terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Ceilândia e Gama fazem clássico da rodada

O time do Ceilândia vai ao estádio do Bezerrão enfrentar o vice-líder, Gama. A equipe de Ceilândia não está muito bem na competição regional e uma vitória cairia bem para levantar a moral do grupo e da torcida do Gato.


5ª rodada

Gama x Ceilândia - dia 04/02/09 - quarta-feira - 20h30 - estádio Bezerrão (Gama-DF)


É interessante também ver os comentários de internautas no link do Ceilândia Esporte Clube.


Fonte: Federação Brasiliense de Futebol

Acidente de trabalho fatal

Um serralheiro autônomo morreu depois de levar um choque elétrico e cair de uma altura de quatro metros, por volta das 9h30 de hoje. Ele estava em um andaime, reformando o teto de um ginásio de esporte, na QNM 29, Módulo D, em Ceilândia Sul. Os amigos do trabalhador disseram que Marcelo Pereira Brito, 28 anos, chegou a dizer que tinha levado um choque e depois caiu, batendo a cabeça no cimento. Policiais da 15ª DP investigam a responsabilidade, já que a vítima não usava equipamento obrigatório de segurança. “Estamos verificamos se a empresa não liberou equipamento para o funcionário ou se ele não quis usá-lo”, diz o delegado Adval Cardoso.

O ginásio fica dentro da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais e Deficientes de Taguatinga e Ceilândia (Apaed). Os bombeiros socorreram Marcelo, mas ele veio a óbito no local. O irmão do serralheiro presenciou o acidente e disse que fazia tempo que Marcelo trabalhava naquela função. Um tio do rapaz também chegou ao ginásio para ajudar nos procedimentos para a retirada do corpo. A perícia permaneceu no local até as 11h e testemunhas prestaram informações para os policiais. Segundo o delegado, se for constatada negligência, o responsável pela empresa responderá por homicídio qualificado.



Veja o vídeo: CorreioWeb / Tv Brasília

Fonte: Jornal Coletivo, Brasília em Tempo Real, ClicaBrasília, Jornal Local e Band Cidade de 03/02/09

Opinião: Discutindo praças

Paris tem a Praça da Concórdia (Place de la Concorde, aí na foto ao lado), um de seus lugares mais emblemáticos. Por obra e graça de Oscar Niemeyer, nestes dias os moradores do Distrito Federal debatem intensamente sobre aquela outra praça. Que, a esta altura, já bem poderia receber o nome de Praça da Discórdia.

Neste domingo (31/01) quem oferece sua opinião sobre ela é o senador e ex-governador do Distrito Federal, Cristovam Buarque. Em artigo para o Correio Braziliense (acesso restrito a assinantes), ele afirma que Brasília não precisa de praças. O oposto do que pensa (e tem toda razão) Oscar Niemeyer. Segundo Buarque, “Nós, que moramos aqui, sabemos onde encontrar pessoas: nas feiras, shoppings, cafés, igrejas, bares, no Pontão do Lago Sul e nos demais pontos que aos poucos serão criados com a continuidade do Projeto Orla.”

Alguém por favor diga ao ilustre senador que espaço de convivência bom é aquele que fica perto da casa das pessoas e pode ser frequentado sem dificuldades por todos, inclusive idosos e crianças. Eis uma prova do que digo: uma das melhores entrequadras de Ceilândia é a EQNM 18/20. Justamente porque foi lá que Cristovam, quando era governador, mandou construir a Praça do Cidadão. A praça, mesmo não sendo lá nenhuma brastemp, tornou-se o ponto de encontro dos moradores vizinhos e palco de eventos culturais e esportivos. Resultado: o comércio em volta se diversificou e ganhou mais qualidade. Todos saíram ganhando. Duvido que alguma das milionárias (e fechadas) Vilas Olímpicas em construção na cidade venha a produzir o mesmo bom resultado.

Tem mais: com exceção talvez das igrejas (onde pouca gente ainda vai) e dos bares (onde muita gente prefere confessar os pecados), o vivente necessita utilizar automóvel para chegar a alguns dos lugares citados por Cristovam como pontos de interação social. Para o senador (que tem até motorista) ou alguém de sua classe social, isto não representa um problema. Já para quem vive do lado de cá do planeta e depende do transporte público, o buraco é mais embaixo.

