sexta-feira, 31 de julho de 2009

Senhora faz estragos no trânsito

Nessa quinta-feira à noite, em Ceilândia, uma mulher atropelou dois motociclistas da PM e fugiu. Ela nega as acusações.


O acidente foi na Via M1, entre um Golf prata (JGH 9207) e duas motos da Polícia Militar. “A senhora, conduzindo o veículo, atropelou dois motociclistas da PM e se evadiu do local. Ao ser abordada, apresentava sinais de embriaguez”, conta o sargento Luiz Pereira.

A aposentada, de 61 anos, foi levada para a delegacia e fez o teste do bafômetro, que confirmou a ingestão de álcool. O resultado? Mais de três vezes acima do limite que determina a prisão do condutor. Mesmo assim, negou que atropelou os policiais.

Ela pagou fiança de R$ 2,8 mil e vai responder o inquérito em liberdade, por embriaguez ao volante. O carro foi levado para o depósito do Detran.

A motorista também foi autuada por dirigir sem a carteira e sem o documento do carro.



Fonte: Rede Globo, Correio Braziliense, ClicaBrasília, Jornal Local, Band Cidade, Rede Record e SBT Brasília

Já é lei

Foi publicada nesta terça-feira (28), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), a Lei n° 4.371/09, que estabelece o passe livre para estudantes no transporte público coletivo do DF. Isso significa que os estudantes não mais precisarão pagar a passagem do ônibus e metrô para ir de casa para a escola e vice-versa.

No final de 2006, já havia sido aprovada a Lei n° 3.921, de autoria do deputado Paulo Tadeu (PT), em atendimento às reivindicações do movimento estudantil. Ao tomar posse em 2007, o governador Arruda foi contra a implantação do passe livre no Distrito Federal e vetou o texto da lei conforme havia sido aprovada na Câmara.

A importância da medida foi agora reconhecida pelo governo do DF e entra em vigor. A lei, de autoria do Poder Executivo, foi aprovada na Câmara com emendas de deputados, mas o governador vetou sete itens relativos a essas emendas, que ainda terão que voltar a ser discutidos em plenário, podendo ser mantidos ou derrubados pelos distritais.

Para o deputado Paulo Tadeu, "o passe livre estudantil foi o mais importante projeto aprovado na Câmara Legislativa este ano e um dos mais relevantes de toda a história desta Casa, pois atende uma luta histórica do movimento estudantil. Os estudantes são os grandes beneficiários dessa luta".

O GDF tem prazo de 60 dias para regulamentar a Lei, a partir da publicação. "Esperamos que já no próximo mês de setembro os estudantes do Distrito Federal possam estar usufruindo desta grande conquista”, diz Paulo tadeu.



Próximo de casa

A partir deste semestre, mais de dez mil estudantes de escolas públicas do Distrito Federal passarão a estudar próximo de suas residências e deixarão de utilizar o transporte escolar. Isso será possível com o início do funcionamento de 23 novas escolas anunciadas nesta semana pela Secretaria de Educação do DF (SEDF). A previsão é de que as aulas comecem na próxima segunda-feira (03).


Com menos 10.863 alunos utilizando o transporte, a SEDF deverá economizar R$ 650 mil mensais. A economia será de R$ 3,25 milhões até o final do ano. Até lá, com a entrega das 447 salas de aula prevista para este semestre, o atendimento será ampliado para mais de 30 mil alunos.


Segundo o gerente de Transporte Escolar da SEDF, José Raimundo, Ceilândia será de início a cidade mais beneficiada com a redução de alunos transportados. “Somente com redução do transporte desses alunos residentes em Ceilândia a SEDF economizará mensalmente R$ 150 mil”, garante o gerente. Planaltina e Sobradinho também contribuirão com grande peso na redução dos custos. As duas cidades somam 4.096 estudantes. Juntas economizarão mais de R$ 210 mil mensais.


O GDF entregou, até junho deste ano, 324 salas de aula. A meta do atual governo é entregar mil novas salas de aulas. Para garantir que a meta seja cumprida, serão construída mais 232 novas salas. O governador já alocou recursos na ordem R$ 23,9 milhões para a construção de mais 132 salas – seis construções e quatro ampliações – que serão entregues até o final do mês de maio de 2010.



Fonte: ClicaBrasília e Jornal Coletivo

quinta-feira, 30 de julho de 2009

A cabra do cabra

Se Sucupira, a cidade imaginária do autor Dias Gomes criada para ambientar a novela O Bem Amado, existisse, provavelmente Ceilândia seria a cópia dela. Existem histórias que, de tão sensacionais, só poderiam ser vividas ali mesmo. E por quê? Porque lá, por uma magia que antropólogos e sociólogos (e todos os ólogos) tentam decifrar nos estudos acadêmicos, as pessoas reinventam suas vidas de uma forma fantástica. Reinventando a vida, recriam-se. É como se renascessem todos os dias. Nezinho do Jegue — (“Morra, Odorico!”, quem não se lembra do bordão?), personagem que queria levar seu burrinho de presente para o papa — teria inveja do bravo Valmir Souza Braga, dono da impagável cabrita Drica, lá de Ceilândia Norte.

Valmir, ao contrário de Nezinho do Jegue, é real. Baiano de Jequié, casado com Iracema, pai de dois filhos (“a menina faz faculdade de direito, e o menino termina o segundo grau”, explica, orgulhoso), torcedor doente do Vitória, bombeiro hidráulico autodidata, filho de um pedreiro e de uma mulher que fazia vassouras tem uma história é espetacular. E ele é originalíssimo. Como toda boa história, tem que começar do começo. Era uma vez uma dogue alemã de nome Crioula. Foi dada de presente para o bom Valmir “A bichinha era tão pequena que veio numa caixa de sapato”, lembra o dono.

Crioula se achegou àquela família como se fosse um deles. Saiu de Samambaia para fazer a festa dos Bragas, em Ceilândia. “Nunca tinha tido um cachorro antes. Ela veio pra cá e conquistou todo mundo”, ele conta. A cadela cresceu. O tempo passou. Crioula completou 10 anos. Ficou tão integrada com a família que parecia entender até mesmo quando um deles estava triste. Entristecia-se também. “Ela conhecia até meus pensamentos”, diz Valmir.

A dog alemã virou o terceiro filho. Iracema, a mulher de Valmir, confirma o xodó pela cadela. Há quatro meses, porém, Crioula começou a ficar cansada. “A bichinha ficou triste demais, sem vontade de comer”, ele conta. O quadro de apatia só piorava. Seria coisa da idade? Seria tristeza? “Só sei que, em três dias, ela piorou de vez e morreu”, desola-se o baiano. Alguns anos antes de Crioula morrer, Valmir encontrou um filhote de poodle, choramigando numa parada de ônibus de Ceilândia. Rodou com ele para procurar alguma referência. Nada.

Valmir não hesitou. Levou o cachorrinho pra casa, que logo recebeu um nome: Duque. Lá, Duque e Crioula logo ficaram amigos. A filha de Valmir, ainda uma criança, afeiçoou-se ao animal imediatamente. A família estava completa. Foram assim os últimos anos, até a morte da fêmea de dog alemão. “Fiquei doente, de tanta tristeza, com a partida da Crioula”, revela.

Em depressão, Valmir jurou que nunca mais teria outro cachorro em casa. “É muito sofrimento pra pessoa quando o bicho morre”, constata. Ainda muito abalado, ele ligou para um irmão, em Barreiras, na Bahia. “Arrume um bode pra eu criar”, pediu. Do outro lado da linha, o irmão disse que iria a uma roça ali perto para ver se conseguia. E assim o fez. Comprou uma cabritinha recém-nascida (dois meses e 15 dias) por R$ 50 e trouxe de carro para o mano. A cabrita baiana, toda rajadinha de branco, preto e marrom (um pitéu!), veio no porta-mala. “Sempre procurei ser uma pessoa diferente. Lembro que meu primeiro animal de estimação foi uma leitoa que minha avó me deu de presente”, revela.

A cabrita veio para espantar a tristeza de Valmir, enlutado com a morte de Crioula. Nem dormia. Mas a nova moradora havia chegado. Era momento de escolher um nome para o animal. O irmão o aconselhou a chamar de Adriane Galisteu. Iracema chiou. Bateu pé: “Minha gente, é um nome muito comprido pra colocar numa cabritinha”. Mas veio o consenso da família. E a cabrita foi chamada carinhosamente de Drica.

Drica olhou para Valmir com ternura, ao ouvi-lo chamando por ela. “Ela me fez sorrir, me deu alegria”, reflete. Duque, o poodle, não gostou do paparico de Valmir pela cabritinha recém-nascida. “Um dia, o portão tava aberto e ele saiu, como sempre fez. Só que, nesse dia, ele nunca mais voltou. Andamos atrás dele em todos os lugares. Eu tenho pra mim que ele foi embora por causa do ciúme que sentiu da Drica”, explica Valmir, ainda mortificado.

Sem Crioula e Duque, só restou Drica. E cabe a ela, agora, dar alegria àquela família. Cada dia, Valmir se apega mais a sua cabritinha. Faz dela sua companheira para todas as horas. Os passeios são diários. A vizinhança fica de cabelo em pé. “O pessoal acha estranho o meu amor por ela. Quando eu passo na rua, o povo pergunta se é um cachorro de chifre ou então quer saber que animal é esse. Criança de cidade não conhece uma cabrita”.

Drica, toda baiana, taurina (nasceu no fim de abril) e serelepe, veio para fazer sucesso. Ao ser reconhecida, os mais idosos, sem vergonha de voltar no tempo, imitam o som da cabritinha. “As velhinhas me param pra contar lembranças da infância numa fazenda, numa roça, e os velhinhos dizem bééééeéé!. É inacreditável o que ouço na rua”, comemora Valmir.

E Drica parece gostar. Faz chamego em Valmir. Quando cansada, enrosca-se nas pernas dele pedindo colo. Nos braços do dono, encosta a cabeça no ombro dele. Derrete-se toda. “Tô desconfiado que qualquer dia ela vai falar”, ele aposta, falando sério. Falar? “É, quando eu converso com ela, a Drica não faz o som de cabrita (imita o bééééeéé). Ela parece dizer alguma palavra.” Dá-lhe, Drica! Bater perna é com ela mesma. “Ela gosta mesmo é de ser penteada. Sabe que é hora de ir pra rua. Aí, fica doida no portão. Se eu vou e não a levo, ela não berra, como faz toda cabritinha. Ela chora. Uma vizinha até me perguntou se a gente tava com bebê novo em casa”, ri Valmir, o pai postiço da cabrita mais famosa de Ceilândia.


...



E assim, com sua cabritinha de estimação, Valmir tem seguido seus dias. Tem superado a perda de Crioula. “Podem me chamar de Zé do Bode, de maluco, do que for. O legal da vida é ser diferente. A Drica me ensinou isso. Me ensinou também o valor da amizade, do companheirismo e da sensibilidade. Ela me tirou da depressão.” Drica faz cara de quem entende. Dá uma berradinha. Valmir jura que ela está quase falando. A cabrita enrosca a cabeça no ombro do seu dono e descansa, faceira. Ela sabe como ganhar mais leitinho na mamadeira. Drica é um fenômeno. E Valmir, uma figura excepcional. Essa história se passa em Ceilândia, onde a vida é mais real do que em qualquer outro ponto do Plano Piloto.



Para ler a reportagem na íntegra, visite o site da fonte.


Fonte: Correio Brasiliense

Incêndio em ônibus do Entorno

Um ônibus pegou fogo na ladeira que dá acesso à Planaltina de Goiás, por volta das 5h40 desta quinta-feira (30). A polícia da região trabalha com a suspeita de que os passageiros teriam ateado fogo no veículo, em sinal de protesto contra o aumento do preço das passagens para R$4,25.

A Rápido Planaltina, do Grupo Amaral, é a única empresa que faz a linha entre o município goiano e a rodoviária de Brasília. O preço é considerado abusivo pelos moradores.



Fonte: ClicaBrasília, Correio Braziliense, Rede Globo, Rede Record, Band Cidade e SBT Brasília

Mendigos estão lá

É embaixo do viaduto do Metrô-DF, na Guariroba. Homens, mulheres e crianças usam o viaduto como moradia e nenhum órgão do governo toma alguma atitude.

É de se esperar...


Fonte: Jornal de Brasília e ACIC-DF

IV Torneio Aberto de Xadrez de Ceilândia

O SESC Ceilândia (QNN 27 lote B) sediará no próximo domingo (02/08) o IV Torneio Aberto de Xadrez de Ceilândia.

A competição começará as 9h30. O acesso será gratuito para os jogadores inscritos. Acompanhantes pagarão as taxas normais cobradas pelo Centro de Atividades do SESC, conforme o caso:

- Quem não tem carteira do SESC: R$ 8,00 (oito reais)
- Comerciários: R$ 2,50 (dois reais e cinquenta centavos)
- Conveniados: R$ 4,50 (quatro reais e cinquenta centavos)

O regulamento do Torneio e instruções sobre as inscrições podem ser obtidos nos sites www.xadrezdf.com.br e www.clubedexadrez.com.br.



Fonte: Ceilândia.com

Vídeo: Redemoinho destelha casas

O incidente aconteceu no P Sul. Um vento forte - o mais curiosos foi que aconteceu nesta época do ano, destelhou diversas casas do setor. O corre-corre foi grande e muitas pessoas pensaram que iriam morrer. Veja:


CorreioWeb / Tv Brasília


Fonte: Jornal Local

Reforma de praça não aconteceu

Na praça da EQNN 20/22 não existe mais mato, mas também não há sinal de reforma. As obras, de acordo com a administração da cidade, deveriam ter começado em abril. Três meses depois, o terreno em volta da quadra de esportes continua de terra e cedendo. Os bancos estão quebrados e a cerca ainda está toda furada. Fica até difícil de manter a bola no jogo quando os jovens vão brincar na quadra.

“A bola sai muito. Não dá pra jogar. Muita gente vai buscar e demora muito. Aí, o jogo para”, diz o André Carlos, 15 anos.

Fios dos postes de iluminação estão expostos e a tela de proteção da quadra está toda enferrujada. “Fico preocupado porque pode machucar o dedo, o pé”, fala Carlos Henrique Souza, 7 anos. ”A gente cai nos buracos. Eu já machuquei aqui”, acrescenta André Leonardo Silva, 10 anos.

O morador Antônio reconhece: a comunidade não colabora quanto ao lixo. Mas acredita que se a reforma fosse feita, poderia ser diferente. “Quando tiver uma obra bem feita, tudo estiver bonito, acredito que a população não vai jogar mais lixo”, diz o serralheiro Antônio Manoel.

David disse que a administração prometeu, na semana passada, uma quadra nova para daqui a dois meses e faz a cobrança. “Precisa de uma reforma na pavimentação e uma troca na iluminação urgente. Nós temos aqui uma parada de ônibus e de metrô e as pessoas não podem atravessar de um lado para o outro porque têm medo. Estamos cansados de promessa”, reclama o vigilante David Pereira.

O administrador de Ceilândia, Leonardo Moraes, informou que o projeto da reforma da praça já está pronto, mas o governo ainda não liberou o dinheiro. A obra deve custar R$ 142 mil. A expectativa dele é conseguir a verba ainda este mês.



Fonte: Rede Globo

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Imagem: Caratecas campeões

Delegação com 40 atletas conquista 38 medalhas no Sul-Americano de Artes Marciais, em Goiás.


A delegação brasiliense foi composta, em sua maioria, por lutadores ceilandenses e os atletas agora pretendem disputar o Campeonato Internacional de Lutas Marciais em Foz do Iguaçu-PR e o campeonato do Uruguai em 2010. O Administrador de Ceilândia, Leonardo Moraes, acha que este tipo de projeto age como uma grande arma de resgate social.


Fonte: Jornal de Brasília de 28/07/09

terça-feira, 28 de julho de 2009

Campeã até na dor

O título de campeã mundial de jiu-jitsu, conquistado há menos de 15 dias, custou caro a Darlane da Silva Barbosa, 24 anos. A lutadora de Ceilândia resistiu a dores insuportáveis durante quatro lutas para subir ao pódio e receber sua medalha de ouro. Depois de três meses treinando com afinco para o Campeonato Mundial da CBJJE (Confederação Brasileira de Jiu-jitsu Esportivo), a brasiliense encavalou duas costelas flutuantes do lado esquerdo, logo na primeira luta. Entre desistir e continuar na busca do primeiro grande título, ela decidiu encarar a dor e resistir. “Travei uma batalha interior. Chorei muito, quase desmaiei na final, mas me concentrei e lutei. Tinha me preparado e não podia desistir. Seria injusto comigo”, explica.

Do inferno das dores, Darlane foi ao céu esportivo no mesmo dia. Numa chave com 15 lutadoras, já na primeira luta, na categoria feminino leve adulto (garotas com até 64kg), ela começou a sentir dores agudas, parecidas com cãibras. Mas não se entregou. “Quando abri o quimono, vi que minha costela estava mais alta e procurei a equipe médica. A enfermeira disse que duas costelas estavam encavaladas (sobrepostas). Eu respirei fundo e mesmo com muita dor e sabendo dos riscos que corria (de poder quebrar a costela e perfurar o pulmão), lutei”, lembra.

Impossibilitada, por conta da dor, de fazer sua principal finalização, a arm-lock (chave de braço), Darlane teve que mudar de estratégia e partir para um plano B. Com a ajuda do técnico, Cláudio Careca, a lutadora decidiu vencer as adversárias pelo cansaço. Como nesse esporte cada queda vale dois pontos, ela tentava derrubar a oponente logo no início e manter o placar até o fim da luta. “O jiu-jitsu exige mais inteligência que força”, resume.

Já na final, Darlane pôs a adversária, a paulista Jéssica Duran, no chão. Ganhou os dois pontos e despejou lágrimas e suor no tatame durante os seis minutos de luta. “Ela me estrangulou. Quase desmaiei, mas consegui respirar e virar o jogo. Eu chorei muito e quando olhei em volta, o árbitro, os juizes, gente na arquibancada, todo mundo estava chorando. Pensei em desistir, mas quando vi o Cláudio me pedindo para aguentar porque só faltava um minuto para terminar, respirei fundo e resisti”, recorda.

A brasiliense, que nunca perdeu uma luta em casa, acredita que ter treinado só com homens a tenha tornado mais forte e resistente. “Se bobear, sou mais bruta do que eles”, brinca. A base de antiflamatório e analgésico, a professora de educação física do Sesc da Ceilândia não consegue ficar parada. Mesmo afastada dos treinos por um mês, ela se divide entre as aulas de natação, hidroginástica e musculação. “Ainda não consigo dormir direito. Dói muito. Mas não posso parar. Meu maior remédio é olhar para a medalha e ver que tudo valeu a pena.”



Em outubro (25 e 26), a atleta participará do Pan-americano de Jiu-jitsu em Salvador-BA.


Fonte: Correio Braziliense

Último dia do Palco Giratório 2009

O último dia de apresentação no Teatro Newton Rossi é nesta 5ª feira (30/07/09) as 20h00.

Cultura Bovina?

É um espetáculo sobre a busca da identidade e da linguagem estética da cultura sul-mato-grossense. A dramaturgia está apoiada no processo de pesquisa corporal iniciada pelo coreógrafo Chico Neller em 2002, que neste trabalho experimenta dialogar com a movimentação criativa de seus “bailarinos-intérpretes-criadores”, artistas que tentam sobreviver de arte onde a língua que se fala é a da soja, da arroba, do boi gordo.

Por meio da movimentação corporal, a partir da abstração da imagem “bicho”, o espetáculo utiliza a metáfora do boi em seu curral representado por um cubo de alumínio. A coreografia emprega recursos do teatro e da dança, e a trilha sonora mescla diversas outras músicas e texturas que fazem referência ao tema do espetáculo – uma crítica à cultura da pecuária, leilões, política, prostituição – e à proposta de pesquisa em arte contemporânea.


Fonte: SESC-DF

Tagua-Pires?

O Taguapark voltará a fazer parte do território de Taguatinga. A região tinha sido repassada para Vicente Pires com a aprovação do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot). No novo mapa, enviado pelo GDF e aprovado pelos distritais, a poligonal tinha sido alterada. O que provocou indignação do setor fixado no Taguapark. Mas, em reunião com o secretário de Desenvolvimento Urbano, Cássio Tanigushi, a líder do governo na Câmara, deputado Eurídes Brito (PMDB) acertou a nova alteração urbanística. A poligonal será mudada trazendo de volta à Taguatinga a região que chegou a ser batizada de Tagua-Pires.


Fonte: Correio Braziliense - Blogs

Opinião: Será que planta?

O Departamento de Parques e Jardins (DPJ) da Novacap informa que plantou 191.368 espécies de vegetais (arbustos, árvores e palmeiras) em todas as cidades entre novembro do ano passado e abril deste ano. O número total de mudas consta do balanço do último Programa de Arborização, divulgado nesta terça-feira (28).

Segundo a Novacap, o Programa de Arborização 2009/2010 começou a ser trabalhado em janeiro deste ano e atualmente está na fase do levantamento das necessidades de cada cidade.

De acordo com Daniel Marques, como o aproveitamento das áreas de plantio das cidades do DF tem sido satisfatório, o DPJ vem se dedicando mais à arborização dos parques e unidades de conservação.

De acordo com Raimundo Cordeiro, chefe da Divisão de Implantação de Áreas Verdes (Diave/DPJ), com o mapa da cidade em mãos e as demandas apontadas, é hora de analisar a possibilidade de atender os pedidos.

Espera-se que nas mãos do Sr. Cordeiro esteja o mapa de Ceilândia, onde o aproveitamento das áreas de plantio está longe de ser satisfatório. Na maioria das ruas da cidade não há uma única árvore. Em algumas delas, porque nunca foram plantadas. Em outras, até o foram, mas moradores inescrupulosos mandaram cortá-las para poder avançar com a grade da casa sobre a área pública.

Seja como for, é preciso lembrar que não são somente as principais avenidas e algumas entrequadras que devem ser consideradas áreas de plantio.



