sábado, 3 de maio de 2008

A copa começou

Começou no dia 01/05/08 a 2ª Copa Acic de Futsal, promovida pela Associação Comercial, Empresarial e Industrial de Ceilândia (Acic-DF). Com o apoio da administração regional da cidade, o evento, que vai até o fim de maio, está sendo realizado na Praça do Cidadão. Para a abertura dos jogos, o torneio contou com apresentação de grupos de dança, grupo de capoeira, muita música e, claro, jogos de futebol.

Ao todos, foram 20 jogos no dia de ontem. Segundo o gerente de Esportes e Lazer da Administração da Ceilândia, João Cleber Araújo, 38 anos, todas as equipes pagaram a inscrição em alimentos, que serão futuramente doados. Além dos alimentos, o torneio conta também com uma cota que as empresas pagam para ter seu nome divulgado. "Cobramos uma taxa que custa cerca de R$ 250", conta João. Essa taxa é toda revertida em material utilizado para a revitalização da praça. "Fizemos parecido no ano passado. Arrumamos o prédio da polícia e aumentamos o tamanho da quadra, alem de outras pequenas obras", orgulha-se.

Cleber ainda conta que a praça antes era abandonada e que hoje é considerada um ponto cultural da cidade. Muito por causa dos eventos que são realizados no local, como projetos de dança, oficinas, de dança e de áudio visual. Quem mais ganha com as ações realizados no local é a população, que comparece em peso. Elis Regina, 43 anos, dona de casa, tem dois filhos adolescentes e acha que essa iniciativa é muito boa. "Os adolescentes têm que ocupar a mente, porque senão fazem besteira. Além do que o evento é muito bonito. Não tem como não comparecer", afirma.

Mas não é só a praça que ganha com o evento. As equipes campeãs e vice-campeãs de cada categoria receberão troféus, além de medalhas para as duas primeiras colocadas e troféu para artilheiros e goleiros das defesas menos vazadas. Na categoria principal, o campeão receberá R$ 1 mil, e a vice-campeã R$ 500.


Fonte: Tribuna do Brasil

Modelo



Beatriz Fernandes tem apenas 16 anos, mas é supercotada no mundo da moda. Brasiliense, nasceu em Ceilândia e é modelo desde criança. Agora na G.K., ela prepara-se para morar em Paris, na França, onde passará uma longa temporada, a convite da agência. Antes de viajar, porém, a jovem, que foi finalista do concurso Supermodels of the world, participa do próximo Fashion Rio. Além de trilhar a carreira internacional, Beatriz pretende concluir o terceiro ano do Ensino Médio e ingressar na faculdade de Medicina. Nesta entrevista, a modelo fala sobre moda, estudos, personalidade e de como pretende se virar sozinha no exterior.

Veja a entrevista de Beatriz na íntegra no ComuniWeb

Discussões banais

Pesquisa inédita da Universidade de Brasília (UnB) sobre as causas da violência mostra que 70% dos homicídios registrados no DF acontecem por conta de conflitos que poderiam ser resolvidos de outra forma.

Um bom exemplo foi ocorrido nesta quarta-feira (30/04/08), Mauro Macedo Couteiro, 33 anos, foi assassinado com uma facada no peito por um rapaz identificado como Ronilson. A desavença teria começado na noite de terça-feira, em um bar da EQNM 05/07, em Ceilândia Sul, quando os dois discutiram sobre a destinação que deveria ser dada a um monte de entulho depositado próximo ao bar. Esta situação de um homem matar outro por conta de um monte de entulho parece absurda, mas é corriqueira.

Segundo estudiosos, a situação que dá origem a este tipo de morte é chamada de "conflito intersubjetivo". Na categoria estão incluídos todos os tipos de briga, exceto aquelas que envolvem negociações entre traficantes. Ao analisar os históricos das ocorrências, os pesquisadores descobriram que os desentendimentos entre pessoas matam mais que o tráfico de drogas ou os crimes contra o patrimônio. "A maioria das mortes é causada pela briga de vizinhos ou conhecidos, pelas rixas de gangue, pelos desentendimentos entre casais, patrões e empregados ou, até mesmo, por causa de brigas de trânsito", explica o coordenador do Núcleo de Estudos sobre a Violência da UnB, Arthur Trindade.