Além disso, alguns dos locais mencionados são fechados. Tiram as pessoas das ruas. E ruas com pouca gente, caro senador, são um habitat ideal para os delinquentes, desde os pichadores até os assaltantes e estupradores. Esta é uma das muitas razões pelas quais tantas cidades mundo afora tratam de criar praças e parques bem cuidados, além de lutar para que suas ruas estejam sempre seguras, limpas e atraentes a qualquer hora do dia ou da noite. Dou-lhe um exemplo: aqui em Buenos Aires às vezes volto para casa depois das duas horas da manhã e ainda encontro muitas pessoas caminhando na rua. Até mesmo idosos levando o cachorro para passear. As pessoas sentem-se seguras não apenas em razão da boa iluminação e do policiamento ostensivo, mas também por verem muita gente ao seu redor. Isto é algo que não se vê nem nas ruas do ultra-vigiado Lago Sul.

O que me fez torcer o nariz para o projeto de Niemeyer foi o formato de sua praça - nem foi sua localização, seu gosto duvidoso ou sua suposta agressão ao tombamento de Brasília. É que de praça monumentalmente deserta já nos basta a dos Três Poderes (que pelo menos serve para que alguns afoitos economizem o dinheiro do motel durante as madrugadas). Praças, nunca é demais repetir, devem ser antes de mais nada espaços de convivência. E por isso devem estar próximas de onde as pessoas moram.

É por este motivo que reclamo tanto da destinação dos becos de Ceilândia para a construção de moradias. Um equívoco que começou, aliás, justamente no governo de Cristovam Buarque. Foi ele que sancionou a lei de autoria do então deputado distrital Luiz Estevão que tirou dos ceilandenses diversos espaços próximos às residências que, se devidamente cuidados, poderiam estar servindo hoje para nossas crianças brincarem e nossos idosos tomarem sol toda manhã.

Antes que algum microcéfalo venha com aquela história de que uma moradia é mais útil que um beco (coisa para lá de óbvia, desde que a moradia seja construída no lugar certo), devo dizer que escrevo sobre o assunto com a autoridade de quem cresceu em Ceilândia e, quando criança, só tinha as ruas esburacadas, os terrenos baldios e as valas das voçorocas como espaço de lazer. Sei bem do que estou falando.

O argumento do ex-governador em relação às praças é semelhante a outro que andaram esgrimindo recentemente sobre a criação de uns tais “pulmões verdes” em Ceilândia, que deveriam se localizar em regiões fora da cidade, próximos à Via Estrutural, por exemplo. Taí mais uma ideia espantosa. Criar ilhas verdes em volta da cidade, apesar de ser melhor que nada, será de muito pouca serventia. O correto é que cada rua, cada entrequadra, cada espaço disponível sejam intensamente arborizados (como esta rua na foto ao lado, que fica aqui perto de casa).

Em Ceilândia, apenas algumas avenidas contam com arborização. As ruas internas são quase destituídas de árvores. Uma boa cobertura vegetal é ainda mais necessária se levarmos em conta as peculiaridades climáticas do DF: o sol inclemente no verão, a secura angustiante no inverno e a claridade excessiva durante o ano todo. Condições que nos tornam a todos, que aqui vivemos, vítimas potenciais de câncer de pele, problemas respiratórios e doenças oculares sérias, especialmente a catarata. Trata-se de um problema de saúde pública e não de simples embelezamento da cidade, como algumas pessoas menos esclarecidas imaginam.


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Para ler na íntegra, visite o site da fonte.


Fonte: Ceilândia.com

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Imagem: Brita e poeira

As obras de construção da pista de ligação de Ceilândia com Samambaia não estão indo tão bem assim. Por um bom período não se viu na localidade as máquinas trabalhando como deveriam. Resultado: muita brita, muita poeira e nada de asfalto.

A obra desafogará o trânsito no cruzamento da QNL de Taguatinga com Samambaia e encurtará bastante o caminho de ceilandenses e dos residentes de Samambaia.



Opinião: Aqui pode!

Niemeyer, o povo de Ceilândia aceita mais uma obra tua. Já abrigamos duas: a Casa do Cantador, em breve o Ceilambódromo e agora aceitaremos de bom grado o museu da cidadania do povo brasileiro, aqui abrigamos o verdadeiro sentimento de nação e respeitos aos seus maiores homens. Nos sentimos membros da trincheira que construístes contra a falta de sensibilidade das “elites”.


Fonte: ACIC-DF

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Ceilândia decepciona novamente

Quem se deu bem neste domingo (01/02/09) foi o time de futebol do Dom Pedro. A equipe jogou contra o Ceilândia, na casa do adversário, e mesmo assim, conseguiu a vitória, por 2 a 1, chegando aos sete pontos, na terceira colocação.

O jogo foi disputado no estádio Abadião e o time do Ceilândia acabou estacionando na 6ª posição da competição local com 4 pontos...