Fonte: Ceilândia.com

Abadia aberta para composições

A ex-governadora Maria de Lourdes Abadia (PSDB) anda indecisa quanto ao seu futuro político, mas cogita disputar a prefeitura de Águas Lindas de Goiás, em 2012. Segunda ela, Brasília só terá um quadro mais visível de candidatos no fim de setembro e que por enquanto tudo não passa de especulações.

Como está a sua movimentação política em Águas Lindas (GO)?

Assim que eu terminei o governo (do DF), fui para a UnB (Universidade de Brasília) coordenar uma pesquisa sobre as perspectivas dos jovens pobres. A ONU (Organização das Nações Unidas) publicou que 52% da população mundial hoje está entre 14 e 24 anos. Fui verificar o que existe de política pública para jovens e o que eles pensam para o futuro. A UnB se interessou pela pesquisa e o Entorno foi escolhido por ter o maior número de jovens. Trabalhamos em Águas Lindas de Goiás, Novo Gama (GO) e Valparaíso (GO) e outros lugares. Fizemos um trabalho muito abrangente, seguimos o critério do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Eu fiquei surpresa com o conhecimento que as pessoas têm de mim, do meu trabalho. A maioria da população de Águas Lindas é de Ceilândia. Tive uma receptividade muito boa lá e coincidiu com ano de eleição. Então, as pessoas achavam que eu estava fazendo campanha lá. Eu não sabia que era tão conhecida. Eu acho que o Entorno está abandonado e tem poucas opções de lazer. Não tem campo de futebol para os jovens, teatro, cinema. É uma tristeza. As iniciativas que acontecem lá são das igrejas. Eu acho que a criação do Estado do Planalto Central tem que voltar a ser discutida. O eleitorado é dividido. Os políticos de Goiás não investem no Entorno, porque a maioria da população vota no Distrito Federal. O GDF só pode investir no Entorno através dos percentuais da Ride, o que é muito pouco para a necessidade deles. E lá é um terreno fértil, o que for semeado vai produzir. Se forem semeadas coisas boas, o Entorno não será uma ameaça para o DF, pelo contrário, ele pode até salvar o DF. Nessa perspectiva é muito interessante começar a olhar para o Entorno. Meu título de eleitor ainda continua em Brasília.


Então, a princípio a senhora cogita a prefeitura de Águas Lindas?

Antes de 2012, tem as eleições de 2010, aqui. O político pensa em curto, médio e longo prazos. Você não pode colocar todos os ovos em um cesto só. Se não, tropeça e cai.


Quais partidos que já a convidaram?

Vários. Eu sempre tive respeito por todos os partidos, todos os candidatos. Não faço política com denúncias e brigas. Eu sou mais da linha de agregar. Comecei como fundadora do PFL. Sou muito amiga do Marco Maciel, do Jorge Bornhausen, do José Agripino. Fui muito bem tratada no partido e saí sem mágoas. Uma vez, o Collor disse uma coisa engraçada, que tem políticos que fazem política destruindo pontes e fechando portas e outros não. Eu prefiro estar na tribo dos políticos que não destroem pontes. Mesmo deixando o PSDB, tenho muitos amigos.


Para ler na íntegra, visite o site da fonte.


Fonte: Tribuna do Brasil de 27/07/09

Vídeo: Greve de fome por causa de transporte público

O prefeito de Planaltina de Goiás (Brasilinha), José Olinto Neto, está em greve de fome pedindo melhorias no transporte público do Entorno. Os valores das passagens para as cidades do Entorno que compoem a RIDE tiveram aumento recentemente. Veja os vídeos:

Youtube aqui e aqui


Fonte: Notícias de Planaltina-GO e Rede Record

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Histórias do futebol

O nervosismo era evidente. Desde a torcida, que lotou a beira do campo de terra na Praça dos Eucaliptos, em Ceilândia, até os dirigentes, que tremiam antes de a partida começar. Tudo porque era a primeira vez que, em quase 30 anos de existência, o Madureira, time da parte sul da cidade, chegava à decisão da categoria principal do torneio de futebol amador.

O time, que completa suas três décadas em 9 de setembro, teve a segunda melhor campanha na fase classificatória da competição, organizada pela Liga Esportiva das Categorias Independentes (Lecic). Por isso, garantiu o direito de jogar por dois empates ou uma vitória e uma derrota pelo mesmo placar. Com a primeira partida terminando em 1 x 1, outro empate seria suficiente para dar o título inédito à equipe verde, vermelha e branca.

Ciente da desvantagem, o técnico do 26 (atual campeão), Ari de Almeida, cogitou escalar o time com formação diferente da usual, jogando com três zagueiros. Desistiu momentos antes do início e foi para campo com o tradicional 4-4-2. Dentro de campo, os jogadores do Madureira fizeram o que era de se esperar: uma forte retranca que não abria nem para tentar o contra-ataque.

Com o meio de campo embolado, os jogadores do 26 perdiam a paciência e as melhores jogadas. Iam avançando paulatinamente, de bola parada em bola parada. O tempo passava e a urgência de abrir o placar aumentava. Já nos acréscimos, um golpe mortal. Numa das raras subidas do Madureira ao ataque, Thiaguinho, em dia inspirado, abriu o placar e aumentou a vantagem.

No intervalo, uma comemoração tímida da torcida do Madureira já se ouvia. “Sou flamenguista, mas só fiquei assim com o Madureira. Tenho 49 anos e já são 30 aqui”, esbravejava o diretor das categorias de base do clube, Nildo Arcanjo, emocionado.

Alcides Santana da Silva, de 50 anos, um dos fundadores e dono da carteirinha número 4 do clube, foi além: “Devolvemos a tristeza que nos fizeram passar numa semifinal 20 anos atrás. Poderia morrer hoje que ia feliz”, desabafou o torcedor do Fluminense. No fim, o jogo acabou empatado em 2 a 2.


As lutas de um jovem jogador em São Paulo

A dor foi horrível e o choro, inevitável. Triste, o brasiliense Matheus Nolasco de Oliveira Silva chorou de novo quando soube que estava fora do próximo jogo pelo Campeonato Paulista infantil. Acabou ficando cinco meses no estaleiro.

Numa disputa normal de bola com o goleiro, Matheus pisou errado e o estrago foi imediato. “Na queda, o corpo foi para um lado, mas a garra da chuteira (do pé direito) ficou presa na grama e eu senti um estalo e muita dor”, conta o brasiliense de apenas 14 anos. Agora, já sem traumas, ficou na sua lembrança aquele treino trágico de uma quinta-feira, 22 de maio de 2008, no CT Meninos da Vila, escolinha do Santos Futebol Clube, do craques Pelé e Coutinho, e os mais recentes Robinho e Neymar.

Dos primeiros socorros à mesa de cirurgia, dois meses depois do acidente em campo, Matheus recebeu uma placa de platina, fixada com quatro pinos, para corrigir as fraturas da tíbia e fíbula da perna direita. Hoje, ele exibe as cicatrizes, pouco acima do tornezelo, como uma espécie de troféu. Mas um prêmio para ser esquecido. Aos 14 anos, candidato a craque, Matheus enfrenta estágios próprios de quem já é profissional.

Saído dos empoeirados campos de peladas da Ceilândia, onde o futebol era praticado de forma lúdica, Matheus foi aprovado numa peneira do Santos, no início de 2007. Assim, aos 12 anos, o garoto esguio de 1,72m e 54kg se afastou prematuramente da família para iniciar carreira e tentar vaga no valorizado mercado do futebol profissional.

Já adaptado à rotina de estudos (8ª série) pela manhã, treinos à tarde e jogos nos fins de semana, o atacante enfrentou, um ano depois de ter chegado à Vila Belmiro, um drama que normalmente ocorre com quem já é titular: as graves contusões.

“O médico (Gustavo Guedin) nos alertou que Matheus poderia ficar inutilizado para o futebol”, recorda Luiz Alberto, o Betinho, pai de jogador. “Fiz a minha parte. Ele é uma criança em fase de crescimento e os ossos são importantes na fase de desenvolvimento”, foram as palavras do doutor Gustavo à época, preparando a todos para a pior notícia, a inatividade para o futebol. “Só o tempo mostrará se ele está recuperado e se não ocorrerá rejeição ao material implantado”, ouviu Betinho. Palavras que aterrorizaram a família do jovem brasiliense, mas que, felizmente, não se confirmaram.




O tempo passou. Ao lado da mãe, Lucimar, desde o dia seguinte à lesão, Matheus enfrentou todas as fases exigidas. Com apoio de psicóloga, oferecida pelo clube,passou por fisioterapia e revisões médicas. Aos poucos, retomou os exercícios físicos, depois com bola e, finalmente, os treinos coletivos com os colegas, quatro meses depois de seu afastamento dos campos.

“Não ficaram sequelas”, comemora Lucimar. “Foi uma lesão grave, mas está superada. Matheus treina normalmente”, comenta Igor Nunes, um dos dirigentes do Santos que tem contato direto com a garotada das categorias de base. “Nunca pensei na gravidade. Sempre acreditei que sairia bem dessa”, comemora hoje Matheus, de férias em Brasília e levantando poeira no campo improvisado de Ceilândia, num reencontro com os amigos.




Por trás dessa agitada formação de Matheus Nolasco estão duas instituições fortes: a família e a estrutura do Santos Futebol Clube. “Enfrentamos o período da cirurgia com muita oração”, revela o pai, Luiz Alberto, o Betinho. Com a mulher, Lucimar, e junto dos avós, eles não escondem a fé cristã para ajudar a suportar os momentos difíceis dessa separação do filho.

Mas Betinho esperava por isso. Ele observou o talento do filho muito cedo, quando ainda era peladeiro do Nosso Esporte Clube, time da QNM 20, da Ceilândia. A agremiação, voltada para os garotos da região, sobrevive com apoio do comércio da comunidade e amigos, como Eliemerson Alves de Brito, um dos técnicos, e Genival Vitorino da Silva, “que dá a maior força”, garante Betinho.

“Foi daqui, deste campo empoeirado, que Matheus saiu para o Santos. Hoje, ele joga num excelente gramado, tem vestiário confortável e estrutura de jogador profissional”, orgulha-se Eliemerson. Já na escolinha Meninos da Vila, onde o brasiliense deverá chegar a juvenil em 2010, as regras também são duras. Inclusive na alimentação, controlada por nutricionista. “Chocolate, refrigerantes, batatas fritas e lanches, nem pensar”, diz o jovem talento, resignado.

Garoto de poucas palavras quando saiu de Brasília, Matheus está hoje mais à vontade para conversar. A mudança para São Paulo, a convivência num grande clube e até a paciência para superar a contusão teriam o ajudado a amadurecer? “Acho que sim. Foi tudo muito difícil”, resume ele.

As palavras de Igor Nunes, dirigente das categorias de base do Santos FC, não deixam dúvidas das qualidades do jovem atacante candango e de aonde ele pode chegar. “Matheus tem potencial. A lesão que enfrentou foi grave, mas já superou. A vantagem é que, além de ser bom tecnicamente, ele tem um excelente biotipo para atacante e um carisma impressionante”, sentenciou Igor.



Fonte: Correio Braziliense

domingo, 26 de julho de 2009

Mudanças na EPTG

O governador José Roberto Arruda (DEM) pede calma aos motoristas que utilizam a Estrada Parque Taguatinga (EPTG) já que, a partir de amanhã, a via vai passar de três para apenas duas pistas e um acostamento para o tráfego devido às obras de rebaixamento do acostamento. “Começamos pelas construções das marginais, que são as pistas laterais. Por enquanto o incômodo é a poeira e esse número muito grande de máquinas e caminhões trabalhando”, explicou.

Atualmente, são 176 máquinas e 60 caminhões basculantes trabalhando intensamente no local. Outra dificuldade no projeto será as obras dos adutores da Caesb, que abastecem o Plano Piloto e correm em paralelo àquela avenida. Para fazer as ampliações da pista será preciso fazer uma casca de concreto para proteger a adutora. Sem essa medida, todas as quadras do Plano Piloto podem ficar sem receber água. “Para fazer este envelopamento será preciso usar uma faixa de rolamento. Este envelopamento será feito em dez pontos e estará pronto em 60 dias”, acrescentou Arruda.

Já em setembro, começam as obras da pista exclusiva de ônibus. A última pista da chamada faixa de rolamento, mais próxima ao canteiro central vai ser substituída pelo corredor dos ônibus. Com esta intervenção, a EPTG terá uma redução no número de faixas, indo de três para duas. A intenção é que as pistas marginais já estejam prontas, assim o trânsito poderá ser deslocado.



Fonte: Jornal Coletivo

sábado, 25 de julho de 2009

Imagem: O João Poeirão


Os moradores da Ceilândia Sul criaram um boneco para protestar contra o mar de poeira na cidade. Obras nas quadras QNMs estão aumentando o volume de terra e causando muitos transtornos à população.

Para ler na íntegra, visite o link da fonte.


Fonte: blog Alvo Público

Vídeo: Aulas atrasam devido a nova gripe

Os educadores passarão por curso para saber como agir quando estiver frente a frente com a doença. Os alunos deveriam retornar na próxima semana, mas só começarão as aulas apartir do dia 03/08/09. Veja:

CorreioWeb / Tv Brasília


Fonte: Jornal Local, Rede Globo, Rede Record, Band Cidade e SBT Brasília

Vídeo: Brincadeiras de criança

Assista abaixo algumas das brincadeiras que ainda resistem ao tempo no Distrito Federal:

Biloca e amarelinha
Pipa, queimada e pique-bandeira
Sete pecados e golzinho
Skate e três corte



Fonte: Rede Globo

Tiros no P Sul

Um casal foi baleado na QNP 30 conjunto O do P Sul às 11h30 de hoje. Karoline Meneses de Lima, de 21 anos, e Marcelo Silva de Sousa, de 23, estavam numa moto quando levaram um tiro cada um. Os disparos acertaram a mão de Karoline e as costas de Marcelo. Ambos passam bem.

Os autores dos disparos, que atiraram de um gol verde, fugiram, mas foram presos horas depois do ocorrido. Os três, de 18, 19 e 20 anos responderão por dupla tentativa de homicídio. O delegado da 23ª Delegacia de Polícia (P Sul), Rogério Dantas, acredita que o motivo foi uma guerra de gangues, o que é comum na região.




Dois garotos de 15 anos e um de 16 foram vítimas de disparos de arma de fogo na noite de sexta-feira (24/7), na entrequadra 26/30 do P Sul, em Ceilândia. Os meninos foram feridos nas costas, braços e virilha. Eles foram socorridos ao Hospital Regional de Ceilândia e não correm risco de morte. De acordo com os policiais da 23ª Delegacia de Polícia (P sul), um carro teria estacionado na entrequadra e um homem teria disparado contra os adolescentes que conversavam no "quadradão", nome dado à comercial da entrequadra. A 23ª DP investiga o caso.



No último fim de semana a comunidade do P Sul fez uma manifestação no bairro pedindo justamente mais segurança.


Fonte: Correio Braziliense aqui e aqui, ClicaBrasília e Jornal de Brasília

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Um projeto nota 10

A percepção de uma “parceria” entre o Ministério da Cultura e o Congresso Nacional entrou em fase decisiva, com a assinatura ontem do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no projeto de lei que cria o vale-cultura. “Alguns parlamentares dizem que é o ano da cultura no parlamento, pelo número de tramitações. Há uma possibilidade de que o vale possa vir a ser consensual. A política comporta a fricção permanente entre governo e oposição, mas creio na análise responsável da oposição”, vislumbra o ministro Juca Ferreira.

O projeto — que, via cartão magnético, pretende dar poder de inserção de 16 milhões de trabalhadores junto ao consumo de cultura — estava incorporado às análises de mudanças na Lei Rouanet, mas ganhou autonomia, visando maior agilidade. Pela proposta dos benefícios, R$ 600 milhões mensais devem esquentar tanto a venda de produtos como livros e CDs quanto a aquisição de ingressos para salas de cinema e espetáculos.

Como explica o ministro, o “projeto de lei é extremamente saudável, por estar fundando um novo modelo de financiamento — está financiando o consumo cultural — a inclusão social pela cultura”. O benefício de R$ 50 (destinado, preferencialmente, a empregados com renda bruta de até cinco salários mínimos) poderá ser instrumento para empresas que acusem lucro real. A partir do gasto de R$ 5, os trabalhadores veem, por meio do vale-cultura, o dinheiro ser multiplicado para R$ 50. Por trás da mágica, está a dedução de até 1% do imposto de renda devido pela empresa que aderir ao mecanismo.

Juca Ferreira ainda aponta para a transparência do uso do vale e para a facilidade de acesso a dados dos consumos, com o mapeamento das “preferências populares”. “O trabalhador terá liberdade absoluta de usar no filme, na peça de teatro a que quiser assistir, ou no livro a ser comprado. Esses dados vão revelar estruturas e, certamente, orientarão o governo em suas políticas públicas e terão interferência no mercado —, cada linguagem querendo puxar o consumidor para sua atividade”, analisa. Visto como “um casamento entre as artes e o seu público”, o vale-cultura ressalta a figura do público, capaz de realimentar o financiamento das atividades que forem mais bem-sucedidas.



Assinado ontem pelo presidente Lula, em cerimônia com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, o projeto de lei, entra em nova fase, que depende de discussões parlamentares. Com perspectivas de vê-lo implantado até o final do ano, Juca Ferreira diz que a estratégia para ver a medida, apta a qualificar o ambiente de trabalho, aprovada se baseia na convocação à lucidez e ao bom senso geral. “O ato de ontem teve participação de mais de duas mil personalidades, entre políticos, senadores, deputados, governadores e artistas de primeira linha. Já temos demarcado um forte início para a aprovação. As lideranças sindicais já se manifestaram todas favoráveis, inclusive as centrais patronais e de servidores públicos”, comenta Juca Ferreira. No Congresso, a oposição tende a estudar o projeto antes de se posicionar contra ou a favor. “A intenção de facilitar o acesso das pessoas aos eventos culturais é merecedora de aplausos. A tarefa do Congresso será apreciar, debater e aperfeiçoar”, observa o senador e líder do DEM no Senado, José Agripino Maia.




Explicando:

Assinado pelo presidente Lula, o projeto de lei visa a implantação do vale-cultura.

Por meio de cartão magnético (em casos excepcionais, via material impresso), o trabalhador (preferencialmente, aquele que ganha até cinco salários mínimos) adquire o benefício.

São, inicialmente, R$ 50 destinados à aquisição de ingressos (em cinemas, teatros e shows) ou compra de CDs, DVDs e livros. O empregado arca com R$ 5 e a empresa (com lucro real), mediante renúncia fiscal, deduz até 1% do imposto de renda devido.

Com faixas de descontos entre 20% e 90%, quem ganha mais do que cinco salários-mínimos terá negociação feita a partir de acordos patronais.

Além do incremento em atividades e empregos e a projeção de salas de espetáculos mais cheias, a medida assinalará as preferências populares, em termos de mercados.

Sem impacto de encargos trabalhistas, as empresas de lucro presumido, já beneficiadas com renúncia fiscal, podem aderir ao vale-cultura, com normas diferenciadas. Sem incidência de seguridade social, elas poderão contabilizar o vale-cultura como despesa operacional.



Fonte: Correio Braziliense

Uma peça "diferente"

Quem está de regime não pode ir ao Sesc Newton Rossi (Ceilândia) na noite de domingo (26/07/09 - 20h00). Com peça que propõe um grande jantar entre os atores e o público, o Grupo Pedras, do Rio de Janeiro, chega a Brasília para se apresentar no Festival Palco Giratório. Em Mangiare, três atrizes e dois músicos transformam o palco do teatro em sala de refeições. O público é convidado, então, a se sentar em três grandes mesas que compõem o cenário. Durante o desenrolar da história, que discute temas como gula e relações familiares, serão servidos entrada, prato principal e sobremesa, além de pães e vinhos à vontade.

“Já fizemos quatro temporadas no Rio com essa peça. A recepção do público é sempre maravilhosa. No início, as pessoas ficam envergonhadas, mas, depois de alguns minutos, todo mundo já está comendo e conversando com o colega ao lado”, conta Ana Paula Secco, uma das atrizes. “Costumávamos dizer que, se não fôssemos atrizes, montaríamos um bufê. Então, veio a ideia de juntar tudo o que mais gostamos: teatro e comida”, explica.

Mangiare foi montada pela primeira vez em 2007 e chegou a ser apresentada em restaurantes do Rio de Janeiro. “O mote da peça é a forte interação com o púbico. Brincamos que é como convidar amigos para jantar na sua casa. Durante a refeição, você conversa, troca ideias, e, claro, come coisas gostosas”, comenta a atriz. No menu do espetáculo, há salada quente, nhoque de inhame com molho oriental e três tipos de sobremesa. “A maior parte da comida a gente já leva pronta. Mas as sobremesas eu e as outras duas atrizes preparamos em cena”, diz. A peça, de autoria do grupo e com músicas desenvolvidas especialmente para o espetáculo (todas tocadas ao vivo), discute a importância da alimentação nas relações entre as pessoas e como ela afeta a vida de todos. “É um diálogo com a comida e sobre como ela pode evocar lembranças, curar ou se transformar em uma compulsão”, explica Ana.

Além de Mangiare, o Festival Palco Giratório traz mais espetáculos para o público brasiliense. Em A noite dos palhaços mudos, dois colegas de picadeiro são perseguidos por seita que os considera uma ameaça e pretende extingui-los. “O enredo é uma adaptação da história em quadrinhos do cartunista Laerte. Durante a peça, perseguições misturam-se a truques de magia e números musicais”, explica Domingos Montagner, um dos atores. Esta última peça será apresentada no sábado (25/07/09) as 20h00.



Fonte: Correio Braziliense e SESC-DF

O vício pertuba

A todos vocês do Informativo "Do alto da caixa d'água" as nossas saudações. Como já vinculei em uma edição anterior do jornal, nós moradores dos edifícios localizados na QNN 11 (próximo a Estação Ceilândia Norte do metrô) desde o final do ano passado convivemos com a presença de usuários de crack, moradores de rua junto a um barranco da linha do metrô próximo à referida estação do metrô. É comum verificar a presença de 15 a 20 pessoas consumindo drogas, assaltando transeuntes, enfim, todo otipo de inconveniente.