A polícia constuma tratar esses casos como ocorrências fortuitas ou impossíveis de serem evitadas, já que não haveria maneira de prever quando duas pessoas passariam de uma discussão banal para a prática de um crime contra a vida. Em 50% dos registros, um dos envolvidos nestes tipos de crimes já teria procurado alguém ou algum órgão público em busca de ajuda para resolver o problema. "O atendimento a essas pessoas foi falho, o que mostra que não estamos tendo sucesso em lidar com o conflito dentro da nossa sociedade" analisa Arthur.

Para a realização do trabalho, a equipe do Núcleo de Estudos sobre a Violência analisou as ocorrências dos últimos três anos (2005 a 2007). "Precisamos de políticas públicas de prevenção ao crimes contra a vida. Assim, podemos mudar aspectos culturais que estão na origem dessas ocorrências policiais", diz o especialista. A média no DF, nos últimos três anos, foi de cerca de 600 homicídios por ano.


Fonte: Correio Braziliense de 01/05/08

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Tem segurança?




Apesar de os feirantes da Feira Permanente de Ceilândia reclamarem da falta de segurança no local, a administração da feira afirma que a vigilância de lá é suficiente. No entanto, os comerciantes compartilham de uma opinião unânime: a segurança deixa a desejar.

Os trabalhadores do local relatam que a feira costuma ser alvo de furtos de carteiras e mercadorias. Roubo ao interior de veículos também é constante, segundo os feirantes, que ainda afirmam que ladrões atuam geralmente em bando e nem os vendedores são poupados dos furtos. É o que relata a vendedora Eliana Cavalcante, de 22 anos. Segundo ela, duas mulheres que não pareciam suspeitas, apareceram na banca em que ela trabalha com a desculpa de fazer compras. Uma das moças pediu para Eliana buscar uma mercadoria em outra banca. Quando voltou, as moças continuavam lá, mas sua bolsa não. Para Eliana, uma terceira pessoa, que atuava em conjunto com as duas moças, tenha levado sua bolsa. "A onda de pequenos furtos nas imediações da feira atrapalha até mesmo as nossas vendas. Os clientes vêm com medo", opinou Eliana.

Quando a reportagem da Tribuna do Brasil estava no local, apareceram muitos feirantes reclamando da segurança na feira. Mas um funcionário da administração, que não quis dar entrevista, contestou. "O local é seguro e não tem furto". De acordo com a administração, depois da retirada dos ambulantes da área interna, o local deixou de ser alvo de pequenos assaltos. Mas não é que o relatam os feirantes. "Só para se ter uma idéia, quatro pessoas foram presas aqui no estacionamento furtando objetos nos veículos do estacionamento", confirmou um feirante que não quis ser identificado.

A prisão a que ele se referiu aconteceu no último sábado, depois de uma denúncia. Três adultos e um menor, que se diziam flanelinhas, atuavam há pelo menos três meses no local, furtando pertences e principalmente aparelho de som dos carros estacionados. Segundo os feirantes, o único posto da PM que havia na feira foi desativado.

De acordo com o 8º Batalhão de Polícia Militar, responsável pela segurança do local, o centro da Ceilândia é o lugar onde se tem maior policiamento na cidade, e não há muitos registros de furtos no local. De acordo com o batalhão, atualmente 36 policiais militares fazem a ronda no centro da cidade, de segunda a sexta-feira. Mas este efetivo é diminuído nos fins de semana.

A Polícia Militar alertou que boa parte dos furtos pode ser evitada caso os clientes tomem alguns cuidados, como não deixar objetos que chamam atenção dentro dos carros. Além do telefone 190, a Polícia Militar colocou a disposição dos comerciantes daquela área, dois números para o registro de ocorrência no centro. Os números são: 3372-5997 ou 9275-1884.


Fonte: Tribuna do Brasil

Próximos desafios

A terceira rodada do Campeonato Feminino de Futebol 2008 acontecerá no próximo domingo. Veja os jogos dos times de nossa cidade:


3ª rodada - domingo - 04/05/08


11h - Bandeirante x GUARANY - Chapadinha - Brazlândia
14h - LBJ F.C. x APOLLO 4 - Universidade Católica de Brasília - Taguatinga



Lembrando que o Guarany tem que vencer para poder se reabilitar na competição.

