que custou aproximadamente R$ 40 mil, mas pagaram R$ 500 para cada cantador. Deu novela, fomos para a delegacia da Ceilândia”, relata Noberto. Os emboladores de coco Terezinha e Roque José garantem: “Recebemos R$ 400 cada um e assinamos o papel em branco”.

Por morar em São Paulo, a dupla Orlando Dias e Zé Cândido recebeu um pouco mais: R$ 700 cada. Orlando acredita ter assinado o recibo em branco. Já Zé Cândido não se lembra. “É uma falha assinar um papel sem ler. Pegaram meu CPF, meu RG, e eu assinei”, recorda-se. Orlando ficou hospedado num hotel em Taguatinga. Ele conta que passou duas noites num quarto que dividiu com outro cantador. Tinha frigobar, mas não ar-condicionado. No plano de trabalho submetido ao MinC para aprovação do projeto, consta previsão de pagamento de três diárias para 75 pessoas em apartamento para solteiro, standard, com ar-condicionado.




Esse último festival — em comemoração ao aniversário dos 22 anos da Casa do Cantador — deveria ter ocorrido em novembro de 2008. O projeto ainda estava em fase de aprovação quando chegaram ao MinC denúncias sobre possíveis irregularidades semelhantes às publicadas pelo Correio em junho de 2000 (leia abaixo). O denunciante, João de Souza Gouveia (de nome artístico João Bernardo, hoje morando em São Paulo), foi um dos entrevistados na época. Em razão disso, a tramitação do projeto no MinC chegou a ser interrompida enquanto o caso era analisado. No entanto, no fim de novembro, João Bernardo encaminhou nova carta ao MinC retirando a queixa e alegando ter sido induzido por outros dois cantadores do DF — Francisco de Assis Silva (Chico de Assis) e Manoel de Souza Rodrigues (conhecido como Neilton Rodrigues ou Zé do Cerrado) —, que fazem oposição a Gonçalo e à atual gestão da Casa do Cantador.

“Os repentistas ficaram sabendo que o festival não iria acontecer por causa da minha denúncia e começaram a me pressionar. Recebia ligação 24 horas por dia e ameaças. Estava sendo muito pressionado porque os cantadores têm que trabalhar. Com recibos em branco ou não, eles precisam ganhar. Para me livrar da confusão, resolvi assinar o documento de volta e fui para Brasília participar do festival e conversar com meus irmãos cantadores. Se querem resolver o problema, que seja todo mundo junto. Não é justo que eu seja o bode expiatório”, avalia João Bernardo. Ele recebeu R$ 700 pela apresentação. “O homem (Gonçalo) pagou tudo direitinho. Foram 25 duplas de São Paulo e cada cantador recebeu R$ 700”, defende.

Diante da retirada da denúncia, o MinC considerou as provas contra o MBC insuficientes e apoiou o projeto. “Toda a documentação exigida estava em dia. Além disso, a proposta é submetida a um processo técnico, em que são sugeridos ajustes e cortes e, em seguida, recebe um parecer jurídico. Cortamos R$ 20.500: R$ 13 mil destinados à coordenação geral e R$ 7.500 ao pessoal de apoio”, explica o secretário substituto da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural do MinC, Ricardo Lima.

O secretário lembrou que o festival de 2008 já está cadastrado no Siconv (Sistema de Gestão de Convênios e Contrato de Repasses), para controle das transferências voluntárias da União, que permite mais eficiência, agilidade e transparência na liberação de recursos para estados, municípios e organizações não-governamentais. “Isso significa que todos os pagamentos devem ser feitos exclusivamente por crédito na conta bancária dos fornecedores e prestadores de serviços. Essas informações são dadas pelo sistema no momento em que o proponente (Gonçalo) cadastra o projeto no Siconv”, explica. O MBC tem 30 dias após a realização do evento para prestar contas.

Gonçalo Bezerra se defende. “Olha, não existe isso (de recibo em branco). O pessoal que fez isso nunca mais participa de festival meu. No Ministério da Cultura, nunca teve problema porque a gente faz tudo certo, fiscalizado por eles. Quem faz isso são cantadores que perderam a Casa do Cantador. Nós temos um processo contra os cantadores sem vergonha — desculpe-me a palavra —, que arrumaram uma denúncia mentirosa e depois desmentiram. É mentira pura porque já realizamos mais de 40 festivais aqui”, justifica.