Nossas crianças ficam isoladas no interior dos edifícios, pois se procuram brincar do lado externo presenciam todos esses fatos aqui relatados. Vale ressaltar que a Polícia Militar tem feito o seu papel de intensificar o policiamento através de abordagens que são feitas até mais de uma vez por semana, mas o problema persiste, pois assim que acabam a operação e se retiram, as pessoas voltam para o mesmo local. Será que a sina de nós moradores é a de continuar convivendo com essa situação? Será que esse problema fosse em uma superquadras do Plano Piloto estaria sem solução até hoje?

Não se trata de um problema que vai ser resolvido APENAS com a ação policial, o GDF através da Secretaria de Desenvolvimento Social e a de Saúde (já que o uso de drogas, os usuários devem ser tratados como doentes e não como criminosos), têm que intervir nesse caso para que possamos ter tranqüilidade no ir e vir e as nossas crianças não fiquem sujeitas ao aliciamento dessas pessoas.



Fonte: ACIC-DF

Novo batalhão de polícia

Já esta sendo construído no Setor de Industrias de Ceilandia o 10º Batalhão de Policia Militar, ou seja, o segundo batalhão de Ceilândia já é uma realidade. Esta ação do GDF faz parte de um conjunto de reivindicações da ACIC (Associação Comercial, Empresarial e Industrial de Ceilândia) entregue ao governador.

Fonte: ACIC-DF

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Ateou fogo no marido

Uma mulher queimou o marido por volta de 21h da quarta-feira (22/7) no Setor Habitacional Sol Nascente, chacára 34. De acordo com Marcelo de Paula Araújo, delegado-chefe da 23ª Delegacia de Polícia (P Sul), Pedro Santana, 51 anos, estava deitado no sofá quando Maria das Graças da Silva Santana, 53, jogou um líquido inflamável e ateou fogo.

Pedro foi levado ao Hospital Regional de Ceilândia com 14% do corpo queimado. Logo depois, foi transferido para o Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Segundo o delegado, o Hospital de Ceilândia comunicou a polícia do ocorrido.

De acordo com o Hran, o estado de saúde de Pedro é estável. Ele teve queimaduras na face, no troco e no braço esquerdo de segundo grau. O hospital diz que a mulher jogou álcool no marido.

Os familiares que prestaram esclarecimentos na delegacia disseram que o casal brigava frequentemente e que a esposa era muito ciumenta. Um mandado de prisão preventiva para Maria das Graças, que está foragida, já foi expedido. Ela vai ser autuada por tentativa de homicídio qualificado e pode pegar de 12 a 30 anos de prisão com redução da pena.



Fonte: Correio Braziliense, ClicaBrasília, Rede Record e Rede Globo

Professores visitam obra

Cerca de trinta professores visitaram o canteiro de obras do campus definitivo da Faculdade UnB Ceilândia nesta quarta-feira, 22 de julho. Os visitantes foram conferir o andamento da construção, que já desponta sua estrutura armada de concreto no horizonte da cidade, distante 26 quilômetros do Plano Piloto. Em um terreno de 200 mil m², entre terra e poeira vermelha, o esqueleto pré-moldado é avistado de longe.

A previsão é que o primeiro prédio do campus – Unidade de Ensino e Docência - seja entregue em novembro deste ano. “A gente sabe que a obra é relativamente rápida por causa da estrutura pré-moldada. Estamos confiantes de que será entregue na data prometida”, disse o vice-diretor da FCE, Oviromar Flores.

Atualmente, os 480 estudantes dos cursos de Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Gestão em Saúde e Terapia Ocupacional estudam em dez salas emprestadas do Centro de Ensino Médio nº 4. "Temos estrutura para receber os 240 calouros do 2º semestre de 2009. Mas não os do próximo vestibular", lembra Oviromar.




Durante a visita, os professores mantiveram o humor, mesmo debaixo de sol intenso e poeira. Eles andaram até a área próxima da estrutura e não hesitaram em posar para fotografias, a pedido da equipe de reportagem da UnB Agência. Afinal, o momento fotográfico era duplamente histórico: os primeiros professores da faculdade, em frente à construção da primeira universidade pública de Ceilândia.

“Estamos na expectativa. Será um desafio. Sabemos que vamos ter dificuldades, porque vamos receber uma estrutura física para administrar. Toda história está para ser construída”, disse Margô Karnikouski, professora de Farmácia Social . “É um momento histórico. Há mais de 20 anos, Ceilândia luta por uma universidade pública. É importante porque é uma cidade marcada pela segregação social”, lembrou Fernando Ferreira Carneiro, professor de Saúde, Ambiente e Trabalho.

A visita integrou programação do 1º Seminário de Formação Pedagógica da FCE, cujo objetivo é complementar a formação dos professores. O encontro termina na quinta-feira, 23 de julho. A ideia é instruir os docentes a ministrarem aulas críticas e interdisciplinares para a formação de profissionais comprometidos com a saúde da população.





De acordo com Rogério de Oliveira Cunha, engenheiro e gestor da obra, a primeira etapa da construção da Unidade de Ensino e Docência será concluída na semana que vem. Nesta fase, engenheiros e pedreiros instalam as vigas de pré-moldados. “Depois, vamos colocar o piso, telhado e as instalações elétricas e hidráulicas”, resumiu Cunha. A obra do segundo prédio, a Unidade Acadêmica, está na fase inicial. “Estamos começando a construir as bases, a fundação”, informou o engenheiro.

Militante do Movimento Pró-Universidade Pública em Ceilândia (MOPUC), Marcos Martins Machado também compareceu ao canteiro de obras nesta quarta-feira. “Sempre estou passando por aqui para acompanhar. É o resultado de uma luta”, disse o morador do setor P Sul, de 46 anos. “É um primeiro passo, mas temos que aperfeiçoar. O jovem da Ceilândia tem que trabalhar para se sustentar. Por isso precisamos de cursos noturnos”, disse Marcos.



Fonte: ClicaBrasília

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Maus exemplos no DF

No Plano Piloto os vendedores ambulantes enfrentam os fiscais do Governo do Distrito Federal. São tapas, socos e muito empurra-empurra.

Outra vez, em Ceilândia, os mesmo fiscais foram recebidos a pedradas.



Gás Clandestino

É a coisa mais comum do mundo encontrar locais de venda clandestina de gás de cozinha: residências, bares, e outros tipos de comércios.

A fraca fiscalização e o clima de impunidade favorecem a irregularidade. Alertamos a população que se houver alguma explosão, pessoas poderão chegar a óbito.


Fonte: Rede Record

O Nota Legal emplaca?

O governo do Distrito Federal está preocupado com a queda na arrecadação de impostos fiscais. Os últimos dados divulgados mostram que a sonegação está em níveis alarmantes. Para mudar esse quadro, a Secretaria de Fazenda pretende lançar em breve uma campanha para aumentar a fiscalização sobre o pagamento de impostos no comércio.

A estratégia é mobilizar os cidadãos por meio do programa Nota Legal. A ideia foi lançada ano passado, mas só conseguiu a aprovação da Câmara Legislativa na última semana.

De acordo com a Secretaria de Fazenda, em um ano as empresas deixaram de pagar o equivalente a 55% da arrecadação do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS). Só no cartão de crédito o valor chegou a R$ 200 milhões, entre julho de 2008 e junho desse ano. O prejuízo culminou no corte de orçamento para diversas áreas do poder público, entre elas, obras e educação.

Diante do problema, o GDF resolveu insistir na participação da sociedade. Na próxima semana, os brasilienses assistirão a campanha informativa sobre o Nota Legal por meio da mídia televisiva, falada e escrita. Desde que foi criado, em setembro de 2008, será a primeira vez que o governo divulgará o programa.




O programa Nota Legal consiste em oferecer ao consumidor a possibilidade de recuperar até 30% do valor do ICMS e do ISS recolhidos nos locais de venda. O valor será recuperado por meio de descontos no IPTU ou IPVA, de acordo com o indicado pelo beneficiado.

Para participar, o cidadão não precisa se cadastrar. Basta apenas fornecer o número do CPF para que o vendedor registre a compra no livro eletrônico, via internet. Após a inclusão, o interessado poderá solicitar, por meio eletrônico, uma senha que possibilite o acompanhamento do processo.

A intenção é mostrar à população a importância de se exigir o documento fiscal na hora da compra. O gesto evita a sonegação das taxas e aumenta o fluxo de verba do poder público e ajuda a economia do consumidor, que, segundo o gerente de loja Delcir Botelho, ignora o papel.

“Eles não exigem. Alguns fazem gestos de que vão esperar, mas outros jogam fora ou pedem para nós jogarmos”, afirmou Delcir, para quem a divulgação do desconto poderá mudar a cultura do brasiliense e motivar a cidadania.




O Programa Nota Legal, da Secretaria de Fazenda não funciona. Desde maio deste ano, o site apresenta problemas. Ao tentar acessar os internautas de imediato são informados de problemas técnicos. O programa permite que consumidores e pequenas empresas, optantes pelo simples nacional, possam recuperar 20% do valor do ICMS e do ISS recolhido pelos estabelecimentos fornecedores ou prestadores de serviço.


Fonte: Tribuna do Brasil aqui e aqui

Aparelho contra fraudes

A CEB tem um prejuízo mensal de quase R$ 15 milhões com o furto de energia elétrica de grandes e pequenos consumidores. E decidiu reagir. Um aparelho instalado nos medidores vai denunciar na central da companhia a existência de qualquer tipo de fraude. Por enquanto só dos grandes consumidores. Mas só por enquanto.

É uma confusão a céu aberto. Os moradores furtam energia dos postes públicos. Ligações clandestinas que garantem a iluminação em boa parte das casas no Sol Nascente, em Ceilândia.

“Aqui nessa cidade não tem energia. Aí a gente vai viver no escuro?”, fala o porteiro Cícero Antônio Portela. As chamadas gambiarras estão em quase todas as ruas da invasão. A CEB estima que hoje existam mais de 20 mil ligações ilegais em todo o Distrito Federal. “Na minha casa também é gambiarra porque não tem saída”, diz a moradora Maria Fernanda.

As gambiarras, os consumidores que manipulam os medidores e os desperdícios de energia, causam grande prejuízo. A CEB estima em quase R$ 15 milhões, por mês. Furtar energia é crime previsto no Código Penal. Quem comete a ilegalidade pode ficar até quatro anos na prisão.

Para descobrir quem são essas pessoas, empresas e diminuir o prejuízo que tem, a CEB começou a monitorar os grandes consumidores. Para isso a companhia conta a tecnologia. O mais novo dedo-duro da CEB é um aparelho, na verdade uma unidade remota com um chip de celular dentro. O equipamento fica instalado ao lado do medidor de energia. Em contado direto com a central, instalado na sala da CEB, acompanha todo o consumo. Os técnicos recebem informações em tempo real. Com o monitoramento é possível identificar, por exemplo, fraudes e defeitos nos equipamentos de medição.

Por enquanto, 1,4 mil grandes clientes estão sendo monitorados. Eles são responsáveis de quase 30% de todo o consumo da CEB. “Um pequeno erro na medição desses grandes consumidores, uma pequena fraude corresponde a um consumo de energia e prejuízos muito alto. Muito mais do que um consumidor pequeno, que tem um consumo de R$ 30 por mês, por exemplo, e que o prejuízo seria menor”, explica o engenheiro da CEB, Luis Carlos Rusky.

A CEB já estuda um monitoramento para os pequenos consumidores. E vai aumentar a fiscalização dos grandes: serão 5 mil até o fim do ano que vem.



Fonte: Rede Globo

Militares estão acima do peso

Bombeiros e policiais militares com quadro de obesidade querem fazer as pazes com a balança. Ontem, em um dia dedicado à saúde, cerca de 300 deles se submeteram a exames e o resultado foi preocupante. Segundo a nutricionista Dayse Neves, 90% dos atendidos apresentaram quadro de sobrepeso e obesidade. “A maioria não se alimenta adequadamente e não faz nenhum tipo de atividade física”, justificou a especialista.

A ação ocorreu na sede da Associação de Praças, Policiais e Bombeiros Militares do DF (Aspra), no Setor de Indústrias Gráficas de Taguatinga. Os militares puderam aferir o peso e a pressão, tiraram as medidas da cintura e se consultaram com especialistas que ensinaram como ter uma vida mais saudável e melhorar o condicionamento físico.

No ano passado, o Departamento de Saúde da PM realizou uma pesquisa com mil soldados e constatou que 40% deles apresentavam Índice de Massa Corporal (IMC) acima do ideal. O projeto tinha como proposta que os policiais perdessem 200 quilos até abril deste ano, no aniversário de 200 anos corporação, mas apenas dois soldados ficaram até o final. “Eles foram abandonando. A gente tem a atividade diária, mas sempre está acima do peso”, contou a major Hilda Ferreira, da comunicação social da PM.

A policial Dagmar Cipriano, 43 anos, terá de tomar um medicamento para controlar o apetite. Sem revelar o peso, a sargento garante que quer perder entre seis e sete quilos. “O serviço é desgastante e acaba que eu canso muito e não tenho tempo nem disposição para fazer exercícios”, admitiu. O sargento dos bombeiros Aurino Pereira, 33, também está acima do peso. “Sempre faço atividade física, mas ando comendo muito. Engordei por vacilo e agora terei de correr atrás do prejuízo”, diz.




Entre os problemas decorrentes da obesidade, os especialistas identificaram desvio de coluna, dores nas articulações e também doenças mais graves, como diabetes. “Geralmente é porque o policial costuma sentar de modo errado ou tem uma marcha inadequada (não pisam corretamente)”, explicou a fisioterapeuta Jennifer da Silva Ferreira. Os militares assistiram a filmes sobre obesidade, palestras preventivas, fizeram alongamento e participaram de dinâmicas em grupo.

A policial Cenir Maria da Silva, 42 anos, não reclamou do diagnóstico. “Adquiri varizes e a primeira coisa que o médico falou para mim é que eu tinha que emagrecer. Nem dou conta de correr porque as pernas doem, mas tenho que mudar isso logo devido à minha profissão”, reconhece. Os policiais e bombeiros que passaram ontem pela Aspra ainda receberam cartilhas de como se alimentar corretamente e foram orientados a procurar especialistas para fazer exames mais detalhados.

Outro evento desta natureza está marcado para o próximo dia 18. “A obesidade (1)na polícia está muito grande. Vamos trazer nutricionistas e alguns especialistas para fazer um trabalho voltado para a prevenção”, explicou o diretor jurídico da Aspra, Francisco Mendes Araújo. Ainda este ano, ele pretende enviar ao Comando da PM um relatório sobre a necessidade de dar continuidade aos projetos de combate à obesidade na corporação.



Fonte: Correio Braziliense

Abadia poderá ir para Águas Lindas

A candidata que por pouco não levou para o segundo turno as eleições de 2006 para governador ainda não sabe onde pretende depositar seu patrimônio eleitoral — recebeu 315.671 votos— no ano que vem, mas tem uma boa ideia do que vai fazer com ele em 2012. A ex-governadora Maria de Lourdes Abadia (PSDB) quer concorrer a uma vaga de prefeita logo ali, em Águas Lindas (GO), distante 50km do Plano Piloto. Dois anos e meio depois de ser derrotada nas urnas por José Roberto Arruda (DEM), a tucana permanece interessada pela política, mas mirou o seu foco para fora das fronteiras do DF. Além de Águas Lindas, ela estuda a hipótese de disputar o comando do Novo Gama (GO), a 40km de Brasília.

O projeto de Abadia em dirigir uma cidade vizinha ao DF tem, pelo menos, três motivos. Primeiro, ela almeja aumentar sua temporada à frente do Executivo (1). Segundo, acredita que tem chances reais de vencer uma disputa numa das duas cidades goianas, especialmente em Águas Lindas, que abriga boa parte de ex-moradores de Ceilândia, reduto eleitoral dela. Por último, Abadia se sentiu traída por antigos aliados da política local, o que explica em parte o desapego da ex-governadora às articulações locais. Além do mais, entre ser “rabo de jacaré no DF” e “cabeça de lagartixa no Entorno”, a ex-governadora tem pensado bastante na segunda alternativa. “Cansei de ser a cereja do bolo dos outros”, disse em entrevista ao Correio (leia ao lado).

No páreo
Abadia não é a primeira política com base no Distrito Federal a cobiçar o comando de Águas Lindas. A cidade tornou-se bastante visada depois de se tornar a mais populosa do Entorno. Tem aproximadamente 240 mil moradores, 98,5 mil eleitores e um orçamento anual de R$ 96 milhões. O potencial da cidade despertou, por exemplo, o interesse do deputado federal José Edmar (DEM) pelo município. Ele chegou a cogitar a mudança de domicílio eleitoral para concorrer no Entorno, mas não conseguiu reunir apoio para sustentar o projeto. Nas últimas eleições para prefeito, lideranças do DF, como é o caso do deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB), se envolveram profundamente na tentativa de eleger um aliado na cidade. O candidato, no entanto, acabou derrotado por Geraldo Messias (PP) (2).

Antes de 2012, Abadia, inevitavelmente, terá de enfrentar o processo eleitoral de 2010 aqui no DF. A ex-governadora não diz ainda para qual cargo pretende se candidatar no ano que vem, mas garante que vai estar no páreo. Por enquanto, ela se define como uma observadora do processo: “Estou só de olho, estudando todas as alternativas”. E, pela variedade de interlocutores com quem a ex-governadora tem conversado ao longo dos últimos meses, são várias as possibilidades.



Fonte: Correio Braziliense

Ketleyn está fora do mundial de judô

A Confederação Brasileira de Judô (CBJ) convocou nesta terça-feira os atletas que irão defender o Brasil no próximo Mundial da categoria, entre os dias 25 e 30 de agosto, na Holanda. E duas surpresas marcaram a lista: as ausências do meio-leve João Derly e da leve Ketleyn Quadros.

Bicampeão mundial, Derly ficou de fora devido a uma lesão no nos músculos abdominal e adutor direitos, sofrida no último dia 7. O atleta até teria condições de competir no mês que vem, mas como estaria sem ritmo de combate e o Mundial não conta pontos para a classificação olímpica, optou-se por não arriscar o físico do lutador. Desta forma, ele será substituído por Leandro Cunha.

Por sua vez, Ketleyn Quadros acabou preterida por Rafaela Silva devido aos maus resultados obtidos após a conquista da medalha de bronze nas Olimpíadas de Pequim. Desde agosto do ano passado, ela venceu apenas duas lutas pela seleção verde-amarela - seu melhor resultado foi o quinto lugar na Copa do Mundo de Belo Horizonte.

A despeito dos dois desfalques, o Brasil ainda contará com nomes fortes para a competição holandesa, caso de Luciano Côrrea, que vai tentar o bi mundial entre os meio-pesados e Tiago Camilo, que depois do sucesso entre os leves (prata em Sidney-2000) e entre os meio-médios (título mundial em 2007) tenta repetir a trajetória na categoria médio.

Dono de duas medalhas de bronze olímpicas, Leandro Guilheiro também sonha alto, assim como Rafaela Silva, de apenas 17 anos. Aluna do projeto social "Reação", coordenado por Flavio Canto, ela é o destaque nacional na atual temporada, tendo como ponto alto o título da Copa do Mundo de Madrid. Na categoria meio pesado feminino, a CBJ optou por não enviar representantes.



Fonte: Correio Braziliense e Jornal de Brasília

terça-feira, 21 de julho de 2009

Associação atuando

O centro Comunitário de Capacitação e Apoio aos Carentes e Deficientes de Ceilândia e Entorno - COCADE, conseguiu, junto a Secretaria de Agricultura, a doação semanalmente de frutas, legumes e verduras para a distribuição em comunidades carentes de Ceilândia.

Estamos felizes e satisfeitos com mais esse feito de uma ONG nova e que veio para reivindicar e tentar solucionar alguns dos problemas da comunidade ceilandense.



Associação de Moradores de Ceilândia - ASCEI

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Novo centro odontológico

A Secretaria de Saúde do DF inaugura o Centro de Especialidades Odontológicas (CEO) de Ceilândia, nesta terça-feira (21), às 10h, no Centro de Saúde 11, que fica na EQNO 17/18 – Área Especial, Expansão do Setor O - Ceilândia. São sete consultórios onde serão realizados procedimentos de média complexidade como endodontia, periodontia, cirurgia oral, detecção e diagnóstico de câncer bucal, prótese total, além dos serviços de dentística e atendimento a portadores de necessidades especiais.


A equipe será composta por seis cirurgiões dentistas, técnicos de higiene bucal e técnicos em prótese dental, os quais têm a perspectiva de atender entre 350 e 400 pacientes por semana. O CEO conta também com um centro de radiologia odontológica e laboratório de prótese.
O DF tem CEO instalados nas regionais de saúde de Taguatinga, Planaltina, Asa Norte e na Diretoria de Saúde do Trabalhador (Disat). Em agosto será inaugurado um centro em Sobradinho.


Fonte: ClicaBrasília

Saúde no DF é reprovada

Para 52,8% da população do Distrito Federal a saúde pública no DF é ruim ou péssima. Esse é um dos resultados da pesquisa realizada pelo Instituto Vox Populi a pedido do Sindicato dos Médicos do Distrito Federal (Sindmédico) divulgada nesta segunda-feira (20/7). O estudo avalia a percepção dos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto aos serviços prestados detectando os principais problemas tanto do setor administrativo quanto nas emergências dos Hospitais do Distrito Federal.

A pesquisa mostrou que um em cada três entrevistados, ou 33,1%, levaram mais de um dia para conseguir atendimento. Em média, os pacientes esperam na recepção 43 minutos para receberem o primeiro atendimento no balcão, ou seja, para o preenchimento da ficha, e que 86% não recebe nenhuma informação sobre como seria o atendimento. "Isso mostra uma total falta de preparo na hora de preencher a guia. Na maioria das vezes não são pessoas ligadas a rede de saúde que fazem esse papel", explica o presidente do Sindmédico, Gutemberg Fialho.

Mesmo com estes problemas, 41% da população pesquisada avalia positivamente o atendimento recebido dos funcionários. Além disso, 50% avalia como bom ou ótimo o atendimento feito pelo médico. "A população sabe distinguir de quem é a culpa do sistema, que nesse caso não é dos servidores que trabalham nesse atendimento e nem dos médicos", explica Fialho.




