terça-feira, 8 de julho de 2008

Violência próximo a escola

A Rede Record divulgou um vídeo no qual duas garotas estavam envolvidas em uma briga.
O vídeo havia sido filmado por um celular e em volta a muitos telespectadores eufóricos, as duas estudantes travavam uma batalha bastante violenta.

No vídeo, a garota que estava por cima bate a cabeça da adversária diversas vezes contra o chão. As pessoas que assistem não fazem nada, pelo contrário, incentivam a barbárie. A surra só acabou quando a vítima entrou em convulsão.

O crime aconteceu nas proximidades do Centro de Ensino Fundamental 24 da QNQ. Segundo o diretor da escola e a polícia militar que estava trabalhando na época, não foi constatado nada de diferente no dia da agressão.

A garota que apanhou está com medo de voltar a escola. A mãe da adolescente pede que ela seja transferida para outra escola e os motivos da agressão ainda são incertos.


É incrível observar a que ponto chegou a banalização da violência em nosso país, no mundo.

Fonte: Rede Record de 07/07/08

Setor de automóveis



A primeira agência de carros do Setor O surgiu por acaso. Segundo Pedro Batista Carneiro, o primeiro proprietário de loja de carros da região, a loja teve início depois que ele alugou o seu imóvel para uma pessoa montar uma oficina mecânica. Como a oficina não deu certo, e não tinha outra destinação para o imóvel, ele mesmo resolveu montar o seu próprio negócio, e abriu uma loja para revender automóveis usados.

A idéia de Batista atraiu outros investidores para o local. Hoje, já são 25 lojas de automóveis usados na área. Há 12 anos, o comércio de carros usados é tradição em Ceilândia e, até mesmo compradores do Entorno já fazem da região um ponto de referência quando querem adquirir um automóvel. "Foi muito válida essa idéia. As lojas trouxeram crescimento econômico para a cidade e a valorização da área para os moradores", comenta Batista.

A setor onde as empresa funcionam ainda não tem nome certo, mas pela quantidade de lojas para revenda de carros, já pode até ser chamada de Cidade dos Automóveis de Ceilândia. Os empresários pedem mais investimentos do governo para melhorar o comércio. O local onde os carros destinados à venda ficam estacionados ainda é improvisado. Por falta de um estacionamento com asfalto, os carros ficam expostos às rajadas de ventos de poeira.

A área é residencial, mas o comércio não atrapalha os moradores da região. Muito pelo contrário. Os moradores até gostam da idéia, pois as lojas levaram valorização para a área, emprego e segurança. Segundo relatos da própria vizinhança, no local onde ficam os carros, era uma área destinada ao entulho e sujeira. "Somos um grupo unido, pois aqui há espaço para todos. Os interesses de um, são de todos, pois acreditamos no desenvolvimento da cidade", finaliza Batista.



A idéia de Batista chamou a atenção do empresário Alessandro Rocha, de 32 anos. Ele abriu a primeira loja em 2003 e agora já tem duas agências de automóveis no local. Antes, Alessandro trabalhava com a venda de móveis e possuiu três lojas. Ele conta que a mudança de ramo foi um grande negócio. Mas, devido à concorrência, precisa melhorar ainda mais.

Como o forte do setor é vender carros usados, e a taxa de juros para comprar carros novos é bem menor que dos carros usados, os clientes muitas vezes preferem comprar veículos novos com juros mais baratos. Mesmo assim, Alessandro disse que não tem do que reclamar. "Aos poucos o comércio está melhorando. Aqui é uma cidade que tem expectativa de crescimento. Só falta mais incentivo do governo para melhorar ainda mais", diz.

Mesmo com o negócio promissor, as lojistas pedem investimento em infra-estrutura na área que eles trabalham, ou até mesmo a destinação de uma área mais apropriada para instalação de uma futura cidade do automóvel na cidade.

A grande oferta atrai gente de fora como o casal que veio de Águas Lindas, em Goiás, para comprar um carro no Setor O. Eles disseram que resolveram comprar no local porque aquela é a única área perto da cidade onde é possível encontrar mais opções de veículos usados. "Em Águas Lindas não tem tanta variedade para comprar automóveis. Aqui é mais fácil para nós, que não precisamos ir até a Cidade dos Automóveis para comprar um carro. Os preços só estão altos", reclama o casal.


Fonte: Tribuna do Brasil

Opinião: "Vítimas" da nova lei

A Associação Brasileira de Restaurantes e Empresas de Entretenimento (Abrasel Nacional) entrou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) (leia a matéria completa aqui) pedindo a declaração de inconstitucionalidade de artigos da Lei 11.705, conhecida como Lei Seca, por estabelecer punições rigorosas aos motoristas que dirigem alcoolizados e proibir a venda de bebidas alcoólicas à beira das rodovias federais.

