Depois de mais de 10 anos, os empresários da Área de Desenvolvimento Econômico do P Sul comemoraram neste sábado (09/08), a inauguração das obras de infra-estrutura na região. O governo local investiu pouco mais de R$ 13 milhões para asfaltar, fazer a rede de drenagem de água pluvial, meios-fios e calçadas.
Nos 619 lotes, existem 83 empresas em funcionamento e outras 360 em fase de instalação. As demais 176, estão sendo selecionadas. "Era tanto abandono, tanto desprezo com os empresários, que eles não conseguiam crescer. O papel do Pró-DF é ajudar as empresas a crescer", destacou o vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo do DF, Paulo Octávio.
Um dos primeiros a chegar na ADE, o presidente da Associação dos Micro e Pequenos Empresários de Ceilândia (Ampec), Aécio Torres, disse que a infra-estrutura é um marco para o setor. "Na realidade a ADE começa agora. Desde que as obras começaram, no fim do ano passado, o faturamento aumentou 100%", comemorou.
Segundo Paulo Octávio, a ADE Centro-Norte, como é conhecida, tem capacidade para receber 500 empresas. A expectativa é que elas gerem 10 mil empregos. Ele reforçou ainda que o governo não vai admitir o uso residencial dos lotes. "Quem desrespeitar será notificado e perderá o direito", destacou.
Durante a inauguração, o governador José Roberto Arruda comemorou a pesquisa do Dieese que apontou o menor índice de desemprego do DF dos últimos 12 anos. "Isso não foi a máquina pública quem gerou. Foram os empresários, por meio dos incentivos do governo", destacou. Arruda lembrou que já foram investidos R$ 70 milhões em infra-estrutura nas ADE’s e que serão R$ 150 milhões até o fim do seu governo. "Em um ano e meio, 17 mil micro-empresas saíram da informalidade", destacou.
O presidente da Associação Comercial Empresarial e Industrial de Ceilândia (Acic), José da Silva, disse que as obras de melhoria no local foram responsáveis pelo aumento de 40% no faturamento de sua empresa. "Agora só falta um posto de polícia, as obras de esgoto e a conclusão da via que liga Ceilândia a Samambaia", enumerou.
Veja o vídeo: CorreioWeb/Tv Brasília
Fonte: Correio Braziliense e Jornal de Brasília de 10/08/08 e Jornal Local de 09/08/08
domingo, 10 de agosto de 2008
Carne é apreendida
Ontem (08/08/08), um caminhão foi parado na BR-070, na saída de Brazlândia. O veículo transportava mais de cinco toneladas de carne sem o selo do Serviço de Inspeção Distrital (SID) e estava em um ambiente de refrigeração inadequada. O material vinha de Rialma (GO) e seria distribuído em açougues de Ceilândia.
Carnes contaminadas podem trazer doenças como brucelose, certicercose e raiva. Alguns dos sintomas são: febre, calafrios, suor intenso à noite, cansaço extremo, insônia, impotência sexual, irritação, nervosismo, depresão, dor de cabeça e dores generalizadas.
Os consumidores devem verificar possuem o selo de fiscalização do Serviço de Inspeção Federal (SIF) ou do Serviço de Inspeção Distrital (SID). Também é bom observar a textura da mercadoria. Qualquer alteração pode ser um sinal de má procedência.
Fonte: Jornal de Brasília de 09/08/08
Carnes contaminadas podem trazer doenças como brucelose, certicercose e raiva. Alguns dos sintomas são: febre, calafrios, suor intenso à noite, cansaço extremo, insônia, impotência sexual, irritação, nervosismo, depresão, dor de cabeça e dores generalizadas.
Os consumidores devem verificar possuem o selo de fiscalização do Serviço de Inspeção Federal (SIF) ou do Serviço de Inspeção Distrital (SID). Também é bom observar a textura da mercadoria. Qualquer alteração pode ser um sinal de má procedência.