Em atendimentos de emergência a situação piora. Entre os pacientes que foram atendidos em urgência ou emergência, o que corresponde a 50% do total de entrevistados, a maioria (80%) não passou por nenhuma triagem para avaliar a gravidade do problema e, em média, havia 16 pessoas na frente dos entrevistados aguardando atendimento em um tempo médio de 3 horas de espera. "O médico não tem obrigação de atender as pessoas rapidamente, o governo que deve contratar mais gente", afirma Gutemberg.




Quando a pesquisa pede o nome do responsável pela situação atual da Saúde Pública do DF, 61% apontam o Governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda. Em segundo, o presidente da República, com 13%, seguido pelo Secretário de Saúde, Augusto Carvalho, em terceiro com 6%. Se a pergunta é feita de maneira estimulada, entre todas as opções que participam do sistema público, o GDF continua em primeiro lugar subindo para 85%.

A pesquisa foi feita entre os dias 11 a 15 de maio de 2009 com 400 pessoas. A margem de erro da pesquisa é de 5%. Do total de entrevistados 54% são mulheres e 46% são homens. Sobre o perfil sócio-econômico, 48% ganham entre um e dois salários mínimos e apenas 4% possuem ensino superior.



Fonte: Correio Braziliense, Rede Record e Rede Globo

domingo, 19 de julho de 2009

Nova enquete: Que curta vc quer?

Esta nova enquete tem como objetivo otimizar a realização do Cine Clube do programa "Ambientes Saudáveis".

Por qual tema a população de Ceilândia se interessa?
Os escolhidos serão exibidos nos Curtas e Filmes da UnB-FCE.


Veja as sugestões:

- Violência
- "Preconceito" Social em relação as outras Regiões administrativas do DF
- A realidade geral de Ceilândia
- Questões raciais
- Questões ambientais
- Lixo
- Educação


O programa tem acontecido no CEP-Ceilândia - Guariroba.

Vovó faz aniversário

O Setor Privê, em Ceilândia, festejou, durante todo o dia de ontem (18/07/09), os 101 anos de Etelvina Almeida Silva, completados esta semana. A mais velha moradora do bairro esbanja lucidez. Vizinhos, parentes e a prefeitura comunitária presentearam-na com o Arraiá da Dona Etelvina.Quase todos os quatro filhos, 15 netos, 33 bisnetos e três tataranetos de Mãe Tel, como é chamada, se divertiram com as barracas de comidas típicas, cama elástica e algodão doce, montadas na rua da aniversariante. Vestida de preto, cor que não tira há seis anos, desde que ficou viúva, Etelvina ficou feliz com a festa. “Gostei muito do parabéns”. Ela atribui o segredo da longevidade a Deus. “É aquele de lá que não me leva”, diz, apontando para o céu. Ela reconhece também o bom tratamento que recebe dos filhos. “Graças a Deus, minhas filhas zelam muito por mim. São muito boas. Só sabe quem vê”.


Fonte: Correio Braziliense e Band Cidade

Opinião: As câmeras nos ônibus

Para tentar diminuir o número de assaltos a ônibus, que cobraram a vida de mais um trabalhador alguns dias atrás, a Secretaria de Transportes anuncia que instalará nos coletivos 2.850 kits com duas câmeras e uma unidade de gravação de vídeo digital (DVR). A instalação dos equipamentos terá um custo inicial de R$ 8.936.797,00 (oito milhões novecentos e trinta e seis mil setecentos e noventa e sete reais).

O marido de uma de minhas sobrinhas trabalhava como cobrador de ônibus. Ainda bem jovem e com um filho recém-nascido, teve sua vida alterada de uma hora para outra. Durante assalto em uma linha do Recanto das Emas, ocorrido dez anos atrás, recebeu um tiro na cabeça e ficou inválido.

A partir desta má experiência familiar, permito-me questionar alguns pontos da medida adotada pelo GDF, a começar pela eficácia das câmeras de vigilância. Elas decerto desestimulam os criminosos. Mas um assaltante que esteja sob efeito de drogas não se intimidará diante de um simples aparato eletrônico. Estão aí os lojistas da cidade sofrendo assaltos a toda hora, ainda que muitos estabelecimentos comerciais hoje em dia tenham mais câmeras do que clientes.

Nas cidades do mundo desenvolvido não se tem notícia de assaltos a ônibus. Não que elas estejam livres de criminosos. É que não só a segurança pública naquelas cidades é levada mais a sério, como não existe por lá esse chamariz para os assaltantes que é a figura do cobrador ou do motorista que, além de dirigir, exerce também essa função. Todo o sistema de cobrança de passagens é automatizado. O passageiro pode pagar pela viagem de três formas:

- através de cartões magnéticos de plástico, recarregáveis por meio da internet ou em postos de atendimento, como os que já existem no DF;

- com cartões magnéticos de papel, utilizáveis apenas uma vez, que podem ser comprados em quiosques ou bancas de revistas;

- por último, no caso de a pessoa, por alguma razão, preferir pagar a passagem em dinheiro, há embutida em cada ônibus, ao lado do motorista, uma pequena máquina blindada, parecida com as de venda automática de refrigerantes, onde podem ser introduzidas cédulas ou moedas. A máquina confere o dinheiro e libera a catraca, se a quantia estiver correta.

...



Para ler na íntegra visite o site da fonte.


Fonte: Ceilândia.com

Ratos

Os ratos são encontrados em todos os locais do DF e não escolhe classe social. Sou morador da asa sul e quando chega próximo da coleta do lixo (que é a noite), se você passa pela W3 vai ver várias ratazanas passando próximo aos locais que o lixo fica acumulado. Esses problemas também são enfrentado nas outras cidades, principalmente no Gama e em Ceilândia.

Acredito que a Secretaria da Saúde, através de seu órgão responsável para tratar desse tipo de assunto tem que tomar as medidas cabíveis para solucionar com este problema. Os agentes de saúde denunciam que o trabalho de desratizar não é feito há mais de seis meses. Que vergonha! Acho melhor a Secretaria da Saúde tomar uma atitude, pois as ratazanas se espalham por toda a cidade e são causadoras de duas graves doenças: A hantavirose e a leptospirose.


Wellington Luiz de Souza


Fonte: Jornal de Brasília

sábado, 18 de julho de 2009

Acusado de sequestrar a ex-namorada

A promotora de vendas Bruna Pereira de Sousa, de 18 anos, foi resgatada na manhã de hoje (18), perto das 11 horas, do cativeiro onde estava sendo mantida sob cárcere privado desde a madrugada da quinta-feira. No local, Rua 42, Casa 1, na Colônia Agrícola Samambaia, foi preso André Martines, 26, o DJ André Tchê, que havia sequestrado a namorada em Ceilândia (QNN 4), onde reside a vítima.

De acordo com o delegado de plantão da 23ª DP, Raphael Seixas, o acusado, DJ André, agiu por ciúmes, em razão de não aceitar o fim do relacionamento com a jovem. Bruna de Sousa disse que não suportava mais os espancamentos e as ameaças de morte do namorado. Por esse motivo, decidiu terminar o relacionamento no dia 1º, deste mês.

Entre a madrugada da quinta-feira e a manhã de hoje, Bruna de Sousa permaneceu sem se alimentar, tinha acesso apenas a água. DJ André Tchê defendeu-se alegando que ofereceu refeições a namorada, que teria recusado. Bruna de Sousa também acusou o DJ de tê-la estuprado, o que deve aumentar a gravidade do crime, caso o exame de corpo de delito comprove a violência sexual.

O DJ André Tchê foi indiciado por sequestro em cárcere privado, crime que pode lhe custar uma pena de uma a três anos de cadeia e que não dá direito à fiança. Ele também pode ser processado por lesão corporal.



Fonte: ClicaBrasília, Rede Globo, Correio Braziliense, Rede Record e Band Cidade

Programa das Águas

O secretário de Obras, Márcio Machado, pretende começar de imediato os trabalhos viabilizados pelos créditos externos aprovados nos dois últimos dias pelo Senado. O Programa das Águas, basicamente combate às enchentes e à erosão, começa em Taguatinga: já se abriu a licitação para a obra na avenida Hélio Prates e tudo indica que as obras se iniciarão em setembro. Para as demais, os editais saem em 10 ou 15 dias. Estão na lista as avenidas Comercial e Samdu, em Taguatinga, além de praticamente toda a Asa Norte, a mais atingida pelas cheias. Nelas, a Secretaria trabalhará em faixas, desde as quadras 900 até o lago. Márcio Machado espera começar essas obras em novembro. O programa todo terá a duração de dois anos, mas cada obra, isoladamente, deverá terminar em um ano.




O esquema de tesourinhas será inteiramente reformado, criando-se uma nova canalização que permita escoar a água das enxurradas. Com a impermeabilização do solo, efeito das edificações e do asfaltamento, o fluxo decorrente das chuvas aumentou muito e inviabilizou o sistema de escoamento atual. O secretário Márcio Machado explica que as obras se farão por canalizações subterrâneas. Isso significa que não haverá demolições. A estrutura das tesourinhas, por exemplo, não será derrubada. Significa também que as chuvas não atrapalharão o desenvolvimento dos trabalhos. Paralelamente haverá obras de combate à erosão, tanto em Ceilândia – condomínios Privê e Por do Sol, por exemplo – quanto em Santa Maria.



Fonte: Jornal de Brasília, Correio Braziliense e Tribuna do Brasil aqui e aqui

Liberou os golpistas

Quatro golpistas, dentre eles um menor de idade, foram detidos no início da tarde deste sábado (18/7). O grupo tentava enganar clientes de um grande banco público para ganhar dinheiro fácil, em Ceilândia, mas só conseguiu fazer uma vítima. Os quatro eram monitorados pelo serviço de inteligência da Polícia Militar enquanto armavam o esquema.

O golpe consistia em colocar uma placa adesiva no local por onde sai o dinheiro, na hora que a vítima efetuasse o saque, para que as notas permanecessem presas. Depois de a vítima deixar o local, eles voltavam ao banco, retiravam a placa e pegavam os valores. A polícia acompanhou toda a ação, identificou vítima e criminosos e colocou uma viatura para seguir o quarteto.

Na avenida Elmo Serejo, próximo ao estádio, o grupo foi abordado pela polícia e levado à 15ª Delegacia de Polícia (Ceilândia), onde foram reconhecidos pela vítima. Apesar da prisão em flagrante, a mulher preferiu não registrar ocorrência contra os autores, que foram liberados após devolver os R$ 140 que haviam furtado.



Fonte: Correio Braziliense

Sem coleta de lixo

A notícia foi dada pela Rede Record. A comunidade do Incra 09 está sofrendo com a falta de coleta de lixo da localidade. São muitos detritos acumulando e o mau cheiro já é sentido a distância.

Os responsáveis pela limpeza no DF são chamandos à atenção devido a falta de compromisso demostrada...


Fonte: Rede Record

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Kaká no Ceilândia? Será?!

Botafogo do Rio de Janeiro já tem sua filial em Brasília. É o Esportivo Guará que agora está denominado Botafogo Brasília. Porém, outro clube da Capital da República deverá ter o apoio não de uma equipe, mas sim do pentacampeão Kaká, que atualmente é jogador do Real Madrid.




Ricardo Izecson dos Santos Leite, mais conhecido como Kaká , nasceu em Brasília no dia 22 de abril de 1982. O jogador, que tem raízes no Distrito Federal, já autorizou seus representantes para que mantivessem contatos com a diretoria do Ceilândia Esporte Clube.

Em entrevista ao plantonista Ari Moisés e o narrador do povão Marcelo Ramos, que comanda a equipe de esportes da Rádio Capital de Brasília, o supervisor do Ceilândia, Almir Almeida, confirmou os contatos e declarou: “Realmente existe este interesse por parte do Kaká. Estamos vendo como fica esta situação e aguardamos os acontecimentos”.

O Ceilândia Esporte Clube teve seu grande momento na série C de 2005 quando terminou na sétima posição e repetiu boa campanha em 2006. Os treinadores mais conhecidos que passaram pelo clube do Gato Ceilândia, na oportunidade, foram Mauro Fernandes, hoje no Atlético Goianiense e Paulo Comeli, que está no Bahia, Reinaldo Gueldini, hoje no Gama, além de Sérgio Alexandre. O clube era presidido pelo ex-goleiro Serjão.

O Ceilândia disputará o Candangão 2010, que tem seu início previsto para janeiro do ano que vem.



Fonte: blog Carlos Nascimento ao Vivo

O Centro Metropolitano começa a ser construído em setembro

A obra do novo centro administrativo do governo do Distrito Federal deverá começar em setembro. A previsão é de que a primeira fase do projeto, composta pela governadoria e mais dois blocos de quatro pavimentos, sejam finalizadas em março de 2010. Em mais um ano, todo o complexo deverá estar concluído. O novo Buritinga deverá ser erguido no terreno ocupado hoje pela rodoviária de Taguatinga.

O objetivo da nova sede é melhorar a organicidade do governo, além de reduzir custos da máquina administrativa e o acesso do cidadão ao serviço público, já que os diversos órgãos do governo estão distribuídos em vários locais, como Setor Comercial Sul (Secretaria de Serviços Urbanos); Setor Bancário Norte (Secretaria de Fazenda); e Asa Norte, onde o GDF ocupa várias salas alugadas.

Com a centralização, o governo pretende economizar cerca de R$ 9 milhões por mês. Segundo o gerente do projeto, Fernando da Costa e Silva, os custos em manutenção e serviços nos órgãos do GDF chegam a R$ 15 milhões por mês.

“Já houve a licitação, a empresa vencedora já assinou o contrato com o governo”, disse Silva, informando já foram obtidas as licenças prévias ambientais. “Agora, só faltam os projetos para licença de instalação, que vai permitir iniciar a obra. Esperamos obtê-la em agosto.” Ele disse que “o projeto é de parceria privada; quem vai construir e manter é a iniciativa privada”.

Estão previstos pelo projeto a construção de 14 prédios para abrigar 15 mil servidores e toda a estrutura administrativa do governo. O consórcio que ganhou a licitação vai investir R$ 439 milhões na obra.



Fonte: Tribuna do Brasil

Funcionaria no DF?

Ao menos 21 cidades em oito Estados do país já tiveram decretado pela Justiça o chamado “toque de recolher”, medida que restringe a circulação de adolescentes à noite pelas ruas. Apenas no interior paulista, três municípios proibiram a circulação de menores de 18 anos nas ruas após as 23h. O combate à violência é citado como uma das justificativas.

O Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente), ligado à Presidência, divulgou no mês passado um parecer contrário a esse tipo de medida, afirmando que ela fere o direito à liberdade. No entanto, nessas cidades, polícia e conselhos tutelares argumentam que o toque de recolher diminui os índices de criminalidade e evasão escolar.

Em Fernandópolis (SP), onde a medida vigora desde 2005, levantamento feito pela Vara de Infância e Juventude mostra que o número de ocorrências envolvendo adolescentes diminuiu 23% de 2004 para 2008. Os furtos, por exemplo, passaram de 131 para 55.
Além de São Paulo, cidades de Bahia, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná e Santa Catarina adotaram a mesma medida.



Fonte: Folha de São Paulo e Ceilândia.com

Câmeras nos ônibus

Com o objetivo de diminuir o número de assaltos a ônibus no Distrito Federal, a Secretaria de Transportes, por meio da DFTrans, fará licitação,na modalidade pregão presencial, para a compra de câmeras de segurança. O propósito é instalá-las em ônibus e micro-ônibus do Sistema de Transporte Público do Distrito Federal – STPC/DF.

O edital foi publicado hoje (17), no Diário Oficial do Distrito Federal. No dia 29, às 10h, haverá o pregão, com o recebimento e abertura dos envelopes com propostas de preço. Em seguida ocorrerão os lances verbais. O evento será na sala da Comissão de Licitação da DFTrans , localizada no Setor de Áreas Isoladas Norte SAIN– Rodoferrroviária – Sobreloja Ala Sul - Brasília/DF.

A empresa vencedora do certame deverá fornecer e instalar 2.850 kits com duas câmeras e uma unidade de gravação de vídeo digital (DVR). Também deverá fornecer configuração de programa de reprodução de imagens a ser instalado nos computadores da Dftrans.

O secretário de Transportes, Alberto Fraga, explica que as cidades com maiores índices de assaltos a ônibus terão prioridade. “Vamos começar a instalação das câmeras de monitoramento obedecendo a um levantamento feito pela Polícia Civil. Ceilândia, Samambaia, Itapoã e Santa Maria são as regiões com maiores índices de furtos e roubos em coletivos”, afirma o secretário.

O valor estimado do pregão é de R$ 8.936.797,00 (oito milhões novecentos e trinta e seis mil setecentos e noventa e sete reais). Já a instalação dos equipamentos deve ocorrer em aproximadamente 60 dias após a finalização do processo licitatório.

Cópias do edital e de seus anexos encontram-se gratuitamente na Internet, no endereço : www.dftrans.df.gov.br. Também estão à disposição dos interessados na Comissão de Licitação, no endereço citado, no horário de 9h às 12h e 14h às 18h. Para obtê-los é preciso apresentar comprovante de depósito bancário, no valor de R$ 15,00, efetuado no Banco de Brasília – BRB, na conta-corrente n°0063-002161 (Transporte Urbano do Distrito Federal - DFTRANS).

Segundo o diretor geral da DFTrans, Paulo Henrique Munhoz, a ação visa reduzir o número de assaltos aos ônibus do DF. “Além de um transporte público de qualidade, devemos oferecer segurança aos passageiros”, afirma Munhoz.



Fonte: ClicaBrasília e Ceilândia.com

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Imagem: Calçada sim, calçada não




Qualquer um que ande por Ceilândia Norte ou Sul percebe que há algo de estranho. Parece que iriam reformar as calçadas e acabaram retirando as partes que estavam danificadas. O problema é que esqueceram de terminá-las e o resultado é este: Calçada sim, calçada não.

Além dos locais sem o devido calçamento, é comum encontrar bueiros entre-abertos - um perigo para qualquer um que passe pelo local: principalmente para crianças e idosos.

Em Ceilândia Sul a situação ainda é mais crítica. Devido as novas obras de captação de água das chuvas, a buraqueira e a poeira ficam sempre a mostra - será difícil deixar as calçadas verdadeiramente "nos trinques".

E em pensar que estes bairros ainda possuem o "devido" calçamento...

Vídeo: Onda de assaltos a casas no Sol Nascente

A dificuldade de acesso a área e falta de estrutura nas residências são citados como os maiores empecilhos para a polícia agir, segundo a PM. Os moradores já acham que o policiamento não é o bastante. Veja:

Correio Web / Tv Brasília


Fonte: Jornal Local

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Universitários atuarão

Um novo desenho das diretrizes curriculares pretende transformar os alunos dos cursos de Saúde da Faculdade UnB de Ceilândia em profissionais mais críticos e comprometidos com a realidade da rede pública. “Com o modelo de pedagogia ativa e problematizadora, os alunos vão aprender como é e quais são as formas de lidar com a saúde da população”, aponta o vice-diretor da Faculdade UnB Ceilândia, Oviromar Flores. A partir do segundo semestre, a unidade começa a pôr em prática uma proposta de ensino inovadora que integra Educação e Saúde.

Os 480 estudantes dos cinco cursos oferecidos no campus (Enfermagem, Fisioterapia, Farmácia, Terapia Ocupacional e Saúde Coletiva) vão atuar em cerca de 20 unidades de saúde da maior cidade do Distrito Federal. As atividades acadêmicas, em parceria com a Secretaria de Saúde, começam com um mapeamento das doenças na cidade para auxiliar na implementação do Programa Saúde da Família. “Os estudantes vão conhecer a realidade, cadastrar e identificar os problemas e as áreas de incidência”, explica o vice-diretor.




Com aproximadamente 600 mil habitantes, Ceilândia vive problemas diários, como a superlotação dos postos de atendimento. O quadro piora com a migração de doentes de áreas vizinhas para o único hospital da região. “As unidades de saúde serão campos para atividades de estágio, extensão e pesquisa. Vamos aumentar a articulação entre professores, alunos, técnicos e profissionais”, informa Oviromar Flores. Para preparar os professores, o I Seminário de Formação Pedagógica do Grupo Docente da Faculdade UnB Ceilândia promove oficinas de capacitação que começaram na segunda-feira, 13 de julho, e vão até o próximo dia 23.

No encontro, que acontece no Anfiteatro 2 da Finatec, os 47 docentes do campus têm a oportunidade de avaliar e propor diretrizes para o semestre que começa no próximo dia 10. “Queremos reforçar o compromisso ético com a saúde da população. Não podemos ter alunos formados que não sabem o que é o SUS (Sistema Único de Saúde) ou têm preconceito com a rede pública. O currículo dinâmico tem que correr atrás da realidade”, defende o vice-diretor.




As professoras de Enfermagem Mani Funez e Silvana Funghetto integram o grupo dos 14 novos docentes que começam a dar aulas na Ceilândia no próximo mês. Para elas, a capacitação veio em boa hora. “Precisamos repensar a didática para termos alunos mais engajados. Eles precisam desenvolver uma visão crítica e reflexiva sobre a realidade que os cerca”, analisa Silvana.

Mani destaca que o ensino e a prática devem interferir para transformar o aluno. “Minha primeira experiência de ensino na universidade começa agora, com o desafio de fazer o aluno aprender e incorporar as carências e o funcionamento do sistema”, diz ela.
A diretora da Faculdade de Ceilândia, Diana Pinho, assinala: “O ensino nas áreas de saúde é heterogêneo e o grande desafio é tornar as propostas homogêneas. Por isso, estimulamos o diálogo para a construção do projeto pedagógico".



Fonte: ClicaBrasília e Correio Braziliense

Sábado para as mulheres

No próximo sábado (18/07/09), as mulheres de Ceilândia receberão um dia inteiro de atividades voltadas para elas. Este é o projeto Ser Mulher e ser feliz, prevenir e se cuidar, desenvolvido pela ONG Família Cidadã, em parceria com o Ministério da Saúde que tem como objetivo alertar e prevenir sobre temas como o câncer de mama, câncer do colo do útero e doenças sexualmente transmissíveis. As atividades acontecerão entre 7h30 e 17 horas, no Centro de Ensino Médio nº 2, de Ceilândia Norte.