Fonte: Federação Brasiliense de Futebol

Lixo

Foi veículada matéria na Rede Record que tratava do seguinte assunto:

O acúmulo de lixo entre a QNP 05 e o condomínio Sol Nascente é grande - restos de materiais de construção, lixo orgânico, animais em decomposição e água parada (mais um convinte a dengue). O lixo está a poucos metros de uma escola e de um posto de saúde.

Um carroceiro foi flagrado pela reportagem despejando entulho e indagado, disse que não havia outra área para despejo e enquanto não se definir o local correto que iria continuar jogando o lixo ali. Segundo ele, todas as pessoas jogam lixo na área.

Uma empresa de construção também aproveita o local para armazenar tijolos e outros materiais de construção. Segundo um morador da região, a área poderia ser utilizada para a construção de uma quadra poliespotiva ou até mesmo uma praça para entrenter a juventude da região.

Fonte: Rede Record

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Não ao vandalismo!



O vandalismo e a destruição de escolas e salas de aula já se mostram em números. Dados da Secretaria de Educação mostram que o desperdício de material, o desgaste natural do mobiliário das escolas e das instalações e a recuperação da escola e de materiais depredados por vândalos consome por ano da educação R$ 13 milhões. Para se ter idéia, com esse dinheiro daria para construir cinco novas escolas por ano, com 12 salas de aula cada.

O grave problema do vandalismo em escolas públicas do Distrito Federal já era freqüente, mas ficou conhecido em todo o Brasil em outubro de 2007, através da rede mundial de computadores, quando quatro alunos do Centro de Ensino Fundamental 24, no setor QNQ, colocaram na Internet o vídeo que mostrava três deles destruindo carteiras dentro da própria sala em que estudavam.

Apesar das escolas da Ceilândia estarem entre as primeiras que têm mais materiais destruídos em sala de aula, a diretora da Regional de Ensino da Ceilândia, Ana de Fátima Dias Henriques, disse até hoje não foi registrado nenhum caso de depredação em escola da cidade. Ela acredita que o vídeo com o péssimo exemplo dos alunos teve uma repercussão positiva. "Pela repercussão do caso, levou uma conscientização dos alunos", acredita. Segundo ela, a Regional de Ensino da Ceilândia vem trabalhando formas, junto com instituições parceiras para mudar a atitude dos estudantes.

Um dos responsáveis por essa mudança de comportamento é o projeto Escolas Abertas, que permite o acesso às unidades de ensino durante os fins de semana para atender a comunidade. "Estamos tomando medidas para conter o vandalismo nas escolas que vêm surdindo resultados positivos. Isso só é possível porque envolve pais, alunos, direção e instituições governamentais são parceiras", diz.

O Centro de Ensino Fundamental 12 do Setor O é exemplo de como a integração entre família e escola pode mudar a realidade da escola. Hoje com 1.800 estudantes matriculados, o centro já foi marcado no passado pela sua imagem negativa. Segundo o vice-diretor, Cristiano de Oliveira, a escola busca hoje trabalhar entre alunos e a comunidade projetos que envolvam princípios de moralidade, preservação, respeito às diferenças, conservação e valorização do espaço. Mesmo com os projetos de conscientização, a unidade não está livre de todos os problemas. Quadros e paredes riscados, carteiras quebradas e até mesmo o muro da escola não está livre de depredação.

Cristiano explica que por causa das constantes pichações de vândalos, há muito tempo o muro da escola não é pintado. A violência do lado de fora da escola também marca a saída dos estudantes. "Constantemente os alunos são assaltados por marginais que ficam do lado de fora da escola, a polícia vem aqui, mas quando vai embora, ficamos a mercê dos marginais", diz o vice.

Mas, segundo ele, os problemas mais graves foram sanados. Mesmo assim, ainda falta integração com os pais dos alunos que vêm de outros bairros. Hoje, cerca de 300 alunos dos bairros Sol Nascente e Pôr do Sol estudam no local. Os dois bairros não têm escolas e parte dos alunos são remanejados para o Centro de Ensino 12. "Como moram longe, a falta de diálogo com estes pais dificulta o trabalho de integração que fazemos com as famílias que moram próximas da escola", enfatiza.


