Mais um espetáculo do Festival Palco Giratório 2008 do SESC-DF:
“Isadora Orb, a metáfora final” (RJ)
Teatro SESC Newton Rossi
Dia: 1º/8 - sexta-feira
Horário: 20h
Teatro SESC Newton Rossi
Dia: 2/8 - sábado
Horário: 20h
Classificação Indicativa: 14 anos
Entrada: 1Kg de alimento não-perecível (exceto sal) - Ingressos a partir das 19:30
Sinopse:
Com três câmeras ao vivo, conta a sua história sobre o desejo de ser astronauto, e constrói imagens utilizando-se de pequenos objetos, cartões, fotografias, pratos, discos e seus desenhos feitos ao vivo, projetando-os num telão ao fundo. É uma animação em tempo real e sem edição, que encanta pela sua concepção simples e criativa.
Enquanto Seabra constrói imagens fazendo projeções ao vivo, Andréa integra o real e virtual no corpo, com seu movimento, ao habitar estas imagens, contracenando virtualmente com seu parceiro, dançando "dentro das projeções" e criando efeitos de gravidade-zero (como por exemplo, quando flutua dentro de uma concha de madre-pérola que está nas mãos de Ricky).
Fonte: SESC-DF e CorreioWeb/Correio Braziliense
sábado, 2 de agosto de 2008
Declaração é extinta
A conhecida Declaração Anual de Isento do Imposto de Renda foi extinta nesta semana.
Veja o vídeo:
ClicaTV
Para maiores informações visite o site: www.receita.fazenda.gov.br
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ClicaTV
Para maiores informações visite o site: www.receita.fazenda.gov.br
Imagem: obra continua
Transformar uma construção inacabada e abandonada de um ginásio, na QNN 13 de Ceilândia, em um espaço alternativo destinado a atividades culturais locais. A obra não vai parar.
De acordo com o administrador, Adauri Gomes, o ginásio iria integrar o Centro Cultural da cidade. A construção estava sendo executada com recursos da Caixa Econômica Federal (CEF) e com a supervisão da Secretaria de Esportes. No entanto, há mais de quatro anos, a construtora abandonou as obras. “Hoje, aquele local é motivo de preocupações para a comunidade, porque ali se transformou em ponto de encontro de marginais e usuários de droga”, reconhece Adauri.
A primeira medida adotada será o cancelamento da demolição das obras do ginásio, feita pela Administração Regional ao SivSolo. Em seguida, será feito um mutirão de limpeza no local. A área será fechada, os banheiros reformados e instaladas água e energia elétrica. “Depois, pretendemos realizar um grande evento cultural no local, que tem capacidade para acolher mil pessoas”, informa o gerente de Esporte e Cultura, João Cléber Fernandes. Para isso, serão mobilizados o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e as secretaria de Cultura e de Segurança Pública.
Será a Arena Cultural de Ceilândia.
A previsão é de que os ensaios do espetáculo A Doença do Acúmulo, de direção de Humberto Pedrancini, será realizada no novo espaço. A estréia está prevista para a primeira quinzena de novembro.
Fonte: Administração Regional de Ceilândia
A Apaed
Um trabalho solidário chama a atenção em Ceilândia. É a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais e Deficientes (Apaed) que funciona há 26 anos, atendendo crianças e adultos com necessidades especiais. Atualmente, são 230 beneficiados, que recebem atendimentos clínico e educacional. Teatro, hidroestimulação, estimulação musical, oficinas profissionalizantes e estimulação precoce são algumas das atividades desenvolvidas.
“A Apaed é uma entidade sem fins-lucrativos, que sobrevive de recursos dos governos federal e local, além de eventos que a instituição promove como bazares, rifas, serestas etc”, esclarece a presidente, Maria das Graças Nunes. Segundo ela, todos os membros da diretoria são voluntários. “É um aprendizado estar aqui, porque a associação é saúde, vida, emoção”, destaca.