Fonte: ACIC-DF

Nada de porcaria

O Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF/DF) enviou recomendação ao Instituto de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal – Brasília Ambiental (Ibram) para que o órgão anule todas as licenças ambientais que autorizaram indevidamente a realização de atividades de suinocultura e avicultura comercial dentro da Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Descoberto. A APA abrange parte das regiões administrativas de Brazlândia e Ceilândia.

Segundo instrução normativa da antiga Secretaria Especial do Meio Ambiente (IN Sema 001/1988), a criação de porcos e aves é proibida nos limites da APA, que também fica na zona de amortecimento do Parque Nacional de Brasília. Entretanto, apurações do Ministério Público e da Polícia Federal apontam a existência de várias criações irregulares, muitas delas licenciadas pelo Ibram.

Em um dos casos, o galpão avícola tinha mais de 1600m² de área construída, quando o limite máximo permitido pela legislação é de 500m². Além disso, a chácara examinada não apresentava áreas com vegetação nativa na proporção de 20%, como provê a instrução normativa e o Código Florestal Brasileiro. Ainda assim, o licenciamento foi aprovado por técnicos do Ibram e ratificado pela assessoria jurídica do órgão.

Segundo o procurador da República Francisco Guilherme Bastos, autor da recomendação, a criação de porcos e aves em escala comercial pode comprometer a integridade da unidade de conservação, que “tem destacada importância do ponto de vista da qualidade de vida da população do Distrito Federal.” Atualmente, a APA é responsável por 60% da água potável consumida no DF.

O Ibram tem dez dias úteis para informar ao MPF as medidas adotadas.



Fonte: Ceilândia.com e Tribuna do Brasil

terça-feira, 14 de julho de 2009

Árbitro continuará...

O árbitro de futebol Paulo Lima, 40 anos, sempre se benze antes de cada tempo do jogo. No último domingo, ao apitar a semifinal do campeonato amador da Liga de Esportes das Categorias Independentes de Ceilândia (Lecic) entre Real Sociedade e 26 Futebol Clube, esqueceu de fazer o sinal da cruz depois do intervalo.

“Eu já vinha sendo agredido verbalmente durante a partida. Como o Real havia perdido o último jogo, a torcida e os jogadores estavam nervosos. Fui ameaçado várias vezes, mas ignorei. Quando houve o pênalti contra o Real na prorrogação, eles piraram e partiram para cima de mim com tudo. O goleiro até tentou me defender, mas piorou. O jogo não tinha segurança e a sorte é que ao lado tinha um show e consegui correr para lá para me proteger”, narra Paulo, que ganhou um galo na cabeça, um hematoma de 15cm na canela e dedos inchados, machucados na tentativa de se defender dos chutes.

Paulo afirma que preferia não ter ganho o dinheiro a viver o pesadelo. “Não sou árbitro por dinheiro. Faço porque amo. O que aconteceu no domingo ficou lá em Ceilândia. Não deixarei de atuar por causa do incidente”, revela o trabalhador da construção civil.

Mesmo sem acreditar na Justiça, ele registrou ocorrência na 15ª Delegacia de Polícia de Ceilândia contra quatro jogadores do Real e ficou de voltar para concluir o relato com mais calma. “Não vou retirar a queixa. Os culpados devem pagar pelo que fizeram. O pênalti que marquei era incontestável.”

Embora seja corajoso e destemido quanto às marcações e advertências em campo, Paulo teme retaliações. “Tenho medo que descubram meu endereço e façam algum mal a mim e à minha família.”


O amor de Paulo Lima pelo futebol começou nos anos de 1990, como jogador do Cruzeiro. Em 1997, ao enfrentar o Varjão, ele sofreu uma lesão e foi para o banco. Insatisfeito com a arbitragem do jogo, o presidente do time adversário convidou Paulo para apitar o restante da partida. “Ele disse que pior do que o juiz que estava apitando não poderia ficar. E como eu jogava bem, deveria entender mais de futebol do que o árbitro. Me passou o apito e gostou tanto que me chamou outras vezes para arbitrar por lá”, conta.

Desde então, Paulo não largou o apito. Ele nunca disse não para um jogo. Nem mesmo quando namorava Wilanir, com quem é casado há 17 anos. “Ele inventava histórias para não me encontrar no fim de semana e ir para o futebol. Pensei que fosse melhorar depois do casamento, mas não. Às vezes, quero passear com ele e nossos filhos e tenho que me programar para o horário em que não há partida. Viagem? Só fora da temporada. E mesmo assim, ele dá um jeito de descobrir onde tem um campinho e se oferece para apitar”, revela a mulher. “Faço 0800 (de graça) e eles adoram. Não é todo mundo que tem dinheiro para contratar um juiz para seu jogo”, conta, orgulhoso.

Com bom humor, Wilanir leva numa boa a vida dupla de Paulo — entre os canteiros de obra e os campos. Mesmo sem entender — e sem querer entender — as regras do esporte, ela apoia o marido. “Sempre que ele vai apitar, fico com o coração na mão. Casamento é assim: na alegria e na tristeza. Na saúde e na doença”, afirma a mulher, que cuidou das lesões do marido com “muito gelo”. “É o melhor analgésico do mundo”, completa Paulo.



Fonte: Correio Braziliense

Terminal será reformado. Mais 2 novos a caminho

A Secretaria de Estado de Transportes fará licitação para a contratação de empresa especializada em construção de terminais de passageiros de ônibus urbano. Dois terminais serão construídos em Santa Maria (quadras 119 e 401) e o terminal do Setor “O”- Ceilândia Norte será ampliado e reformado.

O edital e os anexos estarão disponíveis amanhã (15), das 9h às 12h, na sede da Secretaria de Transportes, prédio anexo ao Palácio do Buriti, 15° andar, sala da Comissão Permanente de Licitação. Para obtê-los, o interessado deve apresentar comprovante de recolhimento de R$ 50. O depósito deverá ser feito no Banco de Brasília S.A – BRB, na conta corrente n° 002.161-9, agência n°063, em nome do Fundo de Transporte Público do Distrito Federal –FTPDF/DFTrans.

Já a data de recebimento da documentação será 18/08, das 9h às 9h30, no auditório do DER/DF, localizado no Setor de Áreas Isoladas Nortes- SAIN- Ed. Sede, Bloco C, Brasília-DF. A licitação será do tipo concorrência sob o regime de empreitada por preço global, do tipo menor preço.

O processo será distribuído em três lotes. O primeiro é o do terminal do Setor “O”, em Ceilândia Norte, que custará R$ 6.502.109,19. Haverá reforma e ampliação com o aumento de 15 para 36 boxes. A expectativa de construção é de 12 meses.

O lote dois, em Santa Maria – quadra AC 119 (pista), terá um custo de R$ 1.862.352,12. A previsão é de construção de um terminal de 1.736 m² com capacidade para oito boxes. A duração da obra deve ser de oito meses.

Já o terceiro lote também é para Santa Maria – quadra AC 401 (centro). O projeto é para construção e custará R$ 1.914.185,54. O terminal terá 2.289 m² que comportará 12 boxes. A duração da obra também deve ser de oito meses.

Todos os terminais serão finais de linha. Só poderão participar da licitação as empresas que estejam desimpedidas para participar de licitações no DF. É permitida também a participação de consórcio de empresas, limitada a duas consorciadas.

Quaisquer esclarecimentos sobre os termos do referido edital e seus anexos poderão ser obtidos junto à CPL/ST ou por meio do telefone (61) 3441-3479.



Fonte: ClicaBrasília

Os Restaurantes Comunitários

Almoçar bem e pagando pouco é um desafio difícil de ser vencido nos self-services e lanchonetes do DF. Em casa, nem sempre há tempo de encarar o fogão para preparar uma refeição. A solução encontrada por muita gente é comer nos restaurantes comunitários. Eles vendem pratos escolhidos por nutricionistas a R$ 1. As nove unidades dos refeitórios mantidos pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedest) servem cerca de 24 mil refeições diariamente.

Os restaurantes comunitários são uma opção barata não só para quem precisa comer fora de casa, mas também para os que não querem gastar no supermercado. Muitas donas de casa dão uma folga às panelas e levam os filhos para comer nos refeitórios. Em época de férias, o movimento de mães com crianças aumenta. Na manhã de ontem, a dona de casa Valdilene Cedro Pereira, 32 anos, almoçou com o filho Lucas, de 1 ano, na unidade do Recanto das Emas. Ela é a responsável por preparar suas refeições e as do bebê todos os dias. Vez por outra, prefere ir ao restaurante e economizar um pouco, além de descansar do fogão. “Com R$ 1, eu não consigo fazer um almoço, aqui é mais barato”, revelou. A economia de Valdilene é ainda maior porque um só prato é suficiente para alimentar mãe e filho. “Ele come de tudo aqui, adora uma verdura”, disse.

O perfil de quem almoça nos refeitórios é variado — são trabalhadores, estudantes, aposentados e desempregados. Em maio deste ano, a Sedest realizou um estudo alimentar sobre os usuários das unidades. A equipe descobriu que a preferência do público é pela dupla arroz com feijão — 85,9% das pessoas disseram saborear a mistura mais de cinco vezes por semana. A carne vermelha também está no topo da lista. Ela é consumida pelo menos uma vez por semana por 98% dos entrevistados.

Para não enjoar, as carnes são servidas com diferentes preparações. O frango vira estrogonofe, a carne ganha tempero à mexicana e o hambúrguer vem acompanhado de vinagrete. O prato principal preferido dos consumidores é a feijoada, citada por 34,3% das pessoas. Em seguida vêm o frango (31%) e a carne bovina (13,6%). “Nossa intenção é ter variedade, e a apresentação também é importante. Um frango tem várias maneiras se ser servido, como no fricassê e no estrogonofe”, comentou a nutricionista Maria da Conceição Nascimento.

Do total de pessoas atendidas, 24,5% são estudantes, donas de casa, aposentados ou desempregados. A aposentada Esmeralda Rodrigues, 72 anos, frequenta o restaurante do Recanto das Emas de segunda-feira a sábado. Desde que o local abriu, há três anos, ela pega um ônibus por volta das 11h e segue para a avenida central da cidade, onde fica o refeitório. “Eles (os cozinheiros) fazem tudo muito bem. Eu gosto quando tem macarrão, verdura e carne de galinha”, comentou. Esmeralda recebe um salário mínimo por mês e gasta quase tudo com aluguel, contas da casa e remédios. Como sobra pouco para fazer compras no supermercado, ela prefere almoçar fora de casa. “Eu já cozinhei muito. Parei porque o aluguel aumentou e a comida ficou cara. Aqui o tempero é bom e sai barato”, justificou.




Toda sexta-feira, dia de feijoada, os restaurantes estão lotados. Frango e carne vermelha também são sinônimos de mesas cheias. Receitas à base de vísceras, no entanto, não são garantia de sucesso. A moela saiu do cardápio por falta de apreciadores. A dobradinha divide opiniões. Quando servida no restaurante comunitário de Ceilândia, ela entra no prato de 80% das pessoas. Já na unidade do Paranoá, só 30% dos clientes provam a especialidade.

Emivaldo Gomes de Oliveira, nutricionista e responsável técnico da Terra Azul, que administra seis restaurantes comunitários no DF, explica que o ideal é a pessoa se servir de todas as opções oferecidas. “O cardápio é equilibrado. Cada refeição tem uma média de 1.400 calorias e é pensada para atender as necessidades de uma pessoa saudável. Se a pessoa não pega um dos alimentos, compromete a qualidade e a quantidade do prato”, explicou. A equipe dos restaurantes incentiva os clientes a comer mais saladas e vegetais, pratos muitas vezes deixados de lado.

Novos alimentos chegam todos os dias às cozinhas do restaurante. O cardápio é elaborado com um mês de antecedência, havendo um planejamento para não faltar nada. A organização é peça fundamental na rotina dos refeitórios. Na unidade do Recanto das Emas, a primeira leva de feijão entra na caldeira às 5h30 da manhã. Uma hora depois, é a vez do arroz. A unidade serve entre 240kg e 320kg de arroz e 150kg de feijão diariamente. São pelo menos 2,8 mil refeições servidas por dia.

Em agosto, uma novidade entra no cardápio: a bruschetta. Servida em restaurantes de luxo, a receita ganhou versão popular, mas não menos saborosa: pão com ervas, orégano, tomate, queijo, azeite e alho. Foi a maneira encontrada pelos nutricionistas de mostrar às pessoas que há alternativas ao tradicional pão com manteiga.


Fonte: Correio Braziliense

Com droga na cueca

Um homem de 82 anos foi preso, na noite desta segunda-feira (13/7), acusado de tráfico de drogas. O flagrante foi realizado pela Polícia Militar por volta das 22h, em um bar do conjunto A da QNM 4, de Ceilândia Norte.

De acordo com a PM, Pedro Pinto de Magalhães é dono do estabelecimento. Ele foi revistado pelos policiais, após levantar suspeitas. Com o acusado foram encontrados 95 pedras de crack e três latas de merla. O senhor foi levado a 15ª Delegacia de Polícia (Ceilândia), onde prestou esclarecimentos.

Além de ter sido autuado por tráfico de drogas, Pedro será julgado, também, por corrupção ativa. Ele ofereceu R$ 2 mil pelo silêncio dos policiais. O acusado foi encaminhado ao Departamento de Polícia Especializada (DPE).



Fonte: Brasília Em Tempo Real, ClicaBrasília, Rede Globo, Correio Braziliense e Rede Record

Danificou fogão e pagará indenização

A 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do DF decidiu por unanimidade manter sentença do 2º Juizado Cível de Ceilândia, para condenar uma cidadã a ressarcir à vizinha o valor equivalente a um fogão doméstico, após este ter sido inutilizado por ação da primeira.

A autora conta que levou seu fogão para a lavanderia do prédio onde mora, a fim de lavá-lo. Contudo, em razão de não estar se sentindo bem, este foi deixado entre a porta de um apartamento vizinho e a lavanderia. Qual não foi sua surpresa, então, ao descobrir que a moradora do aludido apartamento atirou o fogão escada abaixo e, posteriormente, ateou fogo nele. A fim de comprovar as alegações, a autora juntou fotos do bem danificado ao processo.

Apesar de a parte ré alegar que o fogão atrapalhava a passagem para seu apartamento e que estava nervosa, a juíza da 1ª Instância registrou que isso não pode ser justificativa para danificar bem alheio, principalmente por tratar-se de utensílio indispensável em uma casa. E ainda, embora a ré negue que tenha queimado o fogão, a juíza ressalta que restou incontroverso o estrago que ela causou ao bem, em razão de ter sido a responsável pela queda do mesmo pela escada.

De acordo com a sentença, uma vez comprovado o fato danoso, sua reparação é medida que se impõe, principalmente porque após a queda do fogão, este não teve mais condições de uso. Quanto ao valor da indenização, embora a autora não tenha juntado aos autos orçamentos que sirvam de parâmetro sobre o custo de um fogão de seis bocas, com 14 anos de uso, a magistrada admite que, uma vez que o mesmo encontrava-se em funcionamento, o valor pleiteado (de 400 reais) apresenta-se razoável para que se possa adquirir outro fogão em condições de uso. Valor este que ainda poderá sofrer acréscimo de 10%, caso o pagamento não seja efetuado nos 15 dias subsequentes ao trânsito em julgado da sentença.

Inconformada, a ré apelou da decisão, questionando também o montante arbitrado quanto à reparação do bem. Ela sustenta que a sentença teria propiciado o enriquecimento ilícito da outra parte, uma vez que o valor médio de um fogão em condições similares seria de R$199,00.

Os integrantes da Turma Recursal, porém, concluíram que razão não assiste à ré, e que a sentença deveria ser mantida em sua integralidade. Eles, inclusive, enalteceram a sentença proferida pela magistrada do 2º Juizado Cível de Ceilândia, que "efetuou uma verificação minuciosa e cuidadosa dos elementos de prova constantes dos autos (fatos, fotos e depoimentos) para chegar ao resultado encontrado".

Isso é possível, afirmaram os magistrados, porque o art. 6º da Lei nº 9.099/95 possibilita ao juiz invocar as regras de experiência comum, de maneira a atender aos fins sociais e às exigências do bem comum, conforme jurisprudência deste Tribunal. "Nesse contexto, promover valoração maior ou menor quanto aos fatos, documentos e depoimentos está dentro dessa possibilidade", ensinam os julgadores.

Diante disso e entendendo que o valor da condenação se mostrava razoável, justo e atual para a satisfação do dano reclamado, a Turma negou provimento ao recurso da ré.


Fonte: ClicaBrasília, Correio Braziliense, Rede Record e Rede Globo

Sem data para começar a obra

No terreno em Taguatinga, onde fica a rodoviária, nem sinal de obras. A nova sede do governo do Distrito Federal ainda não tem prazo para virar realidade. Segundo o GDF, ainda faltam às garantias junto ao BNDES para a parceria público-privada firmada para iniciar a construção. O consórcio que ganhou a licitação vai investir R$ 439 milhões na obra, e será responsável por operar e manter o complexo, com serviços de segurança e limpeza, por exemplo.

O governo não vai gastar um centavo para construir o novo Centro Administrativo. Quando o prédio começar a funcionar, aí sim, ele passa a pagar R$ 12,6 milhões para o consórcio, menos do que a firma gastar hoje com a manutenção das Secretarias e órgãos que vão ser transferidos. Ao final de 22 anos, o prédio passa a ser do GDF, que vai ter pagado R$ 3,1 bilhões.

“Reduzimos os custos operacionais, que é o objetivo principal desse projeto: com manutenção predial e economia em aluguéis. Tendo em vista que os prédios alugados vão ser devolvidos”, explica o gerente do projeto Fernando da Costa e Silva.

“O GDF vai deixar de gastar agora, quando está tendo dificuldade. E o valor acaba ficando muito menor quando se desconta a taxa de juros que incide no dinheiro, que ele está deixando de gastar hoje”, afirma o economista Raul Velloso.

Falta ainda a licença de instalação para a obra. A nova sede do governo é prevista para 15 mil funcionários.


Fonte: Rede Globo

Mais um princípio de incêndio

Um incêndio destruiu parte da cozinha de uma casa nesta terça-feira (14/7), por volta das 8h15, na QNP 10, conjunto S do P Sul, Ceilândia. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, uma criança mexia no fogão quando as chamas se espalharam. Ninguém ficou ferido. Os bombeiros foram chamados ao local e controlaram o incêndio. Apesar do estrago material não ter sido grande, o susto serve de alerta para muitos pais redobrarem à atenção sobre as crianças.

Neste período de férias o risco de acidentes domésticos aumenta devido ao maior tempo que a criança passa em casa. O supervisor da Defesa Civil do Distrito Federal, capitão Ataíde Alexandre, sugere cuidado especial com as crianças, especialmente na cozinha. Nela, o vilão principal é o fogão, com maior potencial de risco de queimaduras nos pequenos



Fonte: Correio Braziliense e Rede Globo

Falta consciência

A placa adverte: é proibido jogar lixo e entulho. Mas o que se vê na área pública é muita sujeira. “Acho que as pessoas não sabem ler”, diz uma jovem.

Algumas quadras de Ceilândia estão tomadas de lixo. No ponto de ônibus: papéis e plásticos espalhados pelo chão. “O povo não zela. O ser humano é complicado”, afirma uma senhora.

Um mutirão de limpeza esteve na cidade só para cuidar do Setor O. No total, 400 homens de diferentes setores do governo formam a Força Tarefa e, uma vez por mês, durante uma semana, se concentram em uma área. Na Via Oeste a aparência, segundo os moradores, já é outra.

Nesta segunda-feira, dia 13, o trabalho foi no canteiro central da Avenida Principal. Além de podar as árvores, eles fizeram a pintura das faixas de pedestre. José Batista da Silva, que tem um comércio na região, ficou satisfeito.

“O pessoal caminhava pelo passeio e era preciso abaixar para passar”, conta o comerciante José Batista da Silva.

O problema, segundo a Administração Regional, é que o serviço nem terminou e a sujeira voltou a aparecer. “Esta área já foi varrida, uma equipe já fez a limpeza. Mas é possível ver copinho e saquinho de plástico pelo chão, coisas que entopem as bocas-de-lobo com uma facilidade muito grande”, enfatiza o administrador Leonardo Moraes.

Todos os dias, 40 toneladas de lixo são retiradas de Ceilândia. Mesmo assim, o SLU ainda recolhe mais 50 toneladas por semana de entulho, madeira e outros objetos, como uma geladeira e um sofá que foram abandonados pelos moradores pelas ruas da cidade.

“A população também não ajuda”, destaca uma senhora.

A Força Tarefa volta a Ceilândia no dia 10 de agosto, agora na região Norte.



Fonte: Rede Globo

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Parquinho está danificado

O parquinho da QNR 4, de Ceilândia, tem cinco brinquedos e todos estão quebrados. Sem nenhuma opção de lazer, o jeito é improvisar com o que resta. “A gente pega e vai balançando”, mostra um garoto.

O banco de apoio do escorregador é um perigo. O brinquedo ganhou até apelido. “É ‘rasga roupa’. Quando alguém escorrega, sempre rasga a roupa. Meu irmão mesmo já rasgou”, conta Tamires Lopes de Araújo, 10 anos.

A roda travou. Para brincar a garotada tem que fazer esforço. “Enterrou, mas a gente tenta rodar chutando. Tenta você. Está muito duro”, reclama Daniel Campos da Silva, 10 anos.

As mães têm que ter atenção redobrada. “Não tem segurança nos brinquedos e na quadra também não, porque falta iluminação”, acrescenta a dona de casa Fracinalda Campos.



Fonte: Rede Globo

Falta de infra-estrutural em bairro

Paradas perto do supermercado Tatico, em Ceilândia Centro, é o retrato do abandono. Lá as pessoas são obrigadas a esperarem os ônibus no meio da poeira; as calçadas não existem e a sujeira é a tônica do local.


Lote abandonado

Já na QNN 02, próximo a Guariroba, um lote que funcionava como posto de combustível foi desativado e o proprietário deixou o local com diversas irregularidades: muro quase caindo, sisterna aberta e um buraco com mais de metros.