Fonte: Tribuna do Brasil

Pouco público

Apesar do projeto do Legião, mais uma vez, faltou público nos estádios nos jogos do Candangão. O Campeonato Candango chegou ao fim após 56 partidas, ao longo de quatro meses. Mas esse grande número de jogos levou, ao todo, 64.864 pessoas aos estádios – público que um único clássico no Maracanã, como a final da Taça Rio entre Botafogo e Fluminense, consegue aglutinar.

Com isso, a média de pessoas por partida do Candangão ficou em 1.158 torcedores, número razoável se considerarmos o fracasso de público de edições anteriores. O jogo Legião 1 x 3 Brasiliense, no Mané Garrincha, no primeiro turno, foi o que teve maior público: 5.887 pessoas estiveram no estádio, sendo que aproximadamente metade deste número era composto por convidados do Legião, que ganhavam camisa para assistir ao confronto. Por outro lado, Unaí 0 x 1 Ceilândia, no Urbano Adjuto, teve o pior público: apenas 44 pessoas pagaram ingresso para ver o jogo – exatamente o dobro de jogadores que entraram em campo.

O pentacampeão Brasiliense foi também o time que mais levou torcedores aos estádios, quase 30 mil pessoas prestigiaram os jogos do Jacaré, o que dá a ótima média de 2.118 ingressos vendidos por partida. O Legião, com seu plano de distribuir camisas-convites para seus jogos no Mané Garrincha, chegou bem próximo da média do Brasiliense, conseguindo 1.928 pessoas por partida.

Já o Unaí foi o “lanterninha” no aspecto público. Cada jogo da equipe mineira, levava em média 728 pessoas aos estádios.

Eis a média de torcedores (torcerdores com jogos em casa e fora) que cada time conseguiu levar aos estádios neste Campeonato Candango:

Brasiliense - 2118
Legião - 1928
Gama - 1190
Brazlândia - 984
Dom Pedro/Bandeirante - 836
Esportivo Guará - 742
CEILÂNDIA - 736
Unaí - 728




Será que o número de torcedores de Ceilândia não reflete a "ótima" opção de estádio que temos?

Fonte: Esporte Candango

Vídeo das derrubadas

Abaixo um vídeo interessante das derrubadas que aconteceram recentemente nos condomínios Sol Nascente e Pôr-do-Sol em Ceilândia:

ClicaTV

Fonte: ClicaTV

Dificuldades no Metrô-DF

Foi veículada ontem, 30/04/08, matéria na Rede Record que falava sobre o grande número de usuários do sistema metroviário do Distrito Federal.

Nos horários de pico fica impossível fazer os trajetos sem chateação: muita gente esprimida nos vagões, alguns pendurados nas portas do trem, nem todos conseguem embarcar, não há preferência - idosos, gestantes, crianças, pessoas com necessidades especiais - todo mundo como se tivesse em uma lata de sardinha.

O metrô sai do terminal de Ceilândia e já mesmo em Ceilândia fica superlotado. Quem tenta embarcar nas estações Centro Metropolitano, Praça do Relógio, Águas Claras e Guará acaba passando raiva. Não há respeito pelas sinalização de entrada e saída e a linha de segurança nas estações são desrespeitadas - podendo provocar graves acidentes.

Depois que as novas estações foram inauguradas em Ceilândia, o número de passageiros aumentou de 100 mil para 140 mil. O GDF não comprou novos vagões e ficou um tormento utilizar o meio de transporte.

Segundo um responsável pelo Metrô-DF, dos 20 trens existentes, 3 estão em manutenção e só poderão voltar a funcionar neste mês de maio. Quando os 3 voltarem, aí o Metrô poderá fazer viagens exclusivas de Taguatinga, aliviando um pouco a superlotação diária.

Novos trens serão comprados, mas somente estarão em funcionamento provavelmente em setembro de 2009. Até lá muita paciência, minha gente.

Fonte: Rede Record de 30/04/08