Pelos Cálculos da Abrasel, se for mantida a nova legislação, a redução de vendas das cerca de um milhão de empresas que comercializam bebidas alcoólicas no país será de 30% a 50%, dependendo da característica de cada negócio.

Só falta agora os donos de funerárias e de oficinas de lanternagem, igualmenete afetados, seguirem o exemplo dos abutres da Abrasel e reclamarem de prejuízos por causa da Lei Seca.

Lamentavelmente ainda há muitos empresários que colocam o lucro acima do bem comum. É este mesmo tipo de energúmeno que, para economizar uns caraminguás em publicidade, contrata carros de som para infernizar a vida da população, ou invade os espaços públicos para aumentar a área de suas lojas.


Aluisio Moura

Fonte: Ceilândia.com

Erosões

O vídeo a seguir relata as grandes erosões que são encontradas nos condomínios próximos ao P Sul (Pôr-do-Sol). Segundo a reportagem, as erosões da localidade são consideradas as maiores do Distrito Federal.

Veja o vídeo:

CorreioWeb/Tv Brasília

Fonte: Jornal Local de 07/07/08

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Imagem: O Rei das Pipas

Carioca, seu Pedro, o Rei das Pipas. Ele mora em Ceilândia Sul há mais de 20 anos e montou uma micro empresa de pipas que chega a exportar o produto. São mais de 300 pipas confeccionadas por dia.

Amante dos apetrechos, ele sugere que o uso das pipas seja apenas em dias ensolarados, sem o uso do famigerado/perigoso cerol e que escolham um espaço adequado para soltá-las. O melhor local seria alguma região descampada.



Fonte: Jornal de Brasília de 06/07/08

Vergonha! Gangues de Ceilândia

Revólver na cintura, um tubo de spray na mão e disposição para matar. Esses são elementos indispensáveis para quem faz parte das gangues de pichadores de Ceilândia. Rabiscar um muro ainda virgem, com letras muitas vezes indecifráveis, é a forma que eles – a maioria adolescentes – encontram para se mostrar para a sociedade. Pertencer a uma facção de grafiteiros na maior cidade do DF representa poder, força e status.

Porém, basta dar uma olhada nos números para se constatar que integrar um grupo desses não vale a pena. Nos últimos dois anos, o serviço de inteligência do 8º Batalhão da Polícia Militar (Ceilândia) mapeou 22 gangues na cidade. Mas o Jornal de Brasília descobriu outras três, que aumenta para 25 este número. De 2006 para cá, dez jovens perderam a vida em confrontos e emboscadas orquestradas por inimigos (veja quadro). A lista, no entanto, pode ser bem maior, uma vez que muitos pais de adolescentes assassinados não admitem que os filhos estavam no mundo do crime.

O Jornal de Brasília mergulhou no universo dos pichadores de Ceilândia. A reportagem conversou, durante a semana passada, com integrantes de sete gangues aliadas. As histórias contadas por eles mais parecem tiradas de uma ficção, mas são a pura realidade. Ceilândia, hoje, se tornou um campo minado. Um mapeamento do 8º BPM mostra que, na parte Norte, concentra-se oito grupos: Legião Unida Pela Arte (LUA), Amantes da Arte Proibida (AAP), ENF (Sigla não identificada pela polícia), Anjos Grafiteiros (AG), Grafiteiros Sangüinários Noturnos (GSN), KGM (sigla não identificada), Grafiteiros da Arte Proibida (GAP) e Grafiteiros Sem Lei (GSL).

A GSL é o mais numeroso e também o mais antigo na cidade, com cerca de 15 anos de atuação. Segundo a polícia, são 150 pessoas. Todas são aliadas e, juntas, somam mais de 300 membros. Na parte Sul, estão os rivais. São 15 gangues. A Grafiteiros do Distrito Federal (GDF) comanda boa parte da região.

Apesar de não terem uma ideologia, eles são organizados. Fazem reuniões, discutem as ações e decidem até sobre a vida dos colegas que andam com gente das tribos rivais. "Se o cara nosso começar a andar com os cabritos (inimigos), nós batemos. Dependendo da traição, ele até morre", disse Keloy, um dos mais antigos da facção.

Os conflitos entre as facções inimigas ocorrem principalmente em eventos públicos, realizados na cidade. Porém, o principal ponto de encontro é longe dali, na Esplanada dos Ministérios. "Quando tem show na Esplanada, nós já partimos sabendo que vamos encontrar os inimigos lá. Por isso, só vamos de 'cabeçada' (em grande número). Vale tudo: cadeiradas, estocadas e pedradas. Só não levamos arma porque a polícia toma”, disse Vírus, da GDF.

Sluk, também da GDF, carrega as marcas do último conflito. "Estava pichando no centro de Ceilândia. Quatro caras da GSL desceram de um Chevette e me espancaram. Quebrei um dente", contou.