Segundo o administrador de Ceilândia, Leonardo Moraes, o proprietário do lote será convocado para dar explicações e sanar os problemas apresentados.


Fonte: ACIC-DF e Rede Record

Lotes de igrejas são regularizados

Milhares de fiéis aproveitaram este domingo (12) para celebrar a lei que regulariza terrenos ocupados por igrejas e entidades de assistência social no Distrito Federal. A medida atende 1.191 instituições no DF. A Celebração da Vitória foi realizada no ginásio Nilson Nelson e contou com a participação de líderes religiosos e membros do Governo do Distrito Federal.

Durante o evento, o governador José Roberto Arruda entregou dez certificados de regularização para igrejas. Os documentos das demais entidades serão entregues pelo conselho religioso. “Foram muitos anos de igrejas irregulares e pessoas temendo por seus templos. Porém, depois de idas e vindas, chegamos a este momento. Isto está dentro do conceito de trazer toda cidade para legalidade”, afirmou Arruda.

De acordo com a lei, as áreas da Terracap passarão por licitação pública. A igreja, templo ou entidade ocupante do terreno terá assegurado o direito de preferência na compra. Os preços de venda serão calculados com base em valores de terra nua em dezembro de 2006 e os compradores poderão parcelar em até 240 meses.

O governador também assinou um decreto que deverá assegurar a realização de cultos em hospitais e presídios. Segundo Arruda, muitos religiosos são impedidos de entrarem nestes locais para fazerem orações. “A ideia é fazer um pré-cadastro para facilitar o trabalho destas pessoas. Tudo, é claro, respeitando todas as normas de segurança existentes”, explicou Arruda.


Veja o vídeo:

CorreioWeb / Tv Brasília


Fonte: ClicaBrasília, Correio Braziliense e Jornal Local

Amadorismo

Uma briga generalizada manchou o último jogo da semifinal do campeonato amador da Liga de Esportes das Categorias Independentes de Ceilândia (LECIC). Era o fim previsível de uma partida hostil e muito disputada entre Real Sociedade e 26 Futebol Clube. O duelo seguia empatado por 1 x 1 — resultado que classificava o 26 para a final —, quando o árbitro Paulo Lima marcou pênalti contra o Real já nos acréscimos. Aí a confusão foi geral. Houve bate-boca, empurra-empura e invasão de campo da torcida e da comissão técnica de ambos os times. Para piorar, o juiz foi agredido de forma covarde pelos “atletas” colorados.

Após a marcação da penalidade, o árbitro foi cercado pelos jogadores do Real Sociedade, que despejaram uma série de chutes sobre Lima. O juiz chegou a revidar as agressões, mas foi segurado enquanto era duramente golpeado no rosto. A confusão só acabou quando Paulo Lima conseguiu fugir e se abrigou nas dependências da LECIC. Por medidas de segurança, a partida foi encerrada sem que o 26 Futebol Clube tivesse a possibilidade de bater o pênalti.

“Essa tensão começou desde o jogo da semana passada. Mais uma vez um erro de arbitragem favoreceu ao 26”, disparou Antônio Ribamar, presidente do Real Sociedade. “Ficou difícil segurar os ânimos dos jogadores e eles acabaram perdendo a cabeça. Mas nós não somos a favor de violência”, completou o dirigente.

Um detalhe importante: quem apitou o primeiro jogo da semifinal não foi Paulo Lima. “Os jogadores envolvidos na confusão podem ser punidos e o prazo da suspensão deve ser decidido pelo tribunal esportivo da liga”, explicou Nadir Lacerda, diretor administrativo da LECIC.




O árbitro Paulo Lima chegou a registrar ocorrência na 15ª Delegacia de Polícia de Ceilândia. Mas logo depois, mais calmo, assinou um Termo de Sobrestamento. Dessa forma, o processo não irá para a justiça a não ser que Lima volte atrás e decida pelo andamento do processo. Isso pode se feito em no máximo seis meses.

A reportagem do Correio tentou localizar o árbitro, mas, segundo informações dos agentes da delegacia, ele não apresentava nenhum sinal de lesão aparente.

Mesmo diante desse episódio lamentável, a final do campeonato será disputada entre o 26 Futebol Clube e o Madureira, que, apesar do empate por 3 x 3 com o 7 Norte, carimbou o passaporte para a decisão, no próximo 26 de julho.



Fonte: Correio Braziliense

domingo, 12 de julho de 2009

Centro está esburacado

Se já não bastasse as quadras residenciais estarem repletas de buracos nas ruas, Ceilândia Centro acabou não escapando da rotina que prevalece na cidade. Quem anda no centro percebe que tem buraco aqui, ali e acolá; são diversas crateras ao decorrer das lojas. É uma pena, pois o centro de Ceilândia é a vitrine da cidade.


Ambulantes...


Mais difícil do que recapear as vias da cidade é remover os vendedores ambulantes que insistem em permanecer irregularmente nas redondezas, são inúmeros. Eles chegam de mansinho, dirigindo seus carros e, quando estacionam, retiram todas as suas ferramentas de trabalho e mandam ver.

Se aparecer alguma fiscalização fica fácil: é só esconder a mercadoria nas diversas lojas que estão espalhadas pela região. Difícil de acreditar, né?! Mas é verdade - até os vendedores regularizados apoiam quem está em tal situação.

A noite é que o bicho pega. Sem fiscalização, os ambulantes tomam a região central, principalmente próximo as paradas de ônibus, e desafiam as autoridades e quem se atrever a passar por lá. Ops! Atravessar por ali é uma ação praticamente impossível.

População não acha o nome da cidade preconceituoso

Mais de setenta por cento dos participantes da última enquete afirmaram que não acham o nome "Ceilândia" preconceituoso. Apesar de haver larga vantagem em relação aos que o consideram preconceituoso, muitas pessoas acabaram por escolher esta opção.

Talvez o preconceito não esteja na palavra Ceilândia e sim na cultura errada que agregam a ela: como esteriotipá-la como "a cidade mais violenta do DF".

Foi bom ver que os ceilandenses ainda tem bastante orgulhoso de sua cidade e que propostas como a de mudança de nome da cidade não viria a ser aceita pela população.

Veja o resultado final:

sábado, 11 de julho de 2009

Visita na festa

A quadra da Praça dos Amigos, no P Norte, é o novo Núcleo de Esportes da Cufa-DF. A partir de agora, outras atividades da Central também vão ser feitas na quadra.

“A partir de hoje a gente começa um mutirão de reforma desse espaço e vamos ocupá-lo com práticas esportivas e de cultura”, afirma o coordenador da Cufa/DF Max Maciel.

Na roda de Break, ousadia! Giros que parecem cronometrados. Quem está no centro desafia os outros dançarinos ao som do Hip Hop. Os projetos movimentam a comunidade. Arte e esporte para crianças e adolescentes, capacitação profissional para jovens e adultos.

“Atualmente, nós temos um grupo de senhoras que já conseguem ajudar no sustento de casa com o trabalho do artesanato que aprenderam no projeto”, enfatiza o coordenador de projetos José Correia.

A Cufa chegou ao Distrito Federal há três anos. Na capital federal realiza um trabalho envolvente com crianças e jovens que recebem educação e disciplina através da cultura e do esporte.

No basquete de rua, revelações. Para frequentar as aulas, Glênio Nascimento Silva teve que mostrar que é bom também na escola. “Tive que tirar nota acima da média e ter bom comportamento”, diz.

E hoje quem esteve na quadra foi o rapper MV Bill, presidente de honra da Central. “Meu apoio positivo para essa iniciativa, que acho que é só o primeiro passo, de uma longa caminhada. Mas volto a reafirmar que sou apenas uma gota d´água. O grande oceano é vocês”, destaca o músico.



Fonte: Rede Globo

Colônia de férias - Julho 2009

As inscrições para a colônia de férias do SESC Ceilândia estarão abertas de 13 a 17 de julho, das 13h30 às 17h30
Público alvo: crianças de 4 a 12 anos.
Limitada a 300 vagas

Atividades: oficinas, gincanas, passeio ecológico e atividades pedagógicas e culturais , teatro, e brinquedos infláveis
Preços: R$ 100 (sócio), R$ 110 (conveniado) e R$ 120 (não sócio)
Informações: 3379-9531 ou 0800-617-617


Fonte: Correio Braziliense

Postos policiais e iluminação

Os moradores da Ceilândia ganharam mais segurança nesta sexta-feira (10) com a inauguração de mais dois postos comunitários – um EQNM 8/10 e outro na EQNO 3/5 – e reforço na iluminação da Qd. 8 da Guariroba. Segundo o governador José Roberto Arruda, os postos policiais entregues em todo o Distrito Federal já somam 90 unidades.

Durante as inaugurações, Arruda pediu que haja interação entre a polícia e a comunidade para efetivar a segurança. Ele sugeriu que os gestores dos postos, os sargentos José Reis e Manoel Sobrinho, conversem com moradores e comerciantes para conhecerem melhor a região. Para facilitar esse trabalho, foram escolhidos para coordenar os postos dois sargentos que residem na cidade.

Os postos de segurança comunitária são pré-moldados, feitos de aço e fibra de vidro. O material dispensa manutenção, pois não sofre danos com a ação do sol e das chuvas e evita infiltrações. Eles custam em média R$ 104 mil reais (simples) e R$ 170 mil (duplo). Cada unidade conta com telefone, computador, banheiro, mini cozinha e uma torre (com caixa d’água) para instalação de câmera e patrulhamento visual.

Já a iluminação da Qd. 8 da Guariroba custou R$ 84,9 mil. Segundo o superintendente de Iluminação Pública da CEB, Delmar Caixeta, foram instalados 15 postes com quatro e duas pétalas em toda a região. A luz deverá tornar o local mais seguro para alunos do Centro de Ensino Fundamental 15 e irá ajudar os atletas que utilizam o campo de futebol da quadra para jogar bola à noite.

A estudante Desireé Gonçalves Silva, 20, disse que o local agora não está mais tão “sombrio”. “A gente ficava com medo de passar por aqui. Agora a sensação é de maior segurança”, constatou a jovem.



Fonte: ClicaBrasília

24 horas serão desativados

Todos os Postos de Saúde que funcionam 24 horas serão desativados. A decisão foi tomada pelo secretário de Saúde, Augusto Carvalho, depois que as gerências dos postos detectaram a baixa procura por atendimento após às dez horas da noite. A unidade de Recanto das Emas foi a primeira a ser desativada. As próximas serão as de São Sebastião, Núcleo Bandeirante e Santa Maria.

Para não deixar a população dessas regiões sem suporte médico, a Secretaria determinou que nestes postos fiquem a disposição dos moradores uma ambulância 24 horas para transportar pacientes a outras regionais. Mas será que o carro resolverá os problemas dos pacientes?



Fonte: Tribuna do Brasil aqui e aqui

Opinião: Mudanças não agradam

Alguns exemplos recentes de como os homens públicos brasileiros são mesmo incansáveis na tarefa de esculhambar cada vez mais o país:

- Depois de o GDF regularizar a profissão de flanelinha, agora vem o Senado e aprova o projeto que faz o mesmo em relação aos mototaxistas. O trânsito nas maravilhosas cidades brasileiras, claro, ficará ainda melhor e mais seguro com essa decisão.

- Foi aprovada pelo Senado uma emenda do senador pelo DF Adelmir Santana (aquele que é sem nunca ter sido) que permite aos comerciantes cobrar preço mais elevado caso o cliente queira pagar suas compras com cartão de crédito em vez de dinheiro ou cheque.

- O Tribunal de Justiça derrubou a liminar conseguida pela Associação dos Oficiais da Polícia Militar que mantinha a exigência de nível superior para o cargo de soldado da PMDF. Isso em um país onde as políticas públicas (não apenas na área de segurança) muitas vezes não saem do papel justamente por esbarrarem em funcionários pouco qualificados.

Alguma dúvida de que temos um glorioso futuro?



Fonte: Ceilândia.com

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Jovens em ação no P Norte

Multiplicam-se em Ceilândia os exemplos de que somente uma comunidade bem organizada possui a chave da autopromoção. Um desses bons exemplos é o projeto P Norte em Ação, desenvolvido por jovens que descobriram na ação social um meio de fazer a diferença, trazendo cultura, lazer, informação e solidariedade à comunidade onde vivem.

O objetivo do movimento é oferecer às crianças, jovens, adultos e idosos, respectivamente, alternativas de luta por melhorias em sua comunidade, modelos positivos em que possam se espelhar e orgulho e confiança em sua própria capacidade de ação. Tudo isso através de atividades que valorizem a vida e contribuam para a construção de uma sociedade mais justa, mais solidária e mais disposta a evoluir.

Para atingir seus objetivos, o projeto P Norte em Ação promove eventos que ajudem na integração da comunidade com os artistas, e vice-versa, além da integração da comunidade com a própria comunidade.

Um destes eventos está previsto para acontecer no próximo domingo, 12 de julho, na QNP 13, Área Especial (Quadra esportiva localizada atrás do CEM 12). A partir das 11h o público poderá se divertir com cama elástica, pebolim, entre outros.

Além de trazer diversão para a comunidade, o evento tem o objetivo de arrecadar alimentos para doação.

O projeto P Norte em Ação pede a quem comparecer que colabore doando 1 Kg de alimento não perecível (exceto sal e fubá).

Maiores informações com Sidney, pelo telefone 9231-8074.





Domingo de lazer e solidariedade

Data: 12 de Julho de 2009 - neste domingo
Local: QNP 13, Área Especial (Quadra esportiva localizada atrás do C.E.M. 12) Setor P Norte
Horário: A partir das 11h
Atividades: Cama elástica, pebolim, dança e música
Objetivo: Trazer diversão à comunidade e arrecadar alimentos para doação.

Pede-se colaborar com 1 Kg de Alimento não perecível (exceto sal e fubá).




No mesmo local, na Praça dos Amigos:


A Central Única das Favelas do DF (Cufa) e o Ministério dos Esportes com o Programa de Esportes e Lazer nas Cidades, com o apoio da Associação Leão de Judá, lançam, neste sábado (11/07/09), as 14h, o Núcleo de Esportes Cufa. O espaço terá atividades esportivas e educativas de break, basquete de rua, capoeira e artes marciais (kung fu). Ao todo, serão atendidas 400 pessoas na faixa etária de 5 a 80 anos. O objetivo do Núcleo de Esportes é a geração de emprego, renda e ocupação direta para profissionais de Ceilândia que atuarão no programa e ainda democratizar o acesso do esporte e lazer.

Fonte: Ceilândia.com, ACIC-DF e Jornal Coletivo de 09/07/09

Projeto de luta

Antes de ensaiar os primeiros golpes de caratê, Carolina Pereira Barbosa, 9 anos, já lutava para sobreviver aos perigos das ruas de Santa Maria. Carismática e meiga, assim mesmo ela foi abandonada pelos pais biológicos ainda muita nova. A vida cercada de incertezas de quem faz das ruas a própria casa durou até o início deste ano para ela, quando uma professora da Escola Classe 15 de Ceilândia resolveu adotá-la em definitivo. Antes, Carolina frequentou a casa de outra família em Santa Maria, que acabou desistindo de obter sua guarda e a devolveu novamente para as ruas.

Sensibilizada com a situação da criança, a professora Maria do Amparo Patriarca Rodrigues, 42, tirou Carolina do relento e levou-a para sua casa em Ceilândia. Na mesma cidade, matriculou-a no colégio onde dá aulas para crianças de faixa etária entre quatro e 12 anos. O destino de Carolina começou a mudar a partir daí. A aluna da terceira série do ensino fundamental afirma que gosta de estudar e adora as aulas de caratê ministradas gratuitamente pelo proprietário de uma academia em Ceilândia. “Eu quero competir, disputar uma olimpíada e ganhar medalha de ouro para o Brasil”, diz convicta Carol, como é chamada pelos coleguinhas de turma.

É justamente esse tipo de sonho que o precursor do projeto batizado com seu nome — Manoel Dojô — tem despertado em crianças de famílias de baixa renda. Ele ensina a modalidade para 600 crianças matriculadas em escolas públicas da Regional de Ensino de Ceilândia. O critério para praticar o esporte é simples: basta frequentar as aulas das outras disciplinas.

As lições ocorrem em horários opostos ao das aulas dos alunos. Quem estuda pela manhã treina à tarde e vice-versa. O aprendizado é improvisado em pátios de sete colégios públicos conveniados. Em vez do tatame, os alunos treinam no chão gelado. Apesar da precariedade das “academias”, o esporte tem transformado os discípulos não só no colégio, mas em casa e na vizinhança. É o que ocorreu com Rafael Santos de Souza, 12. O aluno da quarta série do ensino fundamental era disperso. “Ele melhorou muito o comportamento depois que passou a frequentar as aulas do professor Dojô aqui na escola”, avalia o diretor da Escola Classe 15, Ricardo Koziel.

Além das competições, Rafael pretende usar os golpes que aprendeu em outra atividade: a policial. “Eu quero combater os bandidos”, explica. A determinação veio do exemplo de outros coleguinhas que tiveram menos sorte que ele. Ao falar disso, o menino de personalidade forte fecha o semblante. “Eu já vi bandidos dando droga para meus amigos esconderem. Depois, eles foram presos”, recorda.



Quem puder ajudar com contribuições para os alunos do professor Manoel Dojô pode ligar para a academia dele: 3376-8292. O espaço fica na QNN 24, Conjunto J, Lote 55, na Guariroba.



Fonte: Correio Braziliense

Jornada máxima

Todos os concursos públicos a serem realizados no âmbito do Governo do Distrito Federal terão carga de 40 horas semanais a partir de agora, não importa a área. A decisão foi anunciada pelo próprio governador José Roberto Arruda ao dar posse a novos servidores da Secretaria de Saúde. Ele informou que assinará o decreto proibindo a contratação de servidores com carga horária menor. A nova regra será aplicada no próximo concurso da área de saúde, no próximo semestre, para a contratação de 1,2 mil médicos, sendo o maior número de vagas para clínica médica, pediatria e médico de família.

Essa, porém, não foi a única novidade. Arruda anunciou aumento salarial de 5,54% para os médicos, no mês de julho, que será dado pelo GDF em decorrência da data-base da categoria. Com isso, os médicos do Distrito Federal terão salário médio de R$ 8 mil. Cada médico que aderir à nova jornada poderá, ainda, ser beneficiado com uma gratificação de dedicação exclusiva, cujo valor está sendo estudado pela Secretária de Saúde.

O governador José Roberto Arruda disse que as novas medidas visam, não apenas melhorar o serviço prestado à comunidade, mas também melhorar o salário da categoria. Ele reconheceu que os médicos de Brasília ainda ganham mais na iniciativa privada, mas prometeu fazer o que for possível para ter a dedicação exclusiva da mão de obra nos hospitais da rede pública. José Roberto Arruda lamentou o desinteresse da categoria pelo serviço público, informando que dos 265 médicos aprovados e convocados para tomar posse ontem, somente 55 aceitaram a convocação.

"Vou enfrentar o que for preciso para aumentar o salário dos médicos, principalmente daqueles que aderirem às 40 horas", prometeu o governador. Durante a cerimônia José Roberto Arruda informou que a atual legislação não permite fazer o que ele gostaria. "Não posso obrigá-los a cumprirem as 40 horas, mas posso oferecer a opção de adotarem a nova jornada de trabalho", disse.



Fonte: Jornal de Brasília e Tribuna do Brasil

Novo bilhete eletrônico no Metrô-DF

Com a promessa de tornar mais fácil a vida dos usuários, o Metrô-DF vai substituir os bilhetes de papel por cartões eletrônicos reutilizáveis. A grande novidade é que as passagens poderão ser adquiridas até mesmo pela web. "Desejamos oferecer mais agilidade na compra de viagens nas bilheterias, além de permitir a aquisição de créditos em novos postos de vendas e pela Internet", informou o diretor-presidente do Metrô-DF, José Gaspar de Souza.

O novo sistema de bilhetagem está em fase de licitação e também tem como objetivo reduzir os custos da concessionária. Como a empresa responsável pela implantação ainda não foi definida, a companhia não pode informar a data da mudança nem de quanto seria essa redução, mas espera-se uma economia considerável.

Reutilizável e com vida útil de cinco anos, o cartão irá reduzir o gasto com papel, utilizado na confecção de passagens. O bilhete eletrônico será recolhido da mesma forma que os atuais, a diferença é que o ticket impresso não pode ser reutilizado.

O bilhete eletrônico será oferecido nas versões unitário, múltiplo e especiais - para estudantes e idosos. Atualente o metrô já utiliza um cartão múltiplo, mas o sistema está obsoleto, segundo a assessoria de imprensa do Metrô-DF, e não atenderia as mudanças que a companhia terá de enfrentar.



Fonte: Correio Braziliense

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Confraternizações

O Jornal de Ceilândia completa 10 anos e faz neste domingo (12/07/09) grande evento para celebrar a data. Diversas atividades serão realizadas na Praça dos Eucaliptos em Ceilândia Norte. A entrada no local é de 1 brinquedo que será doado no dia das crianças.



Na Oficina...


A Oficina de Quadrinhos encerra o 1º Semestre de 2009 com programação especial neste sábado (11/7/09), as 8h30, na Biblioteca Pública de Ceilândia, também em Ceilândia Norte.
Todos estão convidados!


Fonte: E-mail e mensagem dos internautas

Mudança de empresa

A Fácil, responsável pelo sistema de bilhetagem eletrônica do Distrito Federal, será substituída pela empresa Transdata. De acordo com a Secretaria de Transportes do Distrito Federal, em no máximo uma semana será assinado contrato com a nova gestora do atendimento de bilhetagem eletrônica do transporte coletivo do DF. O secretário de Transportes do DF, Alberto Fraga, disse que “a diferença é que agora a empresa só terá vínculo com o DFTrans, o que não acontecia com a empresa Fácil; o governo terá total controle do sistema”.