Fonte: Jornal de Brasília de 09/08/08
sábado, 9 de agosto de 2008
Imagem: início da Arena Cultural
Finalmente as obras da Arena Cultural de Ceilândia (antigo ginásio abandonado) vão começar! Nesta semana foi feito (até que enfim!) a limpeza do entulho que ficava na área.

Fonte: Administração Regional de Ceilândia e Jornal de Brasília de 09/08/08
Fonte: Administração Regional de Ceilândia e Jornal de Brasília de 09/08/08
"Feira" muda de lugar
A famosa "feirinha" do Rolo mudou de lugar novamente. Saiu da frente da lotérica no centro de Ceilândia e foi para o lado (para o lado mesmo) do Restaurante Comunitário. Afinal de contas, o tempo está muito quente...
Hoje mesmo deu muito "trabalhador".
Hoje mesmo deu muito "trabalhador".
Carreata de vanzeiros
Os ex-permissionários do Sisterma de Transporte Público Alternativo (STPA) foram às ruas pedir agilidade nas negociações para que as vans voltem à circular. Depois de 26 dias de discussões sem acordo, o Sindicato dos Permissionários dos Sistemas de Transporte (Sintrafe), levou ao meio dia de ontem, aproximadamente 300 vans, das 672 que pararam de circular no último dia 25, para pedir mais atenção ao GDF para o movimento. Motoristas, cobradores e familiares, com buzinas e cartazes, pediam os empregos de volta.
A carreata pegou os trabalhadores que estavam saindo para o almoço de surpresa, causando pequenos congestionamentos em alguns pontos do Distrito Federal. O comboio saiu de Águas Claras, passou pelo Núcleo Bandeirante, Eixão, Esplanada dos Ministérios e terminou em frente ao Palácio do Buriti.
O presidente do Sintrafe, Fontedejan Santana, informou que com a substituição das vans pelos microônibus provocou o desemprego direto de, no mínimo, 3.500 pessoas, entre motoristas e cobradores. "Esperamos que o governo se posicione em favor do nosso trabalho. Hoje estamos iguais ao Movimento dos Sem Terras, sem a nossa principal ferramenta de trabalho. Precisamos trabalhar", desabafou.
A estratégia da categoria seria conversar com o Secretário da Casa Civil, José Geraldo Maciel, interlocutor do governo para fazer a negociação com a categoria, e propor novas alternativas para os permissionários. Mas o secretário não se pronunciou sobre a manifestação.
Sem negociação, o sindicato ameaçou estacionar os carros em frente a residência Oficial de Águas Claras, até que a situação seja resolvida, voltando atrás pouco depois. Contudo, prometeram retornar com os veículos na próxima segunda-feira, e refazer a manifestação.
O sindicato garantiu que, também na segunda-feira, vai sugerir ao GDF uma proposta emergencial para que, no mínimo 300 vans voltem a circular em alguns pontos do DF. Segundo Santana, o STPA pretende atender rotas em locais onde os ônibus convencionais e os microônibus não passam. "Essas rotas seriam nas zonas rurais e nos condomínios, como os de Sobradinho e Planaltina onde o transporte é precário. Temos que trabalhar, e a categoria quer emprego", disse.
Segundo ele, as rotas alternativas foram feitas por dois engenheiros de trânsito do próprio sindicato.
No último encontro entre Sintrafe e GDF, na quinta-feira, foram apresentadas algumas propostas aos permissionários, contudo, foram rejeitadas.
Veja o vídeo no link do CorreioWeb/Tv Brasília.
Fonte: Tribuna do Brasil, Correio Braziliense, Jornal de Brasília de 09/08/08 e Jornal Local de 08/08/08
A carreata pegou os trabalhadores que estavam saindo para o almoço de surpresa, causando pequenos congestionamentos em alguns pontos do Distrito Federal. O comboio saiu de Águas Claras, passou pelo Núcleo Bandeirante, Eixão, Esplanada dos Ministérios e terminou em frente ao Palácio do Buriti.