A Apaed funciona em uma área doada pelo Rotary Club, localizada na QNM 29, Módulo D, Área Especial. Sua fundadora, Maria Consuelo Gontijo, iniciou o atendimento na associação com a colaboração de um grupo de mães de crianças com necessidades especiais. Após a doação do terreno, ela conseguiu também o apoio das embaixadas da França e dos Estados Unidos para terminar a obra. A partir daí, surgia o trabalho da instituição que, hoje, é reconhecido em todo o DF.
Por meio de convênio, a Secretaria de Educação disponibiliza à Apaed 32 professores e merenda escola. A Secretaria de Saúde cede um dentista. Em troca, vários alunos integrados às escolas da rede pública do DF são atendidos pela instituição. Os alunos são divididos em dois grupos de atividades – o precoce, voltado para crianças em idade de alfabetização, e a Educação de Jovens e Adultos (EJA).
A garotada tem acesso a atendimentos pedagógicos. Durante as aulas, eles aprendem conceitos e desenvolvem suas habilidades corporais. Já os jovens e adultos aprendem uma profissão nas oficinas de reciclagem de papel, padaria, costura e informática. De acordo com Graça, isso facilita o acesso ao mercado de trabalho. “Muitos empresas nos procuram para preencher o quadro de funcionários”, informa.
Doações
O material utilizado nas oficinas é fruto de doações e toda a produção é vendida para a comunidade. A produção de papéis, por exemplo, recebe encomendas de colégios. O lucro é dividido entre os alunos. Um dos grandes parceiros da associação é o grupo Poupex, que financiou a construção de quatro salas de aulas, onde também funciona o projeto Arte Mãe. Neste espaço, as mães ocupam o tempo, enquanto os filhos participam das aulas. Elas pintam, bordam e realizam diversas outras atividades, que acabam se transformando em fonte de renda.
Além dos centros de fonoaudiologia e de fisioterapia, a Apaed Ceilândia conta com uma piscina aquecida, quadra de esportes, grupo de teatro e um parquinho infantil para atender os alunos. As doações são fundamentais para o pleno desenvolvimento do trabalho ali oferecido. Por isso, a presidente da associação ressalta a importância da contribuição da sociedade. “Precisamos de mais sócios doadores, pessoas que contribuam e voluntários”, conclui. Contatos e doações podem ser feitos pelos telefones 3581-8102, 3371-2121 e 9602-5006.
Fonte: Administração Regional de Ceilândia
“A Apaed é uma entidade sem fins-lucrativos, que sobrevive de recursos dos governos federal e local, além de eventos que a instituição promove como bazares, rifas, serestas etc”, esclarece a presidente, Maria das Graças Nunes. Segundo ela, todos os membros da diretoria são voluntários. “É um aprendizado estar aqui, porque a associação é saúde, vida, emoção”, destaca.
A Apaed funciona em uma área doada pelo Rotary Club, localizada na QNM 29, Módulo D, Área Especial. Sua fundadora, Maria Consuelo Gontijo, iniciou o atendimento na associação com a colaboração de um grupo de mães de crianças com necessidades especiais. Após a doação do terreno, ela conseguiu também o apoio das embaixadas da França e dos Estados Unidos para terminar a obra. A partir daí, surgia o trabalho da instituição que, hoje, é reconhecido em todo o DF.
Por meio de convênio, a Secretaria de Educação disponibiliza à Apaed 32 professores e merenda escola. A Secretaria de Saúde cede um dentista. Em troca, vários alunos integrados às escolas da rede pública do DF são atendidos pela instituição. Os alunos são divididos em dois grupos de atividades – o precoce, voltado para crianças em idade de alfabetização, e a Educação de Jovens e Adultos (EJA).
