sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Quadrilha no xilindró

Onze pessoas foram presas nesta sexta-feira (17/10) por clonagem de cartões em postos de combustível. A Operação Americana, da Polícia Civil do Distrito Federal, começou às 6h e ainda deve cumprir outros nove mandatos de prisão. Entre os onze detidos, estão três frentistas de posto. Segundo informações da polícia, a quadrilha clonava cartões em postos de vários pontos do DF. Depois, faziam compras pela internet e revendiam os produtos.

Os acusados pagavam R$ 40 para os frentistas a cada cartão que eles conseguiam clonar pela máquina conhecida como chupa-cabra ou por uma máquina que imprimia uma terceira via das informações do cartão e onde os funcionários dos postos anotavam o código de segurança do cartão.

Todos os suspeitos foram presos em flagrante e serão levados esta noite para a Delegacia de Polícia Especializada. Com os onze detidos, a polícia também apreendeu televisores de tela de plasma, computadores, tênis importados, aparelhos de celular, DVDs e monitores de computadores.

Cerca de 70 policiais participaram da operação e dez equipes da Divisão de Operações Especiais da Polícia Civil. Segundo a polícia, os donos dos postos não estavam envolvidos com a quadrilha e desconheciam o golpe aplicado. Os acusados agiam em postos da Asa Norte, Sudoeste, Guará e outros pontos do DF.

As onze pessoas detidas nesta sexta foram Alysson Lima Rocha Soares, 30, Eduardo Martinez Oliveira Chaparral, 26, Daniela Lima Figueiroa, 28, Wesley Cunha Cavalcanti, 30, Gerardo Monteiro da Silva Jr, 24, Paulo Anderson Gonçalves Ferreira, 26, Neuzir Melo de Souza Jr., 24, Flávio de Carvalho Maia, 29, Roberson Gomes de Albuquerque, 19, João Marcos Ferreira da Silva, 26, e Jonh Wesley dos Santos Magalhães, 20.


Veja os vídeos: ClicaTV e CorreioWeb / Tv Brasília

Fonte: Correio Braziliense, ClicaBrasília, Jornal Coletivo, Jornal Local, Band Cidade e Rede Globo de 17/10/08

Horário de verão 2008/2009

Os relógios devem ser adiantados em uma hora, nos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

A novidade, desta vez, é que o governo determinou que a vigência do horário deve começar sempre no terceiro domingo de outubro e terminar no terceiro domingo de fevereiro, que em 2009 vai ser no dia 15.

Só para lembrar: o principal objetivo do horário de verão é reduzir o consumo de energia elétrica no fim da tarde, o chamado horário de pico. No Distrito Federal, de acordo com a CEB, este consumo cai em média 4%, no período em que os relógios estão adiantados.


Veja um vídeo: ClicaBrasília

Fonte: Rede Globo

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Julgamento

Julgamento de Welerson Souza acusado de atropelar e assassinar a dona-de-casa Sônia de Souza Faustino será realizado nesta sexta-feira (17/10/08).

Sônia, 56 anos, trabalhava como voluntária no Presídio da Papuda e foi protagonista do curta-metragem Dia de Visita, do cineasta André Luiz da Cunha.

A acusação feita pelos promotores Alexandre Sales e Daniel Bernoulli. O Julgamento está marcado para às 8 horas no Tribunal do Júri de Ceilândia.

O acidente ocorreu um dia antes da estréia de Sônia no cinema. Durante a apresentação do filme no 40º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

Segundo a denúncia do Ministério Público, O réu também tentou atropelar o filho de Sônia, Pedro Lopes Faustino Filho. O crime aconteceu no dia 24 de novembro de 2007, por volta das 15h30, em Ceilândia.

De acordo as informações do Ministério Público, Welerson foi à casa de Pedro cobrar uma dívida, e Sônia atendeu dizendo que o filho ainda não tinha condições de pagá-lo. O acusado começou a discutir e ofendeu Sônia, quando Pedro saiu da casa. Welerson, que estava em companhia da mãe, Leni da Consolação, entrou no carro e fingiu que ia embora, mas voltou de marcha ré em direção a Pedro e Sônia, que estavam na calçada. Pedro conseguiu desviar do veículo, mas a mãe foi atingida e caiu no chão. Welerson afastou-se e voltou de marcha ré, passando por cima de Sônia.

Ainda de acordo com a denúncia, o crime foi praticado com uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas (o carro) e por motivo torpe (a dívida). Leni da Consolação foi denunciada pelo MPDFT como participante no crime, mas foi impronunciada pelo Tribunal do Júri. Welerson foi acusado de homicídio e de tentativa de homicídio. As penas variam de 12 a 30 anos.