O presidente do Sintrafe, Fontedejan Santana, informou que com a substituição das vans pelos microônibus provocou o desemprego direto de, no mínimo, 3.500 pessoas, entre motoristas e cobradores. "Esperamos que o governo se posicione em favor do nosso trabalho. Hoje estamos iguais ao Movimento dos Sem Terras, sem a nossa principal ferramenta de trabalho. Precisamos trabalhar", desabafou.
A estratégia da categoria seria conversar com o Secretário da Casa Civil, José Geraldo Maciel, interlocutor do governo para fazer a negociação com a categoria, e propor novas alternativas para os permissionários. Mas o secretário não se pronunciou sobre a manifestação.
Sem negociação, o sindicato ameaçou estacionar os carros em frente a residência Oficial de Águas Claras, até que a situação seja resolvida, voltando atrás pouco depois. Contudo, prometeram retornar com os veículos na próxima segunda-feira, e refazer a manifestação.
O sindicato garantiu que, também na segunda-feira, vai sugerir ao GDF uma proposta emergencial para que, no mínimo 300 vans voltem a circular em alguns pontos do DF. Segundo Santana, o STPA pretende atender rotas em locais onde os ônibus convencionais e os microônibus não passam. "Essas rotas seriam nas zonas rurais e nos condomínios, como os de Sobradinho e Planaltina onde o transporte é precário. Temos que trabalhar, e a categoria quer emprego", disse.
Segundo ele, as rotas alternativas foram feitas por dois engenheiros de trânsito do próprio sindicato.
No último encontro entre Sintrafe e GDF, na quinta-feira, foram apresentadas algumas propostas aos permissionários, contudo, foram rejeitadas.
Veja o vídeo no link do CorreioWeb/Tv Brasília.
Fonte: Tribuna do Brasil, Correio Braziliense, Jornal de Brasília de 09/08/08 e Jornal Local de 08/08/08
Punição para donos de animais
Os vastos gramados brasilienses são um campo minado para quem resolve se aventurar fora das calçadas. Crianças e adultos correm o risco de pisar em fezes deixadas no espaço público por animais domésticos — e que deveriam ser recolhidas pelos donos dos bichos. Além do óbvio desconforto causado pela sujeira, esses dejetos podem provocar doenças. Mesmo assim, em alguns locais, nem mesmo os passeios escapam de virar banheiro canino. Enquanto isso, uma lei distrital que obriga o cidadão a coletar o material passa despercebida pelos órgãos públicos. A legislação completa 10 anos de vigência em 2008. O governo promete agir a partir de agora e multar quem desrespeita a norma.
A consultora de viagens Lílian Guimarães, 36 anos, mora há sete meses na Asa Norte e estranha o hábito local. “Vim de Curitiba (PR) e, lá, quem não pega o cocô ganha multa. Além disso, a fiscalização é constante”, garante ela, enquanto passeia com os vira-latas Peri e Penni. “Aqui, raramente vejo alguém catando as fezes, e a gente sempre pisa em algo desagradável quando está andando pela quadra”, reclama a consultora, que, quando sai com os cachorros, leva sacolas de plástico.
No Setor Sudoeste, quem “esquece” de levar um recipiente para recolher as fezes tem outra chance. A Administração Regional espalhou placas de conscientização pelo bairro e usa a sinalização para pendurar sacos de plástico. “Ainda assim tem muita gente que prefere deixar a rua, a grama ou a calçada sujas”, lamenta a contadora Berenice Santana de Abreu, 30, moradora da Quadra 106. “Acho triste ver as áreas de convivência da cidade que é patrimônio histórico da humanidade cheias de fezes”, completa a contadora. Ela não tem cachorro, mas não implica com os animais. “Não é culpa deles, que precisam fazer suas necessidades, e sim dos donos, que mostram não ter respeito pelo próximo”, afirma.