A garotada tem acesso a atendimentos pedagógicos. Durante as aulas, eles aprendem conceitos e desenvolvem suas habilidades corporais. Já os jovens e adultos aprendem uma profissão nas oficinas de reciclagem de papel, padaria, costura e informática. De acordo com Graça, isso facilita o acesso ao mercado de trabalho. “Muitos empresas nos procuram para preencher o quadro de funcionários”, informa.
Doações
O material utilizado nas oficinas é fruto de doações e toda a produção é vendida para a comunidade. A produção de papéis, por exemplo, recebe encomendas de colégios. O lucro é dividido entre os alunos. Um dos grandes parceiros da associação é o grupo Poupex, que financiou a construção de quatro salas de aulas, onde também funciona o projeto Arte Mãe. Neste espaço, as mães ocupam o tempo, enquanto os filhos participam das aulas. Elas pintam, bordam e realizam diversas outras atividades, que acabam se transformando em fonte de renda.
Além dos centros de fonoaudiologia e de fisioterapia, a Apaed Ceilândia conta com uma piscina aquecida, quadra de esportes, grupo de teatro e um parquinho infantil para atender os alunos. As doações são fundamentais para o pleno desenvolvimento do trabalho ali oferecido. Por isso, a presidente da associação ressalta a importância da contribuição da sociedade. “Precisamos de mais sócios doadores, pessoas que contribuam e voluntários”, conclui. Contatos e doações podem ser feitos pelos telefones 3581-8102, 3371-2121 e 9602-5006.
Fonte: Administração Regional de Ceilândia
Inauguração de obras na ADE
Ainda não é oficial, mas deve mesmo ser na Ceilândia a retomada do Programa Governo nas Cidades, no próximo dia 8. Uma das indicações é a grande festa, prevista para sábado, dia 9, de inauguração da Área de Desenvolvimento Econômico (ADE) Centro-Norte de Ceilândia. O vice-governador e secretário de Desenvolvimento, Paulo Octávio, se comprometeu a concluir a infra-estrutura do local, que possui hoje 83 empresas instaladas. O GDF investiu R$ 12 milhões em obras de drenagem pluvial, asfalto, meios-fios e calçadas. A expectativa é de que a ADE receba mais 360 empresas. Em agradecimento, os empresários encomendaram um boi para assar na festa.
Fonte: Jornal de Brasília de 31/07/08
Fonte: Jornal de Brasília de 31/07/08
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Agendamento no Na Hora
A partir de hoje, as 10 mil pessoas que procuram, diariamente, os postos de atendimento do Na Hora, poderão contar com um novo sistema de atendimento. A idéia é que os usuários possam adiantar seu atendimento pela internet, por meio de um pré-agendamento, sem ter que enfrentar filas. Para isso, o site do órgão passou por uma reestruturação, oferecendo links de acesso sobre quais os trabalhos que podem ser feitos via on-line pelo usuário.
De acordo com o presidente do Na Hora, Luiz França., o novo mecanismo tem como principal propósito tornar o serviço mais prático para a população. "O usuário terá o conforto de adiantar seu atendimento em casa e assim facilitar sua ida ao posto", declarou. No entanto, o serviço encontra-se ainda em período de adaptação. "Iremos verificar qual é a demanda da população. Ver se realmente está atendendo as necessidades da comunidade", comentou. Ele explica que a idéia é que seja um portal que aproxime o Governo da comunidade com interatividade. "Esse pedido foi feito pelo próprio governador José Roberto Arruda, para criar um mecanismo para facilitar a vida do cidadão brasiliense", ressalta.
Para garantir o bom atendimento à população, os servidores são orientados a desenvolverem com praticidade e eficiência os serviços prestados. "Fazemos o treinamento e qualificação de nossos servidores para prestar um serviço com qualidade para os cidadãos. Ao final de cada atendimento, o usuário faz uma avaliação do desempenho do funcionário, e isso influência em seu salário", disse ele.