Há poucos dias, o Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) recomendou que o Transporte Urbano do DF (DFTrans) realizasse novos estudos técnicos sobre o sistema de transporte público da região. Segundo o órgão, a decisão foi tomada em decorrência de denúncias recebidas sobre a existência de irregularidades na prestação do serviço de transporte público coletivo pelo governo do DF. De acordo com o MPDFT, a medida complementa uma sentença da 4ª Vara da Fazenda Pública do DF, de outubro do ano passado, que determinava a necessidade da licitação das linhas de ônibus do DF.

Ainda de acordo com o MPDFT, o objetivo é de impor ao Distrito Federal e DFTrans obrigação de realizar, no prazo de até 120 dias, novos estudos técnicos necessários para promover licitação que englobe as necessidades atuais e futuras, a quantidade de frota alocada antes e depois da Constituição Federal de 1988, realizada, segundo o Ministério Público, sem procedimento licitatório, além das permissões exploradas há mais de 10 anos.

Conforme a decisão das promotorias de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social (Prodep) e de Defesa do Consumidor (Prodecon), foi recomendado também que seja feita uma regulamentação para frequências mínimas para que as empresas de serviço de Transporte Coletivo do Distrito Federal operem no período noturno.

O DFTrans esclareceu que já existe um projeto de transporte urbano que prevê melhorias no transporte público e no trânsito do DF. Informou ainda que já foram realizados estudos necessários pelos técnicos da Secretaria de Transportes, atendendo ao projeto de transportes urbanos, financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Conforme o órgão, o aumento da frota e das linhas será possível à medida que o programa Brasília Integrada estiver em pleno funcionamento, principalmente após a implementação dos corredores exclusivos para ônibus, que possibilitarão mais fluidez no trânsito, podendo assim um número maior de ônibus circular pelas ruas.

No que se refere à licitação, o secretário Alberto Fraga comentou: “As licitações são feitas nas frotas e não nas linhas. E recentemente realizamos uma licitação na frota de veículos, que concede a linha. Fazemos assim para manter o equilíbrio”.



Fonte: Tribuna do Brasil

Video: Diversas informações

Passagens de ônibus interestaduais valerão por um ano (1); a profissão mototaxista (2); o significado das cores da bandeira brasileira (3);o beco do xixi em Ceilândia (4); mulher tenta vender lotes do governo (5) e exercícios com video-games (6):

Correio Web / TV Brasília aqui 1, aqui 2, aqui 3, aqui 4, aqui 5 e aqui 6



Curiosidade: O substituto do brinquedo "cubo mágico".

Vídeo interessante sobre o novo brinquedo:

YouTube


Fonte: Jornal Local de 08 e 09/07 e Virgula Lifestyle

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Ceilândia não é a cidade mais violenta do DF

Os ceilandenses podem comemorar. O estigma de que Ceilândia é a cidade mais violenta do DF já é coisa do passado. Em um seminário realizado pela Polícia Civil, no auditório do Departamento de Polícia Especializada, os especialistas apontaram que, por ser a maior cidade do DF, Ceilândia tem mais casos de crimes. Mas, quando se compara as mortes violentas com cada grupo de dez mil moradores, o quadro é outro. Nesse ranking, a cidade aparece em décimo lugar, com 3,6 mortes para cada dez mil habitantes.

O administrador regional de Ceilândia, Leonardo Moraes, lembra que sempre defendeu esta tese. “É óbvio que os números da violência local são proporcionais ao número de habitantes. Mas, muita gente não queria ver desta forma. E sempre batia na mesma tecla de que a cidade é a mais violenta do DF”, destaca. Leonardo acrescenta: “Passar para a décima posição é uma vantagem enorme, mas pretendemos continuar mudando esse quadro até conquistar a posição de cidade com menor índice de violência”.

Para o delegado chefe da 15ª DP de Ceilândia, Plácido Rocha Sobrinho, esses dados também não são novidade. “A imagem de cidade mais violenta realmente faz parte do passado”, assegura. Segundo ele, esta nova estatística acaba de vez com o preconceito existente em relação a Ceilândia.





De acordo com a estatística da violência, considerando cada grupo de dez mil habitantes, o primeiro lugar é da Estrutural, que teve 7,7 mortes violentas no passado. Em segundo lugar, o Varjão, com 6,5 homicídios. E em terceiro aparece o Itapoã, com 5,4 mortes violentas. As vítimas, em sua maioria, são jovens entre 18 e 24 anos.

Segundo a Polícia Civil, o aumento no número de homicídio está ligado ao crescimento descontrolado da população, mas, principalmente, ao tráfico de drogas, que tem levado cada vez mais jovens e pessoas de baixa renda para a criminalidade. O tráfico de drogas aparece em segundo lugar como motivo dos homicídios no DF, 21,1% em 2008. Perde apenas para brigas e desavenças, com 28,7%.



Fonte: Administração Regional de Ceilândia

Filme sendo gravado na cidade

Mais uma produção local da Ceicine começa a ser gravada esta semana – o curta metragem Nós Vivendo, uma adaptação do conto Os Mudos, do francês Albert Camu. O filme é uma produção de Anderson Floriano e Camilo Cardoso, direção e roteiro de Adirley Queirós – diretor e roteirista do filme Rap o Canto da Ceilândia, ganhador do 38º Festival de Cinema de Brasília de 2005, nas categorias melhor filme pelo júri popular e pelo júri oficial em curta-metragem.

O enredo de Nós Vivendo gira em torno de um grupo de operários que retornam ao trabalho após uma greve mal-sucedida e tem como foco principal duas questões – o trabalho assalariado na perspectiva proletária e o envolvimento dessas pessoas nos conflitos cotidianos de um período de greve.

A obra, que está sendo realizada em Ceilândia, pretende envolver a comunidade local para trabalhar no projeto. Será o primeiro filme a ser rodado em película. A meta é exibi-lo em várias escolas da rede pública de ensino do DF. O seu lançamento ocorrerá durante o Festival de Cinema de Brasília, em novembro deste ano. Mais informações com Anderson (9555-5288).



Fonte: Administração Regional de Ceilândia

Estações fecharão mais cedo

A partir do dia 13 de julho algumas estações terão o horário de fechamento das bilheterias alterado para as 22h30, diferentemente do que ocorre hoje, com o encerramento às 23h30. As estações que terão seu horário alterado são: Galeria, 102 Sul, 112 Sul, Asa sul, Concessionárias, Centro Metropolitano, Ceilândia Sul, Guariroba, Ceilândia Centro, Ceilândia Norte, Terminal Ceilândia, Taguatinga Sul, Furnas, Samambaia Sul e Terminal Samambaia. As demais funcionarão normalmente até as 23h30.

As alterações vão ocorrer em função da baixa procura pelo serviço no horário referido, uma vez que em algumas estações a compra do bilhete chega a ser inexistente. A decisão, além de atender ao princípio da economicidade do serviço público, tem o objetivo de otimizar os recursos humanos da Companhia até que seja implantado o novo sistema de bilhetagem, que se encontra em processo de licitação.



Fonte: ClicaBrasília e Rede Record

Ambulantes não param

Fiscais da Agência de Fiscalização (Agefiz) apreenderam cerca de seis mil DVDs e CDs piratas de ambulantes em vários pontos de Ceilândia. Além disso, foram recolhidos outros produtos como celulares, frutas, óculos de sol e carteiras. A ação conjunta da Agefiz com a Polícia Militar foi realizada no Setor O, P Norte, P Sul e em Ceilândia Centro. Apesar das apreensões, apenas um homem foi detido, mas não pelo crime de pirataria, e sim por dificultar o trabalho dos servidores públicos incitando a multidão contra os fiscais. No total, participaram 13 pessoas da fiscalização, sendo dois fiscais da Agefiz, cinco PMs, e seis pessoas contratadas para dar apoio. O fiscal da Agefiz José Carlos Alves de Sousa disse que este tipo de ação é realizada rotineiramente pela agência e que, em Ceilândia, área onde atua, são feitas operações de segunda a sexta-feira. Em média, são apreendidos de 200 a cinco mil CDs e DVDs. “Na sexta-feira mesmo apreendemos cerca de dez mil mídias”.

José Carlos informa que as frutas recolhidas em condição de consumo foram doadas a instituições de caridade e os demais produtos apreendidos seguiram para o depósito da Agefiz, localizado no Trecho 4 do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) para posterior destruição do material. Durante a ação da Agefiz um homem foi detido por pertubação do sossego e trabalho e por falsa identidade, ambos crimes de menor potencial ofensivo. Na ocasião, um vigilante teria se apresentado como um servidor do GDF e teria incitado a população a impedir o trabalho dos fiscais.

“Acredito que ele não esperava ser preso por isso”, revela o delegado-chefe da 15ª DP, Plácido Sobrinho. Segundo o delegado, o vigilante assinou um termo circunstanciado, onde se compromete a comparecer em Juízo, sendo liberado logo em seguida. O crime de pertubação tem pena prevista de 15 dias a três meses de detenção e falsa identidade de três meses a um ano.





Todo o material recolhido pela Agefiz foi apreendido em apenas duas horas, entre as 10h e 12h. Apesar do alto número de mídias recolhidas, a ação dos ambulantes não para. O gerente de Fiscalização da Agefiz, Paulo Vieira Santos, explica que, em geral, os vendedores que trabalham na ilegalidade preferem abandonar o material para não serem presos. Caso deixem a atividade, logo aparece outra pessoa para substituí- los. Há ainda a contratação de olheiros para avisar sobre a chegada dos fiscais e a comunicação via celular, que informa a movimentação dos servidores públicos.

Paulo Vieira apresenta uma particularidade do mundo dos ambulantes. Apenas CDs e DVDs piratas são abandonados. Em geral, os vendedores de produtos como relógios, celulares e frutas oferecem resistência ao recolhimento do material. A cidade onde mais são registradas apreensões são Ceilândia, Taguatinga, Samambaia e Brazlândia. Paulo Vieira explica que, em todas as ações, o trabalho da polícia é fundamental para evitar que os fiscais sejam agredidos ou ameaçados. “Não posso passear com a minha família por aqui, por exemplo”.



No P Sul...

A Agência de Fiscalização precisa fazer uma visita aos quiosques no setor P Sul. Alguns quiosques estão funcionando em situação irregular. Dentre as irregularidades são os que transformaram as suas atividades em “boates” com som ao vivo alem do horário permitido por lei. Esta situação não é característica só do P Sul, em outros locais da cidade a situação é a mesma. O que precisa é fiscalização para separar o joio do trigo.


Fonte: PortalBrazlândia.Net.BR, ClicaBrasília e ACIC-DF

terça-feira, 7 de julho de 2009

Vídeo: O "Mãos de Tesoura" do DF

Conheça o artista. Clique nos links e veja os vídeos:

YouTube aqui e aqui


Fonte: Rede Tv, Band, Rede Record e Rede Globo

Falta na QNR:

Para o caso em destaque a comunidade do setor continua a espera mais arborização para combater a poeira que reina nesta época de seca.


Não podemos deixar de citar que falta infra-estruruta em alguns conjuntos.


Fonte: ACIC-DF

Opinião: Falta de segurança

Não é à toa que a criminalidade em Ceilândia não diminui. O policiamento no centro da cidade é praticamente inexistente. No domingo 5/7 fui abordado por uma criança, de uns 5 ou 6 anos, não mais, pedindo esmolas na feira central. Não dei e passei a observá-la a certa distância. Percebi que ela era impelida a pedir esmolas por um rapaz de aproximadamente 23 a 25 anos. O cidadão ameaçava bater nela, caso não conseguisse dinheiro. Pela aparência, o homem parecia drogado ou alcoolizado. Procurei um policial nas imediações para denunciar o crime, mas não achei. Fui então ao posto policial que fica a uns 50 metros do outro lado da rua. Percebi que os policiais lá lotados não saem de dentro do posto. De que adianta contratar policiais e fazer mais postos se os mesmos só servem de trincheira para a conivência com a criminalidade? É assim que resolveremos o problema da segurança pública? Lugar de policial é nas ruas!

Paulo Roberto Bogea


Fonte: Correio Braziliense

Novidades no trânsito

Dirigir à noite exige cuidado redobrado. A escuridão em determinados pontos de rodovias e vias urbanas representa um perigo para motoristas e pedestres. Acidentes podem ocorrer devido à pouca visibilidade e, caso envolvam automóveis de grande porte, chegam a ser fatais. A Resolução 316/2009 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que entrou em vigor no último dia 1º, prevê mudanças que devem aumentar a segurança no trânsito, principalmente à noite. Pelo menos no que diz respeito aos ônibus e micro-ônibus, que precisarão se adequar às novas regras para continuar a rodar em cidades e estradas. Uma dessas mudanças é a obrigatoriedade da instalação de faixas refletivas na traseira e laterais dos veículos.

O dispositivo é semelhante ao usado em caminhões, motocicletas ou mesmo bicicletas. Brilha intensamente ao receber a incidência de raios luminosos, melhorando a visão daquilo que está adiante. No entanto, ainda deve demorar um pouco para que a novidade se espalhe pelas frotas de ônibus e micro-ônibus da cidade. Apesar de a resolução do Contran já ter entrado em vigor, ela estabelece prazos para a adequação à nova norma.

No que diz respeito à instalação de faixas refletivas, os coletivos deverão estar devidamente adaptados a partir do licenciamento de 2010. "Os ônibus que não apresentarem esses dispositivos serão retirados de circulação na hora da vistoria no DFTrans", garantiu o secretário de Transportes, Alberto Fraga. Já os veículos novos que entrarem no sistema de transporte público deverão apresentar todas as modificações previstas na resolução do Contran. Além das faixas refletivas, os ônibus também deverão ter cintos de segurança nos bancos de passageiros, equipamento para destruição de vidros em janelas de emergência e não podem ter pneus reformados.




A fiscalização dos coletivos continuará a cargo do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran/DF). A falta das faixas refletivas será considerada uma infração grave, pela ausência de equipamentos obrigatórios. A punição, nesse caso, é multa de R$ 127 e cinco pontos computados na carteira de habilitação. "É importante ressaltar que, no caso de transportes públicos, os pontos vão para o proprietário do veículo", acrescentou Silvain Fonseca, chefe da Fiscalização do Detran/DF. Para ele, o acréscimo dos dispositivos na lataria nos ônibus é um ganho para a população. "Vai melhorar muito a visibilidade. Isso ocorre com os caminhões na estrada, que hoje conseguimos ver de longe graças a essas faixas. Acho que devia até ter sido feito há mais tempo", afirmou.

O motorista José Antenor de Campos, de 54 anos, dirige ônibus no Distrito Federal há mais de 30. Ele gostou da novidade. "Pra gente fica bom. Em lugares mais ermos, vai ajudar bastante. Vai dar para ver os veículos de longe", comentou. Campos comparou a mudança ao caso dos motociclistas. "Ficou bem mais fácil de vê-los depois que colocaram as faixas nos coletes e nas caixas das motos", destacou. A administradora Eliene Lopes também achou a mudança positiva. "Vai trazer mais segurança para a população e diminuir o risco de acidentes", ressaltou.



Fonte: Correio Braziliense e Band Cidade

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Radiografia da QNQ

O setor QNQ, em Ceilândia é o quinto da serie radiografia de Ceilândia. Para o caso em destaque a comunidade do setor continua a espera mais arborização para combater a poeira que reina nesta época de seca. A recuperação do asfalto no setor e operação tapa buraco em todas as ruas do setor. Limpeza das áreas livres e recuperação das quadras esportivas são reivindicações dos moradores.


Fonte: ACIC-DF

Mutirão de Limpeza no Setor "O"

A limpeza e a arrumação começou pelo Setor O, em Ceilândia. Vários órgãos do GDF estão fazendo o trabalho, desde poda de árvores nas avenidas principais, limpando bocas de lobo e retirando lixo e entulho. Além da sinalização de trânsito, pintura de faixa de pedestres, como também a manutenção elétrica, troca de lâmpadas e a reconstrução de rede de águas pluviais, em frente à Vila Olímpica.

“Estamos criando postos de visitas, para desobstruir a rede, para quando chegar período de chuva, a rede de águas pluviais captar, com tranquilidade, a água que vai descer nas vias”, afirma Francisco Cabral, da comissão de Defesa Civil

A cada semana a força tarefa vai atuar em um setor da cidade.



ATRAPALHADO


Um assaltante foi preso no estacionamento da 24ª DP do Setor "O" tentando arrombar um carro de uma policial. O fato chamou a atenção pela ousadia do meliante. O acusado acabou preso.


Fonte: Rede Globo, Rede Record e Band Cidade

Sem raticida

A professora de 43 anos acordou e decidiu colocar roupas sujas na máquina de lavar antes de sair para o trabalho. Juntou as peças em uma bacia e as levou para a área de serviço, onde fica o eletrodoméstico. Dias antes, ela tinha visto um rato rondando a casa. Jogou veneno nas possíveis tocas do animal na tentativa de matá-lo. Achou que tinha tido obtido sucesso até a manhã daquela quarta-feira. Ao abrir a tampa da máquina e colocar a mão dentro, porém, sentiu uma ardência no dedo indicador. O rato estava escondido no local e a mordeu.

O fato descrito acima aconteceu há 12 dias, mas a moradora da Ceilândia não é a única brasiliense obrigada a conviver com ratos dentro de casa. O estoque de raticida da Secretaria de Saúde do DF está baixo e os agentes de vigilância têm tido dificuldade para desratizar casas invadidas por roedores. O Sindicato dos Agentes de Vigilância Ambiental e dos Agentes Comunitários de Saúde do DF (Sindvacs) denuncia que o trabalho não é feito no DF há seis meses. A Secretaria de Saúde garante que ainda há veneno no estoque, mas reconhece que o produto está chegando ao fim e que “os atendimentos caíram nos últimos meses”.

Os agentes só aplicam o veneno em casos de emergência, como o da professora. Depois de ser mordida, a mulher, que pediu para não ser identificada, correu para o posto de saúde. Por sorte, foi apenas um susto e ela não desenvolveu qualquer sintoma de doença. Um dia depois, técnicos da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) estiveram na casa dela e colocaram raticida nas redondezas. “É a minha vizinha que junta lixo no quintal. Já tinha visto ratos por aqui antes e cheguei a dedetizar minha casa. O pior é que eu tenho pavor de rato, mais do que de qualquer outro bicho”, conta a professora.

O presidente do Sindvacs, Wanderman Valério Martins, afirma que, enquanto a secretaria age apenas em casos urgentes, as ratazanas se espalham por todo o DF. Diariamente, o sindicato recebe reclamações de diferentes cidades. Gama e Ceilândia lideram as queixas. “A falta do veneno é uma falha do corpo técnico da Dival. Todo ano, o DF sofre com os ratos em junho e julho. Eles sabem disso, deveriam ter providenciado a compra de mais raticida”, acusa.

O chefe do Núcleo de Animais Sinantrópicos da Secretaria de Saúde, William Wagner de Melo, responsável pelo controle dos ratos, admitiu que há pouco raticida no estoque (cerca de 30 quilos apenas). E contou que, por isso, os técnicos mudaram a forma de trabalhar. No lugar de só jogar o veneno, eles têm priorizado orientar a população sobre a limpeza do ambiente, fundamental para manter roedores afastados. “Buscamos hoje eliminar os criadouros, fazendo um trabalho de prevenção. Se o rato não tiver alimento, sai do local. Mas se a gente só bater o remédio e não providenciar a limpeza, dali há dois meses eles voltarão”, explica.



Dicas:

- Não deixe restos de comida no lixo mal acondicionado ou no chão próximo à moradia

- Coloque os alimentos em recipientes de vidro, lata ou plástico resistente com tampa

- Acondicione o lixo corretamente em sacos plásticos fechados e em recipientes tampados

- Caso a coleta do serviço de limpeza urbana não seja diária, mantenha o lixo em jardineiras suspensas com altura de 1,5m

- Elimine abrigos ao tapar com cimento buracos e vãos na edificação e nas caixas de inspeção de esgoto, retirando entulhos e material em desuso

- Elimine a sobra de rações dos vasilhames usados por animais de estimação, que deve ser recolhida ao entardecer. As vasilhas precisam ser limpas diariamente


Ligue para 3341-1900 que uma equipe da Secretaria de Saúde vai verificar o problema.



Fonte: Correio Braziliense e Rede Record

domingo, 5 de julho de 2009

Começou o Palco Giratório 2009

No período de 07 a 30 de julho, o SESC-DF realiza, pela sexta edição consecutiva, o Festival Palco Giratório. A mostra teatral reúne espetáculos de grupos e artistas de todo o Brasil, trazendo ao público o que há de melhor das artes cênicas e da dança nacional.

Este ano, o Festival apresenta espetáculos de estados como Amazonas, Paraíba, Rio de Janeiro, Pernambuco, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Os espetáculos provenientes do Distrito Federal participaram do Prêmio SESC de Teatro Candango, edição 2008.


As peças serão encenadas no teatro SESC Newton Rossi (Ceilândia Norte) e numa praça de Ceilândia (provavelmente a de Ceilândia Centro). A entrada para as apresentações no teatro é de um quilo de alimento não perecível (exceto sal).



Confira a programação dos espetáculos com sinopses e horários clicando no link da fonte.


Fonte: SESC-DF e Ceilândia.com

Guarany perde e acaba em 4º lugar

O time da Ascoop venceu o Guarany por 4 a 3 no Campeonato de Futebol Feminino do Distrito Federal 2009, mas não se classificou para a final. Com a vitória o time somou quatro pontos, mas ficou atrás de Cresspom com sete e Bandeirante com seis.

Fonte: Portal Futebol Feminino

sábado, 4 de julho de 2009

A magia dos quadrinhos

Todos os sábados, Guilherme Gonçalves, 16 anos, acorda cedo. Às 8h, com papéis embaixo do braço e lápis na mão, já está na Biblioteca Pública de Ceilândia. Durante as quatro horas seguintes, ele e cerca de 90 outros garotos e garotas vão se dedicar a aprimorar as técnicas de traços e cores no desenho, na oficina gratuita de quadrinhos. A iniciativa voluntária existe desde o ano passado e pode chegar ao fim por falta de apoio e doações.

Quem entra na biblioteca fica fascinado ao ver aquele tanto de garotos concentrados em uma manhã do fim de semana. Meninos e meninas, a partir de oito anos, não poupam dedicação e criatividade. As aulas são abertas a toda comunidade, sem limite de idade. “A iniciativa da oficina surgiu da idéia de que Ceilândia tem muito talento para ser mostrado”, ressalta um dos professores e idealizadores do projeto, Edmilson de Melo e Silva.