Fonte: Correio Braziliense de 15/02/09

A Cufa faz...

Na Expansão do Setor O de Ceilândia, entre as quadras 17 e 18, o lugar é conhecido pela violência. Mas, na quadra de basquete, a briga é pela bola. O street ball é uma das atividades desenvolvidas pela Central Única das Favelas do Distrito Federal, a Cufa.

Uma oportunidade melhor: dar voz aos jovens da periferia. Este é o objetivo da Cufa, que atua no DF há dois anos. “A Cufa começou no Rio de Janeiro, em 1998, a partir de vários jovens de favelas ou não. Há dez anos é uma Organização Não-Governamental e atua em todos os estados do Brasil mais o DF, com atividades socioculturais e esportivas”, esclarece o coordenador da Cufa – DF, Max Maciel.



Para conhecer melhor do trabalho da Cufa ou participar das atividades, entre em contato pelo telefone 3224-6557. Na internet tem mais informações. Visite o site da Cufa-DF!



A Cufa-DF ainda realiza muitos trabalhos em diversas Regiões Administrativas do DF e até no entorno. Assista também aos vídeos nos links da fonte.


Fonte: Rede Globo aqui, aqui e aqui

Opinião: Não apenas ônibus novos...

O GDF anuncia que impôs um prazo de 18 meses para que as empresas de transporte coletivo substituam a frota ultrapassada por 1,4 mil veículos novos.

A notícia seria ainda melhor se as autoridades do setor deixassem claro que tipo de ônibus têm em mente para substituir os antigos.

Não dá mais para submeter a população à tortura de viajar em paus-de-arara fabricados sobre o chassis de caminhão, demasiado altos e desconfortáveis.

Depois de dar um jeito na baderna que reinava no transporte público, o GDF tem não só autoridade legal, mas também autoridade moral para exigir que as empresas adquiram veículos que, além de novos, sejam realmente modernos.

O Sindicato dos Rodoviários também deveria entrar nessa briga e exigir que os novos ônibus tenham motor na parte traseira, que são mais silenciosos.

Aquele infernal motor na frente prejudica a saúde de motoristas, cobradores e usuários.



Fonte: Ceilândia.com

Falta de iluminação

Os moradores do Setor "O" estão reclamando. A falta de iluminação num conjundo da QNO 02 faz com que os moradores se sintam muito inseguros. Assaltos, falta de policiamento, ponto de drogas e prostituição acontecem próximo a um beco aonde até lixo é jogado.

Segundo uma moradora, os bombeiros cortaram uma árvore e até hoje os galhos estão espalhados pelo local. Os próprios moradores fizeram solicitação a Companhia Energética de Brasília (CEB) e depois de 4 meses ainda não foram atendidos.

O administrador de Ceilândia, Leonardo Moraes, afirma que o índice de criminalidade na região é baixíssimo e que logo mais deverá ser construído um posto policial próximo da quadra. Enquanto isso, a população continua no escuro e com medo.


Fonte: Band Cidade de 14/02/09

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Ceilândia e Brasília fazem clássico dos 6 pontos

O time do Ceilândia visita o Brasília no Cave em um jogo no qual as equipes disputarão "6 pontos". Se o combinado de Ceilândia perder, vai distanciar ainda mais do rival e do sonho de disputar a segunda fase da competição. Se ganhar, ficará a um ponto da equipe do Plano Piloto, brigando diretamente pelas 4 primeiras posições do campeonato. Empate, nem pensar!!!


Depois de ganhar do Gama, o time do técnico Marco Aurélio está eufórico com a recuperação. Na partida diante do Gato Ceilândia, o zagueiro Adriano e o atacante Chefe cumprem suspensão. No Ceilândia, uma verdadeira revolução. Seis jogadores foram embora. Três estréias estão anunciadas. Apita o jogo Rogério Bueno.