Para a população, o novo mecanismo pode ser uma alternativa na redução das filas, além de tornar o atendimento mais personalizado. "Vai melhorar muito. As pessoas não irão precisar mais acordar cedo para conseguir realizar um atendimento. Vai evitar filas e teremos mais conforto em poder chegar somente na hora do atendimento", comentou a vendedora, Joana Darc Basílio, 22 anos.
Para que toda população possa adquirir conhecimentos sobre o novo método de trabalho, será feita uma campanha de esclarecimentos para auxiliar na utilização do site. "Quando o usuário for a qualquer unidade ele será informado que pode também solicitar os serviços pelo portal. É válido lembrar que o portal foi desenvolvido pelos servidores da Secretaria de Justiça sem nenhum custo para o Governo ou para o cidadão. Caso o portal seja bem sucedido, pretendemos ampliar essa atuação de atendimento", afirmou França. Para maiores informações e também saber dos serviços de atendimento prestados, consulte o site: www.nahora.df.gov.br.
Fonte: Tribuna do Brasil e Jornal Local de 01/08/08
De acordo com o presidente do Na Hora, Luiz França., o novo mecanismo tem como principal propósito tornar o serviço mais prático para a população. "O usuário terá o conforto de adiantar seu atendimento em casa e assim facilitar sua ida ao posto", declarou. No entanto, o serviço encontra-se ainda em período de adaptação. "Iremos verificar qual é a demanda da população. Ver se realmente está atendendo as necessidades da comunidade", comentou. Ele explica que a idéia é que seja um portal que aproxime o Governo da comunidade com interatividade. "Esse pedido foi feito pelo próprio governador José Roberto Arruda, para criar um mecanismo para facilitar a vida do cidadão brasiliense", ressalta.
Para garantir o bom atendimento à população, os servidores são orientados a desenvolverem com praticidade e eficiência os serviços prestados. "Fazemos o treinamento e qualificação de nossos servidores para prestar um serviço com qualidade para os cidadãos. Ao final de cada atendimento, o usuário faz uma avaliação do desempenho do funcionário, e isso influência em seu salário", disse ele.
Para a população, o novo mecanismo pode ser uma alternativa na redução das filas, além de tornar o atendimento mais personalizado. "Vai melhorar muito. As pessoas não irão precisar mais acordar cedo para conseguir realizar um atendimento. Vai evitar filas e teremos mais conforto em poder chegar somente na hora do atendimento", comentou a vendedora, Joana Darc Basílio, 22 anos.
Para que toda população possa adquirir conhecimentos sobre o novo método de trabalho, será feita uma campanha de esclarecimentos para auxiliar na utilização do site. "Quando o usuário for a qualquer unidade ele será informado que pode também solicitar os serviços pelo portal. É válido lembrar que o portal foi desenvolvido pelos servidores da Secretaria de Justiça sem nenhum custo para o Governo ou para o cidadão. Caso o portal seja bem sucedido, pretendemos ampliar essa atuação de atendimento", afirmou França. Para maiores informações e também saber dos serviços de atendimento prestados, consulte o site: www.nahora.df.gov.br.
Fonte: Tribuna do Brasil e Jornal Local de 01/08/08
Medidas de segurança no metrô
Mais de 150 mil pessoas passam diariamente pelas 21 estações do metrô. Para garantir a segurança dos passageiros, o Ministério Público fez recomendações à companhia que administra o sistema.
Entre elas estão: implantação do chamado botão de soco nas plataformas, que serve para parar os trens em caso de emergência; mudanças no dispositivo que abre e fecha as portas dos vagões, para evitar que sejam abertas do lado oposto ao desembarque; e instalação de câmeras de segurança.
“Tudo que for feito para a segurança do passageiro é bem-vindo”, afirma o aposentado Filemon Moreira. “É um instrumento que pode vir a contribuir, mas não vai resolver o problema”, acredita a pedagoga Maria de Lourdes.