O Correio não encontrou quem admitisse não limpar a sujeira do próprio cão. Mas a quantidade de dejetos à vista em regiões dos lagos Sul e Norte, asas Sul e Norte e Sudoeste mostra como deixar as fezes no chão tornou-se corriqueiro. Essa situação deveria ser bem diferente, segundo a Lei Distrital nº 2.095/98. No Artigo 3º do Capítulo nº 3 está claro: “Os proprietários são responsáveis pela manutenção dos animais em boas condições de alojamento, alimentação, saúde e bem-estar, pela remoção dos dejetos por eles deixados nas vias públicas, bem como pelos danos que causem a terceiros”.
Um decreto do mesmo ano, assinado pelo então governador Cristovam Buarque, definiu que as administrações regionais seriam responsáveis pela fiscalização da lei. Mas, segundo a assessoria de comunicação da Administração de Brasília, os órgãos perderam seus quadros de fiscais. A responsabilidade é, agora, da Agência de Fiscalização (Agefis) do Governo do Distrito Federal.
Rôney Nemer, gerente da Agefis, admitiu à reportagem que desconhecia a lei. Mas, após saber do texto, garantiu seu cumprimento. “A fiscalização é de nossa responsabilidade. Por isso, vamos organizar uma programação para visitar os locais de maior freqüência de pessoas passeando com cachorro”, informa, sem especificar, no entanto, quando a operação começará. Equipes de fiscais da limpeza pública realizarão o serviço. “Quem desrespeitar a lei será abordado pelo agente do governo para ser autuado”, afirma Nemer. A multa é de R$ 50, valor estipulado pela própria Agefis, já que nem a lei nem o decreto deliberam sobre quantias.
Para a servidora pública Carla Miranda e Silva Oliveira, 40, apenas a fiscalização não será suficiente para limpar os gramados do DF. “Precisamos de uma ampla campanha de conscientização porque a limpeza das cidades depende disso”, aponta. “Muita gente deixa a sujeira por aí por desinformação, por não saber da existência da lei”, completa a moradora da Asa Norte, dona da vira-lata Guga e do pinscher Ming. Ela mesma não conhecia a lei.
Não bastasse o incômodo pelo mau cheiro, as fezes de animais são um perigo à saúde. “A presença desses dejetos atrai vetores de doenças, como as moscas. Além disso, nas próprias fezes podem existir ovos de parasitas”, explica o gerente de Zoonoses do DF, Rodrigo Mena Rodrigues. A doença do bicho geográfico, por exemplo, está relacionada à presença de fezes caninas em ambientes como areia e grama. O mal é causado por larvas que penetram na pele e “caminham” pelo tecido, causando coceira intensa. À noite, os sintomas ficam mais fortes.
Fonte: Correio Braziliense
A consultora de viagens Lílian Guimarães, 36 anos, mora há sete meses na Asa Norte e estranha o hábito local. “Vim de Curitiba (PR) e, lá, quem não pega o cocô ganha multa. Além disso, a fiscalização é constante”, garante ela, enquanto passeia com os vira-latas Peri e Penni. “Aqui, raramente vejo alguém catando as fezes, e a gente sempre pisa em algo desagradável quando está andando pela quadra”, reclama a consultora, que, quando sai com os cachorros, leva sacolas de plástico.
No Setor Sudoeste, quem “esquece” de levar um recipiente para recolher as fezes tem outra chance. A Administração Regional espalhou placas de conscientização pelo bairro e usa a sinalização para pendurar sacos de plástico. “Ainda assim tem muita gente que prefere deixar a rua, a grama ou a calçada sujas”, lamenta a contadora Berenice Santana de Abreu, 30, moradora da Quadra 106. “Acho triste ver as áreas de convivência da cidade que é patrimônio histórico da humanidade cheias de fezes”, completa a contadora. Ela não tem cachorro, mas não implica com os animais. “Não é culpa deles, que precisam fazer suas necessidades, e sim dos donos, que mostram não ter respeito pelo próximo”, afirma.