Fonte: Futebol Interior

A miss da vez

Com 12 anos, ela brincava em cima do quebra-mola da rua recém-asfaltada onde morava. Achava que ali era uma passarela. E dormia se sentindo modelo. Foi assim que a menina magricela e comprida aprendeu a sonhar. Mas ela cresceu. Filha de um motorista de ônibus e de uma costureira, a vida inteira foi humilde. Mas ela acreditava que tinha o direito de imaginar. Um dia, aos 16 anos, a dona de uma agência de modelos percebeu que ela era diferente. Um tanto quanto exótica. Convidou-a para fazer um book (catálogo de fotos). E lá se foi a menina do P Sul de Ceilândia transformar o quebra-mola em passarela de verdade.




A mãe costureira não tem mais nenhuma dúvida: "Ela correu atrás e conseguiu. Agora, vem o Miss DF, o Miss Brasil e o Miss Universo". Mãe de miss é tudo igual mesmo, da China a Ceilândia. Ela, a miss, é mais cautelosa: "Eu nunca pensei que fosse ganhar o Miss Ceilândia. Agora, no Miss DF, tem muita menina bonita. A competição vai ser acirrada", diz Mirelle Feliciano Amaral, a Miss Ceilândia 2009.

Marmanjos de plantão, apressai-vos! A miss está solteirinha da silva. Mas não será muito fácil dar uma de Don Juan pra cima dela. A moça é evangélica. Converteu-se faz alguns anos. Alelulia, Senhor! "Um homem pra estar comigo tem que ser fiel e temente a Deus. É preciso alguém que some e não atrapalhe meus sonhos. Não quero um peso na minha vida", tasca ela. Leram bem, marmanjos? E foi a fé, segundo ela, que lhe deu maior compreensão da vida. "Sou mais nova que minhas irmãs gêmeas que nasceram com paralisia. Quando cresci, não entendia por que Deus tinha permitido aquilo. Cheguei a me revoltar, mas depois Ele me deu força pra aceitar as coisas", resigna-se.

Além de evangélica, a moça confessa que é boa de garfo. Come de tudo. Nunca fez dieta e só agora, depois do concurso, resolveu entrar numa academia. Ganhou aulas de graça, como cortesia pelo título. "Pra endurecer mais algumas partes", ela explica. De resto, bate um prato de arroz, batata e bife à milanesa. Lasanha? A beldade adora. Chocolate? Se tiver, ela não dispensa. Morram de inveja, mulheres, à beira de um ataque diante da próxima dieta!




E a moça também lê. Extasiou-se com Anjos e Demônios, de Dan Brown. Estuda para concurso e pensa entrar na polícia civil. Quer ser tira, dessas que correm atrás de bandidos. Já pensou? Eles vão se render sem que ela precise usar nadica de força física. Aliás, vai ter bandido louco pra ser algemado...

Na quinta, o Correio convidou Mirelle para um ensaio fotográfico no centro de Ceilândia. De biquíni branquinho, a moça parou o trânsito. Quase houve engavetamento. Uma mulher que andava pela rua disse, morta de inveja: "Ela só quer se exibir". Outra retrucou: "Menina, ela é a miss, olha a faixa dela. Deve ser propaganda". Os homens adoraram. Um motoqueiro parou. Berrou. Assobiou. Delirou. "No meu tempo de escola, eu era a mais feia da sala. Me chamavam de magrela e girafona. Eu acreditava..."

Em 8 de março, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, a menina que se sentia feia subirá à passarela. Tentará sair de lá com a faixa de Miss DF 2009. E mais uma vez se lembrará do quebra-mola da rua humilde da sua casa, igualmente humilde. Histórias de misses lembram sempre conto de fadas.


Fonte: Correio Braziliense de 31/01/09 e Administração Regional de Ceilândia

Testando a integração metrô/microônibus

Para fazer a integração micro-ônibus/metrô, o passageiro que pagar a tarifa do metrô não vai desembolsar mais nada ao pegar um ônibus na rodoviária. Se for o contrário, pegar o coletivo primeiro, a pessoa paga a passagem do circular e complementa quando for pegar o metrô, com um preço mais baixo. Isso só vale com o cartão eletrônico e por duas horas. Quem ultrapassar esse período ou não tiver o cartão, vai desembolsar um pouco mais.



A tarifa do metrô passa de R$ 2 para R$ 3, e dos micro-ônibus circulares de R$ 1 para R$ 1,50. Os novos valores começam a valer a partir deste domingo, dia 1º. Por enquanto, não haverá reajuste nas tarifas dos ônibus convencionais.

Com os novos valores, vai ser possível começar a integração entre micro-ônibus e metrô também a partir deste domingo. A explicação para o reajuste, segundo o secretário de Transporte, Alberto Fraga, que sempre defendeu o aumento, é que as empresas estavam no prejuízo.