A licitação para escolha da empresa que vai instalar as câmeras chegou a ser feita no início deste ano, mas foi cancelada depois de uma disputa judicial. Um novo pregão eletrônico está marcado para os próximos dias.
Sobre as demais exigências, o diretor de operações do metrô discorda da necessidade de adaptações. No caso do botão de emergência, de acordo com ele, o sistema já existe dentro dos vagões e nas plataformas há telefones.
“Temos dois telefones nas extremidades das plataformas que, se retirados do gancho, entram automaticamente em contato com o controle central de operações e procede-se o desligamento da via. Temos também o sistema de rádio dos nossos funcionários, um botão de soco dentro do trem. Assim, se o usuário perceber algum problema na plataforma, ele pode acionar de dentro do trem. Isso mexe em toda a lógica do metrô. Esse botão tem que se comunicar com o meu controle central de operações em Águas Claras... É algo tecnicamente difícil, caro e desnecessário”, explica o diretor de operações do metrô, José Dimas.
A direção do metrô tem até a próxima semana para apresentar justificativas ao Ministério Público. “Esses itens estão baseados nos sistemas de segurança utilizados por outros metrôs, tanto do Brasil, Rio e São Paulo, como de outros paises”, justifica o promotor de Justiça Leonardo Bessa. E ele completa: “Esperamos que o usuário do metrô de Brasília esteja assegurado em sua integridade física”.
Fonte: Rede Globo
Entre elas estão: implantação do chamado botão de soco nas plataformas, que serve para parar os trens em caso de emergência; mudanças no dispositivo que abre e fecha as portas dos vagões, para evitar que sejam abertas do lado oposto ao desembarque; e instalação de câmeras de segurança.
“Tudo que for feito para a segurança do passageiro é bem-vindo”, afirma o aposentado Filemon Moreira. “É um instrumento que pode vir a contribuir, mas não vai resolver o problema”, acredita a pedagoga Maria de Lourdes.
A licitação para escolha da empresa que vai instalar as câmeras chegou a ser feita no início deste ano, mas foi cancelada depois de uma disputa judicial. Um novo pregão eletrônico está marcado para os próximos dias.
Sobre as demais exigências, o diretor de operações do metrô discorda da necessidade de adaptações. No caso do botão de emergência, de acordo com ele, o sistema já existe dentro dos vagões e nas plataformas há telefones.
“Temos dois telefones nas extremidades das plataformas que, se retirados do gancho, entram automaticamente em contato com o controle central de operações e procede-se o desligamento da via. Temos também o sistema de rádio dos nossos funcionários, um botão de soco dentro do trem. Assim, se o usuário perceber algum problema na plataforma, ele pode acionar de dentro do trem. Isso mexe em toda a lógica do metrô. Esse botão tem que se comunicar com o meu controle central de operações em Águas Claras... É algo tecnicamente difícil, caro e desnecessário”, explica o diretor de operações do metrô, José Dimas.
A direção do metrô tem até a próxima semana para apresentar justificativas ao Ministério Público. “Esses itens estão baseados nos sistemas de segurança utilizados por outros metrôs, tanto do Brasil, Rio e São Paulo, como de outros paises”, justifica o promotor de Justiça Leonardo Bessa. E ele completa: “Esperamos que o usuário do metrô de Brasília esteja assegurado em sua integridade física”.
Fonte: Rede Globo
Regras para os "call centers"
O consumidor já sabe: recorrer ao serviço de atendimento por telefone é motivo para se aborrecer. “Ficam perguntando qual é o meu nome, onde eu moro, qual é o meu CPF e ainda pedem para confirma outros dados. Eu acho que é uma perda de tempo”, diz o administrador de empresas Orlando Moreira.
“Sempre que transferem para outro ramal, para outro departamento, você tem que contar toda a história de novo. Você acaba desistindo de esperar”, reclama a estudante Bianca Abreu.