O Correio não encontrou quem admitisse não limpar a sujeira do próprio cão. Mas a quantidade de dejetos à vista em regiões dos lagos Sul e Norte, asas Sul e Norte e Sudoeste mostra como deixar as fezes no chão tornou-se corriqueiro. Essa situação deveria ser bem diferente, segundo a Lei Distrital nº 2.095/98. No Artigo 3º do Capítulo nº 3 está claro: “Os proprietários são responsáveis pela manutenção dos animais em boas condições de alojamento, alimentação, saúde e bem-estar, pela remoção dos dejetos por eles deixados nas vias públicas, bem como pelos danos que causem a terceiros”.
Um decreto do mesmo ano, assinado pelo então governador Cristovam Buarque, definiu que as administrações regionais seriam responsáveis pela fiscalização da lei. Mas, segundo a assessoria de comunicação da Administração de Brasília, os órgãos perderam seus quadros de fiscais. A responsabilidade é, agora, da Agência de Fiscalização (Agefis) do Governo do Distrito Federal.
Rôney Nemer, gerente da Agefis, admitiu à reportagem que desconhecia a lei. Mas, após saber do texto, garantiu seu cumprimento. “A fiscalização é de nossa responsabilidade. Por isso, vamos organizar uma programação para visitar os locais de maior freqüência de pessoas passeando com cachorro”, informa, sem especificar, no entanto, quando a operação começará. Equipes de fiscais da limpeza pública realizarão o serviço. “Quem desrespeitar a lei será abordado pelo agente do governo para ser autuado”, afirma Nemer. A multa é de R$ 50, valor estipulado pela própria Agefis, já que nem a lei nem o decreto deliberam sobre quantias.
Para a servidora pública Carla Miranda e Silva Oliveira, 40, apenas a fiscalização não será suficiente para limpar os gramados do DF. “Precisamos de uma ampla campanha de conscientização porque a limpeza das cidades depende disso”, aponta. “Muita gente deixa a sujeira por aí por desinformação, por não saber da existência da lei”, completa a moradora da Asa Norte, dona da vira-lata Guga e do pinscher Ming. Ela mesma não conhecia a lei.
Não bastasse o incômodo pelo mau cheiro, as fezes de animais são um perigo à saúde. “A presença desses dejetos atrai vetores de doenças, como as moscas. Além disso, nas próprias fezes podem existir ovos de parasitas”, explica o gerente de Zoonoses do DF, Rodrigo Mena Rodrigues. A doença do bicho geográfico, por exemplo, está relacionada à presença de fezes caninas em ambientes como areia e grama. O mal é causado por larvas que penetram na pele e “caminham” pelo tecido, causando coceira intensa. À noite, os sintomas ficam mais fortes.
Fonte: Correio Braziliense
Curiosidade: passando por novas experiências
Comercial que está sendo veículado pela mídia e foi gravado em Ceilândia. Veja o vídeo:
Todos os direitos reservados a empresa do comercial e ao Tô Passando.com.
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sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Modificação para lanchonetes
As lanchonetes particulares de escolas do GDF terão que se readaptar. De acordo com o Ministério Público, os estabelecimentos comerciais podem explorar espaços públicos somente por meio de um processo licitatório. A instituição enviou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) ao Tribunal de Justiça. Por unanimidade, os 14 desembargadores do Conselho Especial julgaram a denúncia procedente. A lei distrital 1.951/98, que assegura a permanência das cantinas privadas nos colégios do governo, terá de ser revogada.
O promotor de Justiça, Roberto Carlos Silva, montou a ação. Ele explicou que a Adin tem duas sustentações. A primeira é a questão do "vício material". Ou seja, a falta de licitação para que as lanchonetes tenham sido instaladas nos colégios da rede oficial. "A exploração particular em qualquer órgão público envolve um processo licitatório", ressaltou. "Elas (as cantinas) foram simplesmente incorporadas às escolas", disse.