A Oficina de Quadrinhos de Ceilândia foi criada a partir da monografia de Mauro César Bandeira, formado em Artes Plásticas pela Universidade de Brasília (UnB), apresentada no final de 2007. A iniciativa era oferecer à cidade uma oportunidade de se especializar nas técnicas de Histórias em Quadrinho (HQ). “Fiz esse trabalho porque eu gosto de quadrinhos e, principalmente, porque gosto de ajudar às pessoas”, explica o idealizador do projeto.

No dia 7 de junho de 2008, a idéia saiu do papel. Dez meninos se reuniram em uma pequena sala da biblioteca. As folhas brancas ganharam traços. Esses, por sua vez, ganharam formas e cores. No decorrer dos meses, mais gente interessada em aprender um pouco mais sobre desenho apareceu. O limite era só a idade mínima. Em dezembro, chegava ao fim a formação da primeira turma da oficina, já com 60 alunos. Todos com certificado na mão.

No começo deste ano, Bianca Costa Pacheco, 12 anos, começou a freqüentar a segunda turma da oficina. “Desenhava pouco quando cheguei”, conta, ao mostrar a pasta em que registra a sua evolução. Os traços retos e duros ganharam forma no decorrer dos meses. “A minha escola tem aula de artes, mas lá a gente estuda história da arte”, conta a menina.

Os grandes responsáveis em ensinar, orientar e incentivar os aspirantes à profissão de quadrinistas são sete professores, que se dividem entre profissionais formados e artistas populares. Todos eles de Ceilândia. “É um trabalho bastante comunitário. Além dos professores, os alunos aprendem um com os outros”, explica Edmilson de Melo e Silva. Os alunos que têm mais facilidade com a técnica se tornam monitores. É o caso de Guilherme Gonçalves, que começou a freqüentar as aulas no ano passado e nesse ano tem o compromisso de ajudar os professores.

Wellington da Silva Lemos, 20 anos, procurou a oficina para se profissionalizar. O jovem, que nunca tinha feito um curso, aprendeu a desenhar sozinho. Na biblioteca da cidade, Wellington desenvolve técnicas de pintura e ganha mais confiança nos traços. “Meu sonho é fazer quadrinhos e trabalhar na Marvel, uma editora americana. Mas viver de quadrinho aqui no Brasil é muito complicado. Os cursos que tem, são de difícil acesso”, lamenta o rapaz.

Alunos como Wellington são a grande inspiração dos professores. No entanto, não é só de vontade que se constrói a oficina. Papéis e lápis, todos doados, são a grande matéria-prima, mas estão escassos. E é justamente a necessidade de sobreviver de doações que ameaça a oficina.



Fonte: Jornal de Brasília

Vídeo: Paula Pequeno vai jogar na Rússia

Jogadora deixa o Brasil para atuar no Zarechie Odintsovo. Atleta só vai para o exterior em novembro, pois, antes, se recupera de uma cirurgia no joelho e se apresenta à seleção brasileira. Veja o vídeo clicando no link:

Globo Esporte


Fonte: Rede Globo

O primeiro contrato

A judoca Ketleyn Quadros assinou nesta sexta-feira um contrato de 1 ano com a empresa de assistência médica Unimed, a mesma que patrocina o Fluminense. A curiosidade é que a atleta, primeira mullher brasileira a conquistar uma medalha olímpica em um esporte individual, nunca havia tido um patrocínio em toda a sua carreira.

Ketleyn fez história nos Jogos de Pequim, em 2008, ao conquistar o bronze na categoria até 57kg, peso leve. Atleta do Minas Tênis Clube, Ketleyn não conseguia disfarçar a satisfação por ter assinado seu primeiro contrato.

"Nunca tive bolsa-atleta e quem me ajudava era minha mãe. Esse patrocínio traz segurança e tranquilidade para treinar. 2009 é um ano de competições importantes no exterior e vou precisar viajar muito", observou a atleta, que não quis divulgar quanto receberá do novo patrocinador.

A judoca de 21 anos, nascida em Ceilândia, Minas Gerais, admite que a medalha conseguida na última olímpiada trouxe a visibilidade que precisava para conseguir patrocínio, e que se mateve confiante todo o tempo.

"Nunca tive dúvida de que iria aparecer. Jamais pensei em abadonar o judô, mas sem apoio chega uma hora que fica difícil continuar", reconhece.



Fonte: Terra Esportes

Buracos na rua

Rua da QNO 01 do Setor "O" está cheia de buracos. Os moradores reclamam que há dois anos pedem providências à administração regional, mas até hoje nada foi feito.



A máquina passou há duas semanas e tapou os buracos, mas não foi até o fim da rua. Os moradores tiveram que continuar com medidas provisórias para amenizar o problema.

“A administração já passou com o caminhão. Só que não tampou tudo e ainda não voltou para tampar o resto. Disseram que faltou massa”, conta a dona de casa Aparecida Soares Alencar.

É tanto entulho que os buracos já estão até menos profundos. Mesmo assim, o transtorno continua. “Já tem muito tempo que esses buracos estão incomodando. Nós já ligamos para a administração várias vezes. Eles falam que vão dar um jeito, mas nunca aparecem”, reclama a dona de casa Vandete Nazário de Oliveira.

Pior para quem mora bem em frente e tem dificuldades para entrar e sair de casa sem cair nos buracos. “Eu moro na casa em frente e sempre que manobro para entrar, estrago meu carro. Já amassou a roda duas vezes e já esvaziou o pneu por duas vezes também. Tem dois anos que eu venho ligando no 156 e eles ficam só adiando”, acrescenta a professora Flávia Monteiro de Oliveira.

O administrador de Ceilândia, Leonardo Moraes, informou que na próxima semana uma equipe vai até o local para tapar os buracos.



Fonte: Rede Globo

Opinião: Deu certo lá, pode dar aqui

Atribuir aos problemas sociais os altos índices de criminalidade no Distrito Federal vem sendo, nos últimos tempos, uma desculpa das mais convenientes, especialmente para quem não deseja encarar a questão sob o ângulo correto: o da falta de policiamento ostensivo preventivo.

Prova de que a ação dos criminosos é estimulada pela certeza de não serem importunados foi dada pela comunidade da comercial da 203/204 Sul. Acossada pelos bandidos, aquela comunidade se mobilizou e fez com que a polícia cumprisse a sua função. Resultado: mais segurança para a área.

Tudo começou em abril deste ano, quando os comerciantes penduraram 16 faixas de protesto pedindo mais policiamento no local.

Segundo reportagem do Correio Braziliense, dois meses e meio após a manifestação, empresários sentem a diminuição expressiva da violência na área, provavelmente provocada pela presença constante da dupla de policiais e viaturas na comercial.

Ainda de acordo com a reportagem, a presença das duplas fixas de PMs nas quadras residenciais e comerciais foi retomada pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em maio deste ano, depois de três anos sem o uso do serviço. Foram colocados mais 120 policiais na região central da capital. Em 2006, o policiamento - chamado de Cosme e Damião - afastou os ladrões de carros e de casas do Plano Piloto. Também diminuíram, na época, os números de roubos a postos de gasolina, de latrocínios (roubo seguido de morte) e de assassinatos no Plano Piloto, a partir da comparação com os dados de 2005.

Resumindo: fica demonstrado que aquela história de que “você não vê a polícia mas a polícia vê e zela por você” era pura balela.

Agora só falta colocarem em prática em Ceilândia a boa experiência do Plano Piloto.



Fonte: Ceilândia.com

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Raio X do Setor "O"

Para o caso em destaque a comunidade do setor continua a espera a via de ligação que liga o Setor O a via estrutural. A recuperação do asfalto nas entre quadras e operação tapa buraco em todas as ruas do setor. Limpeza das áreas livres e recuperação das quadras esportivas são reivindicações dos moradores.


Fonte: ACIC-DF

Vídeo: Cartilha e profissão flanelinha

O vídeo a seguir mostra uma cartilha elaborada pela polícia civil para se proteger de abusos cometidos por flanelinhas. No mesmo vídeo é possível ver que o serviço foi considerado profissão - o GDF o regularizou hoje. Veja:

CorreioWeb / Tv Brasília


Fonte: Jornal Local, Correio Braziliense, Band Cidade, SBT Brasília e Rede Record

Opinião: Limpeza pública em Ceilândia

O discurso reinante em Ceilândia, para explicar os problemas da sujeira nas áreas públicas da cidade, é que o SLU recolhe diariamente 40 toneladas de lixo e mesmo assim tudo continua sujo devido à população não cooperar. Há controvérsia neste discurso, se dividirmos o total de lixo recolhido na cidade, ou seja, lixo residencial e comercial, que é o que se recolhe diariamente, pelo número de residências, que são 90 mil, sem contar os condomínios, teremos uma produção média de lixo residencial e comercial da ordem 450 gramas de lixo, o que dá para concluir que as 40 toneladas são somente lixo residencial ou comercial, ficando as áreas públicas fora desse quantitativo. É verdade que alguns moradores jogam entulhos nas áreas públicas por essas se encontrarem degradadas pela falta de urbanização mínima, ou seja, falta gramar esses espaços para que os moradores assumam essas áreas como meio de convivência e de beleza cênica. Hoje! Há espaços na cidade que antes eram degradados e que após a sua urbanização com o plantio simples de grama estão completamente mudados. É chegada à hora do GDF deixar de investir na contratação de empresas para recolhimento de entulhos e combater a sua causa, ou seja, investir na urbanização das áreas degradadas. Atribuir a população à culpa pela sujeira nas áreas públicas é um discurso sem consistência e que agora é fato que vem sendo explorado pelo humor jornalístico da mídia local.


Fonte: ACIC-DF

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Guarany vai pro tudo ou nada

Sem chances de classificação para a final do XIII Campeonato de Futebol Feminino do Distrito Federal, o Guarany vai pro tudo ou nada contra o time do Ascoop. O time do Núcleo Bandeirante ainda tem chances de classificação, mas depende de resultados de outro jogo: Cresspom x Bandeirante. Se o Guarany vencer este última batalha, conseguirá ficar na 3ª posição da competição. Veja o dia do jogo:

Ascoop x Guarany - 07/07/09 - domingo - 10h00 - no campo do ASTCU


Fonte: Federação Brasiliense de Futebol

Radiografia do P Norte

Para o caso em destaque a comunidade do setor continua a espera da duplicação da via que liga o setor ao Setor O. A recuperação do asfalto nas entre quadras e operação tapa buraco em todas as ruas do setor. Limpeza das áreas livres e recuperação das quadras esportivas são reivindicações dos moradores.


Fonte: ACIC-DF

Formatura em curso do projeto Jovem de Expressão

O Programa Jovem de Expressão convida a comunidade para a cerimônia de formatura da 1ª turma do Curso de Fotografia, realizado em parceria com o Projeto Vamos Bater Foto, da fotógrafa Regina Santos.

O evento acontecerá nesta sexta-feira (03/07), a partir das 15h, na estação do metrô de Ceilândia Centro.

Haverá diversas atividades culturais e uma exposição dos trabalhos dos alunos do Programa, que fazem parte da exposição FotoExpressão.



Fonte: Ceilândia.com

Ketleyn na jogada

Primeira brasileira a conquistar medalha olímpica em esporte individual, atleta candanga é favorita na categoria leve no Grand Slam do Rio


História, Ketleyn Quadros já fez. Foi há um ano, em Pequim. Ela conquistou a medalha de bronze na competição de judô, categoria leve, e tornou-se a primeira brasileira a “medalhar” num torneio olímpico de esporte individual desde sempre. Agora, aos 21 anos, ela vem treinando em Belo Horizonte, onde vive há mais de três anos, e diz contar com a torcida para conquistar o primeiro Grand Slam organizado no Brasil — acontecerá sábado e domingo, no Maracanãzinho, Rio. “A torcida lá sempre faz uma festa bonita”, diz.

No dojô do Minas Tênis Clube, Ketleyn diz que vem usando judocas homens como sparrings para ganhar força e velocidade no seoi-nage — golpe em que o atleta levanta o oponente pela gola do quimono, o leva às próprias costas e o arremessa com explosão. É uma técnica de braço, que depende da força dos bíceps e do tríceps para funcionar perfeitamente.

A judoca brasiliense criada em Ceilândia também se dedica à parte tática da luta. “A conquista da medalha em Pequim aumentou muito minha responsabilidade em representar bem o Brasil em qualquer competição. Aproveito o período de concentração para ver vídeos dos meus adversários e estudá-los com meu treinador. Como a categoria é por peso, são sempre os mesmos atletas que se enfrentam. Trabalho para me aperfeiçoar cada vez mais”, disse ao Correio, por telefone, direto da concentração.

Assim como observa os pontos fortes dos rivais, Ketleyn é por eles observada. Amiga pessoal e companheira de treino do também brasiliense Luciano Correa, campeão mundial meio pesado, ela vem sendo aconselhada por ele sobre como fazer variações de luta. Correa é um dos judocas mais visados da atualidade. Medalha de ouro no Mundial do Rio, em 2007, ele foi muito estudado pelos oponentes. Com os principais golpes marcados, acabou eliminado nas preliminares nos Jogos de Pequim. Desde então, acrescentou muitas variações táticas à luta e vem conseguindo bons resultados no circuito internacional.

Ketleyn conheceu o judô ainda pequena, no Sesi de Ceilândia. Estimulada pela mãe, que fazia questão de ver a pequena praticando algum esporte, a futura campeã foi matriculada na natação. Para surpresa de todos, ela desviava o caminho rumo à piscina para assistir às aulas de judô. “Ela até queria fazer os dois, mas eu não tinha condições de pagar duas mensalidades e achava que ela poderia ficar muito cansada. Ela optou pelo judô e segue com ele até hoje”, revela a mãe, a cabeleireira Rosimeire Oliveira Lima.



Fonte: Correio Braziliense

Incêndio florestal próximo a BR-070

Um incêndio florestal queimou um hectare e meio em Ceilândia, na altura da QNR-05 no conjunto 4 próxima a BR-070, no final da manhã desta quinta-feira. Ninguém se feriu, segundo o Corpo de Bombeiros. O incêndio ocorreu na área usada como curral, local onde carroceiros guardavam seus cavalos, nenhum animal saiu ferido, segundo os bombeiros.


Fonte: ClicaBrasília e Correio Braziliense

Lixões são perceptíveis

Maria Limpa, uma boneca que luta contra a sujeira, não se sentiu em casa quando chegou na QNN 18/20 em Ceilândia Sul. Um dos espaços tem um apelido sugestivo: “Limpão”. “Limpão” coisa nenhuma! “Este lugar que é chamado de ‘Limpão’ está parecendo mais é um lixão, ou seja, um ‘Sujão’”, reclama um morador.

E no “Sujão”, quer dizer “Limpão”, Maria Limpa andou muito na manhã desta quinta-feira, dia 2. De lá pra cá e daqui pra lá. E as crianças foram as que mais reclamaram. “A gente gostaria de ter um lugar bem limpinho pra brincar, pular”, diz Samira Araújo, 10 anos.

Já com as mães, Maria Limpa teve uma conversa séria. “Fizeram o parquinho para as crianças, mas existe muito lixo, sujeira e animais. Não há condições pra deixarmos nossos filhos aqui”, reclama a operadora de caixa Elizabeth Moreira.

E por fim, ainda nos braços dos moradores, Maria Limpa viu que até a natureza está correndo risco. “Dona Maria Limpa, a árvore está queimada, a sujeira está espalhada e de vez em quando a gente encontra até rato morto. Como é que a gente vai continuar passando por aqui com todo esse entulho?”, questiona um senhor.

E não era só perto do parquinho os problemas. Maria Limpa pegou uma carona com Clériston Souza, que fez questão de colocar o cinto nela. O técnico administrativo questão de mostrar outro problema: um terreno particular que teve a obra embargada na década de 80 e acabou virando depósito de lixo. Assim, ele levou a visitante para fazer turismo num monumento à sujeira

Ao chegar, Maria Limpa foi recebida pela professora Eliane Andrade. “Por ter muito lixo aqui, ratos e insetos que moram no local acabam indo para as nossas residências. Tanto aqui quanto na outra área, que também tem lixo em excesso, está cheio de ratos. Então, eu gostaria que o nosso administrador visitasse o lugar, assim como você fez”, sugere.




O administrador de Ceilândia, Leonardo Moraes, deu entrevista no Bom Dia DF nesta quinta-feira, dia 2. E logo depois colocou um batalhão de garis para trabalhar. Maria Limpa ficou com eles, acompanhando todo o serviço. No meio da manhã tudo já estava limpo.

Mas a Maria Limpa fez questão de perguntar ao administrador como é que fica a situação do prédio abandonado. “Nós vamos procurar a Procuradoria para que eles entrem com uma ação judicial, pedindo na Justiça que o proprietário do lote tome uma providência, ou que ele venha a demolir o prédio ou mantenha o local limpo, de preferência termine a obra”, afirma Leonardo Moraes.

Ao lado de Maria Limpa, o administrador faz ainda as contas. Diariamente são despejadas, só em Ceilândia, 50 toneladas de lixo em terrenos baldios. “A comunidade tem que parar de jogar lixo na rua, tem que jogar no saquinho. Até o simples ato de estar andando com o seu carro na rua, comendo, então, não jogue o lixo pela janela. Coloque uma sacolinha, guarde, para depois jogar no local mais adequado. Sem isso nós não vamos conseguir dar uma solução”, enfatiza o administrador.

Certo, desta vez a Administração de Ceilândia fez a parte dela. E você como deve agir mesmo fora de Ceilândia? Como se tornar um cidadão? É importante pensar também no seu vizinho, na sua rua, no seu bairro.






Alguns moradores também de Ceilândia já tomaram uma iniciativa. Em grandes cestos colocam o lixo que pode ser reciclado. Valeska Veras, de 10 anos, aprendeu a importância de separar o lixo na escola. Desde então faz a tarefa direitinho. “Eu aprendi a reciclar na escola, junto com os professores. Quando cheguei na minha casa pedi para o meu pai trazer o lixo para reciclar na escola”, conta.

E todo o material vai parar nas mãos de pessoas como Hélio Nolasco. “Maria Limpa, já recolhemos o lixo, agora, é hora de reciclar”, diz.

Garrafas pet, papelões, retalhos: matéria-prima para o trabalho de 130 catadores. “Levanto às 6h, vou para as ruas, abro os sacos de lixos, cato o lixo que é reciclável, levo para minha casa para poder separar e o pessoal da associação vão lá para buscar”, relata a catadora Angela Freitas.

No galpão da Associação Recicle a Vida mais de cem toneladas são separadas por mês. Grande parte é vendida para a indústria e 10% vira artesanato: bolsas, agendas, brinquedos. Arte que a comunidade de Ceilândia ajudou a produzir.

“Quando a comunidade conhece e sabe onde vai colocar e direcionar há uma mudança. Nós fazemos um trabalho com as escolas para, justamente, começar essa mudança com as crianças desde cedo. É um trabalho de formiguinha, mas a gente vê que as pessoas estão mudando os seus hábitos, principalmente depois que elas conhecem o que se pode fazer com o material reciclado”, explica a coordenadora da Associação do Recicle a Vida, Mônica Licassali.



Fonte: Rede Globo aqui e aqui

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Vídeo: Escola do Córrego das Corujas mostra projetos

Os alunos da escola do Córrego das Corujas tem feito muita coisa. Diversos projetos são feitos na comunidade, o que tem feito muita diferença para todos. Veja os vídeos clicando no link:


Rede Globo


Fonte: Rede Globo

Radiografia da Guariroba

O setor Guariroba, em Ceilândia é o segundo da serie radiografia de Ceilândia. Para o caso em destaque a comunidade do setor continua a espera da abertura da creche que se encontra fechada a mais de um ano. A recuperação do asfalto nas entre quadras e operação tapa buraco em todas as ruas do setor. Limpeza das áreas livres e recuperação das quadras esportivas são reivindicações dos moradores. Por último a comunidade não tolera é a pequena invasão que se instalou na entrada do setor, debaixo do viaduto do metrô.


Fonte: ACIC-DF

Nem Luxo, Nem Lixo

A Câmara Legislativa aprovou a criação do "Programa Nem Luxo, Nem Lixo" no Setor Habitacional Sol Nascente, na região administrativa de Ceilândia. A criação do Programa está prevista no projeto de lei nº 1.270/2009, de autoria do deputado Leonardo Prudente (DEM), aprovado por unanimidade pelos distritais.

A proposta cria o espaço físico para a implantação do Programa, que tem com objetivo conscientizar a população de Ceilândia sobre o reaproveitamento do lixo orgânico e a degradação do meio ambiente.

O projeto também foi fruto de sugestão da comunidade de Ceilândia na primeira edição do Projeto "A Câmara mais perto de você".



Fonte: Associação Brasileira de Notícias

Mãe é condenada

Valéria Dutra da Silva, 11 anos foragida por ter matado suas duas filhas, de 5 e 6 anos, envenenadas, foi condenada nesta terça-feira (30) pelo 1º Tribunal do Júri de Ceilândia a 20 anos e 8 meses de reclusão, em regime inicialmente fechado.

O crime ocorreu em setembro de 1989, na Ceilândia. Segundo a denúncia do MP, Valéria dissolveu o conteúdo de um frasco de 150 ml de veneno para ratos, dividiu em dois copos e deu para as vítimas.

A ré afirmou em plenário que é solteira, tem três filhos, estudou até a sexta série e que, no período em que esteve foragida, residiu em Anápolis/GO, onde trabalhava de empregada doméstica. Na época dos fatos, agiu por desespero.

Segundo a juíza que presidiu a sessão de julgamento, "o convívio da ré em sociedade não era de todo desajustado. Os motivos do crime situam-se dentre aqueles em que os sentimentos próprios e pessoais, na dinâmica dos fatos, levam, em tais situações, a tal desfecho, mas que não os justificam".

Valéria, que está presa desde janeiro deste ano, não terá direito a recorrer da sentença em liberdade.



Fonte: Mais Comunidade e Rede Globo