Mas essa espera deve acabar. O decreto do Ministério da Justiça que regula os chamados call centers traz mudanças radicais. As novas regras foram comemoradas pelo ministro Tarso Genro, que também teve problemas quando precisou do serviço.
“Na última semana eu cheguei pra usar o meu telefone e a minha secretária tinha esquecido de pagar a conta. Eu liguei, no sábado, para o call center. Qual foi a resposta? ‘Só funcionamos de segunda a sexta-feira’”, conta o ministro da Justiça.
Os serviços de atendimento ao consumidor vão ter que funcionar 24 horas por dia, durante sete dias por semana. As empresas têm um prazo de 120 dias para se adaptar, a partir da publicação do decreto.
Com as novas regras, a primeira opção para o consumidor deve ser a de falar com o atendente. O menu eletrônico tem que oferecer a opção cancelamento, que deve ser feito de imediato. A ligação só poderá ser transferida uma vez e demorar no máximo um minuto.
O consumidor não terá mais que repetir o problema e nem fornecer dados cadastrais. Se o cliente exigir, as empresas vão ser obrigadas a fornecer o histórico da reclamação. E o prazo para dar uma resposta para o problema é de cinco dias úteis.
“Hoje em dia, o consumidor precisa se esforçar para ter o seu problema resolvido pelo fornecedor. Isso mudou. Agora o fornecedor vai estar à mercê do consumidor, e não o contrário”, garante Mariana Tavares, da Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça.
A multa para quem descumprir as novas regras vai de 200 até R$ 3 milhões.
Veja o vídeo:
CorreioWeb/Tv Brasília
Fonte: Rede Globo e Jornal Local de 30/07/08
“Sempre que transferem para outro ramal, para outro departamento, você tem que contar toda a história de novo. Você acaba desistindo de esperar”, reclama a estudante Bianca Abreu.
Mas essa espera deve acabar. O decreto do Ministério da Justiça que regula os chamados call centers traz mudanças radicais. As novas regras foram comemoradas pelo ministro Tarso Genro, que também teve problemas quando precisou do serviço.
“Na última semana eu cheguei pra usar o meu telefone e a minha secretária tinha esquecido de pagar a conta. Eu liguei, no sábado, para o call center. Qual foi a resposta? ‘Só funcionamos de segunda a sexta-feira’”, conta o ministro da Justiça.
Os serviços de atendimento ao consumidor vão ter que funcionar 24 horas por dia, durante sete dias por semana. As empresas têm um prazo de 120 dias para se adaptar, a partir da publicação do decreto.
Com as novas regras, a primeira opção para o consumidor deve ser a de falar com o atendente. O menu eletrônico tem que oferecer a opção cancelamento, que deve ser feito de imediato. A ligação só poderá ser transferida uma vez e demorar no máximo um minuto.
O consumidor não terá mais que repetir o problema e nem fornecer dados cadastrais. Se o cliente exigir, as empresas vão ser obrigadas a fornecer o histórico da reclamação. E o prazo para dar uma resposta para o problema é de cinco dias úteis.
“Hoje em dia, o consumidor precisa se esforçar para ter o seu problema resolvido pelo fornecedor. Isso mudou. Agora o fornecedor vai estar à mercê do consumidor, e não o contrário”, garante Mariana Tavares, da Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça.
A multa para quem descumprir as novas regras vai de 200 até R$ 3 milhões.
Veja o vídeo:
CorreioWeb/Tv Brasília
Fonte: Rede Globo e Jornal Local de 30/07/08
Taxas para feiras
Foi publicado hoje, pelo GDF no Diário Oficial (DODF), decreto que disciplina a organização e o funcionamento das feiras, livres e permanentes, e shoppings-feiras (local criado e destinado à instalação de ambulantes) no âmbito do Distrito Federal. Além de determinar uma contribuição mensal e a forma de ocupação, a medida manteve o preço cobrado pela permissão ou concessão referente aos boxes, que é de R$ 2,5 mil a R$ 5 mil. O valor será definido no edital de licitação.