Fonte: Correio Braziliense

Mais CAPS

Abaixo-assinados estão sendo elaborados em Ceilândia, para pedir ao governador Arruda a inauguração de um Centro de Atendimento Psicossocial (CAPS) na cidade. De acordo com o Ministério da Saúde, cidades com 200 mil habitantes devem ter, pelo menos, três centros de atendimentos desse tipo, para tratamento, principalmente, de pessoas com problemas de saúde mental. Ceilândia tem 500 mil moradores e nenhum CAPS.

Um centro foi construído na EQN 24/28 (???), mas nunca foi usado. A decisão de pressionar o governo por meio da coleta de assinaturas surgiu durante a audiência pública para discutir o problema, promovida ontem (14/10/08) em Ceilândia, pela deputada distrital Érika Kokay.


Fonte: Jornal de Brasília de 15/10/08

Auditório não foi construído

Já faz 10 anos que foi prometido um auditório para o Centro de Ensino Médio 10 do Setor P Sul e ele nunca saiu do papel, os alunos e a comunidade precisam desse espaço para apresentações culturais, teatrais, exibição de filme.

Dinheiro para ele não falta, em abril deste ano após uma visita de 150 alunos, de mais de 50 pais de alunos, professores e Ong Interagir os deputados distritais aprovaram emenda de 540 mil para esta obra, na oportunidade foram entregue um abaixo-assinado dos moradores do local, uma carta aberta subscrita pelos comerciantes reivindicando o espaço, além de uma carta de apoio da ACIC-DF ao projeto.

Governador! Estamos à espera da obra.



Fernando Freitas

Fonte: ACIC-DF

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Bicicletas no metrô

Passageiros do sistema metroviário do Distrito Federal terão de dividir espaço com bicicletas durante a viagem diária até a escola ou o trabalho. Lei aprovada pela Câmara Legislativa permitirá o transporte dos veículos de duas rodas não motorizados a partir de dezembro deste ano, apesar da polêmica provocada pelo assunto. Tanto usuários dos trens quanto o Governo do Distrito Federal (GDF) denunciam a atual superlotação do Metrô-DF e a incapacidade para esse tipo de transporte nos vagões.

A nova legislação, promulgada pela Câmara em 6 de outubro, após os deputados derrubarem o veto do governador José Roberto Arruda, vale para o metrô e os futuros veículos leves sobre trilhos (VLT) e sobre pneus (VLP) — os dois últimos fazem parte do projeto Brasília Integrada. A proposta é de autoria dos distritais Paulo Tadeu (PT) e Rôney Nemer (PMDB), este atualmente chefe da Agência de Fiscalização do GDF. No texto da Lei nº 4.216, indicaram o “incentivo ao uso de bicicletas para o transporte e como contribuição ao desenvolvimento sustentável da mobilidade” (leia O que diz a lei).

A norma limita cinco bicicletas por viagem. Além de estabelecer os deveres dos ciclistas, como a obrigatoriedade de mantê-las sempre próximas ao corpo, exige que as empresas responsáveis pelo transporte se adaptem às mudanças em 60 dias. Entre elas, a reserva do último vagão para os ciclistas e a colocação de placas para facilitar o acesso às estações. Um grupo de técnicos de operação estuda as novas regras para adaptá-las ao sistema.




Apesar de reconhecer as dificuldades dos passageiros do Metrô-DF, Nemer acredita que o fim da proibição terá reflexos no trânsito brasiliense. “O que nós queremos é tomar atitudes que venham a diminuir o número de carros nas vias de Brasília. Um ciclista de Samambaia poderá pegar o metrô e, por exemplo, pedalar no Parque da Cidade. Confiamos também na promessa do governo de comprar mais trens.”

Quem tem o hábito de pedalar comemorou a aprovação da Lei Distrital nº 4.216/08. O leiturista de energia elétrica Rui José da Silva Araújo, 39 anos, passará a levar a bicicleta no trem. O morador do Guará deixa todos os dias o veículo em frente à Estação Feira do Guará. A “magrela” fica acorrentada a uma árvore ou à grade de proteção do local, enquanto o ciclista segue para o trabalho no Plano Piloto. “Se puder, vou levar comigo. É mais seguro”, disse.