Outro problema é o vício de iniciativa da lei que regulamenta os estabelecimentos comerciais em imóveis do GDF. Segundo o promotor, a determinação deveria ter partido do governador. A deliberação, no entanto, veio do Legislativo. Os então deputados, Luiz Estevão, Wasny de Roure e João de Deus foram os autores da proposta. "A administração de bens públicos é uma competência do Executivo", argumentou Silva.
Para ele, o governo deverá providenciar "alguma solução com rapidez". A Secretaria de Educação informou, por meio de assessoria, que ainda não foi notificada, mas assegurou que as que as providências serão tomadas. O secretário da pasta, José Luiz Valente, se pronunciará somente com a divulgação da decisão no Diário Oficial do DF.
A ata do julgamento deverá ser publicada até o final desta semana. O Tribunal de Justiça ainda aguarda o acórdão, documento que contém a decisão dos membros judiciais presentes. O relator é o desembargador Lecir Manoel da Luz.
Na mesma sessão, o TJDFT ainda julgou inconstitucionais os dispositivos de outras três leis distritais. Elas permitiam a transposição funcional, sem concurso público, de servidores da carreira de administração do DF, lotados na Secretaria de Fazenda e Planejamento, para a carreira técnica Fazendária.
Fonte: Tribuna do Brasil e Correio Braziliense de 08/08/08
O promotor de Justiça, Roberto Carlos Silva, montou a ação. Ele explicou que a Adin tem duas sustentações. A primeira é a questão do "vício material". Ou seja, a falta de licitação para que as lanchonetes tenham sido instaladas nos colégios da rede oficial. "A exploração particular em qualquer órgão público envolve um processo licitatório", ressaltou. "Elas (as cantinas) foram simplesmente incorporadas às escolas", disse.
Outro problema é o vício de iniciativa da lei que regulamenta os estabelecimentos comerciais em imóveis do GDF. Segundo o promotor, a determinação deveria ter partido do governador. A deliberação, no entanto, veio do Legislativo. Os então deputados, Luiz Estevão, Wasny de Roure e João de Deus foram os autores da proposta. "A administração de bens públicos é uma competência do Executivo", argumentou Silva.
Para ele, o governo deverá providenciar "alguma solução com rapidez". A Secretaria de Educação informou, por meio de assessoria, que ainda não foi notificada, mas assegurou que as que as providências serão tomadas. O secretário da pasta, José Luiz Valente, se pronunciará somente com a divulgação da decisão no Diário Oficial do DF.
A ata do julgamento deverá ser publicada até o final desta semana. O Tribunal de Justiça ainda aguarda o acórdão, documento que contém a decisão dos membros judiciais presentes. O relator é o desembargador Lecir Manoel da Luz.
Na mesma sessão, o TJDFT ainda julgou inconstitucionais os dispositivos de outras três leis distritais. Elas permitiam a transposição funcional, sem concurso público, de servidores da carreira de administração do DF, lotados na Secretaria de Fazenda e Planejamento, para a carreira técnica Fazendária.
Fonte: Tribuna do Brasil e Correio Braziliense de 08/08/08
Escola é condenada na justiça
As escolas são responsáveis pela integridade física de seus alunos. A conclusão é da 2ª Turma Cível do TJDFT, que condenou um colégio particular de Ceilândia a pagar indenização de R$ 3 mil à família de um garoto que apanhava freqüentemente dos colegas. O menor tinha apenas sete anos e estava na 2ª série. Ele ficou com medo de voltar à escola e teve deficiência de aprendizado, em conseqüência das agressões. A decisão foi unânime e deve ser publicada em breve.