Fonte: ClicaBrasília e Jornal de Brasília de 06/07/08

Opinião: Espera...

Inauguro este espaço falando sobre a espera ansiosa da Associação Comercial e Industrial de Ceilândia (ACIC) em relação à promessa do vice-governador Paulo Octavio de construir um shopping center na cidade. A ACIC está até fazendo contagem regressiva para o lançamento da pedra fundamental.

Mas, se a promessa não for cumprida, que tal os empresários da cidade voltarem o foco de suas energias para uma outra campanha, que bem poderia ser chamada de Projeto Shopping Quadras?

Seria uma ação centrada na valorização das nossas abandonadas entrequadras comerciais, pontos de confluência diária de milhares de ceilandenses em busca de produtos e serviços e que, mesmo assim, sofrem com o descaso do poder público e de alguns lojistas. Os empresários de cada entrequadra poderiam reunir-se em associações ou condomínios (que talvez até já existam em algumas) para melhor pressionar os órgãos públicos a finalizarem a urbanização dos arredores de seus estabelecimentos, com a construção de praças gramadas e arborizadas, calçadas, postos policiais. Nos locais em que já existam tais equipamentos, o papel dos empresários seria apadrinhá-los, responsabilizando-se em parte por sua conservação.

Todos pagamos altos impostos e é natural esperarmos que o poder público cumpra a sua contrapartida na prestação de serviços e melhorias. Mas a responsabilidade não cabe somente ao governo. Perto de onde moro, aqui em Buenos Aires, há três belas praças apadrinhadas por empresas da cidade. Estão sempre impecavelmente limpas e conservadas. Vi muitos exemplos parecidos quando morava na Europa.

Já na maioria das entrequadras de Ceilândia há prédios que não recebem pintura nova há anos. Em outros, além da presença de puxadinhos mal construídos, os arredores foram transformados em depósitos de entulho. Há comerciantes que sequer se dão ao trabalho de manter limpa a calçada de suas lojas. Se estivessem em um shopping center, o condomínio não permitiria que se comportassem de maneira tão desleixada.

A proposta do Projeto Shopping Quadra seria transpor dos shopping centers fechados para as nossas entrequadras a filosofia de oferecer conforto, segurança, beleza e comodidade aos clientes.

Com o compromisso e a participação de todos seria mais fácil transformar cada entrequadra em um shopping center a céu aberto, ponto de encontro tão ou mais concorrido quanto qualquer centro comercial tradicional. Basta querer.


Aluisio Moura


E enquanto isto...

Sete (07) dias (uma semana) é o tempo que resta para o lançamento da pedra fundamental do Ceilândia Shopping. Sobre este assunto, a população tem reagido favoravelmente e acredita que o compromisso do empresário Paulo Octávio com a cidade será cumprido.

Fonte: Ceilândia.com e ACIC-DF

domingo, 6 de julho de 2008

A nova faculdade



O Iesbtec, a faculdade técnica do Iesb, vai oferecer cursos de graduação e profissionalizantes com preços acessíveis a partir de R$ 99. Os alunos poderão contar com o leque de opções de graduação em administração, comunicação em marketing, hotelaria, pedagogia, secretariado executivo e turismo. Além disso, o curso de gastronomia associado ao Instituto Argentino de Gastronomia (IAG) vai oferecer cursos técnicos de profissional gastronômico, auxiliar de panificação, auxiliar de confeitaria, auxiliar de cozinha e garçom. A grande vantagem é que o aluno pode pagar em módulos, o que facilita a formação sem apertos e de acordo com o tempo disponível de cada um.

Eda Coutinho, diretora da faculdade, explica que a cidade de Ceilândia tem alunos com grande potencial e acredita que o novo campus do Iesbtec, de 20.000 m2, está atendendo uma grande demanda do mercado.

“Depois de muito procurar um local em que o trabalho de responsabilidade social do Iesb pudesse ser desenvolvido, encontramos em Ceilândia uma área que unia o potencial da população, com o espaço adequado para tal projeto”, disse Eda Coutinho.

Presente à inauguração, o administrador de Ceilândia, Adauri da Silva Gomes, disse que a cidade está ganhando muito com o Iesbtec, afinal a população precisava antes se deslocar muito para conseguir estudar em uma boa instituição. “ Com esse campus, os alunos de Ceilândia vão conseguir ser atendidos em uma demanda de qualidade. O estímulo de ter uma faculdade perto de casa com certeza traz um nova etapa na história da educação”, diz Adauri.


Fonte: Jornal Coletivo

Oásis dos automóveis

Enrique Peñalosa, o ex-prefeito que transformou a capital da Colômbia, Bogotá, em uma referência em termos de bom urbanismo, lembrou em entrevista recente que “nos países em desenvolvimento a maioria das pessoas não têm carro. Portanto, quando você faz uma boa calçada, está construindo democracia. Calçadas são símbolos de igualdade”.