O QUE DIZ A LEI

A Câmara Legislativa promulgou a Lei nº 4.216 em 6 de outubro deste ano, após derrubar o veto do governador José Roberto Arruda à proposta. Veja o que determina a nova regra:

# A lei autoriza o transporte de bicicletas e similares dos veículos leves sobre trilhos — metrô e veículos leves sobre pneus — “como incentivo ao uso de bicicletas para o transporte e como contribuição ao desenvolvimento sustentável da mobilidade”

# Poderão ser transportadas até cinco bicicletas por trem, sempre no último vagão

# Os ciclistas deverão manter as bicicletas próximas ao corpo para evitar transtornos aos demais passageiros

# As empresas concessionárias terão 60 dias para se adaptar à nova legislação. Deverão, inclusive, afixar placas que facilitem o acesso dos ciclistas às estações e aos vagões
Secretário reclama

A autorização para o transporte de bicicletas no metrô provocou indignação na Secretaria de Transportes do Distrito Federal, órgão que ficará responsável pela fiscalização da lei. “Acho isso um absurdo. É uma iniciativa que não vem somar em nada. Já temos muita dificuldade com o transporte de passageiros, imagina com o de bicicleta”, queixou-se o secretário de Transportes do DF, Alberto Fraga. Para ele, o sistema metroviário brasiliense ainda não tem capacidade para o serviço. “Nada contra as bicicletas, mas não é o momento de se discutir o assunto”, resumiu.

Segundo Fraga, uma bicicleta ocupa o espaço de cinco a oito passageiros. Assim, para o secretário, o transporte de veículos de duas rodas não motorizados só seria possível se mais trens fossem comprados pelo GDF. Há hoje 19 (com 76 vagões) em circulação. E mais 10 (com 40 vagões) devem ser adquiridos até o próximo ano. O edital para a licitação tem previsão para ser publicado em novembro. Metrôs de capitais européias como Paris, na França, e Berlim, na Alemanha, liberam o transporte de bicicletas.

Ciclistas que apóiam a legislação temem a polêmica. O auxiliar de gráfica Gadelha Júnior, 33 anos, está disposto a enfrentar possíveis hostilidades de passageiros. “Sei que os vagões vão muito cheios, mas será ótimo para mim. Moro no Guará e trabalho no Senado Federal. Será excelente pedalar da Rodoviária até o fim da Esplanada”, contou. Gadelha deixa todos os dias a bicicleta da filha acorrentada, mas já foi levada por assaltantes.




A Rede Record chegou a fazer um teste com um usuário que levava consigo uma bicicleta para utilizá-la no metrô. O resultado foi que ele não conseguiu descer no destino certo(muita gente) e todos foram mais que espremidos (resolveram fazer o teste no horário de pico).

A intenção da lei é boa, mas sem uma boa quantidade de vagões e com a falta de fiscalização fica um pouco difícil de funcionar direito.


Veja um vídeo: CorreioWeb / Tv Brasília

Fonte: Brasília em Tempo Real e Jornal Local de 14/10/08 e Rede Record de 15/10/08

Receitas médicas digitalizadas

A dificuldade da população e de funcionários de farmácias para entender o que indica uma receita médica está com os dias contados. As receitas escritas à mão têm prazo para acabar. É o que determina uma lei sancionada pelo governador José Roberto Arruda.
Profissionais da área de saúde têm até o prazo de 90 dias para informatizar o sistema de receituário, o que vai facilitar a leitura da receita.

Em uma drogaria que fica dentro do Taguatinga Shopping, as dúvidas sobre o que está escrito na receita são muitas, os farmacêuticos ligam para o médico através do telefone que vem na receita e ainda assim algumas vezes não conseguem descobrir o que foi prescrito e o paciente é obrigado a voltar ao consultório. "Todos os dias clientes saem da loja reclamando. Existem médicos que não têm a noção da forma que escrevem e acham que somos obrigados a decifrar a letra deles, o que na maioria das vezes pode confundir os vendedores, pois existem medicamentos com nomes muito semelhantes. E isso é muito perigoso pois pode causar riscos à saúde", afirmou Marcel Couto, funcionário da drogaria.

De acordo com a Secretaria de Saúde, o prazo estabelecido pela lei é curto para a instalação do sistema eletrônico. "Acreditamos que vamos ultrapassar os 90 dias, até porque vamos ter de implantar o sistema de informatização em todos os setores, inclusive o do prontuário eletrônico", afirmou o assessor da Subsecretaria de Atenção à Saúde, Lúcio Pereira. Ele ressaltou ainda que já existe um projeto de informatização da rede pública, que engloba também o arquivamento de todo o histórico do paciente.


Fonte: Tribuna do Brasil

Estude no CEP-Ceilândia

As inscrições para os processos classificatórios das Escolas Técnicas de Planaltina e Ceilândia terão início nos próximos dias 20 e 21 de outubro, respectivamente.

Em Planaltina serão oferecidos três cursos: o de Enfermagem e Técnico em Nutrição e Dietética, com 80 vagas disponibilizadas para cada um deles no turno matutino, e o mesmo número de vagas para o curso de Técnico em Higiene Dental, no turno vespertino. Já em Ceilândia, os alunos poderão disputar as 220 vagas do curso de Técnico em Informática e 180 do curso de Técnico em Administração. Os dois cursos serão oferecidos nos turnos da manhã, tarde e noite.