No entendimento da Turma, o caso demonstra que houve, no mínimo, descuido por parte dos funcionários do colégio. Segundo os Desembargadores, “ao receber estudante menor, confiado ao estabelecimento de ensino da rede oficial ou particular, a escola é revestida do dever de guarda e preservação da integridade física do aluno”. Não se trata, portanto, de uma faculdade.
Em 1ª instância, o pedido de indenização havia sido negado porque, na opinião do magistrado, não ficou comprovado o nexo causal entre as ações ou omissões da escola e as agressões. Mas a mãe do garoto apelou dessa decisão. Há nos autos vários pedidos de providências formulados pela genitora, inclusive endereçados à Secretaria de Educação e à Promotoria de Justiça de Defesa da Educação, sem nenhuma solução prática.
Ao se defender, a escola afirmou que tomou medidas para contornar a situação, mas foram inóquas. As agressões se repetiram durante todo o ano de 2005. A presença constante de machucados foi confirmada por exame feito pelo IML de Brasília. Nas conclusões, a perícia apontou a existência de ferimentos nas mãos, olhos, boca e tórax do menor.
Pela Constituição de 88, a educação possui três objetivos básicos: o pleno desenvolvimento da pessoa, o preparo para o exercício da cidadania e a qualificação para o trabalho. Ainda de acordo com os Desembargadores, a escola não conseguiu cumprir bem esses papéis, principalmente por não ter prevenido ou evitado os danos ao estudante.
Fonte: ClicaBrasília, Correio Braziliense e Rede Globo
No entendimento da Turma, o caso demonstra que houve, no mínimo, descuido por parte dos funcionários do colégio. Segundo os Desembargadores, “ao receber estudante menor, confiado ao estabelecimento de ensino da rede oficial ou particular, a escola é revestida do dever de guarda e preservação da integridade física do aluno”. Não se trata, portanto, de uma faculdade.
Em 1ª instância, o pedido de indenização havia sido negado porque, na opinião do magistrado, não ficou comprovado o nexo causal entre as ações ou omissões da escola e as agressões. Mas a mãe do garoto apelou dessa decisão. Há nos autos vários pedidos de providências formulados pela genitora, inclusive endereçados à Secretaria de Educação e à Promotoria de Justiça de Defesa da Educação, sem nenhuma solução prática.
Ao se defender, a escola afirmou que tomou medidas para contornar a situação, mas foram inóquas. As agressões se repetiram durante todo o ano de 2005. A presença constante de machucados foi confirmada por exame feito pelo IML de Brasília. Nas conclusões, a perícia apontou a existência de ferimentos nas mãos, olhos, boca e tórax do menor.
Pela Constituição de 88, a educação possui três objetivos básicos: o pleno desenvolvimento da pessoa, o preparo para o exercício da cidadania e a qualificação para o trabalho. Ainda de acordo com os Desembargadores, a escola não conseguiu cumprir bem esses papéis, principalmente por não ter prevenido ou evitado os danos ao estudante.
Fonte: ClicaBrasília, Correio Braziliense e Rede Globo
Opinião: novo administrador
E a cidade tem novo administrador, o coronel Leonardo Moraes.
A respeito de Moraes, vale lembrar que, quando assumiu o comando do 2º Batalhão de Polícia Militar, em dezembro de 2007, ele afirmou que sua filosofia era ser um servidor do público e não apenas um servidor público.
Que ele traga para a Administração de Ceilândia essa mesma filosofia. É o que a cidade e seu povo esperam e merecem.
Veja mais no site da Rede Globo e da Administração Regional de Ceilândia
Fonte: Ceilândia.com
A respeito de Moraes, vale lembrar que, quando assumiu o comando do 2º Batalhão de Polícia Militar, em dezembro de 2007, ele afirmou que sua filosofia era ser um servidor do público e não apenas um servidor público.
Que ele traga para a Administração de Ceilândia essa mesma filosofia. É o que a cidade e seu povo esperam e merecem.
Veja mais no site da Rede Globo e da Administração Regional de Ceilândia
Fonte: Ceilândia.com
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