A taxa mensal varia conforme o tipo de comércio, espaço ocupado e funcionamento. Segundo o decreto, será cobrado R$ 1,05 por metro quadrado para feiras de produtores rurais e feiras livres; R$ 1,36 para feiras de caráter permanente e shoppings-feiras com funcionamento apenas aos sábados, domingos e feriados; R$ 4,19 no caso das feiras permanentes e shoppings-feiras de funcionamento diário localizados em Brasília, Guará, Lago Sul, Lago Norte, Cruzeiro, Águas Claras, Sudoeste/Octogonal, Park Way e Setor de Indústrias e Abastecimento (SIA); e R$ 3,14 nas demais localidades.
Esses valores serão corrigidos anualmente e esses recursos serão aplicados exclusivamente na conservação, manutenção e, quando for o caso, na ampliação da estrutura física desses comércios, além de também serem utilizados para o custeio de serviços essenciais, dentre os quais se encontram a individualização do consumo de energia elétrica e água e o consumo de energia elétrica e água das áreas comuns, como banheiros e corredores de acesso ao público.
Ocupação – As vagas existentes nas feiras livres e shoppings- feiras serão disponibilizadas pelas administrações regionais aos interessados, conforme estabelece o decreto.
Já a destinação de boxes nas permanentes será feita por licitação. Os feirantes que têm autorização ou permissão de uso foram firmados com base no Decreto nº 22.580/2001, a permanência está garantida até 3 de dezembro de 2011 sendo estabelecido o prazo de dez anos de concessão nas feiras permanentes e livres edificadas e dos shoppings-feiras, e de cinco anos para aquelas não edificadas.
Fonte: Jornal Coletivo
A taxa mensal varia conforme o tipo de comércio, espaço ocupado e funcionamento. Segundo o decreto, será cobrado R$ 1,05 por metro quadrado para feiras de produtores rurais e feiras livres; R$ 1,36 para feiras de caráter permanente e shoppings-feiras com funcionamento apenas aos sábados, domingos e feriados; R$ 4,19 no caso das feiras permanentes e shoppings-feiras de funcionamento diário localizados em Brasília, Guará, Lago Sul, Lago Norte, Cruzeiro, Águas Claras, Sudoeste/Octogonal, Park Way e Setor de Indústrias e Abastecimento (SIA); e R$ 3,14 nas demais localidades.
Esses valores serão corrigidos anualmente e esses recursos serão aplicados exclusivamente na conservação, manutenção e, quando for o caso, na ampliação da estrutura física desses comércios, além de também serem utilizados para o custeio de serviços essenciais, dentre os quais se encontram a individualização do consumo de energia elétrica e água e o consumo de energia elétrica e água das áreas comuns, como banheiros e corredores de acesso ao público.
Ocupação – As vagas existentes nas feiras livres e shoppings- feiras serão disponibilizadas pelas administrações regionais aos interessados, conforme estabelece o decreto.
Já a destinação de boxes nas permanentes será feita por licitação. Os feirantes que têm autorização ou permissão de uso foram firmados com base no Decreto nº 22.580/2001, a permanência está garantida até 3 de dezembro de 2011 sendo estabelecido o prazo de dez anos de concessão nas feiras permanentes e livres edificadas e dos shoppings-feiras, e de cinco anos para aquelas não edificadas.
Fonte: Jornal Coletivo
Fiscalização dos microônibus
O DFTransp fez fiscalização nos microônibus do transpote coletivo público no terminal do Setor O.
Veja o vídeo:
CorreioWeb/Tv Brasília
Fonte: Jornal Local de 31/07/08
Veja o vídeo:
CorreioWeb/Tv Brasília
Fonte: Jornal Local de 31/07/08
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