Neste momento em que a Administração de Ceilândia está prestes a cometer mais um erro, cujas vítimas serão os moradores do Setor P Sul, este tema torna-se ainda mais relevante. Estamos falando da decisão de transformar o canteiro central das avenidas P2, P3 e P4 em estacionamentos. A medida visa a agradar aos comerciantes daquele Setor, que reclamam da falta de vagas para os carros dos clientes.

É sempre bom lembrar que o projeto original do Setor P Sul (e do P Norte também) não previa a presença de estabelecimentos comerciais naquelas avenidas. O comércio deveria concentrar-se nas entrequadras. Com a falta de fiscalização, no entanto, os comércios foram-se multiplicando, até que não houve outra solução senão legalizar o que deveria ser ilegal. Quanto a isso, nada mais pode ser feito.

Mas existem outras maneiras de atender às demandas dos comerciantes, sem perder de vista os interesses dos demais moradores, a maioria deles pouco consciente dos prejuízos que certas mudanças podem trazem à sua qualidade de vida. Nas semi-urbanizadas e mal cuidadas entrequadras (as shopping quadras) do Setor P Sul há espaço de sobra para se fazerem vagas para estacionar carros. E em vez de estacionamentos, o que as avenidas em questão (e muitas outras na cidade) necessitam é de calçadas decentes.

Custaria bem menos aos cofres públicos a construção de calçadões em frente às lojas, de ambos os lados da via, ao longo de cada quadra, ampliando-se as estreitas passarelas por onde circulam hoje os pedestres. Com isto, as pessoas que têm carro (e que são uma minoria), poderiam deixá-los nas entrequadras e fazer um agradável passeio até às lojas.

Aquelas avenidas tornar-se-iam belos e movimentados bulevares se, ao longo dos calçadões, fossem colocados bancos formando minipraças, áreas de convivência para todos os moradores. O número de pessoas circulando em fente às lojas aumentaria. E como o tempo de permanência destas pessoas no local seria maior, cresceria também o consumo, já que elas teriam mais tempo para se informar melhor sobre o que cada loja oferece. Barcelona, com as Ramblas, ou Buenos Aires, com a Calle Florida, são apenas dois exemplos de cidades onde esta solução foi adotada com sucesso, beneficiando pedestres e comerciantes.

É importante ainda chamar a atenção para o fato de que, a esta altura, seria quase um crime remover as árvores adultas do canteiro central daquelas vias.

Para que as principais avenidas do Setor P Sul ganhassem uma nova face seria necessário ainda reverter outro erro absurdo cometido no passado, que foi a permissão para que alguns moradores invadissem parte da área reservada à circulação de pedestres com infames puxadinhos que enfeiam a cidade e roubam espaço da população, obrigada a caminhar por calçadas estreitas (onde elas existem) e mal conservadas. Para ver a que ponto o descaso deixou chegar a situação, clique aqui (100% Ceilândia).

A Administração de Ceilâdia nunca deu atenção às poucas calçadas da cidade. Até a tarefa de construí-las quase sempre foi deixada a cargo dos moradores. Cada um fazia a sua como queria ou podia. O resultado é uma cidade com calçadas de alturas e larguras diferentes. A falta de uniformidade, além do fato de muitas serem usadas indevidamente como estacionamento, sob a complacência do poder público, faz com que o simples ato de caminhar de uma quadra a outra se transforme em verdadeiro suplício. São inúmeros os casos de pedestres que se acidentam.

Ao priorizar mais uma vez os automóveis, premiando a preguiça de motoristas e a pouca visão de alguns comerciantes, a Administração de Ceilândia dará mais um passo no aparentemente irrefreável processo de desumanização de nossa maltratada cidade.



Vale salientar que a principal avendida da cidade, Avenida Juscelino Kubitschek (Hélio Prates), deverá perder o canteiro central para as obras do programa Brasília Integrada. Segundo o projeto, o local será utilizado como um corredor exclusivo para ônibus.

Fonte: Ceilândia.com

Cadê a praça?

Os moradores da QNN 20 têm se perguntado a respeito da quadra da praça próxima a suas residências.

Matéria da Rede Bandeirantes denunciava a precariedade do local. Brinquedos quebrados, mato alto, lixo... Uma criança chegou a perder a parte do dedo brincando no parquinho que funciona em péssimo estado.

A equipe do Band Cidade retornou ao local e não viu nenhuma benfeitoria. Uma quadra de esporte deveria ser construída na região. Até agora, nada.

Segundo a Administração Regional de Ceilândia, em até 30 dias as obras poderão começar.

Dá para acreditar?

Fonte: Band Cidade de 05/07/08