Brasília x Ceilândia - 15/02/09 - domingo - 16h00 - estádio do CAVE (Guará-DF)


Fonte: Futebol Interior

Invasões avançam

Parece irônico, mas é verdade. Na década de 1970, Ceilândia foi criada para ser a solução de um problema: erradicar invasões que vinham surgindo. Nos últimos dez anos, a cidade virou o berço de novas invasões. Ocupações gigantescas e muito pobres.

“É difícil. Em todo lugar que você chega e mostra o comprovante de residência as pessoas perguntam se você mora numa invasão”, diz a dona de casa Sandra Ferreira.

De cima é possível ver a mancha habitacional que foi se espalhando sem controle. Nos Condomínios Privê, Pôr-do-Sol e Sol Nascente vivem hoje 82 mil pessoas.

“Na verdade, o que está acontecendo lá é o desgaste da borda da cidade, comprometendo o futuro dela. Como se fosse uma espécie de metástase de um câncer urbano que nós podemos evitar. Podemos combater como cidadãos, governantes e habitantes de Brasília”, alerta o especialista em urbanismo da Universidade de Brasília, Frederico Flósculo.

Nada foi evitado. O desastre ambiental é irreversível e ainda representa um risco. Os condomínios chegaram ao limite: bordas que acabam em grandes fendas. São todas nascentes que abastecem o Rio Descoberto. A imagem aérea dá idéia do tamanho do problema, mas esconde a realidade que só pode ser vista em terra firme e bem de perto.

Lama, sujeira e esgoto a céu aberto. Na região não existe posto de saúde nem escola. É uma vida totalmente improvisada. “É melhor morar aqui, sem pagar aluguel, do que nos bairros mais organizados, tendo que pagar aluguel”, afirma a autônoma Solange Saldanha. “Quem vem morar aqui não tem outra opção. Vem porque é mais barato, normalmente pra comprar lote. Aí, constrói e fica nessa situação”, acrescenta a manicure Cíntia de Souza.

Ao ver postes e transformadores nas ruas, até parece que a rede elétrica é a única coisa regularizada. Mas nem isso. Em 2005, uma empresa goiana cobrou cerca de R$ 500 de cada família, puxou um gato da via principal e fez a distribuição por todo o condomínio. Resultado: até hoje, ninguém paga conta de luz.

“A gente quer pagar, mas eles não legalizam”, comenta o comerciante Orlando Rocha Vieira.

O governo proíbe. Mesmo assim, ninguém respeita. Tem gente ampliando a casa, construindo um novo pavimento. As obras seguem à luz do dia. Também tem gente vendendo lote. Para morar no Sol Nascente é preciso desembolsar R$ 13 mil. Sem poder reverter a situação, o GDF corre para regularizar a área.

“O estudo ambiental já foi entregue pelo Distrito Federal ao Ibama. Então, essa parte já está sendo encaminhada. O projeto urbanístico foi contratado, está em fase de elaboração e até a metade deste ano o problema deve ser resolvido. A partir daí, vamos começar a entregar as escrituras para os moradores”, promete o gerente de Regularização de Condomínios, Paulo Serejo.

Solteira, a dona de casa Ednalva da Silva foi morar em Ceilândia pela escritura. Ocupa um casebre de papelão com sete crianças e mais uma está a caminho. “Não tenho condições de pagar aluguel, não tenho moradia certa. Por isso, vim pra cá tentar a sorte”, confessa.

Muita gente, como Ednalva, conta com a sorte. Só que às vezes o preço da sorte é caro demais. “As pessoas estão vindo para sofrer em Brasília. Estão vindo porque, apesar do sofrimento que enfrentarão, têm perspectiva e expectativa de um futuro melhor. Na verdade, são populações vulneráveis, vítimas fáceis da criminalidade que já existe. Nós já temos crime organizado em Brasília. Temos gangues, bandidos e traficantes. Temos um problema sério na periferia urbana e quanto mais gente chegar, mais gente sofrerá os problemas que Brasília acumula”, afirma Frederico Flósculo.

O gerente de Regularização de Condomínios, Paulo Serejo, disse ainda que até 2009 as invasões de Ceilândia serão legalizadas.



Assista também o vídeo no link da fonte.


Fonte: Rede Globo