Confira as linhas dos microônibus que vão ser integradas:

* 0.922 Setor “P2” Sul / Ceilândia (Via M3)
* 0.923 Setor “P3” Sul / Ceilândia Centro (Via M3-Cond. Pôr do Sol)
* 0.924 Setor “P4” Sul / Ceilândia Centro (Via M3)
* 0.925 Ceilândia Norte / Sul (Via Centro - EC Cerâmica – Cond. dos Pinheiros)
* 0.926 Setor O (Cond. Prive – Via Leste) / Ceilândia Centro (Via M3)
* 0.927 Setor O (Via Oeste) / Ceilândia Centro (Via M3)
* 0.928 QNR (Via P 1 Norte) / Ceilândia Centro (Via M3)
* 0.929 Expansão “P2” Norte / Ceilândia Centro (Via M3)



Fonte: Rede Globo

Inauguração na Feira do Produtor

O governador José Roberto Arruda (DEM) e o secretário de Agricultura do DF, Wilmar Luis da Silva, inauguraram, na manhã de sexta (30/01/09), o Centro de Capacitação da Feira do Produtor e Espaço Digital, em Ceilândia. A iniciativa atende a instrução normativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para que os produtores possam vender produtos sem riscos de contaminação.

“Vamos capacitar os produtores por meio de treinamentos para serviços de higienização e sanitização das embalagens dos produtos”, explica o presidente da Associação dos Feirantes, Produtores Rurais, Comerciantes, Atacadistas da Feira e Entorno, Vilson José de Oliveira. “Com o novo Centro de Capacitação será possível ensinar os cuidados necessários com as embalagens que transportam os produtos não só aos produtores rurais, mas também os monitores de escolas, empregados domésticos e prestadores de serviços”, conta Vilson Oliveira. O espaço conta com uma máquina de última geração que lava e higieniza as embalagens das mercadorias evitando contaminação por fungos e bactérias. “O DF contava apenas com uma máquina de higienização de embalagens que está no Ceasa”, explica Vilson Oliveira. “Graças ao governador Arruda, agora Ceilândia também tem a própria máquina”, agradece o presidente da Associação.

O governador José Roberto Arruda explicou que o objetivo do governo é levar o Centro de Capacitação a todas as regiões administrativas do DF. “Vamos investir para que todas as feiras tenham a mesma estrutura que a feira de Ceilândia tem hoje”, disse Arruda. “ Uma horta pedagógica será implantada em cada feira para ensinar as crianças a plantar e ter um alimentação mais saudável”, afirmou o governador.

Além de incentivar os produtores com cursos de capacitação, outras medidas foram adotadas para a inclusão digital dos produtores rurais. Uma sala de informática com 11 computadores foi inaugurada ontem. O objetivo é ampliar a informação proporcionando o acesso à internet não só aos produtores, mas também às famílias e funcionários da empresa. “Os produtores poderão pesquisar preços de comercialização dos produtos e integrar a feira com outras praças”, diz Arruda.



Fonte: Jornal Coletivo

Uma ajuda a mais para as donas de casa

As donas de casa de Brasília contam, há dois anos, com uma associação para orientá-las em como economizar em itens de alimentação, limpeza e construção. Idealizada e presidida pela estudante de nutrição, Suely Bezerra, a entidade reúne mais de quatro mil associadas que não pagam nenhum tipo de contribuição. “Quem mantém a associação são empresários da cidade. Ao final de cada ano, eles fazem doações de alimentos com os quais eu faço cestas básicas e distribuo às associadas. Também, promovemos um mês dedicado à saúde para medir pressão e fazer avaliação nutricional”.

A dirigente pretende aumentar o número de associadas: “Queremos esclarecer um número maior de pessoas a comprar o que é produzido em Brasília. Isso, além de ficar mais barato no bolso da consumidora, ainda ajudar a gerar emprego e renda na cidade”.

Suely alega que as pessoas não sabem o que é feito em Brasília. “E é justamente isso que a associação pretende mostrar. Entre as empresas locais que mantém a instituição estão BSB; Rei Nosso; as marcas de café do Sítio, Forte e Export; arroz e feijão Mestre Cuca; Lactínios Araguaia, os feijões Delícia, da Mamãe, Kicaldo e Guará; Cocada da Vovó; Super Boa e água sanitária Kialvia; produtos Davanti; Pão Fofinho; e sandálias Koc Pit. A entidade também tem buscado parcerias com lojas de materiais de construção e já conta com o apoio da Demacol, Campeão da Construção, Via Leste e Conceito Atacado. Para se associar e obter maiores informações, basta ligar para o telefone 8482-0977. As reuniões não têm data prédefinida para ocorrer, mas quando são marcadas, ocorrem na QNN:06 Conjunto: H Casa: 9, Ceilândia.



Fonte: Jornal Coletivo