Para se inscrever, é necessário que o candidato tenha idade mínima de 15 anos, esteja cursando ou já tenha concluído o ensino médio ou o terceiro seguimento do EJA (Educação de Jovens e Adultos) e compareça à escola portando um documento de identificação com foto.

A prova será aplicada no dia 23 de novembro pela manhã em Ceilândia e em Planaltina ocorrerá no dia 9 de novembro, a partir das 9h da manhã.



O CEP-Ceilândia fica na Guariroba ao lado do Centrão (CEM 04), próximo ao estádio Abadião e à estação Guariroba do Metrô-DF.

Fonte: ClicaBrasília e Brasília em Tempo Real

Aumento na conta d'água

O vídeo a seguir relata o aumento nas contas de água que famílias de Ceilândia recebem após fazerem melhorias físicas em suas residências. Veja:

CorreioWeb / Tv Brasília

Fonte: Jornal Local de 15/10/08

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Cavalos em via


Quem freqüenta a Quadra QNR 01, na Ceilândia percebe a quantidade de cavalos e carroceiros que há no lugar. Alguns dos animais não ficam presos e por estarem soltos acabam atrapalhando o trânsito do local. Para os moradores isso é um incômodo, por outro lado os carroceiros alegam que não tem lugar para prender os cavalos. A situação gera tumulto nas ruas da quadra.

Para a dona-de-casa Maricela de Jesus, 26 anos, os carroceiros atrapalham muito a segurança do trânsito. "Uma vez fui atropelada, ele perdeu o controle do cavalo e me derrubou da bicicleta. Estava com a minha filha de 5 anos na garupa," contou.

De modo geral, a comunidade da QNR 01 é extremamente contra os animais que ficam soltos na rua. O pedreiro José Raimundo Neto, 63 anos, disse que é um absurdo os carroceiros transitarem nas ruas como se fossem veículos motorizados. "Deveria haver uma lei que proíba os carroceiros de trafegar pelas mesmas vias que os carros passam, justamente para evitar acidentes", afirmou. O pedreiro contou ainda que o trânsito fica mais perigoso quando tem animais soltos nas ruas.

Por outro lado alguns dos carroceiros estão licenciados a executarem o trabalho e contam que o grande problema para eles atualmente é a falta de lugar para guardar os animais. Segundo o carroceiro Carlos André de Oliveira da Silva, 22 anos, é uma dificuldade arrumar um lugar para o animal descansar, ou, passar a noite. "Eu não tenho onde colocar meu cavalo. O governo prometeu ceder baias para deixarmos os animais, mas até hoje isso não foi feito," contou o jovem.



MAIS:

Será construído currais coletivos para os cavalos da cidade de Ceilândia. Mas conforme a gerente de Ação Social, segurança e saúde da área, Silvana Maria de Carvalho, ainda não há previsão para quando serão inaugurados os ambientes para os animais. "Não houve a licitação, por isso não há previsão para abertura dos currais com baias", explicou. Mas Silvana garantiu que realmente haverá currais para os carroceiros registrados e eles terão direito de guardar não só os cavalos como também as carroças. O governo ainda não decidiu o local da construção das baias.

Segundo o administrador regional da Ceilândia, Leonardo Moraes, essa construção tem que ser em um lugar estrategicamente correto. "Uma obra como essa pode causar impactos ecológicos, pois os animais defecam no local e pode gerar moscas e causar doenças. Por isso a construção dos currais comunitários deve ser bem planejada e com estudo prévio da localização", explicou o administrador.



Atualmente, de acordo com a Administração Regional de Ceilândia, há em torno de 830 cavalos na cidade, 446 carroceiros, sendo que destes apenas 313 estão emplacados. Para o carroceiro licenciado, Joaquim Cabral de Almeida, 61 anos é ótimo estar regularizado para poder conduzir sua carroça. "Eu acho muito melhor trabalhar dentro da lei do que ficar correndo risco da fiscalização levar o meu animal e a minha carroça", afirmou.

É importante os carroceiros estarem legalizados e com a documentação, pois de acordo com a Administração Regional a partir dos próximos meses haverá fiscalização do Detran DF na Ceilândia.

Os carroceiros que ainda não emplacaram suas carroças terão outra oportunidade. No início de novembro, a Administração Regional irá cadastrar os outros carroceiros. Para isso, eles deverão se dirigir até o local com os documentos pessoais para a efetivação do cadastro e confecção das placas.


Fonte: Tribuna do Brasil